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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Mulher

Uma mulher é um ser humano adulto do sexo feminino. Na infância, normalmente é chamada em português como “menina” e, na adolescência, como “moça” ou “rapariga”. O termo “mulher” é usual para indicar tanto distinções sexuais biológicas quanto nos papéis sócio-culturais.
A palavra “mulher” pode ser utilizada genericamente todo o ser humano fêmea ou, nomeadamente, significa um humano fêmea adulto como contrastado a “menina”. A palavra “menina” significa, uma criança do sexo feminino. “Menina” é usada ultimamente de forma coloquial quando se menciona a uma mulher nova ou solteira, ou de forma afetiva.
De forma mútua, em determinadas tradições há a ligação entre a honra da família com a virgindade feminina. A citação a uma mulher solteira como “mulher pode, em tal cultura, implicar a suposição de que ela já tenha tido um experimento sexual, o que seria uma ofensa à família.

Passagens 

As passagens da infância para a adolescência e da adolescência para idade adulta são feitas pela sociedade baseada em critérios tanto biológicos quanto sócio-culturais e, desta forma, podem variar grandemente entre diferentes culturas. Mas, do ponto de vista biológico, a passagem para a adolescência é marcada pela menarca, ou seja, pelo início da menstruação.

Símbolo 

Símbolo
O símbolo de Vénus, também mencionado para o gênero feminino, remete à deusa Vénus, deusa do amor e da beleza na história romana, equivalente à Afrodite na mitologia grega. É uma representação simbólica do espelho na mão da deusa Vénus ou um símbolo abstrato para esta deusa: um círculo com uma pequena cruz equilateral embaixo (Unicode: ). O símbolo de vénus também representa a feminilidade e na antiga alquimia representava o Cobre. Os alquimistas compunham o símbolo com um círculo, representativo do espírito sobre uma cruz equilateral, que representa a matéria.

Forma ou figura do corpo feminino 

corpos das mulheres
O corpo feminino é o produto cumulativo de uma estrutura esquelética de uma mulher e a quantidade e distribuição de músculo e gordura em seu corpo. Como muitos traços físicos, há uma larga variedade de normalidade da forma dos corpos femininos. Seres humanos e culturas têm ininterruptamente focado atenção no corpo feminino como uma fonte de prazer estético, atração sexual, fertilidade, e reprodução. Há grandes diferenças no que deve ser considerado um ideal ou forma corporal preferida, ambas para atração e por razões de saúde. Elas têm variado de cultura para cultura, simultaneamente.
Nos corpos das mulheres ocorrem em uma variedade de formas. Figuras femininas são tipicamente estreitas na cintura do que no busto e nos quadris. O busto, a cintura e os quadris são chamados de pontos de inflexão, e os raios de suas circunferências são usados para definir as formas corporais básicas.

Saúde da mulher

Em geral, as mulheres padecem das mesmas doenças que os homens. Existem apontadas doenças que afetam com mais constâncias as mulheres, tais como lúpus (bem como existem doenças que afetam mais os homens). Também há algumas doenças sexo-relacionadas que são encontradas mais frequentes ou somente nas mulheres, como, por exemplo, o câncer de mama, o qual em 80 por cento dos casos é mulheres contra os 20 por cento de ocorrência nos homens, e o câncer cervical ou câncer de ovário, exclusivos em mulheres. Mulheres e homens podem proporcionar sintomas diferentes para a mesma doença e podem também responder variavelmente a um mesmo tratamento médico.
Nem sempre os fatores biológicos são de maneira satisfatória claros para determinar o gênero de uma pessoa. No caso das pessoas que apresentam intersexualidade (que misturam características físicas e/ou genéticas dos gêneros) podem ser usados outros critérios para justificar a decisão. Em termos legais esta decisão é formada por terceiros, pois, obviamente, um bebê não tem capacidade de tomar e há obrigação legal de classificar os cidadãos em termos de sexo. Há também mulheres que têm uma psicologia tipicamente masculina e/ou se sentem socialmente como homens na totalidade ou em diversos graus, ver transgênero e transexualidade.

História das mulheres 

O papel que a mulher tem desempenhado ao longo da história
O papel que a mulher tem desempenhado ao longo da história e os métodos necessários para fazê-lo. Ele inclui o estudo da história do crescimento dos direitos da mulher ao longo da história, o exame de grupos de mulheres de importância histórica individual e o sentido que os acontecimentos históricos tiveram sobre as mulheres. Inerente ao estudo da história das mulheres e a crença de que os arquivos mais tradicionais da história minimizam ou ignoram as contribuições das mulheres e o efeito que tiveram sobre as mulheres como um todo; a este respeito, a história das mulheres é muitas vezes uma forma de revisionismo histórico, buscando desafiar ou ampliar o consenso histórico tradicional.
Os principais centros de estudos têm sido os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, onde a segunda onda de historiadoras feministas, influenciadas pelas novas abordagens promovidas pela história social, lideraram o caminho. Como ativistas na libertação das mulheres, discutir e analisar a opressão e desigualdades que experimentaram como mulheres, elas acreditavam ser imperativo aprender sobre as atividades dos homens na esfera pública – guerra, política, diplomacia e administração. As mulheres são geralmente excluídas e, quando indicadas, são geralmente retratadas em papéis de gênero estereotipados, como esposas, mães, filhas e amantes. O estudo da história é carregado de valor em relação ao que é considerado historicamente “digno”. Outros aspectos desta área de estudo é a diferença na vida das mulheres causadas por raça, posição economia, condição social e vários outros aspectos da sociedade.

Mulheres da Idade Média 

As mulheres na Idade Média, além de exercerem o papel tradicional de esposas, mães e filhas, também se ocupavam de diversos outros papéis sociais. Muitas mulheres tinham uma profissão e até conduziam alguma forma de negócio sem tutela de seus maridos, de forma autônoma. Por exemplo, os registros documentais de Paris do século XIII apresentam mulheres professoras, médicas, boticárias, tintureiras, copistas, miniaturistas, encadernadoras, arquitetas, mas também alguns papéis de liderança importantes, tais como abadessas e rainhas. Além disso, as mulheres tinham direito de voto nas comunas burguesas.
Muitas forças sociais influenciaram o papel da mulher nesse período, mas a força que guiava toda a população medieval era a Igreja Católica Romana, com o seu predomínio cultural e religioso sob a mentalidade popular. A igreja foi uma grande influência unificadora da cultura na Idade Média, com o ensino da cultura latina, preservação da arte e da escrita e uma administração que se estabelecia por um estatuto criado após a queda do Império romano (em 476), em que havia uma maior predominância do direito canônico, aplicado pelos bispos. Outras influências foram às culturas celto-germânicas ou ‘bárbaras’ da Europa Ocidental, onde a mulher era independente e tinha status social, porque nessas antigas sociedades bárbaras as mulheres tinham grande prestígio.
Outros aspectos influenciaram muito a ávida feminina, como a baixa expectativa de vida, especialmente na Alta Idade Média, e a ascensão das guildas ou corporações de ofício, entre a Idade Média Central e a Baixa Idade Média, as quais tornaram-se predominantes masculinas ao final do medievo.

Mulher na visão bíblica

Segundo a Bíblia, a mulher foi feita a partir de uma costela de Adão, significando, com isso, que ela é companheira, ou seja, está a seu lado, tal qual as costelas. O osso da costela alude à igualdade entre homem e mulher, dado que não foi utilizado um osso inferior (um osso do pé, por exemplo), nem um osso superior (do crânio, por exemplo), mas sim um osso do lado. Outra interpretação, em sintonia com a primeira, lembra que a mulher é protetora da vida, dado que os ossos da costela protegem o coração.
O papel atribuído à mulher é referido na Bíblia como portadora, tal como o homem, da marca da divindade, de Deus; esposas têm papel sempre importante, seja como amadas parceiras ou como companheiras dos maridos (Gênesis, 2:20-24; Provérbios, 19:14; Eclesiastes, 9:9); do Monte Sinai, Deus ordenou às crianças que honrem tanto a mãe como pai (Êxodo, 20:12). Não há qualquer motivo para considerar Eva marginalizada ou relegada a qualquer status secundário a Adão; muito pelo contrário, a escritura situa a mulher com honras especiais (Primeira Epístola de Pedro, 3:7); maridos são orientados a mar suas mulheres de maneira sacrificada se for necessário, até com custo de sua vidas (Epístola aos Efésios, 5:25-31; e a Bíblia celebra e reconhece o valor de mulheres virtuosas (Provérbios, 12:4; 31:10; Primeira Epístola aos Coríntios, 11:7).

Mulheres na Ciência 

As mulheres contribuíram para a ciência desde os primeiros dias
As mulheres contribuíram para a ciência desde os primeiros dias, mas não foram reconhecidas. Historiadores interessados em estudos sobre gênero e ciência trouxeram à luz as contribuições femininas, as barreiras enfrentadas e as estratégias implementadas para conseguir a aceitação do trabalho científico.
Antiguidade 
O envolvimento de mulheres no campo de medicina foi registrado em diversas civilizações antigas. Uma egípcia, Merit Ptah (2.700 a.C.), além de Peseshet, era definida numa inscrição como ‘’médica chefe’’, é o mais antigo registro de uma mulher na história da ciência. Agamede foi citada por Homero como uma curadora na Grécia Antiga antes da Guerra de Troia. Agnodice foi a primeira mulher médica a exercer a profissão de maneira reconhecida pela lei na Atenas do século IV a.C.
O estudo da filosofia natural na Grécia Antiga era aberto às mulheres. Exemplos como os de Aglaonice, que previa eclipses lunares; e Teano, matemática e física, pupila e possivelmente também mulher de Pitágoras, da escola de Crotona, na qual estudavam muitas outras mulheres Temistocleia era filosofia, matemática e alta profetisa de Delfos foi mestra de Pitágoras e o introduziu aos princípios da ética.
Existem muitos registros de mulheres que contribuíram para o proto-ciência da alquimia em Alexandria por volta do primeiro ou século II a.C., onde a tradição gnóstica valoriza as mulheres. A mais conhecida, Maria, a Judia, foi a inventora de equipamentos para a química, como o banho-maria (de onde o nome Maria, em homenagem) e um tipo de alambique ou aparelho de destilação simples:
Hipátia de Alexandria (370-415) era filha de Teão de Alexandria, acadêmico e diretor da Biblioteca de Alexandria. Ela escreveu textos sobre geometria, álgebra, astronomia, e credita-se a ela a invenção do hidrômetro, de um astrolábio e um instrumento para destilar água.

O Dia Internacional da Mulher

O dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março

O dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março
A ideia de criar o dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, de direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhagen, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas por direitos das mulheres trabalhadoras.
As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país. A primeira celebração se deu em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, ao final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutavam por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos. Em 1910, durante uma conferência internacional das mulheres, que antecedeu a realização da reunião da Segunda Internacional Socialista de Copenhague, Dinamarca, foi estabelecido o Dia Internacional da Mulher, celebrado no ano seguinte no dia 19 de março por meio de numerosas manifestações em países como Alemanha, Áustria-Hungria, Dinamarca e Suíça.

Violência contra a Mulher 

Violência
A violência contra a mulher envolve os atos de violência, que se manifestam por meio das relações assimétricas entre os homens e mulheres, envolvendo por vezes discriminação e preconceito.
A violência contra mulher pode assumir diversas formas que não é uma agressão sociopática de natureza sexual e perversa no sentido psicanalítico do termo, até formas mais sutis como assédio sexual, discriminação, desvalorização do trabalho doméstico de cuidados com a prole e maternidade.
Segundo o renomado Casique, juntamente com o Furegato (2006) dentre as diferentes formas de violência de gênero citam-se a violência familiar ou violência doméstica e a violência no trabalho, que se manifestam através de agressões físicas, psicológicas e sociais. Na violência intrafamíliar, contra as mulheres e/ou as meninas incluem o maltrato físico, assim como o abuso sexual, psicológico e econômico.
Ainda segundo as referidas autoras para melhor entendimento da condição geradora desse agravo é necessário evidenciar a condição de relação entre gêneros onde ocorre e assim a definem... a violência de gênero é aquela exercida pelos homens contra as mulheres, em que o gênero agressor e o da vítima estão intimamente unidos à explicação desta violência. Dessa forma, afeta as mulheres pelo simples fato de serem deste sexo, ou seja, é a violência perpetrada pelos homens mantendo o controle e o domínio sobre as mulheres... Casique Furegato (o.c)
No Brasil a Lei N°10.778, de 24 de Novembro de 2003, estabelece a notificação compulsória, no território nacional, do caso de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicas ou privados. Essa lei é complementada pela Lei Maria da Penha como mais um mecanismo para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, com medidas mais efetivas (penais) para o seu controle ale do dimensionamento do fenômeno. Embora à notificação e investigação de cada agravo em si já proporcione um impacto positivo pra reversão da impunidade que goza o agressor, de certo modo, defendido por uma tradição cultura machista além de naturalmente ser um instrumento direcionador das políticas e atuações governamentais em todos os níveis como previsto na legislação em pauta.
A notificação compulsório das agressões contra a mulher foi resultado da constelação de que a ausência de dados estatísticos adequados, discriminados por sexo sobre o alcance da violência dificulta a elaboração de programas e a vigilância das mudanças efetuadas por ações públicas, conforme explícito na Plataforma de Beijing/95 (parágrafo 120). O Brasil tanto é signatário da Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferencia Mundial Sobre a Mulher, Pequim, 1995 como da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, Belém do Pará, (1995).

Violência Doméstica 

Violência doméstica é a violência, explícita
Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, literalmente praticada dentro de casa ou no âmbito familiar, entre indivíduos unido por parentesco civil (marido e mulher, sogra, padrasto, filhos) ou parentesco natural (pai, mãe, filhos, irmãos, etc). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, maus-tratos contra idosos, e violência contra a mulher e contra o homem geralmente nos processos de separação litigiosa além da violência sexual contra o parceiro.

Direitos da Mulher 

O termo direitos da mulher
O termo direitos da mulher refere-se aos direitos objetivos e subjetivos reivindicados para mulheres em diversos países.
Em alguns lugares, esses direitos são institucionalizados e garantidos pela legislação, pelos costumes e comportamentos, enquanto em outros locais eles são suprimidos ou ignorados.
Eles podem variar de noções mais amplas de direitos humanos a reivindicações contra tendências históricas de tradicionais do exercício de direitos de mulheres e meninas em favor de homens e mulheres.
Questões frequentemente associadas com os direitos das mulheres incluem os direitos à integridade autonomia dos corpos, a votar (sufrágio); a ocupar cargos públicos; a trabalhar; a salários justos e igualitários; à educação; a servir na polícia militar.
A descriminação de fato ou e direito contra a mulher tem sido, notadamente em países subdesenvolvidos, um dos principais obstáculos à efetividade do direito à educação e à saúde de crianças e adolescentes.
Mas ela não se manifesta apenas com o tratamento desigual com relação ao homem (o que ocorre com bastante freqüência, por exemplo, nas relações de trabalho assalariado). De acordo com o jurista Fábio Konder Comparato, a discriminação também ocorre com a negação do direito à diferença, que o autor define como ‘’a recusa do reconhecimento a respeito dos dados biológicos e valores culturais, componentes dom universo feminino’’.
Legislação Brasileira 
Lei Maria da Penha (Lei n°11.340, de 7 de agosto de 2006): cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos de § 8 o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contras as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher;m altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.

Mulheres na Política 

Mulheres na política têm sido historicamente sub-representadas nas sociedades ocidentais em comparação com os homens. Muitas mulheres, no entanto, têm sido eleitas politicamente para ser chefes de Estado e de Governo. Umas das mais proeminentes líderes de potências mundiais presidente do Brasil Dilma Rousseff, primeiro-ministro do Reino Unido, ministro de Israel Golda Meir, Chanceler da Alemanha Angela Merkel, primeiro-ministro do Canadá Kim Campbell, primeiro-ministro da França Edith Cresson, Presidente da República Popular da China Soong Ching-ling (AKA Rosamond Soong), e Diretor da Revolução Cultural, ditador Jiang Qing.
Primeira Mulher a Presidir um País 
Foi na República de Tuva, em 1940, que uma mulher foi pela primeira vez presidente da república de um país na época moderna, a presidente Khertek Anchimaa-Toka, falecida em 2008 aos 96 anos. Já no cargo de Primeira-Ministra a primara a ocupá-lo foi Sirimayo Bandaranaike (1916-2000) no Sri Lanka de 1960 a 1965 e em mais duas ocasiões de 1970 a 1977 e de 1994 a 2000.
A primeira mulher Chefe de Estado na História 
Foi D. Maria I, Rainha Reinante do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1815; quando o Brasil deixou de ser Colônia portuguesa e foi elevado a Reino do Brasil do reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, tendo o Rio de Janeiro como Capital.
A segunda mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Leopoldina que atuou como Regente em 1822, grande foi sua influência no processo de Independência do Brasil.
A terceira mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Isabel que foi regente do Brasil em vários períodos (1870 – 1871, 1876- 1877 e 1887-1888) durante o período em que ela regeu o Brasil ela sancionou em 13 de maio de 1888 a lei Áurea (Lei Imperial n°3.353) foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil, considerada um grande marco na História do Brasil, e que a eternizou a Redentora.
Durante grande parte da História do Brasil República, as mulheres foram excluídas de qualquer participação na política, pois elas eram negados os principais direitos políticos como, por exemplo, voltar e se candidatar. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto. Também puderam se candidatar a cargos políticos.
A primeira presidente do Brasil 
Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil
No dia 0 de janeiro de 2011, tomou posse oficialmente Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil. A economia e ex-ministra da Casa Civil do governo Lula, contou com o apoio do atual presidente para a sua eleição, um cabo eleitoral de peso, de dois depois mandatos de presidente e da notória preferência popular. Mas o fato é que, independentemente do partido e das alianças políticas, o momento é histórico para os brasileiros.
História 
Primeira mulher a se tornar Presidente da República do Brasil, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG). É filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da Professora Dilma Jane da Silva, nascida em Resende (RJ). O casal teve três filhos: Igor, Dilma e Zana.
A filha do meio iniciou os estudos no tradicional Colégio Nossa Senhora de Sion e cursou o ensino médio no Colégio Estadual Central, então centro da efervescência estudantil da capital minera. Aos seus 16 anos, Dilma dá início à vida política, integrando organizações de combate ao regime militar.
Em 1969, conhece o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo. Juntos, sofrem com a perseguição da Justiça Militar. Condenada por’’subdversão’’, Dilma passa quase três anos, de 1970 a 1972, no presido Tiradentes, na Capital paulista.
Livre da prisão, muda-se para Porto Alegre em 1973. Retoma os estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul após fazer vestibular. Em 1975, Dilma começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho. No ano seguinte, dá à luz a filha do casal, Paula Rousseff Araújo.
Dedica-se, em 1979, à campanha pela Anistia, durante o processo de abertura política comandada pelos militares, ainda no poder. Com o marido Carlos Araújo, ajudar a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Rio Grande do Sul. Trabalho na assessoria da bancada estadual do parido entre 1980 e 1985. Em 1986, o então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares, escolhe Dilma para ocupar o cargo de Secretária da Fazendo.
Com a volta da democracia ao Brasil, Dilma, então diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre, participa da campanha de Leonel Brizola ao Palácio do Planalto em 1989, ano da primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar. No segundo turno, Dilma vai às ruas defender o então candidato Luiz Inácio da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).
No inicio da década de 1990, retornar à Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, agora como presidente da instituição. Em 1993, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul.
Em 1998, inicia o curso de doutorado em Economia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas, já envolvida na campanha sucessória do governo gaúcho, não chega a defender tese. A aliança entre PDT e PT elege Olívio Dutra governador e Dilma ocupa, mais uma vez, a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul. Dois anos depois, filia-se ao PT.
O trabalho realizado no governo gaúcho chamou a atenção de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o Rio Grande do Sul foi uma das poucas da federação que não sofreram como o racionamento de energia em 2001.
Em 2002, Dilma é convidada a participar da equipe de transição entre os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010). Depois, com a posse de Lula, torna-se ministra de Minas e Energia.
Entre 2003 e 2005, comanda profunda reformulação no setor com a criação do chamado marco regulatório (leis, regulamento e normas técnicas) para as práticas em Minas e Energia. Além disso, preside o Conselho de Administração de Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos.
Lula escolhe Dilma para ocupar a chefia da Casa Civil e coordenar o trabalho de todo ministério em 2005. A ministra assume a direção de programas estratégicos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o programa de habitação popular Minha casa, Minha Vida. Coordenou ainda a Comissão Interministerial encarregada de definir as regeras para exploração das recém-descobertas reservadas de petróleo na camada pré-sal e integrou a Junta Orçamentária do Governo, que se reúne mensalmente para avaliar a liberação de recursos para obras.
Em março 2010, Dilma e Lula lançam a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que amplia as metas da primeira versão do programa. No dia 03 de abril do mesmo ano, Dilma deixa o Governo Federal para se candidatar à Presidência. Em 13 de junho, o PT oficializa a candidatura da ex-ministra.
No segundo turno das eleições, realizado em 31 de outubro de 2010, aos 63 anos de idade, Dilma Rousseff é eleita primeira mulher Presidenta da República Federativa do Brasil, com quase 56 milhões de votos. 

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso - Mulher . Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/05/mulher-beleza-historia.html

Referências e Bibliografia 
1* NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos feministas, 2008, p. 2
2* Escribano de la Mata, Lydia (2003). Dicionário de mujeres (Madrid: Acento). p. 219.
3* PERROT, Michelle. História das mulheres no Ocidente (O século XX), v.5. Porto: Afrontamento; São Paulo: Ebradil, 1995, p.68.
4* PERNOUD, Régine; DO CARMO SANTOS, Maria. O mito da Idade Média. Europa-América, 1989. 
5* Helene Silverberg (1998), "A Government of Men: Gender, the City, and the New Science of Politics," in Silverberg (ed.), Gender and American Social Science: the formative years (Princeton, NJ: Princeton University Press).
6* Whaley, Leigh Ann. Women's History as Scientists. Santa Barbara, California: ABC-CLIO, INC, 2003.
7* Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferência Mundial Sobre a Mulher - Pequim, 1995 - Instrumentos Internacionais de Direitos das Mulheres Fev. 2011
8* Cavalcanti, Stela V. S. F. Violência doméstica contra a mulher no Brasil.Ba, Podium, 2007
9* Tu és Isso: A Religião como Metáfora
10* Museu do Voto - TSE. Tribunal Superior Eleitoral. Acesso em de janeiro de 2015
11* Mary Beth Norton; Ruth M. Alexander (2007). Major problems in American women's history: documents and essays
12* Presidenta Dilma Rousseff - Planalto Presidência da República

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Bizarrofilia: meu novo amigo Freedy

Esta é mais uma creepypasta criada por mais um fã de terror, e tem como objetivo causar medo, aterrorizar. Se você tem medo então esta na pagina errada.
Meu novo Amigo Freedy (BR. Bizarrofilia)

Meu novo Amigo Freedy (BR. Bizarrofilia)

Creepypasta - Bizarrofilia com sua obra prima

Ficou com medo? 
Então saiba que o medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo
Medo
Medo: Também é uma reação obtida do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.
Medo
Se chegou até aqui então #compartilhe com seus amigos e pare de chorar medroso
Pare de chorar

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Maldita casa Ronald McDonald’s

Ronald McDonald’s é uma instituição de caridade que traduzido “Casa Ronald McDonald’s” localizado nos Estados Unidos, a instituição proporcionam reabilitação para famílias de crianças doentes quando eles estão no hospital.
Casa Ronald McDonald’s

O lado Obscuro de Ronald McDonald’s “Creepypasta de terror”

Resumo 

McDonald’s é a maior cadeia mundial de restaurantes de food de hambúrguer, servindo cerca de 68 milhões de clientes por dia em 119 países através de 35 mil pontos de vendas. Com sede nos Estados Unidos, a empresa começou em 1940 com uma churrascaria operada por Richard e Maurice McDonald.

Imagens


Segundo “Mail Online” a McDonald para os próximos 3 anos vai abrir um restaurante por dia.
Super-Size
Super-Size
Arch Deluxe
O Arch Deluxe estreou em 1996 foi feito para atingir os clientes do McDonald adulto, tem sido considerada uma das falhas de produtos mais caros da história depois de década o MacDonald tentou um sanduíche semelhante no Japão, o chamado McGrand tor.

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso, Maldita casa Ronald McDonald’s. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/04/creepypasta-malditacasa-ronaldmcdonalds.html 

Referência
1*Vídeo: Maldita casa Rolnald McDonalds: Sigma Terror
2*12 McDonald's Menu Items Spectacularly
3*Foto/Todos os tamanhos: flickr
4*McDonald’s China Mania: One New Restaurant a Day: InfectiousGreed
5*McDonald's - Brasil
6*McDonald's Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 16 de abril de 2016

As maravilhas do Pará

Neste artigo você vai conhecer as Maravilhas que existe no Pará, são tantas surpresas interessantes. Vamos citar apenas algumas com suas incríveis história admiráveis.
Mosqueiro
Mosqueiro
A ilha do mosqueiro é um distrito administrativo do município de Belém. De fato, Mosqueiro é uma ilha fluvial localizada na costa oriental do rio Pará, um braço sul do rio Amazonas, em frente à baía do Marajó. Apresenta área de aproximadamente 2012 km² e está localizada a 70 km de distância do centro de Belém. Possui 17 km de praias de água doce com movimento de maré.
A valorização da ilha, balneário distante 70 quilômetro de Belém por rodovia, teve início no final do século XIX e está ligada ao ciclo da borracha. Foram os estrangeiros – atraídos pelo bom da economia da capital – os primeiros a valorizar a Mosqueiro como local de veraneio. Eles construíram os casarões que ainda hoje podem ser vistos em torno da orla das praias do Farol, Chapéu Virada, Porto Arthur e Murubira. Os ‘’barões da borracha’’ encamparam a descoberta. Começava assim o processo de ocupação da ilha, pois o rio era então o único meio de acesso dessa incipiente ocupação. A expansão vigorosa do processo ocorreria somente em 1968 com a inauguração da estrada, interligada por balsa. Foi um marco para a aceleração da especulação imobiliária, que se expandiu em direção às praias do Ariramba e São Francisco. A partir de 1976, a ocupação voltou a se intensifica como a construção da ponte Sebastião Oliveira.
No início dos anos 80 os velejadores descobriram as potencialidades da ilha para a prática de windsurf e vela. Por mais de vinte anos, Mosqueiro foi lugar obrigatório para iatistas paraenses, bem como nomes conhecidos como os velejadores Torben Grael e Robert Scheidt. Por isso, um pequeno grupo de velejadores, junto com amantes do Kitesurf, ainda tenta manter acesa a ‘’vela’’ no Mosqueiro, prática que tanto embeleza e dá vida nos dias quentes da ilha.
Capela do Senhor dos Passos ou Igreja de Pedras 
A capela do Senhor dos Passos (Igreja de Pedras)
A capela do Senhor dos Passos (Igreja de Pedras) datada do século XVII, é um templo construído pelos Jesuítas toda em pedras sobrepostas e sem reboco. Conhecia, hoje, como Igreja do Bom Jesus, porque lhe guardava a imagem. Nessa época foi transferida para a igreja Madre de Deus a imagem do Bom Jesus, para que a Igreja de Pedras fosse concluída, mas com a expulsão dos jesuítas de Portugal e das províncias do Brasil, em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a construção da capela ficou inacabada e abandonada, sofrendo demolições e transformações. Na década de 30, um intendente local mandou demolir o que restava das paredes laterais e, com as pedras, mandou construir o cais de arrimo da cidade. A igreja revela estrutura de pedras lavradas, peças de mármore e imagens antigas. A técnica construtiva é pedra com agregado de uma mistura de massa de argila crua e cal que era obtida de materiais tirados dos sambaquis, ou depósitos pré-históricos de conchas, comuns no litoral brasileiro.
Mercado Ver-o-Peso
Ver-o-Peso
O Mercado ver-o-peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
História 
no século XVII, onde hoje funciona o Mercado Ver-o-Peso, numa área que era formada pelo igarapé do Piro, os portugueses instalaram um posto de fiscalização e tributos dos gêneros trazidos para a sede das capitanias (Belém-PA). Este posto foi denominado Casa de Haver o Peso, que também tinha como atividade o controle do peso dos produtos comercializados. No início do século XIX, o igarapé Piri foi aterrado e, na sua foz, foi construída a doca do Ver-o-Peso.
Embora a cidade estivesse abalada pela revolta popular denominada Cabanagem (1835-1840), a Casa de Haver o Peso funcionou até meados do ano de 1839. Em outubro deste mesmo ano, a repartição foi extinta e a Casa foi arrendada e destinada à venda de peixe fresco.
Em 1847, com o término do contrato de arredamento, a Casa foi demolida e iniciada a construção dos Mercados de Peixe e de Carne, este último também conhecido como Mercado Municipal ou Mercado Bolonha, uma vez que sua edificação foi feita pelo engenheiro Francisco Bolonha.
No Ciclo da Borracha, entre o final do século XIX e começo do século XX, a cidade de Belém teve grande importância comercial, principalmente para o cenário internacional. Neste período, também se pode registrar mudanças urbanísticas. Importantes edificações foram erguidas, entre as quais, o Palácio Lauro Sodré, o Theatro da Paz, o Palácio Antônio Lemos e o Mercado Ver-o-Peso.
A construção do Mercado de Ferro, como inicialmente era conhecido o Mercado Ver-o-Peso, foi autorizada pela lei municipal n°173, de 30 dezembro de 1987, e sua edificação, com o projeto de Henrique La Rocque, teve início no ano de 1899. Toda a estrutura de ferro do Mercado foi trazida da Europa seguindo a tendência francesa de art nouveau da belle époque. Foi inaugurado em 1901.
O mercado faz parte de um complexo arquitetônico e paisagístico que compreende uma área de 35 mil metro quadrados, como uma série de construções históricas, dentre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1977.
Alter do Chão (Santarém)
Alter do Chão - Para
Alter do Chão é um dos distritos administrativos do município de Santarém, no estado do Pará. Localizado na margem direita do Rio Tapajós, dista do centro da cidade cerca de 37 quilômetros através da rodovia Everaldo Martins (PA-457). É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo segundo o jornal inglês The Guardian, ficando conhecida popularmente como Caribe Brasileiro.
História
Fundada no dia 6 março de 1626, pelo português Pedro Teixeira, foi elevada a categoria de vila por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador da capitania do Grão-Pará, durante o Brasil Colônia, no dia 6 de março de 1758.
Alter do Chão, durante os séculos XVII e XVIII, recebeu diversas missões religiosas, comandada pelos jesuítas da ordem franciscana. O culto de Nossa Senhora dos Remédios foi instituído. Tornou-se esta a santa padroeira local.
Até o século XVIII, a vila era habitada majoritariamente por comunidades indígenas Boraris. Ainda se tem vestígios dos nativos devido a existência de diversos locais com grande quantidade de pedaços de barros e frequentemente são encontrados peças na forma de cabeça de urubu, círculos com furo no meio, cachimbos, entre outros além de machados com pedra polida.
No início do século XX, Alter do Chão era uma das rotas de transporte do látex extraído das seringueiras de Belterra e Fordlândia. Foi um período curto de desenvolvimento para a vila. Mas a partir da década de 1950, ocorreu a decadência do extrativismo amazônico e a vila foi atingida pelo déficit econômico. Desde a década de 1990 até os dias de hoje, o atual distrito aposta no turismo para evoluir economicamente, no qual obteve bons resultados.
Floresta Nacional de Carajás
Floresta de Carajás
A Floresta Nacional de Carajás é uma área de conservação ambiental federal do Brasil localizada no sul estado do Pará. É administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Tem pouco menos de 412 mil hectares, tendo sido criada pelo decreto 2.486 de 2 de fevereiro de 1998. Dentro da área protegida é permitida a exploração mineral, com a mineradora Vale tendo a concessão de uso do solo.
Limites 
A Floresta Nacional de Carajás limita-se, ao norte, com a Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado; a noroeste com a Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri e a oeste, com a Terra Indígena Cateté, onde vivem os índios Xikrin. A sudeste é delimitada pelo Rio Itacaiúnas e Terra Indígena Cateté, ao sul, constitui fronteira seca com propriedades rurais particulares, a sudeste limita-se com o igarapé Sossego e demais propriedades particulares e a leste é limitada pelo Rio Parauapebas e propriedades particulares.
Círio de Nossa Senhora de Nazaré 
Nossa Senhora de Nazaré
O círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todos os cultos e procissões. Em Portugal é celebrado no dia 8 de Setembro na vila da Nazaré; e é celebrado, desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente, no segundo domingo de outubro.
Outras regiões, devido à migração de paraenses, acabaram criando as procissões para estarem mais próximos de Belém, mesmo que pelo ato de Fé. O Termo “Círio” tem origem na palavra latina “Cereus”, que significa vela grande. No Brasil, no início era uma romaria vespertina, e até mesmo noturna, daí o uso de velas. No ano de 1854, para evitar a repetição da chuva torrencial como a que havia caído no ano anterior, a procissão passou a ser realizada pela manhã.
O Círio foi instituído em 1793 em Belém do Pará, e até 1882, saía do Palácio do Governo. Em 1882, o bispo Dom Macedo Costa, em acordo com o Presidente da Província, Justino Ferreira Carneiro, instituiu que a partida do Círio seria da Catedral da Sé, em Belém.
Alguns estudiosos estão considerando o Círio de Nazaré em Belém do Pará como sendo a maior manifestação religiosa do planeta. Consegue congregar dois milhões de pessoas em uma só manhã.
Em dezembro de 2013, o Círio de Nazaré foi declarado, pela UNESCO, Patrimônio Cultural da Humanidade.
Lendas e histórias do Círio de Nazaré
Segundo a interessante Lenda da Nazaré a antiquíssima imagem da Virgem teve origem em Nazaré, na Galileia, e representa a Virgem Maria sentada, de cor escura, tendo no seu colo o Menino Jesus, o qual amamenta. A estátua, entalhada em madeira e identificada como original dos primeiros séculos do Cristianismo, percorreu a cristandade desde Nazaré (Israel) passando por Mérida (Espanha) até surgir no ano de 711 em Nazaré (Portugal). No século XII, se tornou símbolo de fé do cavaleiro D. Fuás Roupinho, o qual mandou erigir a capela da Memória em agradecimento à Virgem (1182), após milagrosamente ter se salvo de um acidente muito grave quando, montado a cavalo, perseguia um cervo. A capela foi erigida sobre uma gruta onde estava a sagrada imagem. Em 1377 o rei D. Fernando (1367-1383) fundou um templo maior, o Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, para onde transferiu a imagem. Desde então, a 8 de Setembro, anualmente, os portugueses se reúnem no Sítio da Nazaré, para reverenciar Nossa Senhora da Nazaré. A principal romaria, o Círio da Prata Grande, vem anualmente do conselho de Mafra e transporta, numa berlinda, uma imagem de Nossa Senhora da Nazaré que não é uma réplica da Verdadeira imagem, pois esta está sentada e a imagem do Círio está de pá, existindo ainda diferenças. A imagem de Nossa senhora da Nazaré venerada no Brasil, é semelhante à imagem de Nossa Senhora da Nazaré do principal Círio português.
Theatro da Paz 
Theatro da Paz
O Theatro da Paz, que originalmente chamava-se Theatro Nossa Senhora da Paz, nome dado pelo Bispo da época Dom Macedo Costa, em homenagem ao fim da guerra do Paraguai, porém sua nomeclatura foi modificada a pedido do próprio Bispo, ao ver que o nome de “Nossa Senhora” seria figurada de um espaço onde se tinha apresentações mundanas e sem representação eclesiástica alguma, localiza-se na cidade de Belém, no estado do Pará, no Brasil, construído com recursos auferidos da exportação de látex, no Ciclo da Borracha. Mantinha o status de maior teatro da Região Norte, até ser ultrapassado pelo Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia, e um dos mais luxuosos do Brasil, com cerca de 138 anos de história, além de também ser considerado um dos teatros-momentos do país, segundo o IPHAN.
Inaugurado em 15 de fevereiro de 1878, o teatro possui linhas neoclássicas e foi construído no período áureo da exploração da borracha na Amazônia. O seu nome foi sugerido pelo bispo D. Macedo Costa, o qual também lançou a pedra fundamental do edifício, em 3 de março de 1869. Para o lançamento oficial do teatro, foi encenada a produção do dramaturgo francês Adolphe d’Ennery. As duas órfãs, pela companhia do Pernambuco Vicente Pontes de Oliveira.

Economia do Pará 

A economia do Pará baseia-se no extrativismo mineral (bauxita, ferro, manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal (madeira), na agricultura, na pecuária, na indústria e no turismo.
A mineração é atividade preponderante na região sudeste do estado, sendo Parauapebas a principal cidade que isso se dedica. As atividades agrícolas são mais intensas na região nordeste do estado, onde destaca-se o município de Castanhal; a agricultura também se faz presente, desde a década de 1960, ao longo da malfadada Rodovia Transamazônica (BR-230). O Pará é o maior produtor de pimenta do reino do Brasil e está entre os primeiros na produção de coco da Bahia e banana. São Félix do Xingu é o município com maior produção de banana do país. A pecuária é mais presente no sudeste do estado, que possui um rebanho calculado em mais de 14 milhões de cabeças de bovinos. A indústria do estado concentra-se mais na região metropolitana de Belém, com distritos industriais de Icocari e Ananindeua, e também vem se consolidando em municípios como Barcarena e Marabá através de investimentos na verticalização dos minérios extraídos, como bauxita e ferro, que ao serem beneficiados, agregam valor ao se transformarem em alumínio e aço no próprio Estado. Pela característica natural da região, destacam-se também como fortes ramos da economia as indústrias madeireira e moveleira, tendo um polo moveleiro instalado no município de Paragominas.
O extrativismo mineral vem desenvolvendo uma indústria metalúrgica cada vez mais significativa. No município de Barcarena é beneficiada boa parte da bauxita extraída no município de Paragominas e na região do Tapajós em oriximiná. No momento Barcarena é um grande produtor de alumínio, e sedia uma das maiores fábricas desse produto no mundo, boa parte dele é exportado o que contribui para o município abrigar também a principal atividade portuária do Pará, no distrito de Vila Conde. Ao longo da Estrada de Ferro Carajás, que vai da região sudeste do Pará até São Luís do Maranhão, é possível atestar a presença crescente de siderúrgicas. O governo federal implementou em Marabá um pólo siderúrgico e metalúrgico além das companhias já presentes na cidade. O polo siderúrgico de Marabá utilizava intensamente o carvão vegetal para aquecer os fornos que produzem o ferro gusa, contribuindo assim, para a devastação mais rápida das florestas nativas da região, mas recentemente este cenário vem mudando, as indústrias estão investindo no reflorestamento de áreas devastadas e na produção de carvão do coco da palmeira Babaçu, que não devasta áreas da floresta nativa porque consiste somente na queima do coco e não do coqueiro, este é produzido principalmente no município de Bom Jesus do Tocantins. 

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso, As maravilhas do Pará .Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/04/maravilhas-historia-economia-para.html 

Referência e Bibliografia
1*COSTA, Jeferson Miranda; PIETROBOM, Marcio Roberto. Pteridófitas (Lycophyta e Monilophyta) da Ilha de Mosqueiro, município de Belém, estado do Pará, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais, v. 2, n. 3, p. 45-55, 2007. 
2*SOUZA, Roseane Silveira de. Teatro da Paz: invisible stories in Belém do Grão-Pará. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 18, n. 2, p. 93-121, 2010.
3*Alves, Isidoro. "A festiva devoção no Círio de Nossa Senhora de Nazaré." Estudos Avançados 19.54 (2005): 315-332.
4*Gumier-Costa, Fabiano, and Carlos Frankl Sperber. "Atropelamentos de vertebrados na Floresta Nacional de Carajás, Pará, Brasil." Acta Amazonica 39.2 (2009): 459-466.
5*Magnusson, W. E., Lima, A. P., Albernaz, A. L. K. M., Sanaiotti, T. M., & Guillaumet, J. L. (2008). Composição florística e cobertura vegetal das savanas na região de Alter do Chão, Santarém-PA. Revista Brasileira de Botânica, 31(1), 165-177.
6*Economia do Pará: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
7*p. 559. ISBN 9788588651012.
8*DECRETO Nº 2.486, DE 2 DE FEVEREIRO DE 1998. Cria a Floresta Nacional de Carajás, no Estado do Pará, e dá outras providências.

sábado, 9 de abril de 2016

Mamíferos história e classificação

História e características gerais dos Mamíferos: Os mamíferos surgiram na Terra há mais de 200 milhões de anos. Tal como as aves, admite-se que esses animais descendam dos répteis. E também como as aves, os mamíferos passaram a colonizar e a povoar os diversos ambientes da Terra, principalmente nos últimos 65 milhões de anos, depois os dinossauros desapareceram do planeta.
Atualmente são conhecidas cerca de 5 500 espécies de mamíferos. A maioria vive em ambientes terrestres, mas há também espécies aquáticas (baleia, focas, golfinhos, peixe-boi). 

Significado

A palavra mamífero vem do latim, mamma, que significa “mama” e feros, que significa “portador”.
Os mamíferos são assim chamados porque a sua principal característica é a presença de glândulas mamárias. Essas glândulas são desenvolvidas nas fêmeas e produzem o leite que alimenta os filhotes.

Vamos conhecer algumas das características dos mamíferos

Vamos conhecer algumas das características dos mamíferos

A pele dos Mamíferos 

Os mamíferos têm, a pele rica em queratina e recoberta por pelos. Os pelos são estruturas exclusivas dos mamíferos e, tal como as penas nas aves, contribuem apara manutenção da temperatura do corpo desses animais, protegendo-os contra perdas excessivas de calor para o meio externo, principalmente nos dias frios.
Assim como as aves, os mamíferos possuem tecidos adiposo sob a pele. Esses tecidos armazena gorduras. A camada gordurosa atua como um reservatório de energia para o animal e dificulta as perdas de calor para o meio externo, funcionando com uma espécie de barreira termoisolante.
Somente os mamíferos possuem glândulas sudoríferas (ou sudoríparas) e glândulas sebáceas na pele.Alguns mamíferos, como os cavalos e os seres humanos, possuem muitas glândulas sudríferas que liberam suor na superfície da pele. Quando a agua do suor se evapora na pele, o processo “retira” calor, esfriando o corpo e evitando que sua temperatura se eleve, principalmente em dias quentes.
As glândulas sebáceas produzem uma substância oleosa que lubrifica os pelos e a pele.

A temperatura do corpo 

Os mamíferos são animais homeotérmicos: a temperatura do corpo se mantém praticamente constante, mesmo que a temperatura do ambiente varie. A temperatura do corpo dos mamíferos permanece em torno dos 37 ºc.
Respiração e circulação de sangue 
Os mamíferos têm respiração pulmonar. O tubo respiratório é formado de: nariz (com as cavidades nasais), faringe, laringe, traqueia, brônquios e pulmões.
Os pulmões são muito desenvolvidos e apresentam milhões de pequenas bolsas chamadas alvéolos. Os alvéolos são envolvidos por capilares sanguíneos – vasos de diâmetro muito reduzido.
Nos alvélos, o gás oxigênio contido no ar atmosférico inspirado passa para o sangue. Simultaneamente, os alvéolos recebem o gás carbônico que foi produzido pelo organismo e transportado pelo sangue até os pulmões; daí o gás carbônico é expirado para o meio externo.
O coração dos mamíferos, como o das aves, tem quatro cavidades (dois átrios e dois ventrículos), com separação completa entre os dois ventrículos. Não há mistura entre sangue oxigenado e sangue não oxigenado. Assim, os tecidos do corpo recebem somente sangue oxigenado. Essa característica, como vimos no capitulo anterior, é importante em animais que possuem metabolismo elevado e consomem quantidades relativamente grandes de gás oxigênio.

Alimentação e digestão 

Os mamíferos apresentam uma grande variedade de hábitos alimentares. Existem mamíferos herbívoros, como cavalos, bois e capivaras; carnívoros, como onças e leões; e onívoros, como porcos e seres humanos.
O sistema digestivo dos mamíferos é completo, com boca e ânus. O turbo digestório compreende as seguintes estruturas: boca, faringe, esôfago, estômago e intestinos.
Anexos ao turbo digestório existem as glândulas salivares, o fígado e o pâncreas.
A digestão começa na boca, onde os alimentos são mastigados e sofrem a acção da saliva. Em seguida são engolidos e, passando pela faringe e pelo esôfago, chegam ao estômago. Nesse órgão, há produção de um suco digestório que atua principalmente na digestão de proteínas. Do estômago, os alimentos passam para o intestino delgado, onde a digestão se completa e os nutrientes digeridos são absorvidos. No intestino delgado atuam a bile (produzida pelo fígado), o suco pancreático (produzido pelo pâncreas) e o suco intestinal (produzido pelo próprio intestino delgado). Os resíduos alimentares não aproveitados passam para o intestino grosso e são eliminados com as fezes.

A excreção 

O sistema urinário dos mamíferos é formado pelos seguintes órgãos: rins, uréteres, bexiga urinária e uretra.
Os rins produzem a urina, retirando do sangue excretas – resíduos do metabolismo – como a ureia. Dos rins, a urina passa para os uréteres e vai para a bexiga urinária, onde fica temporariamente armazenada. Daí, a urina é eliminada para o meio externo por meio de um tubo chamado ureta.

Os sentidos 

Em geral, os sentidos são bem desenvolvidos no mamíferos. Mas a capacidade de visão, audição, olfato, gustação e tato varia bastante de espécie para espécie.
O cão, o leão, o tigre e a onça, por exemplo, possuem olfato muito apurado.
Você já deve ter ouvido falar sobre o faro dos cães.
Alguns deles são treinados para auxiliar a polícia na busca de pessoas desaparecidas ou de criminosos que se encontram foragidos ou, até mesmo, para localizar produtos tóxicos escondidos dentro de objetos.
No ser humano, o tato e a gustação são bem desenvolvidos: geralmente, as pessoas sentem com muita intensidade o contato dos objetos em sua pele e distinguem os sabores com grande precisão.

Classificação dos mamíferos 

A classe dos mamíferos compreendem várias ordens. Destacaremos algumas delas.
Monotremados 
monotremados provavelmente originam-se durante o Mesozoico
É uma ordem de mamíferos que põem ovos, diferindo significativamente com os modos reprodutivos dos marsupiais e dos placentários. Eles retêm muitas características mamíferas importantes, como a presença de pêlos, coração dividido em quatro câmaras, três ossículos auditivos e a presença de glândulas mamárias com a produção de leite. Encontrados na Austrália, Tasmânia e nova Guiné, os monotremados provavelmente originam-se durante o Mesozoico, quando se separam da vertente Theria. Compreendendo duas famílias, três gêneros e cinco espécies viventes, esta ordem constitui uma das mais distintas entre os mamíferos atuais.
Distribuição geográfica
Os monotremados estão restritos à região australásica, distribuindo-se pela Austrália, Tasmânia, Nova Guine e ilhas adjacentes, incluindo Kangaroo, King, Grupo Furneaux e Salawati.
Características dos Monotremados
Os monotremados mantiveram algumas características esqueléticas presentes nos seus ancestrais reptilianos, entre as quais as mais importantes são a estrutura da cintura escapular e alguns traços craniais. O crânio é razoavelmente grande, a caixa craniana arredondada e o focinho alongado. Os adultos das espécies viventes não possuem dentes. Dentes vestigiais estão presentes na mandíbula de jovens ornitorrincos, mas eles nunca irrompem da gengiva. Várias espécies fósseis apresentam a dentição totalmente desenvolvida. Os monotremados retêm cartilagens escleróticas, embora elas não sejam ossificadas, formando um anel ósseo, como o que ocorre com os demais amniotas, incluindo os sinapsídeos não-mamíferos escleróticas, embora elas não sejam ossificadas, formando um anel ósseo, como o que ocorre com os demais amnitas, incuindo os sinapsídeos não-mamíderos. Também está presnte o osso septmomaxiliar, o qual não é encontrado nos térios. O arco zigomático está reduzido ou ausente. O dentário (que forma a mandíbula) é delgado com um vestígio rudimentar do processo coronóide. Os ossos lacrimais estão ausentes e não possuem bula timpânica (cóclea).
Os esqueletos pós-craniano dos monotremados é também único entre os mamíferos. Mostram um mosaico de características inerentes dos terapsídeos não encontradas em nenhum outro mamífero, e modificações provalvemente relatadas aos hábitos escavadores dos monotremados modernos, enquanto sua cintura escapular é mais similar à condição tipicamente réptil, conservando os ossos coracóide, epicoracóide e interclavícula. O ombro é mais ridigimente ligado ao esqueleto auxiliar. O fêmur e úmero são perpendiculares ao corpo como nos répteis. Apresentam costelas cervicais.
Marsupiais
Marsupiais
Os marsupiais constituem uma inflaclasse de mamíferos, cuja principal diferença com os placentários, é a presença, na fêmea, de uma bolsa abdominal, conhecida como marsúpio (do latim marsupim, do qual o nome da infraclasse deriva-se), onde se processa grande parte do desenvolvimento dos filhotes. Outras diferenças morfológicas, principalmente reprodutivas, entre elas a presença de duas vaginas na fêmea, e um pênis bifurcado nos machos.
Características
A caixa craniana é pequena e estreita. Abrigando um cérebro relativamente pequeno e simples se comparado àqueles de mamíferos placentários de tamanho similar. O palato é geralmente frenestrado, isto é, contém aberturas em sua superfície óssea. Os marsupiais, caracteristicamente, possuem um ângulo infectado ao osso dentário, ausente nos eutérios, e seus ossos nasais sobrepõem os ossos frontais com uma forma de diamante, em contraste à forma retangular dos nasais dos eutérios.
Os marsupiais atualmente são encontrados no continente americano e na região australiana. Entre as Américas, a América do Sul concentra o maior número de espécies, muitas podem também ser vistas na América Central, mas apenas uma espécie ocorre na América do Norte, o gambá-da-Virgínia. Na região australiana, a maioria das espécies reside na Austrália e Nova Guine, mas algumas são encontradas nas ilhas Molucas, Sulawesi e ilhas adjantes.
História Evolutiva 
Atualmente, marsupialia é dividido em dois grupos: Ameridelphia que abrange Didelphimorphia e Paucituberculata, encontradas nas Américas; e Australidelphia que inclui Microbiothreia, Dasyuromorphia, Peramelemorphia, Notoryctemorphia e Diprotodontia, da região australiana. Na classificação original, criada por Szalay, Microbiotheria era incluso em Ameridelphia por possuir uma distribuição atual restrita ao Chile e Argentina, no sudeste da América do Sul, porém estudos morfológicos e moleculares mostraram que este grupo está, na verdade, mas próximo dos marsupiais australianos.
Quirópteros 
Compreendem os morcegos, mamíferos capazes de voar
Compreendem os morcegos, mamíferos capazes de voar. Esses animais têm os membros anteriores transformados em asas. Os morcegos voam durante a noite; durante o dia permanecem em repouso em abrigos, geralmente escuros, como cavernas.
Os morcegos têm a dieta mais variada entre os mamíferos, pois podem comer frutos, sementes, folhas, néctar, pólen, artrópodes, pequenos vertebrados, peixes e sangue. Cerca de 70% dos morcegos são insetívoros, alimentando-se de insetos, sendo praticamente todo o restante frugívoros, ou seja, alimentam-se de frutas. Somente três espécies se alimentam exclusivamente de sangue; são os chamados morcegos hematófagos ou vampiros, encontrados apenas na América Latina. Dessa maneira, morcegos contribuem substancialmente para a estrutura e dinâmica dos ecossistemas, pois atuam como polinizadores, dispersores de sementes, predadores de insetos (incluindo pragas agrícolas), fornecedores de nutrientes em cavernas e vetores de doenças silvestres, dentre outras funções. Possuem ainda o extraordinários sentido da ecolocalização (biossonar ou orientação por ecos), utilizam para orientação, busca de alimento e comunicação.
Cetáceos 
Os cetáceos (latim científico: Cetacea) constituem uma ordem de animais marinhos
Os cetáceos (latim científico: Cetacea) constituem uma ordem de animais marinhos, porém, pertencentes à classe dos mamíferos. O nome da ordem deriva do grego ketos que significa mostro marinho. Os cetáceos estão divididos em duas sub-ordens:
As baleias sem dentes (subordem Mysticeti) são caracterizadas pelas cerdas bucais, que são estruturas parecidas com peneiras localizadas na parte superior da boca e são feitas de queratina. As baleias utilizam as ‘’cerdas’’ para filtrar plâncton da água. Elas compreendem as maiores espécies de animais.
As baleias com dentes (subordem Odontoceti) têm dentes e se alimentam de peixes e lulas. Uma habilidade notável deste grupo é a localizar as suas presas por ecolocalização.
Tal como todos os mamíferos, os cetáceos respiram ar por pulmões, são de sangue-quente (i.e.., endotérmicas) e amamentam os juvenis, mas têm muito poucos pelos.
As adaptações dos cetáceos a um meio completamente aquático são bastante notórias: o corpo é fusiforme, assemelhando-se ao de um peixe. Os membros anteriores, também chamados barbatanas ou nadadeiras, são em forma de remo. A ponta da cauda possui dois lobos horizontais, que proporcionam propulsão por meio de movimentos verticais. Os cetáceos não possuem membros posteriores, alguns pequenos ossos dentro do corpo são o que resta da pélvis.
Debaixo da pele existe uma camada de gordura. Serve como reservatório de energia e também como isolamento. Os cetáceos possuem um coração de quatro cavidades. As vértebras do pescoço estão fundidas na maior parte dos cetáceos, o que fornece estabilidade durante a natação às custas da flexibilidade.
Os cetáceos respiram por meio de espiráculos localizados no topo da cabeça, o que permite ao animal ficar submerso. As baleias sem dentes possuem dois, enquanto que as baleias com dentes apenas têm um espiráculo. Quando respiram, os cetáceos lançam um jacto de água, cuja forma é uma característica que ajuda à sua identificação. O seu sistema respiratório permite-lhes ficar submersos durante muito sem respirar: o cachalote, por exemplo, pode ficar duas horas sem respirar.
Os cetáceos são geralmente classificadas como predadores, embora a sua alimentação possa incluir apenas organismo planctônicos, como nas baleias sem dentes, até grandes peixe.
Como todos os mamíferos, os cetáceos também dormem, mas não podem ficar completamente inconscientes para poderem respirar. A solução para este problema é que apenas um hemisfério do seu cérebro dorme de cada vez, Os cetáceos dormem cerca de oito horas por dia.
Reprodução 
Na maioria das baleias a maturidade reprodutiva ocorre tarde. Tipicamente dos sete aos dez anos. Esta estratégia de reprodução faz com que elas tenham poucas filhos(as), combinada com uma alta taxa de sobrevivência.
Os órgãos genitais estão retraídos em cavidade no corpo durante o seu nadar. A maioria dos cetáceos não mantêm parceiros fixos durante o período de acasalamento; em muitas das espécies, as fêmeas têm vários companheiros em cada temporada de acasalamento. As mães criam o bebe espremendo ativamente o seu leite gordo na boca das crias. Durante a ejaculação, pode haver despejo de sêmen no mar, sendo de ocorrência normal em períodos de reprodução.
Há registros de cetáceos que se reproduzem de forma a se parecer com peixes, enquanto outros não o fazem. A reprodução entre os cetáceos é rápida, o macho leva cerca de 20 à 30 minutos para ejacular na fêmea (que deve estar em período de cio).
Evolução dos Cetáceos
Os cetáceos são descendentes de mamíferos terrestres, provavelmente de ordem Artiodactyla. Eles passaram para a água há cerca de 50 milhões de anos.
Recentemente foram encontrados no Paquistão fósseis de animais terrestres adaptados à vida aquática, e os cientistas acreditam que eles são realmente os ancestrais dos atuais Cetáceos, pois o crânio destes animais só encontra similaridades com os crânios de baleias e golfinhos. Mesmo as baleias desdentadas descendem de animais terrestres.
Os fósseis encontrados são de animais da ordem Artiodactyla, que eram adaptados à corrida as, para fudir de predadores e buscar mais opções de alimento, adaptaram-se à vida aquática. Um deles, o Pakicetus, assemelhava-se a algo intermediário a um lobo ou uma lontra e alimentava-se de peixes, um outro, o Rodhocetus, possuía cabeça semelhante e das baleias e tinha as patas adaptadas como nadadeiras.
Sirênios 
Sirênios
Em zoologia, os sirénios, sirênios, ou sirenídeos (latim científico Sirenia) pertencem a uma ordem de mamíferos marinhos herbívoros, de que fazem parte o dungongo e os manatins, por vezes apelidados de peixe-boi ou vaca-marinha.
Estes animais passam toda a sua vida na água, têm várias adaptações: 
Os membros anteriores estão transformados em nadadeiras; Os membros posteriores estão reduzidos a um pelvis vestigial; A cauda é alargada e achatada horizontalmente, formando um ‘’remo’’.
Algumas espécies atingem grane tamanho, pesando mais de uma tonelada. Os lábios são grandes e móveis, cobertos de ceras rígidas. As narinas estão localizadas na parte superior do focinho e fecham-se com válvulas. Os ouvidos não têm ‘’pinae’’. Os olhos não têm pálpebras, mas podem fechar-se por um mecanismo que funciona como um esfíncter. Os ossos são mais densos que a da maioria dos mamíferos (um fenômeno chamado paquiosteose), tornando-os mais pesados, o que facilita a sua posição na água.
O crânio dos sirénios tem algumas características únicas: 
As pré-maxilas são grandes e viradas para a região ventral; Os ossos nasais estão reduzidos ou ausentes e a abertura nasal chaga até perto das órbitas; 
O osso dentário é excepcionalmente largo; 
O osso timpânico é semicircular; 
O osso petrosal é maciço tem uma articulação fraca com o basicrânio; 
Os dentes também são incomuns e variáveis de acordo com a família.
Os sirénios são membros de um grupo denominado subungulados e parecem ter um antepassado em comum com os elefantes, sendo ambas ordens parte da irradiação dos Afrotheria. Conhecem-se fósseis deste grupo desde o Eoceno (há 20-30 milhões de anos), como o gênero Prorastomus, mas nessa altura já as famílias actuais estavam estabelecidas; pensa-se, por isso, que a sua origem tenha sido anterior a essa época.
São herbívoros e sociais, podendo formar grandes grupos.
Carnívoros 
Os carnívoros
Os carnívoros (latim científico: Carnivora) constituem uma ordem de animais mamíferos placentários, encontrados em quase todo mundo. Suas características comuns são a presença de pés com quatro ou cinco dedos com garras, machos com báculo, dentes adaptados pata cortar, com a presença de caninos fortes, cônicos e pontiagudos.
Tanto na linguagem vernácula, como nos diferentes ramos da zoologia chamam-se carnívoros, aos animais que se alimentam predominantemente de carne, provindo de animais vivos ou mortos. A palavra carnívoro significa comedor de carne, do latim carne + vorare (devorar). Os carnívoros, numa cadeia alimentar ocupam o terceiro nível trófico ou o consumidor de segunda ordem (consumidor secundário) em diante.
Do ponde de vista da sistemática zoológica, chamam-se carnívoros os representantes da ordem Carnívora, que inclui o cão, gato, foca e outros. Porém, nem todos deste grupo são exclusivamente carnívoros, existindo animais herbívoros, insetívoros, onívoros e granívoros. Além dos mamíferos da ordem Carnívora, existem carnívoros de outros táxons, como, por exemplo, o falcão, o tubarão e o crocodilo.
Os animais carnívoros não precisam ingerir grandes quantidades de alimentos, pois a carne é um alimento rico em nutrientes. Assim, a digestão é mais rápida e, por isso têm um intestino mais curto.
Artiodáctilios 
Os artiodáctilos (latim científico: Artiodactyla)
Os artiodáctilos (latim científico: Artiodactyla) constituem uma ordem de mamíferos ungulados com um número par de dedos nas patas. É um grupo de muito variado, com cerca de 220 espécies descritas. Incluem muitos animais com grande importância econômica para o homem, como o boi, a cabra, que, no Brasil, tem como maior criadora a região Nordeste, principalmente para subsistência, o camelo e porco, entre outros.
Há espécies nativas de artiodáctilos em todos os continentes, exceto na Austrália e na Antártida. É importante mencionar que na Austrália existem espécies de artiodáctilos, que foram, porém, introduzidas pelo Homem. A maioria deles vivem em habitates terrestres, incluindo savanas, montanhas e florestas, mas com um grupos semi-aquático, o dos hipopótamos. A maioria são herbívoros – e nesta ordem se encontram o ruminantes, com o seu aparelho digestivo especializado. Alguns, porém, são omnívoros,como, por exemplo, o porco. Entre estes animais se encontram alguns dos mamíferos mais rápidos.
Perissodáctilos 
inclui os cavalos, os tapires e os rinocerontes
Os perissodáctilos (do latim científico Perissodactyla) constituem uma ordem de mamíferos terrestres ungulados com um número ímpar de dedos nas patas, que inclui os cavalos, os tapires e os rinocerontes. O dedo médio é sempre maior que os outros e por ele passa o eixo do pé.
Algumas espécies têm cornos, mas nesta ordem de origem dérmica, sem um núcleo ósseo, ao contrário dos artiodátilos, colocados sobre os ossos nasal ou frontal, em posição média. A parte anterior do crânio dos perissodátilos é alongada e possui uma série completa grandes dentes (geralmente um total de 44), dos quais os molares e prémolares são hipsodontes nas espécies que pastam, como os cavalos, e braquidontes nas espécies que têm uma alimentação mais variada, como os tapires.
Os perissodátilos têm um estômago simples, ao contrário dos artiodátilos, que o têm dividido em várias câmaras, e o seu ceco é grande e com divertículos, onde se dá uma parte da digestão bacteriana de celulose.
Roedores 
Os roedores (do latim científico Rodentia) constituem e mais numerosa ordem de mamíferos
Os roedores (do latim científico Rodentia) constituem e mais numerosa ordem de mamíferos com placenta contendo mais de 2000 espécies, o que corresponde a cerca de 40% das espécies da classe dos mamíferos. A maior parte são de pequenas proporções, o camundongo-pigmeu Africano tem 6 cm de comprimento e pesa 7 g. Por outro lado, o maior deles, a capivara, pode pesar até 80 kg. Acredita-se que o extinto Phoberomys pattersoni teria pesado 700 kg. Roedores são encontrados em grane número em todos os continentes, exceto a Antártida, na maioria das ilhas e em todos os habitats, com exceção dos oceanos. Juntamente com os morcegos (Chiroptera), foram os únicos mamíferos placentários a colonizar a Austrália independentemente da introdução humana.
Ecologicamente são muito diversos. Algumas espécies passam a vida inteira no dossel florestal outras raramente deixam o chão. Algumas espécies apresentam um hábito marcadamente aquático, enquanto outras são altamente especializadas para o ambiente desértico. Muitas são em certa medida onívoras, assim como outras têm uma dieta bem específica, comendo, por exemplo, algumas espécies de fungos ou invertebrados.
No entanto, todos compartilham uma característica: uma dentição altamente especializada para roer. Todos os roedores possuem um par de incisivos na arcada dentária superior e inferior seguidos por um espaço, o diastema, e por um ou mais molares e pré-molares. Nenhum roedor possui mais de quatro incisivos e nenhum roedor possui caninos. Seus incisivos não têm raiz e crescem continuamente. As superfícies anterior e laterais são cobertas de esmaltes, enquanto a posterior tem a dentina expostas. No ato de roer, os incisivos se atritam, desgastando a dentina, o que mantém os dentes bastantes afiados. Esse sistema de ‘’afiamento’’ é muito eficiente e é uma das caves do enorme sucesso dos roedores.
Roedores são muito importantes em muitos ecossistemas porque se reproduzem rapidamente, servindo de alimento para predadores, são dispersores de semente e vetores de doenças. Humanos usam roedores para testes laboratoriais, na alimentação e para obtenção de sua pele.
Pesquisas recentes sugere que os roedores podem ser biologicamente polifiléticos ou seja, teriam evoluídos mais de uma vez, neste caso este grupo teria que ser redividido.
Grupos comumente confundidos com roedores e erroneamente inclusos entre eles: Chiroptera (morcegos), Insectivora (ouriços, toupeiras), Lagomorpha (coelhos, lebres), Scandentia (tupaias) e Carnivora ( Visions).
No grandioso grupo de roedores também estão: Ratos, Esquilos, Castores, Cutias e as Pacas.
Proboscídeos 
Probocídeo (do grego proboskis – tromba) é uma ordem de mamíferos placentários
Probocídeo (do grego proboskis – tromba) é uma ordem de mamíferos placentários, do clado Afrotheria, que contém apenas uma família vivente, a Elephantidae, à qual pertencem os elefantes, com apenas três espécies atuais, os elefantes africanos, o elefante-asiático e o elefante indiano.
Caracteriza-se pela presença de um nariz desenvolvido em forma de tromba. São animais herbívoros de grandes dimensões, embora em algumas zonas isoladas, como na Ilha de Malta, se tenham desenvolvido espécies anãs. A ordem foi mais diversificada durante o Cenozóico e contou com cerca e 170 espécies ao longo do registro fóssil, incluindo animais agora extintos como o mamute e o mastodonte. O proboscídeo mais antigo conhecido é o gênero Pilgrimella que viveu no Eocênio inferior há aproximadamente 50 milhões de anos.
Xenartros 
Xenartros
Os Xernartro (Xenarthra, do grego xenos ‘’estranho’’, e arthros ‘’articulação’’) são uma super ordem de mamíferos placentários, anteriormente designada como Edentata, que inclui os animais ditos desdentados. O grupo é nativo do continente americano e surgiu no Terciário, há cerca de 60 milhões de ano. O nome da ordem advém da estrutura das vértebras destes animais, bastantes distinta dos restantes mamíferos. As vértebras dorso-lombares apresentam, além das articulações comuns, uma articulação acessória (xenartria). De um modo geral, os membros do grupo têm os dentes molares pouco desenvolvidos, o que lhes deu o nome popular de desdentados.
Primatas 
A ordem dos Primatas
A ordem dos Primatas é um grupo de mamíferos que compreende os popularmente chamados de macacos, símios, lêmures e os seres humanos. É dividida informalmente em símios e prossímios. Os primatas surgiram de ancestrais arborícolas nas florestas tropicais; muitas das características dessa ordem são adaptações a esse modo de vida. Entretanto, alguns primatas são parcialmente arborícolas.
Com exceção dos humanos, que habitam todos os continentes, a maior parte dos primatas vivem em florestas tropicais e subtropicais das Américas, África e Ásia. Variam de forma extrema em tamanho, indo desde Microcebus berthae, que pesa 30 g, até Gorilla beringei graueri, que pode pesar mais de 200 kg. De acordo com o registro fóssil, os ancestrais mais primitivos dos primatas viveram no Cretáceo Superior, há cerca de 65 milhões de anos; o mais antigo primata conhecido é Plesiadapis, do Paleoceno Tardio, entre 55 e 58 milhões de anos atrás. Estudos de relógio molecular sugerem que a origem dessa ordem é mais antiga, com estimativas ao redor de 85 milhões de anos atrás, no Cretáceo Médio.
A ordem dos Primatas tem sido tradicionalmente divida em dois grupos: prossímios e antropóides. Prossímios possuem características dos primeiros primatas, e são os lêmures de Madagáscar, lorisídeos, e társios. Os antropóides incluem macacos e o homem, Mais recentemente, taxonomistas dividiram a ordem em Strepsirrhini, consistindo nos prossímios excluindo os társios, e em Haplorrhini, que são os társios e antropóides. Antropoides são divididos em dois grupos; Platyrrhini, ou ‘’macacos do Novo Mundo’’, da América do Sul e Central, e Catarrhini, que incluem o Cercopithecoidea e o Hominoidea, da África e Ásia. Os ‘’macacos do Novo Mundo’’ são, por exemplo, os bugios, os macacos-prego e os sagüis; os catarrinos são, por exemplo, os babuínos, os gibões, e os hominídeos. Humanos são os únicos catarrinos a serem bem sucedidos fora da África e Ásia, embora o registro fóssil mostre que já houve primatas não-humanos na Europa. Muitos primatas foram descobertos na década de 2000.
São considerados animais generalistas e exibem uma gama de características próprias. Alguns primatas, como alguns hominídeos e babuínos, são mais terrestres do que arborícolas, mas todas as espécies possuem adaptações para trepas em árvores. A locomoção varia de saltos de galho em galho, andar sobre dois oi quatro membros, nodopedalia e locomoção pelos galhos com os braços (braquiação). Primatas são caracterizados por possuírem grandes cérebros se comparados aos outros mamíferos, uma maior acurácia no sentido da visão em detrimento do olfato, com estereopsia. Essas características são notavelmente mais desenvolvidas em macacos e hominídeos, e menos em lêmures e lórises. Visão tricromática evoluiu em alguns primatas. Muitos possuem polegar opositor e cauda preênsil. Muitas espécies são sexualmente dimórficas: diferenças incluem massa corporal, tamanho dos caninos, e coloração. Primatas possuem taxas de reprodução lentas se comparadas com outros animais de mesmo porte e demoram para alcançar a maturidade sexual, mas possuem longevidade longa. Dependendo da espécie, adultos podem viver solitariamente, em casais, e até em grupos com centenas de indivíduos.

A reprodução dos mamíferos

Mamíferos
Os mamíferos tem sexo separados. Em cada espécie existem machos e fêmeas. Os machos possuem testículos produtores de espermatozoides; as fêmeas possuem ovários que produzem óvulos. A fecundação é sempre interna: durante a cópula, o macho introduz os espermatozoides no corpo da fêmea por meio de um órgão copulador - o pênis.
Quase todos os mamíferos são vivíparos: o embrião se desenvolve no interior do corpo materno, recebendo dele o alimento necessário ao seu desenvolvimento; nascem com uma aparência semelhante à dos adultos, embora ainda pequenos.
O período de gestação varia de acordo com a espécie de mamífero. Veja exemplos aproximados de períodos de getação: gambás, 13 dias; coelhos, 1 mês; cães, 2 meses; seres humanos, 9 meses; cavalos, 12 meses; elefantes, 20 meses.
Durante o período de gestação, a maioria dos filhotes de mamíferos se alimenta por meio da placenta, um órgão que se liga ao embrião pelo cordão umbilical. Dessa forma, o filhote obtém do sangue materno os nutrientes já digeridos e o gás oxigênio de que necessita para o seu desenvolvimento. Ainda por meio da placenta, o filhote elimina no sangue materno os resíduos derivados do seu próprio metabolismo. 


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Fonte: Empresas de sucesso, Mamíferos história e classificação. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/04/mamiferos-historia-reproducao-classificacao-caracteristicas.html



Referências e Bibliografia 
* WILSON, D.E., REEDER, D.M. (2005). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference, 3ª edição. Johns Hopkins University Press, Baltimore, Maryland, 2.142 pp., 2 volumes. 
* Tsubamoto, T., Egi, N., Takai, M., Sein, C., and Maung, M. 2005. Middle Eocene ungulate mammals from Myanmar: A review with description of new specimens. Acta Palaeontologica Polonica 50 (1): 117–138. 
*SIMPSON, G.G. (1945). The Principles of Classification and a Classification of Mammals. Bull. Mus. of Natural History, New York: 1-350. 
*WOZENCRAFT, W.C. (2005). Order Carnivora. In Wilson D.E., Reeder, D.M. (eds) Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference, 3rd ed., The Johns Hopkins University Press, Baltimore: 532-628. 
*Ciências-Os Serres Vivos. Editora Ática. Autor:Carlos Barros e Wilson Paulino.
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