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Por que Empresas Quebram?

Por que Empresas Quebram? é uma pergunta que muitos empresários não sabe responder
Por que vem a falência das Empresas

O que causa a falência das empresas

Endividamento bancário elevado no curto prazo com a utilização de linhas de crédito inadequadas e de alto custo como por exemplo cheque especial, conta devedora, desconto de duplicatas de liquidez duvidosa e falta de planejamento financeiro para se identificar a sua capacidade real de pagamento mensal. Isso pode quebrar qualquer empresa.
Endividamento total (bancos + fornecedores + impostos) elevado com as dívidas já renegociadas e o empresário insiste em buscar recursos novos sem tomar providencias imediata através da Recuperação Judicial De Empresas que visa recuperar as empresas com benefício garantido através da lei Federal 11.101/2005.
Fazer uso da tal operação fumaça que visa antecipar seus recebíveis dos cartões de crédito multiplicando alguns faturamentos. Essa operação quase sempre coloca sua empresa numa ciranda financeira nos meses seguintes, quando seus recebíveis já estarão travados no banco.
Utilizar empréstimos bancários para finalidades diferentes de antecipar recebíveis como desconto de duplicatas dos produtos já vendidos e dos cartões de crédito. A concorrência está muito forte em todos os segmentos, deixando as empresas de quase todos segmentos sem margem para endividamentos que não darão retorno.
Fazer uso do limite de cheque especial continuamente sem avaliar plenamente seu custo que é talvez o mais alto custo de qualquer empréstimo para empresas atualmente disponível no sistema financeiro. O uso deve ser extremamente de urgência para cobertura imediata já nos próximos dias.
Contratar empréstimos bancários além de no Máximo 02 faturamentos mensais da sua empresa sem que esse recurso seja destinado a investimento no negócio fim da empresa. Se a conta não fechar é porque chegou a hora de parar e verificar onde estão esses erros em vez de aumentar o endividamento.
Endividar a empresa com recursos de curto prazo, de alto custo e ainda prejudicando a empresa com a alta exposição da mesma no sistema do Banco Central (SISBACEN). Esse sistema informa a todo mercado financeiro o endividamento total da sua empresa e logo seu crédito chegará ao limite.
Efetuar empréstimos para compra de matéria prima sem a certeza da entrega e recebimento do produto dentro do prazo do financiamento. Se houver necessidade de prazo maior opte pelo COMPROR ou VENDOR ou contrate a operação de empréstimos em capital de giro com baixo custo e longo prazo.
As contas da sua empresa não fecham ao final do mês e o empresário insiste em buscar novos recursos no sistema financeiro em vez de identificar o problema. Nesse momento basicamente só há duas saídas que são aumento do faturamento e redução das despesas.
Não ter um plano de negócios, planejamento financeiro/estratégico ou análise mercadológica, principalmente para médio e longo prazo, de forma que seja possível saber antecipadamente as necessidades de caixa futura.
Misturar as finanças da empresa com as pessoais. É preciso estabelecer um pró-labore para os sócios, semelhante aos funcionários e este valor deve ser transferido para sua conta corrente pessoal para cobrir suas despesas. Não confundir o pró-labore com o lucro da empresa porque o lucro deve ser reinvestido na empresa.
Contratar funcionário sem qualificação, familiar ou amigo, e não as pessoas adequadas para a empresa. É preciso estabelecer os pré-requisitos para cada cargo/função, e selecionar as pessoas com o melhor perfil/competências necessárias para que essas tragam resultado ao seu negócio.
Não estabelecer metas e prazos para as pessoas. Além de definir o que cada sócio/funcionário deve realizar, é preciso estabelecer uma data/hora para finalizar. O atraso de uma tarefa pode atrasar o recebimento de uma receita e prejudicar o fluxo de caixa da empresa.
Tomar decisões sem informações precisas, principalmente informações financeiras. É preciso ter um controle detalhado de todas as receitas, despesas fixas e variáveis e investimentos. É fundamental simular os impactos futuros de qualquer ação. Ex: Saber qual o custo operacional para definir o preço de venda dos produtos.
Contrair empréstimos para pagar as despesas operacionais sem ter um plano de recuperação/reestruturação. Se a empresa não consegue pagar as despesas operacionais com as receitas da operação, é preciso mudar/rever o plano do negócio. Não confundir despesas operacionais com investimentos.
Não tomar as decisões no momento em que é preciso, principalmente quando envolvem demissões, mudanças de procedimentos, aumento de atividades e controles, suspensão de operações, aumento no investimento, entre outras. Prorrogar a decisão só aumenta o tamanho das mudanças e dos impactos.
Perder o comando, a comunicação e o respeito das pessoas. Todos têm a sua devida importância para o perfeito funcionamento do organismo, mas algumas pessoas são e precisam exercer o papel do cérebro (decisão, planejamento, comando) e outras, dos órgãos e membros do corpo (operação, execução, controle).
Ter faturamento concentrado em poucos clientes e ou fornecimento concentrado em poucos fornecedores ou ficar dependente de funcionários. É preciso evitar esta dependência que traz riscos significativos para o negócio, elaborando planos de contingência para a falta/desistência destes.
Não se atualizar as mudanças de mercado e acreditar que sabe tudo, que não precisa de ajuda e que nunca enfrentará dificuldades. Buscar ajuda profissional para agregar valor à operação da empresa é uma realidade mundial e só valoriza sua capacidade de gestão e visão futurista do seu negócio.
Contrair uma dívida nova para pagar dívida antiga. Quando a conta não fechar no final do mês é porque há necessidade de rever despesas fixas/variáveis ou aumentar o faturamento com ações de vendas agressivas e nova atitude comercial com energia e vibração para conquistar novos clientes.
Realizar investimentos com aquisição de bens imobilizado com retorno duvidoso ou estimado no longo prazo com recursos de curto prazo com bancos e fornecedores ou amigos. Avalie a possibilidade de terceirizar tarefas em vez de mobilizar investimentos.
Manter estoques exagerados realizando compras de matéria prima com fornecedores cujo pagamento é quase sempre no curtíssimo prazo, quando sua capacidade de produção não necessitará daquele material de imediato. O ideal é trabalhar com estoques próximos de zero(sistema JUST IN TIME).

Autor: João Garcia 
Empresas de sucesso

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