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A importância da água e funções

A importância da água e funções: Para se ter uma ideia da importância da água para o nosso organismo basta uma informação: a água é a responsável por cerca de 70% do nosso peso corporal. Não é por acaso. A água, que não é considerada um alimento, possui inúmeras funções essenciais para o organismo. Confira algumas delas:
A importância da água
A água é o principal solvente do organismo, possibilitando a ocorrência das reações químicas; 
É pela água que são transportados os nutrientes, moléculas e outras substâncias orgânicas; 
É essencial em processos fisiológicos, desde a digestão até a absorção e exceção de substâncias; 
Atua como lubrificante nos processos de mastigação, deglutição, exceção e nas articulações entre outros; 
Auxilia na regulação da temperatura corporal; 
É necessária para o bom funcionamento dos rins, intestino e sistema circulatório; 
Mantém o equilíbrio dos líquidos corporais.
É por essas e outras razões que a água é tão importante para nós. Todos os alimentos contêm água, uns mais, outros menos. As melhores fontes de água são: a própria água, que deve ser tratada adequadamente; os alimentos líquidos, como leite, sucos e bebidas, e os alimentos sólidos como verduras, frutas e carnes.

A importância da Água para a vida 

A água é fundamental para o planeta. Nela, surgiram as primeiras formas de vida, e a partir dessas, originaram-se as formas terrestres, as quais somente conseguiram sobreviver na medida em que poderam desenvolver mecanismo fisiológicos que lhes permitiram retirar água do meio e retê-la em seus próprios organismos. A evolução dos seres vivos sempre foi dependente da água.
Existe uma falsa idéia de que os recursos hídricos são infinitos. Realmente há muita água no planeta, mas menos de 3% da agua do mundo é doce, da qual mais 99% apresenta-se congelada nas regiões polares ou em rios e lagos subterrâneos, o que dificulta sua utilização pelo homem.

Distribuição da Água da Terra 

Água Salgada 97%
Oceano e Mares 
Água Doce 3% 
Calotas polares e geleiras 75% 
Subsolo: entre 3.750m e 750m 13,7% 
Acima de 750m 10,7% Lagos 0,3% 
Rios 0,03% 
Solo/umidade 0,06% 
Atmosfera/vapor d’água 0,035%
A água é o mais critico e importante elemento para a vida humana. Compõe de 60 a 70% do nosso peso corporal, regula a nossa temperatura interna e é essencial para todas as funções orgânicas.
Em média, no mínimo, nosso organismo precisa de 4 litros de água por dia. Além disso a água também é usada na preparação de mamadeiras, de comidas e sucos. Por isso temos que garantir uma água segura, com qualidade, pura e cristalina.

A água é o principal componente do corpo humano

A importância da água e funções
A água é a chave para todas as funções orgânicas: 
Sistema circulatório; 
Sistema de absorção; 
Sistema digestivo; 
Sistema de evacuação; 
Temperatura do corpo.

De onde vem a Água 

Para entender de onde vem a água é preciso relembrar os estados em que ela se encontra. Existe água no estado gasoso na atmosfera, proveniente da evaporação de todas as superfícies úmidas – mares, rios e lagos; em estado líquido, nos grandes depósitos, o planeta, oceanos e mares (água salgada), rios e lagos (água doce) e no subsolo, constituindo os chamados lençóis fréticos; e em estado sólido, nas regiões frias do planeta.
Da atmosfera, a água se precipita em estado líquido, como chuva, orvalho ou nevoeiro, ou em estado sólido, como neve ou granizo.
Todas estas formas de água são intercambiáveis e representam o “Ciclo Hidrológico”.
Desde a sua criação, o homem tem tido a sua disposição um sistema natural de purificação de água chamado ciclo hidrológico.
O ciclo hidrológico nada mais é do que um gigantesco sistema natural de purificação da água, que recita e purifica constantemente; um processo pelo qual a água que está na atmosfera na forma de evapora e assim sucessivamente.
Contudo, por volta de 30% da água precipitada não volta a evaporar, ficando estocada na terra de duas maneiras:
Uma parte se infiltra na terra e é estocada em bolsas chamadas de Aquíferos.
Outra parte é estocada em lagos, riachos, rios, oceanos e mares, como água de superfície. Até 25% da água que cai é retirada para formação de matéria orgânica de que se constituem os seres vivos. O restante atinge os mares, caindo diretamente neles ou a eles chegando através de cursos de água.
Devemos lembrar que, no caso das cidades, o ciclo natural da água é modificado pela impermeabilidade do solo, a falta de áreas verdes e o excesso de construções.

Formas de utilização da Água 

A utilização da água pelo homem depende da captação, tratamento e distribuição e também, quando necessário, da depuração da água utilizada.
Domestico: como bebidas; fins culinários, higiene pessoal, lavagens diversas na habitação, lavagem de carros; irrigação de jardins e pequenas hortas particulares; criação de animais domésticos, etc.
Público: escolas, hospitais e demais prédios ou estabelecimentos, irrigação de parques e jardins públicos; lavagem de ruas e demais logradouros públicos, fontes ornamentais e chafarizes, combate a incêndio, navegação.
Industrial: indústria onde a água é utilizada como matéria prima (indústrias alimentícias e farmacêuticas, gelo, etc). Indústrias onde a água é utilizada para refrigeração (por exemplo, metalúrgica); água é usada para fabricação de vapor (caldeiraria), etc.
Recreacional: piscinas, higiene pessoal, lagos, rios, etc. Agrícola e pecuário: irrigação, lavagem de instalações maquinário e utensílios, bebidas de animais, etc.
Comercial: escritórios, armazéns oficinas, restaurantes, lanchonetes, bares, sorveterias, etc.
Energia elétrica: uso em derivação das águas do seu curso natural, gerando energia. Transferência de bacias: sistema de inter-relações de uso e descartes da água entre municípios.

Qual a forma de tratamento da Água 

Felizmente, nosso conhecimento sobre natureza da água avançado rapidamente. Os problemas mais frequentes têm sido estudados intensamente e atualmente, conhecemos os sintomas, as causas e as soluções para os problemas da água. Para garantia da população, a água é tratada nas estações de tratamento de água, através de processos diversos, como veremos a seguir.
Numa Estação de Tratamento (ETA), a água é coletada dos mananciais se transformando em um produto potável, pronto para ser consumido sem riscos à saúde. No processo são utilizados equipamentos especiais e reagentes químicos próprios para remoer as impurezas. Basicamente, o tratamento consta das seguintes fases: Decantação, Filtração e Cloração.
Inicialmente a água é levada para tanques de decantação, onde é misturada com alúmem e hidróxido de cálcio e fica repouso várias horas. Quando sai dos tanques de decantação, a água já está livre da sujeira mais grossa. Em seguida, passa por filtros de cascalho areia e carvão.
Ao sair dos filtros, a água já parece completamente limpa, mas ainda não é potável, pois contém muito micróbios, que podem causar doenças. Para matar os micróbios, mistura-se à água uma substância gasosa chamada cloro. Depois de clorada a água pode finalmente ser usada sem perigo à saúde. Em algumas estações, o cloro é adicionado antes que a água passe pelos filtros. Além desses três processos, também se adiciona flúor com a finalidade de fortalecer os dentes e evitar a incidência de cáries. Sua utilização difundiu-se apesar da oposição de algumas autoridade sanitárias (o mesmo deu origem às pastas de dente com flúor).

Doenças provocadas pela Água contaminada 

Água contaminada
A água que abastece uma cidade, se não for tratada, pode torna-se um importante veículo de transmissão de doenças. O controle da qualidade é uma medida que visa principalmente garantir a saúde da população e deve ser exercida nos meios urbanos e rurais.
Principais doenças transmitidas diretamente da água
Cólera: (Víbrio Cholera 01) Diarréia abundante, vômitos ocasionais, rápida desidratação, acidose, cãimbras musculares e colapso respiratório.
Amebíase: (Entamoeba Histolytica) Disenteria aguda com febre, calafrios e diarréia sanguinolenta.
Gastro-enterite viral: (Rota Vírus) Diarréia, vômitos, levando à desidratação grave.
Hepatite: (Vírus de Hepatite A) Febre, mal-estar geral, falta de apetite, Icterícia.
Desinteria Bacilar: (Bactéria Shigella) Fezes com sangue e pus, vômitos e cólicas.
Doenças causadas por ingestão de água contaminada ou precariamente tratada:
Poliomelite: (Ascaridíase) Febre Paratifóide e febre. 
Tifoide: Doenças Respiratórias.

Saneamento Básico e qualidade de vida

A expressão Saneamento básico é reconhecida no Brasil, no estágio atual, como parte do saneamento do meio que trata de problemas de abastecimentos de água, coleta e disposição dos esgotos sanitários, incluindo os resíduos líquidos, controle da poluição provocada por esses esgotos, drenagem urbana (água pluviais) e acondicionamento, coleta, transporte e destino dos resíduos sólidos.
A organização Mundial da Saúde (OMS) define saneamento como controle de fatores que atuam sobre o meio ambiente e que exercem ou podem exercer efeitos prejudicais ao bem estar físico, mental ou social do Homem. Portanto, o objetivo final do saneamento é a promoção da saúde, um direito fundamental de todos os seres humanos.
Ter serviço de saneamento é um direito assegurado pela Constituição Federal; porem, o último censo do IBGE revela que cerca de ¼ das residências do pais não conta com serviço básico é a causa de 80% das doenças e de 65% das internações hospitalares no Brasil, cujos gastos anuais com doenças e de 65% das internações hospitalares no Brasil, cujos gastos anuais com doentes por estas causas são da ordem de U$$ 2,5 bilhões, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Segundo dados do Sistema Único de Saúde, a cada R$ 1,00 investidos em saneamentos, as cidades economizam R$ 5,00 em medicina curativa da rede de hospitais e ambulatórios públicos.
A pobreza, combinada com baixos índices de saneamentos básicos, é responsável pela morte de uma criança a cada dez segundos. (PNSB-IBGE).

Importância biológica 

A água é de fundamental importância para todos os seres vivos na natureza. Estes fator reside na sua capacidade de mediar reações bioquímicas tanto no interior quanto entre as células dos organismo. Muitas das características não usuais da água são essenciais para a evolução da vida na Terra, a começar por sua capacidade de atuar como solvente para inúmeras substâncias. De fato a abundância e as temperaturas elevadas de fusão e ebulição permitiram o surgimento de grandes oceanos na Terra primitiva onde a vida teve origem. A elevada capacidade térmica da água e sua maior densidade em relação ao gelo contribuíram para que as primeiras formas de vida conseguissem evoluir apesar das constantes mudanças climáticas e cataclísmicas pelas quais o planeta passou ao longo de sua história. Isto porque em um oceano ou lago a água congela de cima para baixo, o que frequentemente permite a sobrevivência dos seres aquáticos sob o gelo. Embora as plantas e posteriormente animais evoluíram para a vida terrestre, sua dependência com a água jamais foi quebrada.
A fotossíntese depende das moléculas de água para sua ocorrência, uma vez que, por meio da hidrólise, as moléculas são quebradas por ação da luz e se recombinam com gás carbônico para forma a glicose, composto rico em energia, necessários à sobrevivência da planta. A respiração, por outro lado, tem a água como um de seus produtos resultantes.

Formas da água 

A água pode assumir várias formas. O estado sólido da água é comumente conhecido como gelo (mas também existem muitas outras formas; veja sólido amorfo e gelo amorfo); o estado gasoso é conhecido como vapor d’água, e a fase líquida comum é geralmente chamada simplesmente de água. Acima de certa temperatura e pressão crítica (647 k e 22,064 Mpa), as moléculas de água assumem uma condição supercritica, em que aglomerados líquidos flutuam numa fase de vapor.
A água pesada é a água cujo hidrogênio é substituído pelo isótopo mais pesado, o deutério. A água pesada é quimicamente quase igual à água normal. É usada na indústria nuclear para desaceleração de nêutrons.

Os diversos tipos de água 

Ao contrário do que muita gente pensa, não existe apenas um tipo de água na natureza. Podemos encontrar na natureza águas de todo tipo: próprias e impróprias para o consumo, contaminadas, com propriedades terapêuticas, etc.
Principais tipos 
Água salobra: é uma água de aparência turva. Possui grandes quantidades de sal ou outra substância dissolvida. Não pode ser consumida pelo ser humano. É muito encontrada em regiões de mangue (áreas alagadas próximas ao litoral).
Água doce: é a água que encontramos em rios lagos, riachos, etc. Possui baixa quantidade de minerais e algumas impurezas (caso esteja contaminada). É uma água de cor marrom, pois possui também grande quantidade de terra dissolvida. Para ser consumida precisa passar por processo de tratamento específico. Quando está limpa, costuma abrigar grandes quantidades de peixes. O Brasil é um país rico em água doce graças a grande quantidade de rios.
Água destilada: água com altas concentrações de hidrogênio e oxigênio. É produzida de forma artificial em indústrias pelo processo de destilação. Na natureza, ela se forma durante o processo de chuva. É uma água muito usada em baterias de automóveis ou como reagente industrial. Não pode ser consumida.
Água poluída: é um tipo de água misturada com algum poluente. Neste caso, a água perde seu cheiro e cor natural, ficando imprópria para o consumo.
Água contaminada: geralmente presente em rios e lagos que recebem esgotos ou resíduos industriais. Não pode ser consumida, pois apresenta microrganismos que transmitem doenças ou produtos químicos que prejudicam a saúde humana. Geralmente encontramos baixa existência de vida animal neste tipo de água.
Água salgada: é a conhecida água do mar. Possui grande de sais, principalmente o famoso sal de cozinha (cloreto de sódio). Não pode ser consumida pelo ser humano.
Água mineral: água que possui grande quantidade de minerais oriundos da natureza. Algumas destas águas possuem propriedades terapêuticas. Alguns tipos de água minerais são próprias para o consumo, tanto que são envasadas e vendidas por empresas.
Água potável: Água potável é a água para consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam ao padrão de potabilidade e que não ofereça riscos à saúde. Ela pode ser oferecida à população urbana ou rural com ou sem tratamento prévio dependendo da origem do manancial. O tratamento de água visa reduzir a concentração de poluentes até o ponto em que não apresentem riscos para a saúde pública.

Poluição da água 

Poluição da água é a contaminação de água por elementos que podem ser nocivos ou prejudicais ao organismo.
A água é poluída por um grande ramo de produtos, podendo ser dividida pelas suas diversas características:
A poluição, onde o foco de poluição facilmente identificável como emissora de poluentes, como no caso de água residuais, industriais, mistos ou de minas. Como poluição difusa, onde não existe propriedade um foco definido de poluição, sendo a origem difusa, tal como acontece nas drenagens agrícolas, água pluviais de lixeiras.

A natureza bipolar da água 

Uma propriedade importante da água é a sua natureza polar. A molécula de água tem uma forma angular, com os átomos de hidrogênio nas extremidades e o de oxigênio no vértice. Como um átomo de oxigênio tem uma eletronegatividade maior que a do hidrogênio, o lado da molécula com átomo do oxigênio tem uma carga parcial negativa. Uma molécula com esse tipo der diferença de cargas é chama de dipolo. A diferença entre as cargas faz com que as moléculas de água sejam atraídas umas pelas outras (as áreas relativamente positivas sendo atraídas pelas áreas relativamente negativas) e por outras moléculas polares. Essa atração é conhecida como ligação de hidrogênio, e explica muitas das propriedades da água. Outras moléculas também apresentam diferenças de eletronegatividade entre seus átomos, mas, no caso do dióxido de carbono. Essa característica da água pode ser vista ao se aproximar uma fonte de eletricidade de um filete de água: ele se curva em direção à fonte de eletricidade.
Apesar das ligações hidrogênio serem atrações relativamente fracas se comparadas às ligações covalentes da molécula de água, elas são responsáveis por várias das propriedades físicas da água. Duas dessas propriedades são os pontos de fusão e de ebulição relativamente altos da água; mais calor é necessário para quebrar as ligações de hidrogênio entre as moléculas. Um composto similar e hidrogênio, o sulfeto de hidrogênio (H2S), que tem ligações de hidrogênio muito mais fracas, é um gás à temperatura ambiente, mesmo tendo duas vezes a massa molecular da água. As ligações mais fortes entre as moléculas de água também são responsáveis pelo grande calor específico, o que faz dela um bom meio de armazenamento de calor.
As ligações de hidrogênio também são a causa do comportamento incomum da água em congelamento. Quando a água resfriada até o próximo do ponto de fusão, a presença das ligações leva as moléculas, que se reorganizam à medida que perdem energia, a formarem a estrutura cristalina hexagonal do gelo, que tem uma densidade menor: por isso o gelo flutua na água. Em outras palavras, a água se expande ao congelar, ao passo que quase todos os outros materiais se contraem na solidificação.
Uma consequência interessante da forma sólida ser menos densa que a líquida é que o gelo derrete se submetido a pressão suficiente. À medida que a pressão aumenta, baixa o ponto de fusão e, logo que o ponto de fusão se torna menor que a temperatura ambiente, o gelo começa a derreter. Mas é necessária uma pressão significativa para baixar o ponto de fusão.

A água como Solvente 

Também devido à sua polaridade, a água é um bom solvente. Substâncias que se misturam bem e se dissolvem na água (por exemplo, os sais) são conhecidas como substância hidrofílicas, ao passo que as que não se misturam bem em água (por exemplo, gorduras e óleos) são chamadas hidrofóbicas. A capacidade de uma substância se dissolver em água depende de ela poder ou não igualar ou superar as grandes forças atrativas que as moléculas de água exercem sobre as outras. Se uma substância tiver propriedades que impeçam de superar essas grandes forças intermoleculares, suas moléculas são ‘’expulsas’’ da água, e não se dissolvem. Ao contrário do que normalmente se acredita, a água e as substâncias hidrofóbicas não se ‘’repelem’’, e a hidratação de uma superfície hidrofóbica é favorável energeticamente, mas não entropicamente.
Quando um composto iônico ou polar entra em contato a água, é rodeado por moléculas de água (hidratação). O tamanho relativamente pequeno das moléculas de água tipicamente permite que muitas delas rodeiem uma única molécula de soluto. As extremidades parcialmente negativas do dipolo da água são atraídas pelos componentes positivamente carregados do soluto, e vice-versa com as extremidades positivas.
Em geral, substâncias iônicas e polares como ácido, álcoois e sais relativamente solúveis em água, e substância apolares como gorduras e óleos, não. Moléculas apolares permanecem juntas na água porque é energeticamente mais favorável para as moléculas de água ligar-se umas às outras ligações de hidrogênio que se envolverem em interações de van der Waals como as moléculas apolares.
Um exemplo de soluto iônico é o sal de cozinha; o cloreto de sódio, NaCl, se separa em cátions Na+ e ânions Cl-, cada um rodeado por moléculas de água. Os íons são então facilmente separados de sua rede cristalina. Um exemplo de soluto não-iônico e o açúcar comum. Os dipolos da água criam ligações de hidrogênio com as regiões polares da molécula de açúcar (grupos OH) e lhe permitem ser misturada na solução.

A Natureza Anfótera da Água

Quimicamente, a água é anfótera – isto é, pode agir tanto como ácido quanto como base. Ocasionalmente, o termo ácido hidróxico é usado a água atua como ácido atua reação química. Em ph 7 (meio neutro), a concentração de íons hidróxido (OH-) é igual à dois íons hidrônio (H3, 0+) hidrogênio (H+). Se esse equilíbrio for perturbado, a solução pode se tornar ácida (maior concentração de íons hidrônio) ou básica (maior concentração de íons hidróxido).
De acordo com o sistema de Bronsted-Lowry, um ácido é definido como uma espécie química que perde um próton (um íon H+) numa reação, e uma base, como espécie que recebe um próton. Ao reagir como um ácido mais forte, a água atua como base; ao reagir como uma base mais forte, atua como ácido. Por exemplo, ela recebe um íon H+ do ácido clorídrico.
HCl + H2O > H3O+ + Cl-. Nesta, à água atua como base, recebendo um íon H+.
Na reação com a amônia, NH3, a água perde um íon H+, atuando, pois, como ácido: NH3 + H2O > NH4+ OH-.

Acidez na Natureza 

Em teoria, a água pura tem um pH de 7 a (25 ºC (298 K). A água exposta ao ar por qualquer quantidade de tempo rapidamente dissolverá dióxido de carbono, formando um solução de ácido carbônico, com um Ph limite de 5,7 unidades, diminuindo portanto o Ph, deixando a água, portanto, mas ácida. Quando gotícula se formam nas nuvens e gotas caem na chuva, quantidades pequenas do CO2 são absorvidas e, portanto, a maior parte da chuva é levemente ácida. Se grandes quantidades de óxidos de nitrogênio e de enxofre estiverem presentes no ar, eles também se dissolverão nas nuvens e nas gotas de chuva, causando problemas mais sérios, conhecidos como chuva ácida.

Ligações de Hidrogênio na Água 

Uma molécula de água pode formar, no máximo, quatro ligações de hidrogênio porque pode receber dois hidrogênios e perde dois. Outras moléculas, como fluoreto de hidrogênio, a amônia e o metanol, também formam ligações de hidrogênio, mas não apresentam os comportamentos anômalos de propriedades termodinâmicas, cinéticas ou estruturais que se observam na água. A resposta para aparente diferença entre a água e os demais líquidos que formam ligações de hidrogênio é que, com a exceção da água, nenhuma das moléculas que formaram ligações de hidrogênio pode formam quatro ligações por não poderem perder ou receber hidrogênios ou devido a efeitos estéricos em resíduos volumosos. Na água, uma ordem tetraédrica devida às quatro ligações de hidrogênio leva uma estrutura aberta e a uma rede de ligações tridimensional, que contrasta com as estruturas mais unidades de líquidos simples. Há uma grande semelhança entre a água e a sílica em seu comportamento anômalo, apesar de a água ser um líquido que tem uma rede de ligações de hidrogênio e a sílica ter uma rede covalente com um ponto de fusão muito alto. Uma razão pela qual a água é apropriada para a vida é a de que suas propriedades únicas aparecem num regime de temperatura compatível com processos biológicos diversos, como a hidratação.
Acredita-se que as ligações de hidrogênio na água se devem em grande parte a forças eletrostática e alguma parcela de covalência. A natureza parcialmente covalente das ligações de hidrogênio, prevista por Linus Pauling na década de 1930, ainda não foi provada conclusivamente por experimentos e cálculos teóricos.

Propriedades Quânticas da Água Molecular 

Apesar de a fórmula molecular da água ser geralmente considerada um resultado estável pela termodinâmica molecular, trabalhos recentes iniciados em 1995 mostraram que, em certas escalas, a água pode ser comportar mais como H3/2 O que como H2O no nível quântico. Esse resultado pode ter ramificações significativas no que tange às ligações de hidrogênio em sistemas biológicos, químicos e físicos. O experimento mostra que, quando se chocam com a água, nêutrons e elétrons se espalham de uma maneira que indica que são afetados numa razão de 1,5/1 do hidrogênio para oxigênio, respectivamente. Entretanto, a escala de tempo dessa resposta só é observada na região de atossegundos (10-18s) e, assim, ela só é relevante em sistemas cinéticos e dinâmicos altamente resolvidos.

Água Pesada e Isotopógos da Água 

O hidrogênio tem três isótopos. O mais comum, presente em mais de 95% do total de água, tem próton e nenhum nêutron. Um segundo isótopo, o deutério (Abreviado ‘’D’’), tem um próton e um nêutron. A água com deutério, D20, também é conhecida como água pesada e é usada em reatores nucleares como moderador de neutros. O terceiro isótopo, o trítio (abreviado ‘’T’’ ), tem uma próton e dois nêutrons e é radioativo, com uma meia-vida de 12,32 anos. A água com trítio, T2O, ocorre na natureza apenas em diminutas quantidades, sendo produzida primariamente em reações nucleares causadas por raios cósmicos na atmosfera. D2O é estável, em difere da H2O por ser mais densa – daí o termo ‘’água pesada’’ – e por outras tantas propriedades físicas ligeiramente diferentes da ‘’água leve’’ comum, com 1H.D2O ocorre naturalmente na água comum na água comum em concentrações muito baixas. O consumo de D2O pura isolada pode afetar processos bioquímicos – a ingestão de grandes quantidades prejudica o funcionamento dos rins e do sistema nervoso central. Entretanto, deve-se consumir uma quantidade muito grande de água pesada para que surja algum nível de toxicidade, e quantidades menores podem ser consumidas sem nenhum efeito danoso.

Ciclo Hidrológico da Água 

O ciclo da água, conhecido cientificamente como o ciclo hidrológico, refere-se à troca continua da água na hidrosfera, entre a atmosfera, a água do solo, águas superficiais, subterrâneas e das plantas. A ciência que estuda hidrológico é a hidrologia.
Evaporação dos oceanos e outros corpos d’água (rios, lagos e lagunas) no ar e a evapotransipiração das plantas terrestres e animais para o ar.
Precipitação, pela condensação do vapor de água do ar e caindo diretamente na terra ou no mar.
Escoamento superficial sobre a terra, geralmente atingem o mar.
A maior parte do vapor de água sobre os oceanos retorna aos oceanos, mas os ventos transportam o vapor de água para a terra com a mesma taxa de escoamento para o mar, a cerca de 36Tt por ano. Sobre a terra, evaporação e transpiração contribuem com outros 71 Tt de água por ano. A chuva, com uma taxa de 107 Tt por pano sobre a terra, tem várias formas: mais comumente chuva, neve e granizo, com alguma contribuição em nevoeiros e orvalho. A água condensada no ar também pode refratar a luz solar para produzir um arco-íris. A determinação dos fluxos entre os diversos componentes do ciclo hidrológico e o objeto da modelação hidrológica.
A água é a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso) na natureza. A coexistência destes três estados implica que existiam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é designado por ciclo hidrológico.
A água da evapora-transpiração (nome científico dado ao vapor de água obtido da transpiração e da evaporação) atinge um certo nível da atmosfera em que ele se condensa, formando gotículas que permanecem em suspensão na atmosfera (nuvens). Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se , ou seja, chove. A chuva pode seguir dos caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lado ou oceano, onde o ciclo continua.

Memória da Água

Em homeopatia, memória da água refere-se à suposta capacidade da água reter propriedades de substâncias que nela estiveram diluídas, mas não encontram-se mais ali. A teoria foi publicada pelo imunologista Jacques Benveniste na revista científica Nature em 1988. Este suposto efeito seria obtido por meio da dinamização, um processo em que as substâncias diluídas em água são agitadas vigorosamente (sucussão), utilizando técnica descrita em Farmacopeias para transferir a energia das substâncias para a água.
A pesquisa publicada na Nature foi feita utilizando soluções diluídas dos anticorpos IgE e verificando se essas teriam o mesmo efeito de uma solução não diluída dos mesmos anticorpos sobre os basófilos. A equipe de Jacques Benveniste observou os mesmos efeitos, mas tais resultados foram depois contestados pelos editores da revista devido à falta de reprodutibilidade, um princípio básico da ciência.

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso - A importância da água e funções. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/05/a-importancia-da-agua-e-funcoes.html

Referências e Bibliografia 
1* O básico da água - CUNO University – 1997 
2* Yeung-Laiwah, A. C., Patel, K. R., Seenan, A. K., Galloway, E. & McCulloch, W. Clin. Allergy 14, 571−579 (1984). 
3* DAVENAS, E.; F. Beauvais, J. Amara, M. Oberbaum, B. Robinzon, A. Miadonnai, A. Tedeschi, B. Pomeranz, P. Fortner, P. Belon, J. Sainte-Laudy, B. Poitevin, J. Benveniste. (1988). "Human basophil degranulation triggered by very dilute antiserum against IgE"
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