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Pinto grande

Antes de começarmos a tirar dúvidas sobre vantagens e desvantagens de um pinto grande, vamos se divertir um pouco com a pegadinha engraçada e depois vamos ao que interessa. 
Vídeo - pegadinha do pinto grande quem já conhece?

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É vantagem ter um pinto grande? 

Ter um pinto grande é motivo de orgulho para 15 entre 15 homens.
Uma pesquisa revela ao contrário do que muitos acreditam ser motivo de orgulho, um membro grande não é vantagem já que dificilmente vai satisfazer as mulheres.
Pelo contrário: quanto maior for seu pinto, mais chances você tem de ser traído por sua parceira.
É bem chocante para os dotados não acha?
Um estudo foi realizado com 545 mulheres do Quênia, e a conclusão foi esta, insatisfação na hora “H”. Segundo a pesquisa a cada 2,5 centímetro embaixo a possibilidade de sua parceira lhe trair aumenta 1,5 vez. A pesquisa foi publicado na edição de marco do jornal “Plos One”.

Como as mulheres associam isso? 

“Muitas mulheres associam pinto grande com desconforto e dor” que prejudica o prazer”.
Durante um período de 6 meses de muito estudo, um total de 6,2% de mulheres entrevistadas teve uma relação extraconjugal.
Veja o que uma das entrevistadas falou: “Quando um homem tem um pinto grande demais, machuca minha vagina, então vou a procura de outro homem com uma ferramenta menor e, assim poder ter uma noite prazerosa”.
Com uma informação bombástica desta fará você pensar duas vezes antes de contar vantagens para seus amigos, não?

Qual é o tamanho de um pinto normal? 

O tamanho pode variar, mas, em média, um pinto normal ereto pode ter em média 12 e 15 centímetro de comprimento. Os abaixo de 12 centímetros pode ser considerados pequenos.
Se o mesmo tem mais de 15 centímetro, pode ser considerado grande e, quando tem 19 ou mais pode ser considerado de super-pinto, daqueles se ver em filmes, mas em pratica na vida real é bem desconfortável para uma grande maioria das mulheres.

Tamanho do pinto importa? 

Certamente a grossura e a técnica é fundamental para à satisfação da parceira, mas a realidade é que a grande sensação prazerosa se produzem durante a penetração dão-se, no caso das mulheres, nos dez primeiros centímetros da vagina. O significado é, uma mulher pouco pode fazer com um pinto de 17 centímetros. O mais importante é relembra que um membro deste tamanho venha causa dores e bastante inconveniência durante o ato.
Já um pinto de 9 centímetro pode não ser satisfatório. Agora depende do corpo de cada mulher e, também da grossura do pinto.

Vantagens de ter um pinto pequeno 

O homem guarda em qualquer cueca sem esforço; 
Você poderá recarregar ligeiramente porque vai pouco sangue; 
A mulher atinge o orgasmo da mesma forma e não machuca tanto - a não ser que ela seja uma garota masoquista, ai com certeza ela vai ficar completamente insatisfeita, ela gosta mesmo e de ficar toda ardida com as pernas bamba, já neste causo se você não tiver o menos 25 centímetros, favor passe longe ou seus amigos podem ficar sabendo que você tem um mini-pinto
O homem fica na dele, porque não precisa fazer comprovação de qual é maior, portanto, a mulher tem mais chances de ter um homem fiel; 
O homem realiza-se até melhor devido a um contato mais unido e íntimo com a mulher.

Tipos de pinto 

Diferentes tipos de pinto

Entenda como o pinto funciona

Devemos conhecer extremamente bem nosso corpo para alcançarmos o máximo do prazer na hora H. E para levar a parceira ao delírio, ainda é muito importante compreender como ele reage aos estímulos sexuais e como adora receber carícias da parceira.
Eles escolhem o quente – você já ouviu dizer que o pinto encolhe no frio? Isso é pura verdade. “O que ocorre é que o músculo cremaster, que está dentro do escroto (mais popular como “saco”), se contrai para achegar os testículos do tronco e aquecê-los”, esclarece o urologista Dr. Orestes Mazzariol. Isso faz com que o homem veja o seu grande amigão bem menor do que o natural. Então se tranquilize.
Cada área é uma sensação – Mulheres, o grande mistério para dar mais prazer ao parceiro é compreender direitinho o que eles sentem em cada membro do órgão sexual. As dica mais importante é: a cabeça (glande) é a área mais delicada e sensível, onde homens sentem todas as excitação feitas por cada parte do corpo. Mas não repudie o tronco do pênis, arrisque sempre nos movimentos para cima e para baixo nessa região, dando de contínuo uma voltinha pela glande. Feito tudo com carinho com velocidade progressiva, será capaz de levá-lo à o homem a loucura. Não deslembre que existem diversos pontos de prazer para o homem. Alguns gostam de carícias no períneo e nos testículos. “Tudo ocorre devido à alta concentração de nervos nessas regiões. Eles se transpõem e se confundem, ocasionando grande excitação quando estimulados”.
Ereção fácil – Estar excitado é quase inevitável para um homem. Qualquer estímulo tem a capacidade de desencadear uma ereção em qualquer lugar. Notar uma mulher bonita, sentir um perfume bom, escutar palavras picantes, entre outras diversas situações, já é o bastante para deixar o pinto duro.
Brochar: o grande trauma dos homens – Nem um homem expõe se já brochou alguma vez na vida. Isso porque o assunto é muito constrangedor e não gostam de se sentir impotentes ou inúteis para uma mulher. O fato é que podem ser muitos os motivos para isso ocorrer. Pode ser representação de alguma doença – nas artérias, diabetes, colesterol, entre diversas – ou somente fator psicológico.
Ejaculação x orgasmo – Quando o pinto ejeta o sêmen, a maioria das mulheres confia que foi esse o sinal de que o companheiro atingiu o orgasmo, mas não é precisamente assim. Eles vêm juntos, na maior parte dos casos, mas não é a mesma coisa. Alguns rapazes são capazes de sentir prazer sem ejacular, enquanto alguns até ejaculam, mas não atingem o orgasmo.
O desafio: segurar a ereção – Talvez seja a segunda maior apreensão do homem – depois do tamanho do pinto – é por quanto tempo ele vai conseguir manter o pinto ereto. É uma questão de honra para muitos homens. Ficar muito tempo com o órgão duro é sinal de virilidade e assegurar o prazer da mulher por tempo demorado. Praticas para aguentar e impedir a ejaculação? “Muitos homens dizem que existem duas práticas comuns. Uma é em desviar o pensamento quando você estiver perto de ejacular, a fim de variar o foco do prazer para alguma coisa que não o complete continuar com a excitação. Outra é quando interrompem os estímulos e, com os dedos, apertam logo abaixo da cabeça do pinto para contrair os vasos sanguíneos e conservar o pinto duro por mais tempo”, esclarece muitos homens inclusive “Eu” posso afirma que funciona.

O erotismo e impotência psíquica e disfunções sexuais

Neste capítulo, me referirei ao erotismo enquanto experiência carnal. O erotismo não é unívoco.. Apresenta muitas facetas e graus de sensibilização. A cópula não é sinônimo de erotismo: pode ter lugar com mínimo prazer e satisfação pontual. O erotismo implica o acréscimo da dimensão do gozo. Escorado na vivência prazerosa, o erostismo incursiona num território especial. A experiência erótica implica entrega, desapossamento, incluindo certa dose de perversão no sentido de fabricação de inventos fantasiosos que incrementam o montante pulsional erógeno. Nas vivências de prazer, pulsa a pulsão de vida, nas vivências do gozo, a pulsão de vida alia-se à pulsão de morte. O gozo outorga ao jogo sexual uma dimensão entre apaixonante e perigosa, ao aproximar os seres de um limite, o abismo desconhecido.
O erotismo é um campo privado, íntimo. Cada um, cada dupla, cada jogo entre-corpos dá conta em sua interioridade de intransmissíveis vivências. Como escreve Bataille (1957 – 1960): “O erotismo é a aprovação da vida possibilitam o acesso a profundidades somatopsíquicas onde reside o esquecimento de si. Talvez seja a colocação em ato do erotismo o acontecimento que mais aproxima o ser de sua condição humana perecedoura, experiência na qual vibram as próprias entranhas sob o disfarce da paixão. O gozo se torna a medida e a testemunha viva de nossa inelutável caducidade.
O erotismo é morte psíquica positiva ao produzir o jogo sucessivo de desaparecimento e ressurreição. A pequena morte do folclore popular, alude a essa perda de si que deixa inesquecíveis e vivificantes inscrições. Essa pequena morte é, assim mesmo, uma bela morte, uma queda ao abismo do não-representado e do impensável. Às vezes, tal como mencionara anteriormente, algum fetiche colabora como ajuda introdutória às regiões do erotismo. Outras vezes, a tormenta erótica se desencadeia no campo do mistério, sem permitir nenhuma explicação coerente, livre de todo raciocínio explicativo.
O erotismo tem uma base incestuosa ao dissolver toda lei na totalidade de um corpo despojado de si, ao atirar-se ao abismo do não-ser. O outro, a outra se torna, ao mesmo tempo, seres primários e seres fortuitos: as figuras se misturam e sobre o outro corpo com que se realiza a experiência eróticas se fundem mãe, pai, irmãos, estranhos, pedaços de fantasias... as multiplicidades propagam-se e fusionam-se num todo desejante, portador de uma completude inexistente. Ilusão maior, fantástica, em que se plasma o poder, resultante da fusão de representações e afetos, numa especial integração em que o nome se perde e um nada, fonte de delícia e perda, resplandece no campo da máxima sensorialidade. O erotismo possui uma função de aprendizado da finitude em sua amostra vivencial de uma abertura sem limites sobre a carne psíquica. Essa comovente dimensão do erotismo explica a rejeição ou a dificuldade que frequentemente provoca naqueles para quem uma tranquila vida erótica prazerosa é mais do que suficiente.
Na vida sexual dos homens, destaca-se um dupla operação psicocorporal: por um lado, o desenvolvimento do potencial genital com a consequente ereção, penetração, ejaculação; por outro, a colocação em movimento do caudal feminizante da entrega graças ao apoio sensual da vida dos sentidos. Quero salientar que a sensualidade feminina comporta uma unidade sensorial receptiva, aberta às surpresas dos sentidos quando estes se fundem, misturam ou se projetam ilusoriamento nos órgãos corporais próprios ou alheios (os companheiro-companheira da união sexual). Quando o funcionamento genital masculino está isento de inibições, ambos os movimentos (o do pênis e o da difusão do erotismo) combinam-se prazenteiramente e permitem que eles, os homens, também morram de êxtase tanto no auge do organismo como na suavidade dos prazeres preliminares.
Os homens, nesses casos – não demasiadamente frequentes - , aproximam-se à ampla circulação de pequenos orgasmos, à parte a penetração, em uma experiência parecida àqueles que usufruem as mulheres, isentas do alerta sexual ante a exigência de obter um adequado desempenho do pênis. A diferença orgástica instala-se, de todo modo,, ancorada nos funcionamentos psicobiológicos diferentes. As mulheres (Alizade, 1992, PP.79-131) por não terem nem pênis, nem desempenho obrigatório a cumprir, quando conseguem entregar-se ao sonho do desapossamento conhecer experiências orgásticas múltiplas. Essa diferença fez com que dissesse outrora o sábio Tirésias que as mulheres gozam sete ou nove vezes mais do que os homens. Essa digressão mantém-se em aberto já que, um homem, na identificação projetiva, pode plenamente se identificar com o gozo de sua companheira e, juntos, levarem a cabo a imersão no inconsciente e a viagem dos sonhos da regressão thalássica (Ferenczi, 1924/1983).
A função se complica quando um homem padece de impotência psíquica em qualquer de suas diversas formas: ereção incompleta, falta de ereção, ejaculação precoce, retardo da ejaculação ou outras. A imagem corporal do homem e sua imagem inconsciente são passiveis de inibições. Os corpos são autodepreciados em quaisquer de seus traços ou aspectos: corpo demasiadamente peludo, corpo imberto, altura, peso, abdômen proeminente, nariz grande. Essa partes frágeis se convertem em lugares vulneráveis por onde se filtra o questionamento à masculinidade e a vergonha ante a “suposta falta de hombridade” ou déficit vinil.
A sexualidade limitada a um desempenho simplesmente adquado com rejeição aos jogos preliminares e à entrega converte muitos homens em maus amantes: esses homens descarregam sua tensão sexual e temem a produção de vínculo de gozo com sua companheira. Exercem uma sexualidade pontual,medrosa e prolixa. Eles também assim como muitas mulheres, padecem de certa quantia de virgindade de gozo, figura que descrevi em detalhes, ao me referir à vida sexual das mulheres (Alizade, 1992, pp.133-146). Menciono aqui, um brilhante trabalho de Cournut (1977 /1991), no qual examina ele a relação do homem com o descomedimento orgástico da mulher, pontuando o temor do homem de que o orgasmo da mulher nunca termine, tornando-se infinito. Com frequência, esse temor é causa de ejaculação precoce e determina mesmo que algumas mulheres escondam seu caudal erógeno para não assustar o companheiro.

Mitos e Crenças Sexuais

Os mitos e valores fundamentais de cada sociedade predereminam sua concepção do corpo e da sexualidade humana, eles correspondem às diferentes visões de realidade que as várias culturas incorporam na religião, no folclore e na arte e que deixam sua marca indelével em todo o espectro da atividade humana. O mito é um poderosos meio de comunicação que funciona como uma história simples e simbólica envolta em um número ilimitado de associações muitas vezes inconscientes.
A sexualidade é uma manifestação psico-afetiva individual e social que transcende sua base biológica e cuja expressão é normalizada pelos valores social e suscetível às influências culturais. Corroborando com o exposto, Suplicy (1994) afirma que a questão da sexualidade mudou tão rapidamente, nas últimas décadas que dificultou a construção de um sistema de valores. Para se lidar com a sexualidade do outro precisamos nos defrontar com nossa sexualidade, situação esta que pode gerar angústias e conflitos existenciais. Fragmentar o ser humano em sexuado e assexuado limita a sexualidade a um conceito abstrato e reduz sua expressão a uma manifestação genital ou reprodutiva.
A sexualidade se encontra presente em toda a vida e está circunscrita por um, contexto histórico-cultural-concreto determinado pelos costumes, tradições e valores. Cultura é um conjunto de valores, crenças, normas e práticas de vida de um determinado grupo, aprendido, partilhado e transmitidos, que orientam o pensamento, as decisões e ações, de maneira padronizada.
Highwater (1992) diz que o “que dá forma à sexualidade são forças sociais. Longe de ser a força mais natural da nossa vida, é de fato a mais suscetível às influências culturais”. Observe-se que a repressão dos impulsos sexuais precoces é qualiquantivamente, determinada pelo modo que os pais encaram a sexualidade. A ligação autoritária do pai sobre o filho, supera a sexual, atuando como uma poderosa inibição entre o interesse sexual e a realidade. A dissolução posterior dessas ligações dos pais é a condição fundamental de uma vida sexual sadia. Cada cultura designa várias práticas como apropriada ou não moral ou imoral, saudável ou doentia.
Embora conscientes de que o sexo é algo natural, ainda precisamos aprender que as atitudes e os comportamentos em relação a ele adquirem-se por meio do conhecimento.
A crença é o ato efeito de crer, uma convicção íntima de cada um de nós, já crendice é uma crença popular absurda e ridícula. As crendices nunca são um fato isolado, sempre se liga umas as outras e geralmente partem de um pressuposto central.
Em relação a identidade sexual da adolescente, Costa (1986) diz que ao nascer a criança começa a ser moldada para conviver de acordo com os parâmetros do que é esperado dos indivíduos do sexo masculino e feminino. Autor, entende por papel sexual a adaptação do indivíduo, de modo que ele possa aceitar para si mesmo e demonstrar aos outros sua adequação ou não aos valores sócio-culturais. Este papel é adquirido pela criança por meio de dicas sobre como ela deve ou não se comporta; agir reagir, segundo seu sexo.
O elenco de regras e valores da educação sexual dos adolescentes, e a cultura também impõem a maneira pela qual os indivíduos se submetem ou se distanciam de um princípio de conduta; pela qual obedecem ou resistem a uma prescrição; pela qual eles prespeitam ou negligenciam um conjunto de valores.
As investigações sobre a sexualidade de adolescente em vários países revelam duas posições semelhantes, “...de um lado a evidência de quão rudimentar é ainda o grau de esclarecimento, sobre a vida sexual que possuem os adolescentes contemporâneos e o que mais nos causa espanto”, observa-se “como é universal essa precariedade de informações, independendo do nível sócio-econômico ou das vertentes culturais”, segundo Osório (1992, p.41).
O s mitos e tabus são perpetuados pela sociedade no sentido dos educadores possuírem frustrações em relação à sua vida sexual e sexualidade, com isso assumem uma atitude fechada e silenciosa em relação à sexualidade feminina. Os jovens também são responsáveis pelos mitos e tabus serem imortais por várias gerações, pois a maioria deles se acomoda e se contenta com apenas o que lhes é repassado pelos educadores sexuais (pais, escola), sem questioná-los ou verificar na literatura existente o grau de veracidade ou falsidade de tais informações. Todas as crenças e atividades humanas advêm de uma mitologia subjante – metáforas que dão forma a fantasia e paradigmas que influenciam profundidade todos os aspectos da nossa vida, determinando nossas atitudes acerca da realidade, acerca do mundo e de nós mesmos.
Análise e discussão 
Para a análise dos conteúdos utilizou-se três etapas cronológicas: pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados, inferência e interpretação.
Código I – Sexo e Sexualidade: “Sexualidade é a complementação de uma vida saudável, é a maneira de você expressar seus sentimentos, seu amor por outra pessoa”. “Sexo é uma coisa prazerosa, só que deve na minha opinião ser feita com uma pessoa em que tenha confiança e usando camisinha”. “Sexualidade vai além do próprio ato sexual, é uma cumplicidade entre duas pessoas”. “Sexo é quando uma pessoa se mostra atraída e tem mentalidade para assumir tal ato”. “Sexo é a realização de teus prazeres carnais, não envolve emoções, nada. O sexo complementa a sexualidade...”.
Código II – Virgindade: “Hímen jamais prova de que a mulher é virgem. Ás vezes ela já se masturbou, fez o mesmo com o namorado, fez sexo oral, anal, mas ainda tem o hímen. É uma coisa cultural, que vem de séculos, carregada de tabus e valores que se prendem como verdades”. “A virgindade esta mais na cabeça das pessoas, esta relacionada ao caráter, a mentalidade das pessoas. Virgindade já está superada, porém os homens ainda querem mulheres virgens, submissas e que se guardem para eles”. A virgindade sempre foi um tabu, eu porém, acho importante a mulher conservar a sua virgindade sempre foi um tabu, eu porém, acho importante a mulher conservar a sua virgindade como um marco em sua vida.Eu defendo isto e sou a favor da virgindade”.
Código III – Prazer X tamanho do pênis: “É uma questão cultural, são boatos que acabam se firmando como verdades”. “Para o homem é puro machismo, cada um quer ter o seu maior que o do outro, já a mulher acha que tamanho é sinônimo de prazer”. “Para sentir prazer é preciso saber usar o pênis, fazer carinhos, tocar a parceira”. “O tamanho não tem nada a ver com o prazer, é preciso preparação, sedução, um suspense no ar”.


Referência
* Gabrich, Pedro N., et al. "Penile anthropometry in Brazilian child and adolescent." Jornal de pediatria 83.5 (2007): 441-446.
*do Nascimento, Vagner Ferreira, and Alisséia Guimarães Lemes. "Saúde do homem: sentimento de masculinidade comprometida." Gestão e Saúde 5.1 (2013): pag-80.
*Goldenberg, Mirian. "Dominação masculina e saúde: usos do corpo em jovens das camadas médias urbanas." Ciência e Saúde Coletiva 10.1 (2005): 91-96.
*CARDOSO, Gessi Maria, and Elizabeth Maria LAZZAROTTO. "Mitos e crenças sexuais: uma questão cultural." Anais do Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais no Brasil. Cascavel-Paraná (2014).
*BARBOZA, ROGÉRIO ALVES, and LUIZ OTÁVIO AMARAL DUARTE PINTO. "O Tamanho do Pênis."
*Ribeiro, Marcos. "Conversando sobre a sexualidade masculina." Revista Brasileira de Sexualidade Humana 2 (1991): 35-37.
*Cavalcanti, Mabel. "Sexualidade humana: uma perspectiva histórica." Rev Bras Sexual Hum 1 (1990): 43-51.
*DO PÊNIS, Avaliação do Tamanho. Aumento do Pênis: Realidade Atual. International Braz J Urol, v. 29, p. 4.
*ALVES, José Eustáquio Diniz. A linguagem e as representações da masculinidade. Rio de, 2004.
*Alizade, M. (1994). El hombre y su roca viva: rehusarse a la femineidad. In M. Lemlij (Ed.), Mujeres por mujeres (pp. 182-193). Lima: Biblioteca Peruana de Psicoanálisis.
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