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Peixes bizarro

Veja a lista com "Peixes bizarro" que não são “história de pescador” Existem diversas espécies de peixes desconhecidas, alguns peixes de extremamente curiosos, peixes estranhos nunca vistos e raros.

Peixes assustadores e bizarros encontrados no Mar

Os peixes mais bizarros e assustadores encontrados nas profundezas dos oceanos.
Peixe Lancetfish
Peixes bizarros encontrados no Mar
O que o garotinho segura na imagem é um Lancetfish que tem uma aparência muito óbvia de animal “pré-histórico”, com dentes de aparência feroz, afiados em suas mandíbulas e a vela nas suas costas, uma reminiscência do que de alguns dinossauros (embora, na Lancetfish, a vela é na verdade uma barbatana dorsal alargada).
Peixe-remo
O Peixe-remo
Peixe-remo: pode chegar a 11 metros de tamanho. O peixe costuma viver a grandes profundidades, e mesmo que se aventure em águas mais rasas, se alimenta primariamente de pequenos organismos.
Yellowhead jawfish
Opistognathus aurifrons
Opistognathus aurifrons é uma espécie de jawfish nativo a recifes de coral no Mar do Caribe. Pode ser encontrada a uma profundidade de 3 a 40 metros (de 9,8 a 131,2 ft). A cabeça e parte superior do corpo são uma luz, mas brilhante cor, amarelo enfraquecendo lentamente a uma tonalidade azul perolado. Pode atingir um comprimento de 10 centímetros (3,9 in) TL.
Peixe-morcego de lábios vermelhos
Peixe-morcego
Este peixe anda no “chão” do oceanos. A espécie é encontrada nos Galápagos, em geral, a mais de 30m de profundidade.
Medusa 
As Medusas, mães d'água
As Medusas, mães d'água, águas-vivas ou alforrecas são formas de vida livre dos cnidários adultos, que se encontram nas classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa. Quase todas as medusas vivem nos oceanos, como componentes do zooplâncton.
Como todos os cnidários, o corpo das medusas e basicamente um saco com simetrial radical formado por duas camadas de células – a epiderme, no exterior, e a gastroderme no interior – com uma massa gelatinosa entre elas, chamada mesogleia e aberto para o exterior. A forma pode variar desde um disco achatado até uma campânula quase fechada; na margem livre deste disco, que pode ser lisa, fendida ou ondulada, as medusas ostentam coroas de tentáculos com células urticantes, os cnidócitos, capazes de ejetar um minúsculo espinho que contém uma toxina, o nematocisto. Em algumas medusas, principalmente nos Scyphozoa, onde são mais desenvolvidas, a boca, chamada arquêntero, esta munida de tentáculos, também com células urticantes e, por vezes, um véu chamado manúbrio. As medusas usam estes “aparelhos” não só para se defenderem dos predadores, mas também para imobilizarem uma presa, como um pequeno peixe, para se alimentarem. O corpo das medusas é formado por 95-99% de água.
Emerita brasiliensis 
Emerita brasiliensis, conhecida pelos nomes comuns de Tatuí ou tatuíra
Emerita brasiliensis, conhecida pelos nomes comuns de Tatuí ou tatuíra, é uma espécie de crustáceo decápode anomuro da família dos hipídeos que habita praias arenosas, fazendo escavações na areia. Dificilmente ultrapassam os quatro centímetros de comprimento,mas é possível o crescimento até sete centímetros, com carapaça castanho-amarelada. São encontrados na zona de arrebentação das praias do Brasil, onde vivem enterrados na areia, a filtradoras de plâncton. Têm coloração branca. São usadas na culinária. Sua presença é um indicador da qualidade ambiental de uma praia: praias com um certo grau de poluição ou de presença humana não costumam mais apresentar tatuís.
Peixe-ogro 
Peixe-ogro
Anaplogaster cornuta é uma espécie de peixe que é capaz de viver em profundidades que variam entre 500 e 5 mil metros. Chegam a medir até 18 centímetros, possuindo grandes dentes que impedem que ele feche completamente sua boca, e que servem também para prender suas presas, que são sugadas para dentro da boca sem conseguir escapar.
Moreia 
As moréias são peixes ósseos
As moréias são peixes ósseos, anguiliformes, da família dos murenídeos (Muraenidae), tendo como uma das suas principais características o corpo longo e cilíndrico. Há cerca de 200 espécies distribuídas por 15 gêneros, das quais a maior mede 4 metros de comprimento. As moréias habitam cavidades rochosas e são animais carnívoros, que caçam com base num sentido de olfacto apurado. Não têm escamas, para proteção, algumas espécies segregam da pele um muco que contém toxinas. A maior parte das moréias não tem barbatanas peitorais e pélvicas. A sua pele tem padrões elaborados que servem como camuflagem.
Pepino do mar 
Peixe: Pepino do mar
Holothuroida pertence à classe de equinodermos que inclui os animais conhecidos como pepinos-do-mar ou holotúrias. Em oposição aos outros equinodermes, possuem corpo delgado, alongado em um eixo oral-aboral. A boca é circundada por 10 a 30 tentáculos que são modificações de pés ambulacrários bucais encontrados em outros equinodermos. Seu alimento é o material orgânico dos detritos do fundo do mar, que é empurrado para a boca ou o plâncton aprisionado em muco nos tentáculos. As holotúrias frequentemente são os invertebrados dominantes nas partes mais profundas dos oceanos e muitas taxas são restritos a águas profundas. São aproveitados, depois de desidratados, como iguaria da culinária oriental e, deste modo, conhecidos como bicho do mar ou tripango.
São animais sexuados, e de fecundação externa. Os órgãos sexuais são simples, existindo, geralmente, apenas gônadas sem ductos genitais. O desenvolvimento é indireto, aparecendo uma larva auriculáriade simetria bilateral que passa a radial nos animais adultos. Mas há reprodução assexuada, que aparece em algumas larvas que se auto-dividem e possuem a capacidade de regenerar partes do seu corpo que foram perdidas. Quando se sentem ameaçados eles liberam uma espícula para se defender.
Tubarão boca grande 
O tubarão boca grande é uma espécie de tubarão extremamente rara
O tubarão boca grande é uma espécie de tubarão extremamente rara, que habita águas profundas. Descoberta em 1876, apenas alguns foram vistos desde essa altura, com 68 espécimos capturados ou avistados em (2015), existindo três gravações em filme. Tal como o tubarão elefante e o tubarão baleia, alimenta-se por filtração, nadando com a sua enorme boca aberta, filtrando a água para obter Plâncton e medusas. Distingue-se por possuir uma cabeça de grandes dimensões e lábios de aspecto elástico.
Por ser tão pouco usual, é classificado na sua própria família, Megachasmidae, apesar de se sugerir que possa pertencer à família Cetorhinidae, da qual o tubarão-elefante é o único elemento.
A primeira espécie foi capturada em 15 de Novembro de 1976, a cerca de 25 milhas da costa do Havaí, ao ter ficado enrolado na âncora de um navio da Marinha dos Estados Unidos da América. Exames a espécie com 4.5 e 750 kg, efetuado por Leighton Taylor, mostram que seria um tipo de tubarão inteiramente desconhecido.
Nudibrânquios 
Lesmas do mar
Os nudibrânquios constituem uma subordem de moluscos gastrópodes marinhos pertencentes à ordem dos opistobrânquios, na qual se encontram, por exemplos, as lesmas do mar.
Tais animais possuem as brânquias desprotegidas, fato que legítima seu nome. Sua variedade é enorme e chega a atingir 3000 espécies diferentes. Uma característica destes animais é a riqueza da paleta de cores que cobre o seu corpo e que lhes permite uma camuflagem eficaz nos recifes de coral que constituem o seu habitat.
Algumas espécies comem anêmonas e aproveitam os seus arpões urticantes integralmente transferindo-os funcionais para o seu próprio corpo. O mais interessante é que algumas espécies, por não conseguirem nada com muita velocidade para fugir de predadores, secretam ácido para se protegerem.
Peixe diabo negro 
O peixe diabo negro (Melanocetus johnsonii)
O peixe diabo negro (Melanocetus johnsonii) é uma espécie de peixe encontrada em todos os oceanos, porem, mais especificamente em profundidades que variam entre 100 e 5 mil metros. É capaz de atrair suas presas com uma falsa isca, uma espécie de saliência luminescente que se agita sobre a cabeça. Há um grande dimorfismo sexual em tais animais, uma vez que as fêmeas chegam a medir 18 centímetros, mas os machos, porém, crescem apenas até três centímetros. Por viverem em profundidades extremas onde, às vezes, é muito difícil encontra alimento esses machos mordem a barriga de uma fêmea, passando a parasitar de seu corpo.
Peixe gota 
Psychrolutes marcidus, conhecido como peixe bolha, peixe gota ou blobfish
Psychrolutes marcidus, conhecido como peixe bolha, peixe gota ou blobfish é uma espécie de peixe que habita as águas profundas das costas da Austrália e Tasmânia, raramente sendo visto por seres humanos.
O P. marcidus tem a capacidade de suportar a pressão alta destas profundezas porque seu corpo é realmente uma massa gelatinosa que tem uma densidade pouco menor que a água. Isto dá a capacidade de flutuar sem usar muita energia.
Esta relativa falta de músculos não é uma desvantagem pois ingere matéria comestível que flutua em sua frente. Em seu cardápio estão invertebrados como siris e Pennatulacea.
Duas características marcantes do Psychrolutes marcidus é que se senta sobre os seus ovos até ao momento da eclosão. Além disso, o peixe possui feições que lhe dão um ar de triste e carrancudo.
O P. marcidus atualmente enfrenta o risco de extinção devido à pesca predatória de outras espécies.
O peixe gota foi eleito, numa iniciativa da UGLY Animals Preservation Society em 2013, como o “peixe mais feio do mundo”. Esta iniciativa teve o intuito atribuído de chamar a atenção para espécies ameaçadas.
Truta-arco-íris
As trutas arco-íris são peixes de água doce
As trutas arco-íris são peixes de água doce. Têm o corpo acastanhado ou amarelado, com pintas pretas na zona do dorso, também presentes nas barbatanas dorsal e caudal. Como característica têm uma risca rosada que se prolonga das guelras à barbatana caudal. A truta arco-íris tem um comprimento de 30 e 45 cm.
A espécie é cultivada em aquacultura e uma das mais consumidas nos mercados ocidentais.
Do seu esperma é derivada uma substância chamada protamina, um ‘’’antídoto’’ da bem conhecida heparina (usada em medicina como um anticoagulante). Ela evitou a morte de muitas pessoas que sangrariam até a morte com doses tóxicas de heparina sob a forma de sulfato de protamina. Hoje essa substância é produzida em laboratório. Além da truta-arco-íris, outros peixes como salmão e similares também produzem protamina.
É um peixe muito cobiçado por pescadores esportivos, por ser um peixe muito combatente e astuto, principalmente por parte dos praticantes da pesca com mosca, também denominada fly fishing.
A truta –arco-íris é um peixe muito resistente, que toleran ambientes muitos diversos, bem como o manuseamento. Pode ocupar muitos habitats diferentes, deslocando-se da água doce para água salgada e vice-versa ou vivendo permanentemente em lagos, a temperatura ideal da água para reprodução é inferior a 21°C. O crescimento e a maturação são igualmente influenciados pela temperatura da água, bem como pela alimentação. Em condições normais, a truta atinge a maturidade aos 3-4 anos. As trutas são carnívora, pelo que necessitam de uma dieta alimentar rica em proteínas. Num ambiente favorável, uma truta atinge um peso de 350 g em 10 a 12 meses e um peso de 3 kg em 2 anos.
Lobo-marinho
Os lobos-marinhos são mamíferos pinípedes
Os lobos-marinhos são mamíferos pinípedes pertencentes à família Otariidae que se classificam no gênero Arctocephalus.
O lobo-marinho vive na Reserva Natural das Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira, Portugal, zonas de costa bastante escarpadas e sempre de difícil acesso por exemplo em grutas que têm entrada submarina. Segundo pesquisas feitas, este não seria o seu habitat inicial. Pode ser encontrado também atualmente perto do Farol de Cabo Polônio, no Uruguay em ilhas de pedras. Habitam ilhas desertas cobertas com pedras próximo a Punta Del Diablo também no Uruguai.
O lobo-marinho chegou a habitar algumas praias desabrigadas, maioritariamente no conselho de Câmara de Lobos, na Ilha da Madeira, só que com a chegada do homem obrigou a que estes animais procurassem o abrigo de grutas e de locais mais acessíveis para eles.
É também conhecida por foca monge e é a única espécie que vive em território Português, nas Ilhas Desertas do arquipélago da Madeira.
Foi-lhe atribuído o nome de foca monge devido às pregas que possui no pescoço, porque quando está em descanso faz lembrar o capucho de um monge e porque também é um animal de hábitos solitários. O nome de lobo-marinho devido aos sons em tom de urro e por ser um animal carnívoro.
Os primeiros registros escritos portugueses do lobo-marinho remontam ao ano de 1419, quando os navegadores portugueses João Gonçalves zarco e Tristão Vaz Teixeira chegaram à Ilha da Madeira. Aí, numa baía de costa sul, ter-se-ão deparado com um animal até então desconhecido, que chamaram de lobo-marinho. Este local é ainda hoje conhecido por câmara de Lobos, designação que deriva da original “Cama de Lobos”.
A foca monge é um dos animais mais raros do mundo, um dos mamíferos marinhos mais ameaçados de extinção.
No mundo interior restam apenas 300 focas como esta. Esta espécie é conhecida desde sempre na Madeira como Lobo-marinho, uma vez que os seus sons fazem lembrar o uivo de um lobo, perseguindo pelo homem, sem o seu habitat e sem alimento, abandonou a ilha da Madeira e refugio-se nas Ilhas Desertas. Estas ilhas já têm 40 animais desta espécie.
Um dos pontos muito importantes para a conservação destes animais é a sua reprodução. Por isso os locais de criação são zonas de grande proteção e nós os homens temos que respeitar os seus espaços.
A foca monge deverá ser considerada como um indicador do “estado de saúde” do ambiente marinho. A sua extinção poderá ser entendido como um mau sinal de destruição do ecossistema dos oceanos.
Peixe-leão
Os peixes-leões são predadores vorazes
Os peixes-leões são predadores vorazes. Quando estão a caçar encurralam as presas com seus espinhos e, num movimento rápido, as engolem por interior. Eles são conhecidos por seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelha, marrom, laranja, amarela, preta ou branca.
Os peixes-leões são nativos da região Indo-Pacífica, vivendo sempre próximos à recifes de coral, mas algumas espécies podem ser encontradas em outras regiões do mundo. Devido a uma recente introdução, podem ser encontrados no oeste do Oceano Atlântico e Mar do Caribe.
Os peixes-leões vivem até 15 anos e podem pesar até 200g. Durante o dia preferem se abrigar em cavernas ou fendas, sendo animais de hábitos noturnos. Alimentam-se de pequenos peixes e normalmente só os comem vivos, mas em cativeiro podem ser habituados a comer camarão congelado. São ovíparos e a desova acontece à noite.
O veneno dos peixes-leões é inoculado através de espinhos localizados nas regiões dorsal, pélvica e anal. Geralmente possuem de 12 a 13 espinhos dorsais, 2 pélvicos e 3 anais. Cada espinho possui duas glândulas que produzem e armazenam veneno. Os peixes-leão também possuem espinhos peitorais, porém estes não possuem glândulas de veneno.
A potência do veneno varia de acordo com a espécie e tamanho do peixe-leão. Os principais efeitos são dor intensa localizada seguida de edema local podendo também a vítima sentir náuseas, tontura, fraqueza muscular, respiração ofegante e dor de cabeça.
O veneno dos peixes-leões é constituído de proteínas termos sensíveis, que são vulneráveis ao calor de desnaturam facilmente. Os primeiros socorros constituem-se na imersão do local afetado em água quente (43-45°C) por 30 a 40 minutos ou até a dor diminuir.
Peixe serra
Peixe serra - bizarro
A sua característica principal é a maxila muito alongada, com dentes iguais colocados regularmente nos bordos exteriores.
Esta característica é semelhante à dos tubarões-serra, da ordem Pristiophoriformes, mas os peixes-serra, como todos os batoides, têm a cabeça achatada dorsiventralmente, com as fendas branquiais na face ventral. Atingem grandes tamanhos e são ovovivíparos.
Os peixes-serra são encontrados em áreas costeiras tropicais e sub-tropicais de todos os oceanos. São encontrados também nas baías e nos estuários. São demersais e alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos.
Os nomes “serra” e “peixe-serra” são também usados vulgarmente para espécies do gênero Scomberomorus, da família dos atuns. Tubarão-serra é o nome vulgar duma outra ordem de peixes cartilagíneos, os Pristiophoriformes.
Macropinna micróstoma
Macropinna micróstoma também de peixe fantasma
Macropinna micróstoma também de peixe fantasma, é a única espécie de peixe inserida no gênero Macropinna, pertencente à família Opisthoproctidae.
É reconhecida por uma rara e transparente cúpula na cabeça, preenchida de fluído, através da qual se pode visualizar as lentes dos olhos. Os olhos têm uma forma de barril e podem ser rodados para apontar para frente ou para cima, olhando através dessa mesma cúpula.
O M. micróstoma tem uma boca pequena e a maior parte do seu corpo é coberta de grandes escamas. Normalmente paira quase imóvel na água, a uma profundidade de cerca de 600 metros, usando as suas grandes barbatanas para a estabilidade e com os seus olhos apontados para cima. Em condições de pouca luz assume-se que o peixe detecta as presas pelas suas silhuetas. Os investigadores do MBARI Bruce Robison and Kim Reisenbichler observaram que quando uma presa de pequenas dimensões (como um pequeno peixe ou uma alforreca) é detectada, os olhos rodam-se como uns binóculos, apontando para a frente enquanto ele roda o seu corpo de uma posição horizontal para vertical, para se alimentar. Robison especula que M. micróstoma rouba comida dos siphonophora.
m. micróstoma foi descoberto em 1939, por Chapman, mas nunca foi fotografado vivo até 2004. Desenhos antigos não mostram a cúpula transparente, já que a mesma é normalmente destruída quando o peixe é trazido das profundezas.

Peixes bizarros encontrados no Brasil 

Aqui fica uma pequena lista com os peixes bizarros encontrados no Brasil.
Peixe candiru
Peixe-vampiro
O candiru, também chamado de canero ou peixe-vampiro, é um peixe de água doce que pertence ao grupo comumente chamado de peixe-gato. Ele é encontrado no Rio Tocantins, no Rio Madeira e nos seus afluentes e tem uma reputação entre nativos de ser o peixe mais temido naquelas águas, até mais que a piranha. A espécie cresce até dezoito centímetros e tem forma de enguia, tornando-o quase invisível na água. O candiru é um parasita. Ele nada até as cavidades das guelas dos peixes e se aloja lá, se alimentando de sangue nas guelras, recebendo assim o apelido de “peixe-vampiro”.
Ele é muito temido pelos nativos da região do Tocantins. O peixe que tem perfil aerodinâmico de um supositório, ao ser atraído pelo cheiro pó, pode aprumar suas nadadeiras, ao fluxo da urina (no caso do banhista nu) e nadar até penetra na uretra, no ânus ou na vagina. Ele então se instala e não tendo como voltar da mesma maneira que entrou pois ele abre posterior do corpo e suas nadadeiras dão forma de guarda-chuva. Segundo alguns estudiosos, ele se alimenta do sangue e tecido do agente hospedeiro e só pose ser retirado por meio de cirurgia.
Enquanto o peixe localiza seu hospedeiro seguindo naturalmente um fluxo da água, com cheiro ou temperaturas diferentes, urinar ao se banhar aumenta as chances de uma penetração involuntária desse predador.
Uma cura tradicional envolve o uso de duas plantas, a Xagua (Genipa americana) e uma certa maçã, que são inseridas (ou o extrato desses ingredientes no caso de espaços apertados) na área afetada. Estas duas plantas juntas irão matar e então dissolver o peixe. Mas frequentemente, a infecção causa choque e morte nas vítimas antes que o candiru possa ser removido. Caso recente mostra um corpo encontrado em um rio, com diversos Candirus alojados internamente se alimentando das vísceras do falecido.
Piranha-Vermelha
A piranha-vermelha (pygacentrus nattereri)
A piranha-vermelha (pygacentrus nattereri) é uma espécie de peixe de água doce da família Characidae. Tais peixes habitam as bacias dos rios Amazonas, Paraná e São Francisco. Possuem coloração vermelhada, com cabeça e dorso acinzentados e chegam a medir até 30 cm de comprimento. Também são chamados de chupitas, coicoa, piranha-caju e piranha-vermelha-da-amazônia. Muitas vezes temida por causa de seus ataques agressivos e frenéticos, a piranha-vermelha tem uma reputação de um predador voraz e agressivo, com dentes afiados e apetite insaciável.
A piranha-vermelha é a espécie mais comum de piranha na Amazônia. Correm em rios e lagoas de águas barrentas e vive em cardumes pequenos ou até com mais de 100 indivíduos. É uma espécie de piscívora e, como forma grandes cardumes, pode ser muito perigosa em determinadas situações. Em algumas regiões, a piranha-vermelha é bastante apreciada, sendo pescada principalmente para fazer o famoso calo de piranha, considera afrodisíaco e estimulante.
A piranha-vermelha é um peixe onívoro e se alimenta principalmente de peixes, insetos e invertebrados aquáticos, como moluscos e crustáceos. Pode também se alimentar de qualquer animal terrestre pequeno que encontrar cruzando o rio ou lago, bem como frutas, sementes, algas e plantas aquáticas. Os dentes afiados e triangulares fazem da piranha-vermelha um animal extremamente eficiente ao abocanhar o alimento, e a disposição da sua poderosa mandíbula e focinho dão ao peixe a capacidade de atacar e morder com uma força extraordinária. Podem atacar em cardumes abatendo presas maiores e as devorando em poucos minutos, o que dá a fama amedrontadora a esses peixes. Em grupo, conseguem devorar um animal de grande porte, como uma vaca, em segundos. O motivo pelo qual as piranhas conseguem devorar com tanta rapidez é pelo fato de que elas não mastigarem, e quando atacam em grupo, cada piranha arranca um pedaço e se revezam continuamente.
As piranha-vermelhas vivem em cardumes, embora não apresentem um comportamento de caça em grupo. Ocasionalmente, as piranhas-vermelhas entram em um’’frenesi’’, onde o cardume ataca uma presa e devora em poucos minutos. Esse comportamento particular contribui para a reputação da piranha-vermelhada como predadora voraz, mas os ‘’frenesis’’ normalmente não são ataques aleatórios, e geralmente são o resultado de provocação a elas ou pó fome. São as piranhas mais agressivas da Amazônia.
Sargo-de-dentes
Sargo-de-dentes (archosargus probatocephalus)
Sargo-de-dentes (archosargus probatocephalus) é um peixe da família dos esparídeos, presente na costa brasileira. Prefere habitats de água rasa, como fundo rochoso e recifal, onde vivi em pequenos cardumes. Encontram-se, por vezes, na água salobra de estuários. Tem um corpo de formato ovalado e um pouco achatado. Tem uma cor cinza-esverdeada com 6 a 7 barras verticais, da cabeça ao pedúnculo caudal. As barbatanas peitorais são amareladas, tal como a caudal. Chega a atingir cerca de 91 cm de comprimento e 9,6 kg. Alimenta-se principalmente de crustáceos e moluscos.
É um peixe bastante apreciado em pesca desportiva, já que se resiste energeticamente à pesca, além de ter uma carne muito apreciada e de qualidade.
Os dentes são similares aos dentes humanos, molares e caninos, de 6 a 8 dentes iguais, e vários dentes internos, tornam essa espécie uma bizarrice se comparadas aos seres humanos.
Empresas de sucesso

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