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Babilônia

A Bíblia refere o termo Babilônia também duzentas e oitenta vezes, e muitas dessas citações dizem reverência à futura cidade de Babilônia que será erguida na areia fina do atualizado deserto.
O que significa Babilônia
Na verdade, em seguida de Jerusalém, Babilônia é a cidade mais mencionada em toda a Bíblia. Contudo qual será seu destino profético? Para abrangermos esse contexto de caráter adequada, devemos iniciar a nossa viagem descobrindo o incidido da Babilônia, já que os acontecimentos catalogados ao seu nascimento apresentam auxílio na explicação de seu papel posterior.

O Passado de Babilônia

A velha cidade de Babilônia começou em seguida após o Dilúvio e representa a demonstração da rebeldia direta do homem contra Deus e contra a Sua ordem:  Babel foi a primeira experiência de unificação da humanidade para originar um curto-circuito no desígnio de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi arremessada expressamente para abortar o plano de Deus referente à humanidade. As pessoas buscavam unidade e domínio, e Babel precisaria ser a sede governamental desse domínio. Babilônia, a cidade feita por homens, que tenta se abranger até o céu, foi erguida em direta aversão ao plano de Deus.
Babel foi a primeira experiência de unificação da humanidade para ocasionar um curto-circuito no propósito de Deus.
A Babilônia permanecia igualmente em primeiro plano no sexto século antes de Cristo quando Deus mandou o Reino do Sul de Israel (Judá) para os setenta anos de escravidão. Foi nessa era que Daniel ganhou de Deus muitas de suas visões proféticas. Nessas revelações, a Babilônia foi o primeiro dos quatro amplos impérios que se ergueram durante os “tempos dos gentios” (Dn 2 e 7). A história mostrar que a Babilônia suportou um declínio até o segundo século depois de Cristo, quando permaneceu desabitada. Essa cidade soterrada sob as areias do tempo durante os últimos mil e setecentos anos restaurou sua elevação no século ocorrido. Acredite mais um pouco e você verá a Babilônia tornando-se uma força religiosa, comercial e politicamente dominadora no mundo, pois os capítulos 17 e 18 de Apocalipse profetizam sua extermínio, mas, para ser a cidade que essas profecias cogitam, Babilônia deve ser restaurada em grande escala, regressando a ser quando nos dias de Nabucodonosor.

O Futuro de Babilônia

Quão intensamente a Babilônia exerceu um importante papel no passado, ainda já está agendado por Deus – segundo foi declarado na profecia – que ela preencherá um papel central no futuro. Ela se virará, provavelmente, a capital do Anticristo durante os posteriores sete anos de tribulação, conforme retratado na série de ficção Largados para Trás de Tim LaHaye e Jerry Jenkins.
A Babilônia foi a cidade mais admirável do mundo por quase 2000 anos, e a Bíblia nos diz que será reerguida e alocada no palco mundial do fim dos tempos para simular um papel de destaque (Ap 14.8; Ap 16.19; Ap 17 e Ap 18). A profecia referente ao final dos tempos determina que a Babilônia seja restaurada e se contorne uma cidade extraordinária aos interesses mundiais durante a Tribulação. O texto de Isaías 13.19 diz: “Babilônia, a jóia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as decompôs”. 
O Dr. Arnold Fruchtenbaum declara:
As profecias sugestivas à cidade de Babilônia nunca se cumpriram no passado, o que alguma enciclopédia pode testemunha. Para que as profecias bíblicas se cumpram, é indispensável que a cidade de Babilônia seja recuperada na mesma área de antigamente. A antiga Babilônia é o atual Iraque.
Para que as profecias bíblicas se cumpram, é necessário que a cidade de Babilônia seja reconstruída na própria área de outrora. A velha Babilônia é o atual Iraque.
A Babilônia tem um enorme papel na história prometida, mas será inteiramente destruída num determinado período ainda por vir.
Em Apocalipse 17-18 Babilônia é mencionada como sendo a fonte da religião, do governo, e da economia ímpios. Juntos os aspectos injustos da sociedade do fim dos tempos são, afinal, derivados de uma fonte babilônica. O apropriado caráter de Babilônia é declarado a João em Apocalipse 17.5 como um mistério assim descrito:

“Babilônia, a ampla, Mãe das meretrizes e das abominações do mundo".

Porque a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde surge o falso cristianismo de nossos dias e, tranquilamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão afluir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação.
Em Apocalipse 17 João descreve a visão em duas partes. A primeira parte fala de uma mulher identificada como Babilônia. Representa uma cidade de extraordinária riqueza que dominar – “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.15). Ela é literalmente a cidade de Babilônia recuperada.
Esses povos, multidões, nações e línguas vão prosseguir sua tarefa de enganar, mas sofrerão o juízo de Deus durante e no final da Tribulação. Descobrimos o mesmo sugestão sobre Babilônia e a descrição de um destino idêntico em Apocalipse 18 referindo-se à Babilônia comercial.

Uma Babilônia Literal

Ao extenso da história da Igreja, grande parte dos intérpretes da Bíblia falava que essa Babilônia fosse um tipo de palavra-código indicativa a alguma entidade como o Império Romano, o catolicismo romano, o cristianismo apóstata ou mesmo os Estados Unidos ou a Inglaterra. Contudo, creio que, assim como o termo “Israel” na Bíblia continuamente se refere a Israel, o termo “Babilônia” sempre cita à Babilônia.
Em primeiro lugar, creio que o livro de Apocalipse é uma ampla estação central para onde tendem todas as profecias bíblicas sugestivas ao futuro. O Dr. Fruchtenbaum explica esse fato da seguinte maneira:
As profecias do Antigo Testamento estão minadas pelos livros de Moisés, de vários profetas e pelos livros históricos. Seria impraticável desenvolver qualquer continuação cronológica dos eventos citados nessas profecias. O valor do livro de Apocalipse não está no fato de dar novas informações, mas em coordenar as profecias do Antigo Testamento em sequência cronológica, aprovando originar a ordem dos eventos.
Quando se examina o que Deus revela acerca da Babilônia no livro de Apocalipse, com obviedade vemos que essas profecias não se cumpriram em casos passados e, portanto, terão seu realização em eventos futuros. Os capítulos 17 e 18 de Apocalipse, que falam sobre a Babilônia, fazem muitas referências a ela citando profecias do Antigo Testamento como Isaías 13 e 14, Jeremias 50 e 51 e Zacarias 5.5-11. A única interpretação aceitável para um literalista é que as menções são à “Babilônia às margens do Eufrates”. O Dr. Robert Thomas prossegue, pronunciando:
...no dia vindouro, predito nas páginas dessa profecia, essa cidade se contornará o foco central de todo o sistema religioso que se opõe decisivamente à verdade da fé cristã. O sistema religioso florescerá durante algum tempo, desempenhando influência sobre as instituições comerciais e políticas de sua época, até que a Besta e os dez reis determinem que esse sistema já não tem qualquer conveniência para seus propósitos. Eles, então, o demolirão.
A Babilônia de Apocalipse é rigorosa e, as profecias a seu respeito hão de se cumprir literalmente no futuro, quem sabe em um futuro próximo.
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