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A população brasileira

Brasil oficialmente Republica Federativa do Brasil é o maior país da América do Sul e da região da América Latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados locais do mundo.

Inicio da formação da população brasileira com diversos povos imigrantes e escravos

A população brasileira
Quando observamos a população brasileira, percebemos diferenças físicas e culturais entre as pessoas. Essas diferenças resultam da mistura de diferentes povos: indígenas, africanos, europeus e asiáticos.
Muitos povos indígenas viveram no Brasil, antes da vinda dos portugueses e outros imigrantes, muitos povos indígenas habitavam o território brasileiro. Hoje, os indígenas constituem uma parte bastante pequena da população brasileira.
Os africanos foram trazidos ao Brasil no período da colonização, muitos negros africanos de diferentes povos foram trazidos na condição de escravos. Esses africanos deram uma grande contribuição para a formação da população brasileira.
Diversos povos imigrantes europeus e asiáticos contribuíram para a formação da população brasileira. Os primeiros imigrantes a chegar ao Brasil foram os portugueses.
Depois, em outros períodos, vieram italianos, alemães, russos, espanhóis, poloneses, sírios, libaneses, japoneses e outros.     

Crescimento da população Brasileira até 2015

O constante aumento populacional ocorrido no Brasil, a parti da década de 1960, intensificando-se nas últimas décadas, o pais ocupa hoje a quinta posição dos países mais populosos do planeta, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, índia e Indonésia.
O crescimento populacional de um certo território acontece através de dois fatores: a migração e o crescimento vegetativo, esse último é a relação entre as taxas de natalidade e as de mortalidade. Quando a taxa de natalidade é maior que a de mortalidade, tem um crescimento vegetativo positivo; caso contrário, o crescimento é negativo; e quando as duas taxas são equivalentes, o crescimento vegetativo é nulo.
O Brasil tem uma população de 204.450.649 habitantes, segundos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados são estimativas de população feitas com base no dia 1º de Julho de 2015.
O Estado mais populoso, São Paulo, tem 44,4 milhões de habitantes – 21,7% da população total do país. Já no Estado menos populoso, Roraima, vivem 505,6 mil pessoas – 0,2% da população total.
Além de São Paul, cinco Estados têm mais 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,86 milhões), Rio de Janeiro (16,55 milhões), Bahia (15,2 milhões), Rio Grande do Sul (11,24 milhões) e Paraná (11,16 milhões).
A lista das unidades da federação com mais de 5 milhões de pessoas traz outros Estados: Pernambuco (9,32 milhões), Ceará (8,9 milhões), Pará (8,17 milhões), Maranhão (6,9 milhões), Santa Catarina (6,81 milhões) e Goiás (6,61 milhões.
As demais unidades federativas têm as seguintes populações: Paraíba (3,97 milhões), Espírito Santo (3,92 milhões), Amazonas (3,93 milhões), Rio Grande do Norte (3,44 milhões) lagoas (3,34 milhões), Mato Grosso (3,26 milhões), Piauí (3,2 milhões), Distrito Federal (2,91 milhões) Mato Grosso do Sul (2,65 milhões), Sergipe (2,24 milhões), Rondônia (1,76 milhão e Tocantins (1,51 milhão).
Além de Roraima, outros dois Estados têm menos de 1 milhão de habitantes: Amapá (766,6 mil) Acre (803,5mil).
Com 12 milhões de pessoas a cidade de São Paul se mantém como a mais populosa do país e tem mais habitantes que 22 Estados e o Distrito Federal, a exceção São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia..
Já a menor cidade do pais é a maneira Serra da Saudade com 818 habitantes.

Religiões da População Brasileira 

A religião no Brasil é muito diversificada e caracteriza-se pelo sincretismo. A Constituição prevê a liberdade de religião e a igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado Laico. A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de intolerância, sendo a prática religiosa geralmente livre no país. Segundo o Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2005, elaborado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, a ‘’relação geralmente amigável entre religiões contribui para a liberdade religiosa’’ no Brasil. O Brasil é um país religiosamente diverso, com a tendência de mobilidade entre as religiões e o sincretismo religioso.
A população brasileira é majoritariamente cristã (87%), sendo uma maior parte católico-romana (64,4%). Herança da colonização portuguesa, o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado Laico. Também estão presentes os movimentos básicos do protestantismo: adventismo, batistas, evangelicalismo, luteranos, metodismo e presbiterianismo. No entanto, existem muitas outras denominações religiosas no Brasil, algumas dessas igrejas são: pentecostais, episcopais, restauracionistas, entre outras. Há mais de três milhões e meio de espíritas (ou kardecistas) que surgem a doutrina espírita, codificada por Allan Kardec. O animismo também é forte dividindo-se em candomblé, umbanda, esoterismo, santo daime e tradições indígenas. Existe também uma minoria de muçulmanos, budistas, judeus e neopagãos 8% da população (cerca de 15 milhões de pessoas) declarou-se em religião no último censo, podendo ser agnósticos, ateus ou deístas.
Nas últimas décadas, tem havido um grande aumento de igrejas neopentecostais, o que diminuiu o número de membros tanto da Igreja Católica quanto das religiões afro-brasileiras. Cerca de noventa por cento dos brasileiros declaram algum tipo de afiliação religiosa no último censo realizado.
O censo demográfico realizado em 2010, pelo IBGE, apontou a seguinte composição religiosa no Brasil: 64,6% dos brasileiros (cerca de 123 milhões) declaram-se católicos: 22,2% (cerca de 42,3 milhões) declaram-se protestantes (evangélicos tradicionais, pentecostais e neopemtecostais); 8,0% (cerca de 15,3 milhões) declaram-se irreligioso: ateus, agnósticos, ou testemunhas de Jeová; 0,3% (588 mil) declaram-se seguidores do animismo afro-brasileiro como o Candomblé, o Tambor-de-mina, além da Umbanda; 1,6% (3,1 milhões) declaram-se seguidores de outras religiões, tais como: os budistas (243 mil), os judeus (107 mil), os messiânicos (103 mil), os esotéricos (74 mil), os espiritualistas (62 mil), os islâmicos (35 mil) e os hoasqueiros (35 mil). Há ainda registros de pessoas que declaram-se baha’is e wiccanos, porém nunca foi revelado um número exato dos seguidores de tais religiões no país.

Idiomas da População Brasileira 

A língua oficial do Brasil é o português, que é falado por quase toda a população e é praticamente o único idioma usado nos meios de comunicação, nos negócios e para fins administrativos. O país é o único lusófono da América e o idioma tornou-se uma parte importante da identidade nacional brasileira. O português brasileiro teve o seu próprio desenvolvimento, influenciado por línguas ameríndias, africanas e por outros idiomas europeus. Como resultado, essa variante é um pouco diferente, principalmente na fonologia do português lusitano. Essas diferenças são comparáveis àquelas entre o inglês americano e o inglês britânico. Em 2008, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que inclui representantes de todos os países cujo português é o idioma oficial, chegou a um acordo sobre a padronização ortográfica da língua, como o objetivo de reduzir as diferenças entre as duas variantes. A todos os países da CPLP foi dado o prazo de 2009 até 2016 para se adaptarem às mudanças necessárias.
Idiomas minoritários são falados em todo o país. O censo de 2010 contabilizou 305 etnias indígenas no Brasil, que falam 274 línguas diferentes. Dos indígenas com cinco ou mais anos, 37,4% falavam uma língua indígena e 76,9% falavam português. Há também comunidades significativas de falantes do alemão (na maior parte o Hunsruckisch, um alto dialeto alemão) e italianas (principalmente o talian, de origem vêneta) no sul do país, os quais são influenciados pelo idioma português. Diversos municípios brasileiros cooficializaram outras línguas, como São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, onde ao nheengatu, tukano e baniwa, que são línguas ameríndias, foi concedido o estatuto cooficial com o português. Outros municípios, como Santa Maria de Jetibá (no Espírito Santo) e Pomerode (Santa Catarina) também cooficializaram outras línguas alcóctones, como o alemão e o pomerano. Os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul também possuem o talian como patrimônio linguístico oficial, enquanto o Espírito Santo, desde agosto de 2011, incluiu em sua constituição o pomerano, junto com o alemão, como seus patrimônios culturais.

Subdivisões do Brasil 

O Brasil é uma federação constituída pela união indissolúvel entre a União, 26 estados, um distrito federal e 5.570 municípios. Estes possuem personalidade jurídica de direito público interno sendo autônomos, ainda que não soberanos, entre si. Possuem, portanto, auto-administração, autogoverno e auto-organização, ou seja, elegem seus líderes e representantes políticos e administram seus negócios públicos sem interferência de outros municípios, estados ou da União. De modo a permitir a auto-administração, a Constituição Federal define quais atributos podem ser coletados por cada unidade da federação e como as verbas serão distribuídas entre eles. Estados e municípios, atendendo ao desejo de sua população expresso em plebiscitos, podem dividir-se ou se unir. Porém, não têm assegurado pela constituição o direito de se tornarem independentes.
Subdivisões Políticas Autônomas Históricas – o país já foi dividido em capitanias, províncias, sesmarias, freguesias, vilas, cidades, distritos, distritos de paz, comarcas, paróquias e dioceses.
Unidades Federativas – atualmente o Brasil é dividido política e administrativamente em 27 unidades federativas, sendo 26 estados e um distrito federal.
Municípios – Os municípios são as menores unidades políticas autônomas que compõem a Federação Brasileira. Possuem uma prefeitura, e alguns possuem subprefeituras.
Subdivisões Políticas Vinculadas 
Territórios Federais – os territórios federais não possuem autonomia, sendo vinculados à União. Apenas de estarem previstos na Constituição, atualmente não há nenhum exemplar desses.
Distritos Estaduais – os territórios estaduais também não gozam de autonomia, sendo vinculados a certo estado. Atualmente apenas o Distrito Estadual de Fernando de Noronha enquadra-se nessa categoria, sendo vinculado ao Estado de Pernambuco.
Antártida Brasileira – o Brasil sinaliza uma reivindicação territorial semioficial para uma região do continente antártico. Esta reivindicação foi primeiro formalizada por Therezinha de Castro, através da Teoria da Defrontação, a qual postula que os Estados defrontantes do Hemisfério Sul têm direitos sobre o continente antártico, através de meridianos compatíveis com seus respectivos marcos litorâneos a Leste e Oeste, até o Polo Sul.
Em 1986 o país estabeleceu uma base no continente que passou a ter o nome de ‘’Comandante Ferraz’’ e que serve para pesquisas científicas no continente. As instalações da base são capazes de abrigar 46 pessoas.

Divisões Administrativas Municipais 

Distritos - Os municípios podem dividir administrativamente seus territórios em distritos, podendo ainda criar subprefeituras para gerenciá-los.
Bairros - No Brasil, os Bairros são as áreas urbanas dos municípios, em que eles têm um papel de localização, sem função administrativa específica. Alguns municípios têm definição territorial definida quanto aos limites, enquanto que em outros, a divisão decorre apenas do uso popular.
Divisões Geográficas - Subdivisões sem personalidade jurídica, de caráter administrativo, estatístico, científico ou outro. Algumas são definidas por lei.
Regiões Geográficas - As unidades da federação são agrupadas em cinco regiões geográficas: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Essa divisão tem caráter legal e foi proposta, na sua primeira forma, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1969.
Além da proximidade territorial. O IBGE elevou em consideração apenas aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como ‘’regiões naturais do Brasil’’. As regiões, mesmo quando definidas por lei, não possuem personalidades jurídica própria, nem os cidadãos elegem representantes da região. Não há, portanto, qualquer tipo de autonomia política das regiões brasileiras como há em outros países.
Mesorregiões - Mesorregião é uma subdivisão dos estados brasileiros que congrega diversos municípios de uma área geográfica como similaridades econômicas e sociais. Foi criada pelo IBGE e é utilizada para fins estatísticos e não constitui, portanto, uma entidade política ou administrativa.
Microrregiões - Microrregião é de acordo com a Constituição brasileira de 1988, um agrupamento de municípios limítrofes. Sua finalidade é integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum, definidas por lei complementar estadual.
Entretanto, raras são as microrregiões assim definidas. Consequentemente, o termo é muito mais conhecido em função de uso prático pelo IBGE que, para fins estatísticos e com base em similaridades econômicas e sociais, divide os diversos estados da federação brasileira em microrregiões.
Divisões Geoeconômicas - Em 1967, o geógrafo Pedro Pinchas Geiger propôs a divisão regional do Brasil em três regiões geoeconômicas ou complexos regionais. Essa divisão tem por base as características histórico-econômicas do Brasil, ou seja, os aspectos da economia e da formação histórica e regional.
Divisões Hidrográficas
Divisão Hidrográfica do Brasil segundo o CNRH. 
As regiões hidrográficas do Brasil são as divisões hidrográficas do país definidas segundo o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). Até 2003, dividia-se o território brasileiro em sete regiões hidrográficas, mais com a Resolução nº 32, de 15 de outubro daquele ano, o Brasil passou a ser dividido em doze regiões. Diferentemente das bacias hidrográficas, que podem ultrapassar as fronteiras nacionais, as regiões hidrográficas, como são estabelecidas por legislação nacional, estão restritas ao espaço territorial das vinte e sete unidades federativas brasileiras. Para além das cincos regiões determinadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e das três geoeconômicas, elas são mais uma maneira de gerenciamento e planejamento do Brasil só que, nesse caso, com foco nos recursos hídricos e baseando-se nas bacias hidrográficas.
Zonas Econômicas Exclusivas - A zona econômica exclusiva do Brasil, também chamada de Amazônica ou águas territoriais brasileiras, é uma área de aproximadamente 3,5 milhões de quilômetros quadrados e poderá sem ampliada a 4,4 milhões em face da reivindicação brasileira perante a Comissão de Limites das Nações Unidas, que propões prolongar a plataforma continental do Brasil em novecentos mil quilômetros quadrados de solo subsolo marinhos que país explorar.
Outras subdivisões relevantes 
• Subdivisões dos estados do Brasil 
• Aglomerações urbanas do Brasil 
• Comunidades rurais do Brasil 
• Regiões metropolitanas do Brasil 
• Região fiscal 

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Referência: 
*"Crescimento da população brasileira"; Brasil Escola. http://brasilescola.uol.com.br/brasil/o-crescimento-da-populacao-brasileira.htm
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