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Como surgiu a historia em quadrinhos da turma da monica

Mônica é uma personagem fictícia de histórias em quadrinhos brasileira, criado por Mauricio de Sousa em 1963 nas tiras de jornais de Cebolinha. Originalmente como coadjuvante, Mônica logo se tornou a principal personagem de Maurício junto com Cebolinha e passou a estrelar sua própria revista em 1970 publicada primeiro pela Editora Abril e atualmente pela Editora Panini. Os personagens de Mauricio de Sousa passaram a ser chamados de Turma da Mônica, tendo-lhe como protagonista na maioria das obras dos Estúdios Mauricio de Sousa.
Em 2008 foi criado um spin-off baseado no estilo dos quadrinhos japoneses, intitulado Turma da Mônica Jovem, com os personagens já adolescentes.
Em 2015, a linha passou por uma reformulação, a Panini reiniciou a numeração das revistas e passou a creditar autores em algumas histórias (algo que acontecei apenas em publicações especiais), além disso, cada edição passou a trazer um QR Code que permite a acesso a conteúdos exclusivos em plataformas virtuais.
Atualmente a Turma da Mônica é o principal gibi de história em quadrinho no Brasil.

Concepção e Criação

Mônica apareceu pela primeira vez em um tira do Cebolinha publicada no jornal Folha de S. Paulo de 3 de março de 1963. Antes da publicação de sua primeira tira, a primeira aparição da personagem foi publicada na primeira página do mesmo jornal em 11 de fevereiro de mesmo ano. Um coelho de pelúcia também apareceu naquelas datas antes de ser chamado de Sansão.
Mauricio de Sousa baseou-se em sua filha homônima para criá-la, fato que se repetiu com outras personagens surgidas posteriormente. Seu papel original era como coadjuvante para Cebolinha, o protagonista original entre os primeiros personagens de Mauricio. Porém, seu público, como o próprio relata, ‘’passou a coroa’’ para ela. Mauricio atribui parte do sucesso de Mônica ao fato de ela ser a primeira personagem feminina com papel em destaque dentre suas criações, que eram na maioria meninos. Mônica ganhou tanto espaço que acabou tendo sua própria revista em 1970, a primeira publicação infantil colorida em terras brasileiras.
Enquanto sua filha brincava com as irmãs, Mauricio aproveitava para estudar o comportamento dela. Quando sua irmã mais velha, Mariângela, que por suas vez inspirou Maria Cebolinha, lhe cortou os cabelos, deixou diversos caminhos-de-rato em sua cabeça, usados pelo pai para conceber o cabelo em gomos da personagem, que lembram bananas. A menina era gorducha, dentuça e de baixa estatura, características que também foram transferidas para sua criação de forma caricata e exagerada, assim como sua personalidade forte e briguenta. Mauricio ainda observou a filha utilizava roupas de cor vermelha com frequência e tinha muito apreço por um coelho de pelúcia. Ele fez com que sua personagem também apresentasse tais traços.
Com o passar dos anos, os traços de Mauricio evoluíram, mas Mônica manteve os dentes incisivos protuberantes e sempre usa vestidos de cor vermelha. Nas histórias, os personagens constantemente a ofendem com insultos relacionados à sua baixa estatura e ao seu excesso de peso, apesar de não apresentar diferentes visíveis com os outros personagens no estilo atual de desenho das publicações.
Em sua versão adolescente na publicação Turma da Mônica Jovem, a personagem aparece com peso e estatura normais, e seus entes, apesar de ainda protuberantes, são menos caricatos do que em sua versão infantil. Ela também possui um indumentária mais extenso e que não se limita apenas ao vestidinho vermelho.
A Mônica da vida real formou-se em desenho industrial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo e trabalha como diretora executiva na empresa do pai.

Personagem e Caracterização

Mônica é uma menina de sete anos que vive no Bairro do Limoeiro, local fictício que serve de cenário para maioria das histórias que protagoniza. Ela vive com sua mãe Luísa Fernandes, uma dona de casa, e seu pai Sousa, que trabalha em uma companhia de negócio e tem sua aparência baseada no Mauricio de Sousa real. Quando foi criada, Mônica era irmã do personagem Zé Luis, mas na continuidade atual aboliu-se tal parentesco. Ela também tem um cachorro de estimação Monicão, que divide diversas características físicas e comportamentais com sua dona. Monicão foi um presente de sues amigos Cebolinha e Cascão, numa tentativa frustrada de zombar da menina.
De gênio forte. Mônica não tem paciência para os apelidos que recebe das outras crianças por causa de sua aparência física e costuma responder a tais ações com sua extrema força bruta, muito superior à de uma menina de sua idade e até mesmo à de um seu humano comum (conseguindo levantar desde uma leve pena até uma casa). Mônica aplica tais ‘’correções’’ em seus colegas com suas próprias mãos ou através de Sansão, um coelho azul de pelúcia que é muito querido por Mônica. Sansão é freqüentemente roubado pelos meninos do bairro, que dão nós em suas orelhas para irritar a ‘’dona da rua’’, título que ostenta e que almejado por Cebolinha.
Apesar das provocações constantes que enfrenta, ela tem laços de amizade com a maioria das crianças do bairro, em especial com Magali, uma das poucas que não sofrem com o temperamento de Mônica. Normalmente geniosa, por vezes demonstra um comportamento mais dócil e feminino, e freqüentemente se apaixona pelos meninos mais bonitos do bairro. Ela se mostra mais controlada e romântica quando adolescente em Turma da Mônica Jovem, mas em alguns momentos ainda deixa seu lado violento aflorar. Ela também nutre uma paixão correspondida por Cebola, com quem tanto brigava na infância.

Turma da Mônica Jovem

Nesta série Mônica agora é adolescente e possui 15 anos de idade. Diferente de antigamente Mônica não é mais incomodada pelos meninos por não ser mais baixinha e nem gorducha, mas continua com seus mesmos dentes grandes. Atualmente Mônica usa mais de uma roupa diferente de antes quando ela usava sempre as mesmas roupas, no entanto ela ainda possui sua super-força e seu coelhinho Sansão. Sua relação com Cebolinha (agora chamado de Cebola) consiste em mais namoros do que em brigas entre si.
Em uma edição descobre-se que Mônica descende de uma heroína portuguesa com o mesmo nome e aparência de sua mãe, que é uma encarnação passada da mesma e fazia parte da guarda pessoal de um imperador japonês da época. A filha da heroína também se chamava Mônica e possuía força sobre-humana, o que indica que tal característica seja familiar.
Ela continua uma ótima amiga como sempre. Magali continua sendo sua melhor amiga de todas as horas. Mônica já namorou Cebola na edição 34 mais terminaram no fim da edição. Na edição 50 (edição que se passa no futuro) Cebola e ela se casam. Atualmente ela está namorando Do Contra mas Cebola ainda luta pelo seu amor.

Nos jogos eletrônicos

Mônica também é a protagonista de seus jogos eletrônicos produzidos pela Tectoy na década de 90 para Master System e Mega Drive (todos adaptados da série Wonder Boy).
Na versão brasileira, Mônica usa seu Sansão como espadas e seus vestidinhos como armaduras sem contar que ela também pode carregar botas e escudos nas aventuras. Um fato curioso é que, devido à adaptação do jogo original para acomodar as personagens de Maurício de Souza, Mônica aparenta viver em outro mundo diferente dos apresentados nos quadrinhos, muito similar a uma época medieval, como em Turma da Mônica na Terra dos Monstros.

A Marca Mônica

Ao longo do tempo, a marca Turma da Mônica tem sido usada para vender diversos produtos, de produtos de higiene a petiscos para animais, passando por produtos alimentícios.
O caso de maior sucesso é o extrato de tomate da Cica Elefante, com o Jotalhão. Nos anos 70 e 80, a propaganda de televisão desse extrato de tomate, protagonizada por Mônica e Jotalhão ficou muito famosa, especialmente pelo tema musical: “Ô Mônica, abrace o elefante...” Sua repercussão ajudou os estúdios a investirem em animação e licenciamento de personagens, tornando a Turma da Mônica uma potência de entretenimento genuinamente brasileira.
Em 2015, a Turma da Mônica era usada por quase 3 mil produtos de mais de 150 empresas.

Parque da Mônica

Um parque temático dos personagens, com 10 000m² de extensão, foi inaugurado em 1993 no Shopping Eldorado, em São Paulo. Evolução do Pracinha da Mônica, um parque itinerante tocado pelo estúdio durante os anos 1980, o Parque da Mônica apresentava brinquedos especiais relacionados ao universo da Turma da Mônica, peças de teatro com os personagens e eventos especiais. O Parque chegou a ter duas filiais, em Curitiba (atual Shopping Estação), aberto em 1998 e fechado em 2000, e no Rio de Janeiro (Shopping Città America), aberto em 2001 e fechado no início de 2005.
O Parque de São Paulo encerrou suas atividades em 2010 e foi reaberto em 2015 no Shopping SP Market, localizado na Zona Sul da cidade.

Lojinha da Mônica

Durante os anos 80, a turma também chegou a ter sua própria rede de lojas. A Lojinha da Mônica e o Trenzinho da Mônica, com filiais em vários estados do Brasil, vendiam produtos relacionados com as personagens. Em 2013, a franquia foi retomada na forma de um portal de e-commerce.

As Aventuras da Turma da Mônica

As Aventuras da Turma da Mônica é um filme de animação brasileiro de 1982, sendo que é o primeiro filme da Turma da Mônica. Tem o roteiro escrito por Mauricio de Sousa e Reinaldo Waisman. O filme, por mais que seja clássico, teve um certo trabalho para ser concluído. Foram nove meses de produção, com 45 mil desenhos, num custo total de 100 milhões de cruzeiros, na época. O filme foi feito nos Estúdios Maurício de Sousa em parceria com a Black&White&Color, e foi distribuído pela Embrafilme.
Mesmo sendo um clássico da animação brasileira, o filme foi lançado apena duas vezes em VHS: a primeira vez em 1983, pela Trans Vídeo; e a segunda vez em 1999 pela PubliFolha. Ainda não houve um lançamento oficial em DVD, e por isso, muitas pessoas consideram o filme “abandonado” pelo cinema brasileiro, se comparado às animações antigas norte-americanas (principalmente dos estúdios Disney), como Branca de Neve e os sete anões, Pinóquio e Cinderella. Essas animações são, inclusive, mais antigas do que esse filme (produzidos nas décadas de 40 e 50) mas que ganharam mais notoriedade recente por terem um lançamento em DVD.
Sua trilha sonora, muito bem planejada, foi inspirada em orquestras musicais compostas por John William, um compositor norte-americano famoso por suas obras musicais clássicas em vários filmes (em particular, os de Steven Spielber), como Jurassic Park, E.T. – O Extraterrestre, Tubarão, etc.

Lista de Personagens da Turma da Mônica

Esta é uma lista de personagens da Turma da Mônica, ou Turminha, criados pelos cartunista brasileiro Maurício de Sousa. Os personagens moram no fictício “bairro do Limoeiro”. Em 2011, em uma conversa pela internet, Maurício revelou que o local foi inspirado no bairro do Cambuí, na cidade de Campinas, bairro no qual o desenhista morou durante alguns anos. Inicialmente, o bairro da Turminha se chamava “Bairro do Tamarindeiro”. Nas historinhas atuais, há várias referências a esse bairro. É um local com muitas plantas e árvores, um campinho (onde os meninos brincam), um lixão, outrora muito visitado pelo Cascão (que não vai mais lá pois o lixão transmite muitas doenças), e quase nenhum asfalto.
Em seus primeiros anos, a turma trazia apenas personagens masculinos. Após ser chamado de “misógino” em uma ocasião, Maurício decidiu criar personagens femininas, e as primeiras foram inspiradas em algumas de suas filhas.

Principais

Mônica (1963) – Mônica é a personagem mais conhecida de Mauricio de Sousa. Representa uma menina brava, decidida, que não tolera desaforo/não leva desaforo pra casa, ao mesmo tempo, tem momentos de feminilidade e poesia. Mora com os pais tem um cãozinho chamado Monicão e vive agarrada a um coelho de pelúcia, apelidado de Sansão. E este coelho, que ela trata com todo o carinho, também serve de “arma” contra os meninos. Principalmente o Cebolinha, o Xaveco e o Cascão, que não param de “aprontar” com ela, chamando-a dentuça ou baixinha. Foi criada em 1963, baseada na filhinha do Mauricio, com o mesmo nome. No início, saía nas tiras do Cebolinha, nos jornais. Depois, começou a “roubar a cena” e ganhou sua revista própria em 1970. Desde essa época, é uma das revistas que mais se vendem no país. Hoje, além dos quadrinhos – onde aparece na história como líder imbatível e dona absoluta da rua – Mônica é estrela de cinema, teatro, tem vários produtos que levam seu nome, faz campanhas educativas e comerciais de tevê. Estrela mais versátil, impossível, embaixadora da UNICEF, virou um ícone popular do Brasil, tem seu próprio parque, atualmente conhecido como o Parque da Mônica, conhecido por todo o Brasil.
Cebolinha (1960) – Cebolinha, um garoto de cabelos espetados que, quando falava trocava o “R” pelo “L”, existiu mesmo, fazia parte de uma turma de garotos, lá de Mogi das Cruzes, e acabou emprestando suas características para o Cebolinha, personagem criado em 1960 por Mauricio de Sousa. Ela já foi mais alto, baixo e até mais cabeludo, mas sempre com o mesmo jeito “engraçado” de falar. Parceiro de aventuras – ou seria melhor dizer “vitima”? – da Mônica, a quem vive tentando derrotar com seus “planos infalíveis”, podendo às vezes ser considerado um vilão na série. Cebolinha teve a sua revista lançada em 1973 e, nas horas vagas, também é astro de tevê, cinema e teatro. Cebolinha é um dos únicos personagens clássicos da Turma da Mônica que usa sapatos. Isto porque ele foi criado em uma época em que todos os personagens usavam sapatos e, como a quantidade de personagens foi aumentando ao longo dos anos, Mauricio de Sousa foi obrigado a desenhar os novos personagens sem sapatos com o fim de conseguir desenhá-los mais rapidamente. Na edição 48 da Turma da Mônica Jovem, é dito na página 39 que seu nome completo é Cebolácio Júnior Menezes da Silva. Quando falava uma palavra errada, o Mauricio punha aspas (ex: “polque” eu falo “elado”?). hoje ele põe o negrito. O bordão do Cebolinha era Diacho!; hoje, o mais falado é o Pindalolas! (Pindarolas).
Cascão (1961) – Surgiu em 1961, baseado nas recordações de infância do próprio Mauricio. Ele conta que, teve receio da reação do público para com este personagem com uma certa “mania de sujeira”. A aceitação, entretanto, foi imediata e a popularidade cresceu tanto que desde agosto de 1982, Cascão tem sua própria revista e torna-se amigo e comparsa de Cebolinha, ajudando-o em aventuras e a derrotar Mônica agindo como um oponente. Mora com seus pais em sua casa e seu porco de estimação Chovinista que é bem esperto e limpo ao contrário do dono. Também é namorado da Cascuda, uma menina que antes era sujinha como ele, mas que com o tempo passou a ser limpa e organizada. Também é revelado que é sobrinho do Capitão Feio. Seu segundo melhor amigo é o Nimbus. Detesta água e banhos e é capaz de fazer coisas sobre-humanas para se ver livre de se molhar. É com certeza o personagem que tem mais inimigos da turminha muitos deles querendo se livrar dele e lhe dar um banho. Em um gibi é revelado que tem dedos nos pés, mas usa meias que o fazem parecer com a Mônica (sem dedos). Em Turma da Mônica Jovem, ele já toma banho e mostra que tem uma quedinha pela Magali embora ainda namore a Cascuda. O nome Verdadeiro do Cascão é Cássio Marques de Araújo.
Magali (1963) – Magali é outra personagem baseado em uma pessao real. Ela é baseada na filha de Maurício Magali de Sousa que assim como a personagem também era comilona na infância. Ela é uma menina de apetite voraz e insaciável freqüentemente querendo saber de comer, embora que com tanto apetite continue eternamente magra. Ela também é a melhor amiga da Mônica e por isso é uma das únicas personagens que não brigam com ela. Tem um gato, o Mingau, e vive com os pais. Costuma visitar sua tia Nena que lhe faz doces embora por vezes chegue a tentar roubar a comida de seus amigos. Sua comida favorita é melancia que assim como a Magali verdadeira era capaz de comer uma inteira. Seu namorado é Quinzinho um menino filho de um padeiro que freqüentemente lhe presenteia com pães e doces. Em Turma da Mônica Jovem continua magra e bela, mostra que tem uma queda por Cascão (igualzinha a queda que Mônica e Cebolinha tem um pelo outro), mas não admite isso porque não quer ver o Quim brigando com o Cascão. Ela era secundária nas tiras, até que 1989 ela teria uma revista própria.  

Secundários

Franjinha (1959) – O menino-cientista da Turma. Inspirado no próprio Mauricio quando este tinha 9 e 10 anos. Está sempre fazendo experiências em seu laboratório e faz muitos inventos, suas principais invenções são as máquinas do tempo que foi tema do filme ‘’Uma Aventura no Tempo’’. É apaixonado pela Marina, menina admira tanto na beleza quanto pela inteligência, e tenta conquistá-la com suas invenções que, na maioria das vezes, falam. Franjinha e Bidu foram os primeiros personagens criados pelo Mauricio de Sousa. O nome verdadeiro dele é Carlos Frederico ‘’Franjinha’’ Médici.
Xaveco (1963) – Sua principal característica é não possuir característica nenhuma, além dos cabelos loiros. Ele é único personagem a ter os pais divorciados e uma irmã mais velha chamada Xabéu. Numa tira ela havia mencionado um irmão, que nunca pareceu. Anteriormente, seu nome era escrito com ‘’CH’’, pois seu cabelo lembrava a forma de uma chave. Antigamente ele usava um vestido (na verdade era um camisetão como o do Coelho Caolho), mas depois passou a usar um short igual ao do Cebolinha. Recentemente, os pais de Xaveco se separaram e Xaveco passa alguns fins-de-semana com seu pai em várias histórias engraçadas em clima ‘’Pai e Filho’’. Xaveco sempre tenta ver o lado positivo de tudo. Apesar de seus pais estarem divorciados, se dão muito bem, participaram até de um programa de televisão, o ‘’Barraco entre Famílias’’ e venceram da família do Cebolinha. Atualmente, tem aparecido com mais frequência nas histórias, contracenando principalmente com o Cebolinha. O nome verdade dele é Xavier Ximenes Júnior Lorota Diniz Filho.
Zé Luís (1961) – Menino de óculos, o mais alto da turma. Junto com o Teveluisão, faz parte dos mais velhos da turma. Possui aproximadamente 13 anos, é inteligente e vive ajudando os garotos da Turma nas matérias da escola. Já foi irmão mais velho da Mônica quando criado. Não tem muitas aparições nas histórias atuais.
Anjinho (1964) – O anjo da guarda da Turma, que desce das nuvens para se misturar com as crianças e protegê-las de algum acidente, se possível. Seu maior problema é quando a turma de moleques apronta com a Mônica. Daí não consegue evitar as coelhadas que a Mônica distribui para todos os lados nos meninos. Às vezes sobra até pra ele. Volta e meia tem que dar uma subidinha para ‘’receber ordens’’, mas volta correndo para continuar brincando com a Turma. Em sua primeira aparição, está de castigo na Terra por ser um anjinho arteiro. É nessa época que conhece o Cebolinha e o resto da Turma. Em algumas histórias é citado que só as crianças podem ver o Anjinho e outros anjos, o que é bem contraditório a outras histórias em que os adultos vêem os anjos normalmente. Na verdade, o que deveria ser dito é que os anjos são vistos por crianças e adultos que tenham fé.
Denise (1989) – É uma garota amiga da Mônica e Magali, que assim como Xaveco uma personagem secundária. Ela é uma menina irônica e sarcástica que adora fofocar entre outras coisas com suas amigas. No começo aparecia como uma personagem de apoio sem personalidade e aparência fixa que outrora era cúmplice de Carminha Frufru e aparecia com frequência nas histórias da Magali. Já foi revelado na história ‘’O Concurso das Denises’’ que ela já foi atuada por várias meninas diferentes até na mesma história ser definida a atual Denise tendo o cabelo castanhos com duas maria-chiquinas e um vestido roxo. Nas histórias atuais tem aparecido com mais freqüência sempre junta de Mônica e Magali formando um trio embora às vezes também junta de Carminha. Aparentemente ela parece gosta do Xaveco, mas nada foi confirmado ter um namoro entre eles.
Dudu (1989) – Primo e vizinho da Magali, que claramente o oposto dela: um menino que detesta comer, mas que mesmo assim come algumas vezes, tem 5 anos. Está sempre perseguido pelos pais para comer mesmo lanches como pizza e cachorros-quentes, mas sempre dá um jeito de enrolar e não comer. Antigamente se desconhecia seu parentesco com a Magali tendo apenas tido como um amigo dela até ser revelado por Denise (mais precisamente 2003) que o pai de Magali era irmão da mãe dele. Muitas vezes ele se demonstra ser mimado e egoísta muitas vezes irritando seus amigos, de preferência o Cebolinha. Também é dono de uma inteligência invejável (e cômica) para sua idade.
Marina (1995) – Baseada em uma filha homônima de Mauricio (a sétima), assim como Mônica, Magali e Mariângela (Maria Cebolinha). Tal como sua inspiração, tem uma exímia habilidade de desenhar e, mesmo no gibi, é filha do Mauricio, de quem ganhou um lápis mágico que é capaz de dar vida aos desenhos e, que já lhe causou inúmeras encrencas, principalmente porque vive perdendo este, mas quando necessário, faz uso de uma borracha mágica para apagar os erros cometidos. Ela parece ser bem amiga do Franjinha, que é apaixonado por ela. Tem um medo tremendo de cachorros, especialmente do Monicão.
Do Contra (1994) – O personagem Do Contra, a exemplo de outros personagens da Turma, é baseado em um filho de Mauricio, homônimo ao pai, e o nono da família. O personagem possui uma ‘’aura’’ de contradição que, aparentemente funciona com animais, diz amar a Mônica mas o Cebolinha já conseguiu fazê-lo participar de um plano infalível, indiretamente. Nas historinhas ele é o irmão mais novo de Nimbus, que também é baseado em um dos filhos do Mauricio, Mauro. Na infância, o Mauricinho costumava ter alguns hábitos estranhos, como mostra o ‘’Mônica 40 anos’’, ele comia arroz com melancia e não torcia para o Brasil nas Copas. Do Contra demonstra gostar da Mônica. Tanto que em uma historinha ele se declarou, mas Mônica não sabia se ele estava falando ao contrário ou verdade. O nome verdadeiro dele é Mauricio Hiromashi Fagundes Takeda Filho.
Carminha Frufru (1993) – Uma garota rica, metida e um tanto esnobe. É alvo de paixão de quase todos os meninos do bairro e se mostra como uma rival pra Mônica e suas amigas. Muitas vezes incomoda a Mônica a desprezando embora em casos raros elas demonstrem amizade. Sua melhor amiga é a Denise que muitas das vezes age como sua cúmplice apesar dela também ser amiga da Mônica. Ela é dona de Lili, gata irmã do Mingau, gato da Magali. Nunca foi visita namorando ninguém apesar de algumas vezes ser vista junta dos garotos galãs do bairro.
Jeremias (1960) – Por muito tempo, foi o único menino negro da turma. Sempre usa boné pensando que era para esconder o fato de que ele é careca, embora todos saibam disso; mais tarde foi revelado que o boné era de um avô. Assim como Franjinha e Titi, ele é mais velho que os personagens principais da Turma e hoje faz parte da Turma do Bermudão. Hoje, ele é pintado de marrom, mas antigamente (mais precisamente nos anos 1970) ele era pintado de preto. Seu tataravô, o príncipe Jeremim, foi trazido para o Brasil na época da escravidão e ajudou inúmeros escravos a fugir.
Maria Cascuda – Chamada somente de Cascuda na maioria das vezes, é a namorada do Cascão. Nas primeiras histórias era uma garota sujinha, exatamente uma versão feminina do Cascão, mas com o tempo ela foi passando a ser uma garota limpa e correta. Muitas vezes ela demonstra na suportar os hábitos de seu namorado, embora que no fim eles sempre se entendam. Ela também é vista andando com outras meninas como Mônica e Magali e como elas também não gosta da Carminha Frufru. Seu nome verdadeiro é Maria Cassandra.
Quinzinho (1989) – Namorado da Magali. Trabalha com os pais em uma padaria e sempre leva alguns quitutes para ela. Ele, por namorar a Magali, é alvo dos ciúmes do Mingau e Dudu, uma vez em que a Magali dá mais atenção a ele do que a eles. Seu pai, o seu Quinzão não aprova seu namoro, pois pensa que isso um dia o poderá levar a falência. Porém, ele acaba cedendo à felicidade do filho, e o deixa continuar o namoro. Tecnicamente é o único menino que nunca provocou a Mônica. O nome verdadeiro dele é Joaquim Bragança Filho.
Humberto (1960) – Não fala, pois nasceu um tipo raro de paralisia cerebral, mas escuta tudo perfeitamente, contrariando uma recente citação de ser surdo. Comunica-se com a linguagem de sinais, que é representada por um balão de fala em formato de mão – ou por meio de murmúrios ‘’hum-hum’’ na tentativa de se expressar verbalmente com quem estiver próximo a ele. Quando alguém pergunta algo a ele, nem sempre entende a resposta.
Titi (1960) – Timóteo, chamado pela Turma de Titi, é um menino dentuço como Mônica, vive dando em cima de outras garotas apesar de ter uma namorada, a Aninha. Recentemente, passou a integrar a Turma do Bermudão. Se sente excluído da turminha, às vezes.
Aninha (1970) – Namorada do Tiri. Muito ciumenta, odeia quando o namorado paquera outras garotas e faz o maior escândalo quando o pega no flagra ou vê pistas de suas paqueras, mas sempre se reconciliam. Na turma da Mônica Jovem, as coisas parecem se inverte, e Titi é quem demonstra sérios ciúmes dela, como visto na Turma da Mônica Jovem N° 12.
Maria Cebolinha (1963) – Irmã caçula e mimada de Cebolinha, o centro das atenções na casa é amada por todos. Foi inspirada em sua filha Mariângela, de seu primeiro casamento, como Marilene de Souza.
Xabéu – Irmã mais velha de Xaveco, não gosta muito das brincadeiras do irmão, pois se acontece algo mais grave, ela acaba levando a culpe. Seu nome completo é Xabéu Lorota. A princípio deveria ser Loreta, mais o escrivão se enganou. Ela é uma adolescente cheia de atitude, roqueira, tem uma tatuagem no braço direito e não gosta de se misturar com meninas fúteis e patricinhas. Xabéu, por ser bonita, faz todos os meninos do bairro se apaixonarem por ela. Ela também trabalha como babá da turma (Dudu, Cebolinha, Mônica, etc.) de vez em quando para juntar uma graninha. Ela substituiu o irmão do Xaveco que ele havia mencionado numa tira, mas nunca apareceu. Xabéu é loira, geralmente está de rabo de cavalo, e quase sempre traja um jeans azul claro. O nome verdadeiro dela é Xarlene Xaviera Lorota Diniz Filha.
Manezinho (1960) – É um garoto descendente de portugueses e um dos amigos do Cebolinha. Ele apareceu nas primeiras histórias, mas depois desapareceu por vários anos até retornar como secundário, revelando estar fora do Brasil. Assim como Franjinha, Titi e Jeremias ele se torna membro da Turma do Bermudão ganhando mais importância. Mais tarde é revelado que ele tem um irmão mais novo António Alfacinha. Voltou a fazer aparições nas revistas a partir dos anos 2000, após mais de trinta anos sem aparecer.
Marcelinho – Baseado no filho mais novo de Mauricio, o personagem é contido financeiramente e gosta de fazer as coisas sempre do jeito certo.
Nimbus (1994) – Este, que é irmão mais novo de Do Contra, também é baseado em um filho de Mauricio, Mauro. É muito amigo do cascão por possuir medo de trovões, mas, não de água. Sabe fazer a previsão do tempo e truques de magia, o que às vezes o metem em sérias enrascadas e que também agrada as meninas. O nome verdadeiro dele é Mauro Takeda Hiromashi Fagundes.
Bloguinho (2004) – É o irmão mais novo do Teveluisão. Um garoto que assim como seu irmão é obcecado por televisão ele é obcecado por computadores. É um dos mais espertos da turma depois do Franjinha e Zé Luís, sabendo inúmeras coisas sobre computadores e internet. Freqüentemente fala em internetês tendo sempre suas falas em negrito e uma legenda de cada palavra que ele diz. Seu cabelo ao de seu irmão, porém com uma “anteninha” com um @ no topo.
Dorinha (2004) – personagem com deficiência visual, no caso, cegueira. Ela já nesceu com o problema, mas nem assim ela deixa de ser uma criança normal. É orientada por um cão-guia da raça labrador chamado Radar. Por não enxergar, ela desenvolveu sua audição e olfato, e demonstra entender bastante as linguagens dos cães. Ela de vez em quando usa uma bengala quando está sem seu cachorro. Além disso, ela gosta de cachorros como o Radar e o monicão. Dorinha foi inspirada em dorina Nowill, falecida em 2010 e que presidiu o “Conselho Mundial para o Bem-Estar dos Cegos”, conhecida atualmente como “União Mundial dos Cegos”.
Lucas (2004) – Seu apelido é Da roda por andar em cadeira de rodas, mas nem por isso deixa de se comportar como uma criança normal. Sua cadeira (motorizada) tem funções especiais criadas pelo franjinha. Seu nome de trabalho era “Paralaminha “ (referência a Herbet Vianna de Os Paralamas do Sucesso) e seu nome é uma referência à canção Luka, da cantora suzanne Veja. Ela sabe nadar muito bem e é um ótimo jogador de basquete. As meninas o consideram o “maior gatinho”, como a Mônica. Ele aparece no filme Turma da Mônica – O Filme: Uma Aventura no tempo.
António alfacinha (2007) – É o irmão caçula de Manezinho  também vindo de Portugal e que veio morar no Brasil. Ele freqüentemente fala com seu português e é um grande amigo de Cebolinha, pois como seu irmão diz “Verdurinhas se entende!) Ele também tem um amor platônico pela Mônica chegando até rivalizado com o Cebolinha por isso. Aparentemente ele é chamado de alfacinha por causa de sua ascendência lusitana. Atualmente não tem feito mais aparições nas revistas.
Teveluisão (1963) – O nome já diz tudo: é um menino que adora ver televisão. Ele é irmão do Bloguinho, e participa de histórias que levam as crianças a ver que o mundo é bem mais legal do que ficar trancafiado em casa apenas assistindo televisão. Em uma revista do Cebolinha mostra ter uma certa paixão por Dorinha.
Louco (1973) – O nome já diz ele é LOUCO, e faz coisas absurdas. Aparece mais nas histórias do Cebolinha a qual é a principal vítima de suas loucuras.
Nico Demo (1966) – O pestinha da turma. É um garoto levado com um humor sarcástico que tinha um cabelo em forma de chifres e roupas pretas bem formais. Freqüentemente tenta ajudar as pessoas como um garoto, mas por azar sempre as prejudicando sem querer, em outras vezes ele se mostrava egocêntrico e egoísta, mas sempre se fazia do inocente. Suas histórias geralmente são mudas embora ele saiba falar, mas não com tanta frequência. Ele era considerado um personagem politicamente incorreto tanto que com a censura suas tirinha deixaram de ser publicada logo no começo dos anos 70. Mesmo assim chegou a fazer aparições em antigos comerciais da Cica. O personagem só voltou a ser relembrado a partir da década de 2000 com relançamentos de suas tirinhas além de diversas participações especiais junto de outros “personagens esquecidos”. Em 2009 voltou a ter seus quadrinhos publicados, mas foi por pouco tempo. Ele não é necessariamente um personagem da Turma da Mônica apesar do constante contato.
Niquinho – É um garoto bondoso aposto do Nico Demo. Ele apareceu durante as tirinhas dos anos 60 e 70, mas assim como muitos personagens ficou esquecido. Ele ainda estrelou um livro ilustrado lançado em1966 chamada “A caixa da Bondade”. Provavelmente irá retornar aos quadrinhos tendo sua fixa feita no site da Turma da Mônica.  
Tikara Sasaki (2008) – personagem criado por Mauricio de Sousa para as comemorações do centenário da Imigração Japonesa. Já apareceu no gibi da Mônica nº18 – junho de 2008. Até hoje não reapareceu em nenhuma outra história. Ele é irmão Keika Takeda.
Keika Takeda (2008) – É a amiguinha de Tikara, que cuja nome significa “aquele que acrescenta bravura, pureza, integridade e honestidade”. Também não apareceu novamente ainda e é irmã gêmea de Tikara Sasaki.
Valéria e Vanda (2015) – Baseadas nas filhas gêmeas de Mauricio, a primeira é descrita pela própria como uma pessoa “autêntica e forte”, e a segunda, também de acordo com a própria, gosta de cozinhar.
Garotão (1962) – è um garoto gigante amigo do Cebolinha maior que a altura das nuvens. Nunca teve seu rosto mostrado além de pelo tamanho freqüentemente era visto com brinquedos gigantescos. Inclusive já chegou a ser motivo de ciúmes do Cascão por achá-lo um substituto pra seu melhor amigo. Era muito visto nas primeiras tirinhas, porém foi esquecido com o tempo. Ele fez algumas raras aparições em outros quadrinhos, porém a cada história com um visual diferente.
Bernadão (1962) – Um amigo do Cebolinha que tem fama por sempre trazer azar pra pessoas que se aproximam dele. É triste, tem olhos fechados e usa uma camisa preta. Ele nunca é afetado pelo azar e nem sequer acredita nisso acreditando que o azar de seus amigos não passam de coincidência. Apareceu nas primeiras tirinhas, mas foi esquecido. Ele também já fez algumas aparições nos quadrinhos, normalmente junto de outros personagens esquecidos. Recentemente ele se destacou na história “Peraltas do Caribe” dos Clássicos do cinema.    

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Fonte: Empresas de sucesso, Como surgiu a historia em quadrinhos da turma da Mônica.Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/05/como-surgiu-historia-em-quadrinhos-da.html

1* Sousa, Mônica Spada e (2015). "Liberdade do tamanho de um elefante". Pensadores da Liberdade (São Paulo: Instituto Palavra
2*Turma da Mônica
3*da Mônica, Turma. 125 f. Diss. Dissertação (Mestrado em Educação)–Universidade.
4*Oeiras, Janne Yukiko Yoshikawa, and HV da Rocha. "Uma modalidade de comunicação mediada por computador e suas várias interFACES." Workshop sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais. Vol. 3. No. 2000. 2000.
5*SCHERRE, Maria Marta Pereira, et al. "Norma e uso na expressão do imperativo em revistas em quadrinhos da Turma da Mônica." Estudos de linguagem-Inter–relações e Perspectivas. Campo Grande: UFMS (2003): 177-191.
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