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Estrutura do Sistema Financeiro Brasileiro

Sistema financeiro brasileiro, estrutura do Sistema Financeiro Brasileiro, órgãos de regularização e fiscalização.
O sistema financeiro brasileiro é, em muitos sentidos, único em comparação com os sistemas financeiros encontrados em outros países em desenvolvimento. Economias subdesenvolvidas e em desenvolvimento normalmente exibem sistema financeiros que se resumem à existência de bancos comerciais, que se encarregam apenas das operações financeiras mais fundamentais, como a captação depósitos e realização de empréstimos. 
O grande desafio do desenvolvimento econômico, no que se refere ao sistema financeiro, é o de se capaz de oferecer não apenas um volume de serviços que cresça tanto quanto a demanda, mas que se diversifique no grau necessário para satisfazer a procura por serviços sempre mais variados por parte tanto de investidores quanto de demandantes de recursos.
É neste sentido que o sistema financeiro brasileiro é único: comparado com países com grau de desenvolvimento similar ou mesmo mais avançado, é certamente o que exibe um setor financeiro mais diversificado, dinâmico e inovador, instituições financeiras nacionais sólidas e competitivas e mercados de títulos com alta liquidez, favorecendo o aplicador. Em paralelo, porém, o sistema financeiro brasileiro exibe também graves limitações, particularmente no seu papel de suporte ao crescimento econômico, dando pouco apoio a demandante de recursos e contribuindo muito menos do que poderia para que o país aproveite suas potencialidades.
Estrutura do Sistema Financeiro Brasileiro
Sistema financeiro do Brasil
O tipo de instituição dominante no Brasil é o banco universal de tipo alemão, aqui denominado de banco múltiplo, um tipo de instituição que atua em vários segmentos do mercado financeiro, notadamente a captação de depósitos, a intermediação de credito e transações nos mercados de títulos.
Este tipo de instituição foi criado oficialmente em 1988, pela resolução 1542 do Banco Central do Brasil, sepultando o modelo de organização financeira adotado com as reformas de 1964 e 1965, inspiradas no modelo norte-americano. Na verdade, a alta inflação dos anos 1970 e 1980 já haviam inviabilizado o modelo anterior.
Bancos comerciais, captadores de recursos de curto prazo sob a forma de depósitos, foram favorecidos pelo encurtamento de prazos de contratação resultante da aceleração da inflação. Por outro lado, a importância crescente dos mercados de títulos. Com isso, naturalmente, a atuação dos bancos comerciais transformou-os em bancos universais, firmemente plantados nos dois principais segmentos do mercado financeiro: de crédito e de papéis. Em início de 2001, 164 dos 210 bancos, então existentes, eram múltiplos. Na realidade, mesmo dentre os 28 bancos oficialmente classificados como comerciais naquela data, vários operavam, na prática, com múltiplas carteiras.
Órgãos de Regularização e Fiscalização
O sistema Financeiro Nacional atua gerando resoluções, políticas, circulares e instruções, bem como na intermediação financeira por instituições bancárias e não bancárias. O sistema é regido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que gerencia outras quatro entidades de fiscalização: Banco Central do Brasil (BACEN), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e Secretaria de Previdência Complementar (SPC).
Subsistema Normativo: Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, Superintendência de Seguros Privados, Secretaria de Previdência Complementar. 
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