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Como é transmitida a Babesiose

O que é Babesiose e como é transmitida?

A Babesiose é transmitida pelo carrapato. Geralmente aquele boi cinza grandão ou aquele marronzinho pequenino quase imperceptível de se ver.
A Babesiose é transmitida pelo carrapato
O nome científico dos carrapatos são Rhipicephalus sanguíneos, o famosos carrapato marrom.
Essa doença se não trata rapidamente é mortal.
A Babesiose causada pelo protozoário Babesia canis, que infecta, destrói os glóbulos vermelhos. 

O carrapato não carrega o protozoário da doença com aigi. O carrapato é infectado quando se alimenta do sangue de um cão com Babesiose, sendo assim ele se contamina e uma vez contaminado é para sempre. Só que a Babesiose não faz mal ao carrapato, ele não sofre nada com ela, mas torna se o hospedeiro. Uma vez ingeridas as babésias, elas se instalam, contaminam, infestam, os ovos que serão postos pelo carrapato fêmea e jamais pelo macho. O macho não carrega as Babesias. Elas se aproveitam de ovos, larvas e ninfas. Quando contaminado os ovos, as larvas e as ninfas, esses protozoários se fixam nas glândulas salivares do carrapato adulto ou fêmea e se multiplicam neste lugar. Este carrapato contaminado suga o sangue do próximo hospedeiro, cão até mesmo gatos e irá infectar este cão com Babésia.

Tipos de carrapatos


carrapato do Cão

Rhipicephalus sanguineus

Rhipicephalus sanguineus, carrapato do Cão “Carrapatos duros”.

Esse é um carrapato típico de três hospedeiros (larvas, ninfas e adultos vivendo em hospedeiros separados), comumente encontrado parasitando em cão e outros mamíferos e aves.


Carrapato estrela

Carrapato do cavalo

O hospedeiro preferido da fase adulta é o cavalo o boi, podendo parasitar também outros animais domésticos e silvestres.  Ele necessita de três hospedeiros de espécies iguais ou diferentes para completar seu ciclo de vida, que pode variar de um a três anos, dependendo das condições climáticas.

Anocentor nitens , carrapato da orelha dos Eqüinos

carrapato da orelha dos Eqüinos

Carrapato da orelha

Carrapato de um-hospedeiro, primariamente parasita de cavalo, asnos e mulas, também registrado em bovinos, ovelhas, cabras, onça pintada, cervídeos e cão. O local preferido de infestação é a orelha e divertículo nasal, podendo, em fortes infestações, ser encontrado em qualquer parte do corpo.

Boophilus microplus, carrapato de Bovino “carrapato sul-americano do boi”.

carrapato sul-americano do boi

Carrapato de Bovino

Espécie muito abundante, parasitando predominante os bovinos, podendo infestar também búfalos, cervos, camelos, cavalos, ovelhas, burros, cabras, gatos, veados campeiros, capivaras, coelhos, preguiças, cães e porcos.

Argas miniatus koch, carrapato de Galinha “Carrapato mole”.

É a espécie brasileira de carrapato de aves. Além de
Carrapato mole
Carrapato de Galinha
parasitando galinhas, sendo também encontrada em pombos, patos e pássaros silvestres. O argas tem hábitos noturnos, vive nas frestas e buracos dos galinheiros e nos troncos de árvores, saindo à noite para sugar os hospedeiros, voltando aos esconderijos assim que ingurgitados.

A infecção da Babesiose


A infecção desse protozoário ocorre de forma rápida e a presença de parasitas no sangue acontece rapidamente dentro de um ou dois dias, durante cerca de quatro dias.

Esses protozoários ou microrganismos então desaparecem do sangue, se escondem e incubam, por um período de 10 a 14 dias, ocorrendo então uma segunda infestação dos órgãos e sangue, dessa vez mais intensa.

Sintomas mais comuns da Babebiose


Febre alta, Calafrios, Icterícia, Fraqueza, Depressão, Falta de apetite, Membranas mucosas pálidas, Perturbações da coagulação e nervosas, Sangramento intenso Nazal pela Boca, Cansaço demais e tremedeira nas pernas, Urina marrom, cor do café, Insuficiência Renal

Tratamento da Babesiose


Resultado do Tratamento da Babesiose
O tratamento da babesiose se baseia no uso de uma babesicida e terapia de suporte. As drogas babesicida mais utilizadas em todas as espécies são o dipropionato de imidocarb e o diminazeno; como a terapia de suporte usa-se fluidoterapia, transfusão sanguínea e tetraciclinas, quando há coinfecção com Anaplasma ou Ehrlichia.

Em cães, o diaceturato e o diminazeno são muito tóxicos, o índice terapêutico desta droga nesta espécie é muito baixo. Então, assim como em eqüinos, a droga mais utilizada é o  dipropionato de imidocarb, utilizado nas dosagens de 0,5 ml a cada 10 kg ou 5 mg/kg por via subcutânea com intervalos de 14 ou 15 dias entre dias entre as aplicações. Nesta espécie, efeitos colaterais podem ser observados, o mais frequente é a dor no local da aplicação.

Referencias:
http://www.pragas.com.br/pragas/carrapatos/carrapato_tipos.php
http://www.portaleducacao.com.br/veterinaria/artigos/35440/tratamento-babesiose
http://euamomeusanimais.com.br/carrapatos-podem-transmitir-babesiose
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