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A Muralha da China um patrimônio da humanidade

Muralha da China uma das maiores construção do planeta e é declarada patrimônio da humanidade.
Muralha da China uma das maiores construção do planeta e é declarada patrimônio da humanidade
O poder e a grandeza da história imperial chinesa têm como símbolo uma construção monumental, declarada pela Unesco patrimonial cultural da humanidade, e que constitui um elemento inseparável da imagem que temos da China. Essa relíquia cultural é a Grande Muralha da China, que atravessa as montanhas chinesas e se estende do Deserto de Góbi, no noroeste do país, até as elevações próximas do Mar Amarelo, no nordeste.
A Grande Muralha manteve-se em pé durante séculos de incursões estrangeiras no território chinês. Hoje, no entanto, ela está ameaçada pelo descaso das autoridades e pelas obras da civilização moderna.

Uma obra para proteger o império 

A muralha começou a ser construída por volta de 220 a.C., a mando do rei Ch’in, o primeiro imperador. A obra aproveitou uma série de fortificações construídas pelos governos anteriores. A função da muralha era proteger a China das invasões dos povos do norte.
Os imperadores da dinastia Ch’in não deixaram relatos sobre as técnicas e o número de trabalhadores mobilizados na construção. No entanto, pelo estudo das características da obra, sabe-se que os muros eram levantados com grandes blocos de pedra, fixados um no outro com uma massa feita de barro. Acredita-se também que milhares de operários trabalharam na construção.

A muralha ao longo da história 

Após a morte do imperador Ch’in, as obras foram paralisadas. Elas foram retomadas ao longo dos séculos e finalizadas na dinastia Ming, no século XV da era cristã. No período Ming, a China viveu um grande desenvolvimento cultural e econômico, com destaque para o incremento da exportação de porcelana e seda para o Ocidente. Perto de Pequim, capital da China, os imperadores Ming mandaram construir um cemitério real, onde eles foram enterrados. Na estrada que levava a esse cemitério, colocaram grandes estátuas de guerreiros e animais, feitas para lembrar o poder do império e a bravura de seus soldados.
A riqueza da China motivou a retomada da construção. Os muros foram reforçados e ampliados, e introduziu-se pela primeira vez o uso de tijolos, produzidos nas olarias chinesas. Ao final da dinastia Ming, a Muralha estava com as características atuais: uma rede de fortificações com cerca de 7,000 quilômetros de extensão de uma altura média de 7,5 metros.
A grandiosidade da obra, porém impediu as invasões de mongóis, xiambeis e outros povos que ameaçaram o Império Chinês ao longo da história.

Muralha com muros e torres fortes

Além dos muros de defesa, a Grande Muralha da China compreende elementos como torres e fortes.
As torres de vigilância foram erguidas para os saldados chineses observarem os inimigos que se aproximavam. As sentinelas posicionadas em uma torre usavam bandeiras, sinais de fumaça e fogos para avisar os demais soldados. As torres atingiam até 12 metros de altura. Na sua base, havia aposentos para os soldados, estábulos e depósitos de provisões.
As fortalezas eram erguidas em posições estratégicas, como as passagens entre montanhas. Elas dispunham de escadas, para o cavalaria. As fortalezas funcionavam como uma espécie de base, que coordenava a ação dos exércitos chineses. Cada fortaleza dispunha de uma torre que atingia até 10 metros de altura e 5 metros de largura no topo. Nelas havia, em geral, grandes portões de madeira, que se abriam para os soldados reagirem ao ataque inimigo.
Os muros chegavam a quase 8 metros de altura, com uma largura de quase 7 metros na base e de 6 metros no topo. Eram feitos de tijolos, pedras, argila e outros materiais, segundo os recursos disponíveis em cada região.
Patrimônio da Humanidade 
Muralha com muros e torres fortes
Essa gigantesca fortaleza, que levou aproximadamente dois mil anos para ser construída e que foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO no dia 8 de dezembro de 1987, foi edificada por ordem do Imperador Qin, no século III a.C., durante a dinastia de mesmo nome, para defender seu reino contra os ataques de nômades xiongnu da Mongólia e Manchúria. Através dos séculos, os exércitos se alojaram ao longo da muralha para evitar invasões e fornecer uma primeira linha de defesa. Seu propósito era, principalmente, evitar que ladrões roubassem as propriedades e fugissem do país montados em cavalos velozes. A época na qual houve o maior impulso à realização da muralha foi no período da dinastia Ming (1368 a 1644). A última parte da construção data do século XVII.
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