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Educação Física na Pré-História

As agilidades humanas durante o andamento da pré-história dependiam da oscilação, do ato físico. O homem dependia de força, velocidade e obstinação para sobreviver. 

História da educação física


Educação Física na atualidade
A situação de nomadismo improvisava com que realizassem grandes peregrinadas nas quais eram coagidos a lutar, correr, saltar e nadar.
No começo, ainda categoricamente nômades, a caça e a pesca eram a alicerce da sua economia. Depois, iniciaram-se num processo de sedentarização, quando começaram a conter técnicas rudimentares de agricultura e domesticação de animais. Em algum desses momentos, foi necessário o refinamento de habilidades físicas para a otimização de gestos e a construção de ferramentas que aprovassem maior acontecimento nas práticas de sobrevivência.
Na medida em que o homem entra num estágio categórico de sedentarização, seu espaço inativo aumenta, levando ao surgimento de uma compreensão esportiva, para as agilidades que, até então, eram cometidas apenas razões utilitárias, guerreiras ou ritualísticas. Cada vez mais, os jogos insinuavam criar uma ordem ética e social. A sociabilidade inerente às agilidades lúdicas levava ao começo de uma hierarquia de valores ético-sociais, e tanto os vencedores como os vencidos necessitariam aceitar os resultados com esportividade.
A partir do momento em que o homem se sedentarizou, podemos escrever o início de luta pela posse de terras. É aberto que a fixação ao solo não se deu ao mesmo tempo e em todos os lugares. Fácil será subtrair o que acontecia quando hordas nômades achavam, em suas peregrinações, os grupos sedentários. Os primeiros embates abalizavam a vitória dos agressores, pois estes possuíam maior vigor física devido a sua agilidade física mais intensa. Aqueles que já plantavam e criavam, ao instalar novos núcleos abordavam, agora, de aproveitar seus momentos de ócio num treinamento visando o sucesso diante de novos e possíveis agressão.

Educação física em sistema de combate e jogos 

Os muros, ultimamente desenterrados, mostraram que a cultura física era exercitada com tal amor, sob o aparência de exercícios de força e exercício, que abordaram a construir praças de jogos ou circo. Pelos pictogramas e pinturas de artes esportivas, achadas, nos muros. Conclui-se que os cretenses faziam diversos jogos (corrida a pé, pirueta, touradas; bailes, exercícios ginásticos; Pugilismo, Boxe, lutas e gladiadores; jogos de xadrez e caça). A educação física era exercitada, como se pôde subtrair, sob a aparência militar, esportivo, médico e rítmico.
Aspecto militar: Com este prático preparavam o exército para a guerra, sob o atitude de guerreiro, em toda sua intensidade, para desenvolver o sangue frio e a entusiasmo, utilizando-se da luta de gladiadores dentre homens, e entre homens e mulheres com os bichos ferozes, tal qual foi mais tarde versado em Roma, e com o próprio fim, isto é, de contentar a aristocracia debochada e sedenta de barbaridade e prazer, e costumar a ver matar.
Aspecto esportivo: Crescia, individual e coletivamente, as características guerreiras;
Caráter individual: Estudavam os esportes que desenvolviam as propriedades inatas do guerreiro, tais como força, ousadia, capricho e confiança em si mesmo. Entre muitos exercícios salienta-se de uma atitude especial:
Corridas a pé: As quais aperfeiçoavam a base dos exercícios de destreza e rapidez, com o objetivo de aplicá-lo as corridas de touros.
Pugilismo: Formado de uma espécie de Boxe, idêntico com o box dos dias atuais, no qual era aceitado golpearem-se tanto com os pés como com os punhos, tal como no Pancrácio dos gregos, ou o “catch_as_catch_can” dos americanos do norte. Pouco lutadores deparavam, a mais das vezes, a morte no decorrer da batalha. Os atletas, já nessa alongada época, eram divididos em categorias, assim abrangidas: peso leve, que lutavam de mãos livres, podendo golpear-se com os pés; peso médio, que usavam armadura, com penachos e luvas; peso pesado, que eram abrigados com um capacete, camuflagem e luvas de couro acochadas, compridas e emaranhadas. Lutavam até que um deles caísse exausto e o vitorioso o pisasse triunfante.
Combate de gladiadores: Este duelo, levado a efeito no favorável local do hecatombe ao culto a Minotauro, em que se imolavam vítimas humanas (escravos ou preso), no qual o vitorioso obtinha a liberdade e o vencido era imolado, costume esse descoberto na Grécia bárbara como espólio da civilização cretense e, mais tarde, em Roma como legado da Grécia, quando a tomaram.
Corridas de touros: Com o percorrer dos tempos, a luta de gladiadores tornou-se insulsa e foi substituída pela corrida de touros dentro da arena, como parte complementar do culto sagrado ou touromáquico, em obediência a divindade touro-homem, em que a vítima em geral acabava espetada nos chifres dos touros aguerrido.
Caráter coletivo: Este envolvia as caçadas e corridas de carros, com o espírito de cabo-de-guerra recreativo.
No entorno da Educação Física, nós podemos qualificar com todo os Países do Mundo como a Nigéria, Índia, Japão, e aglomerados esses na criação.

Origem da educação física 

Quando se fala em educação física, forma-se logo no pensamento imagem de movimento ou locomoção. Logo, não se pode pensar em exercícios físicos sem primeiro atentar para a sua origem: Os antropólogos e paleontólogos, pesquisando certos terrenos geológicos, descobriram que o homem apareceu entre o fim Plioceno e o começo do Pleistoceno.
A existência humana determina necessidades econômicas obrigavam o homem a locomover-se, de uma região para outra, numa mesma época do ano, melhorando, diferentes, iniciando, assim, inconscientemente o adestramento do corpo, melhorando, através de milhões de anos, o seu aspecto físico para vencer melhor a luta pela vida, quer procurando os bens econômicas que defendendo-se ou atacando, sem, no entanto, constituir-se uma preocupação diária, em virtude de ser uma prática natural, do saltar, trepar, correr, lançar, nada, aprimorando, consequentemente, as figurações orgânicas. O elevado grau de desenvolvimento físico, decorrente do trabalho orgânico, agudeza dos sentidos de que deram dotados os povos selvagens, são provas irrefutáveis de que os exercícios físicos nasceram instintivamente com o homem, em razão de suas necessidades econômicas e biológicas.
A observação que se faz e a conclusão a que se chega, no recém-nascido, por onde, constata-se que ‘’o movimento é o seu gesto mais pronunciado’’. O instinto de mover o tronco e as extremidades primeiramente arrastando-se, depois andando de gatinhas (quadruptação), logo depois andando, trepano, correndo, saltando e, quando já adulto, sentido-se forte, surge-lhe o instinto da luta, procurando dominar os mais fracos, depois os igualdade de condições de vezes os mais fortes. Esses movimentos e meios de locomoção, certamente, eram mais acentuados nos recém-nascido primitivos do que nos civilizados, os quais sofreram os influxos progressivos do regime e do meio que passaram a viver.
Nessa altura compreende-se, pois, que a educação física teve origem com o ser vivo e sua racionalização. Com o homem, quando compreendeu ser, o desenvolvimento da potência física, necessária à sobrevivência, remontando a sua prática aos mais antigos povos orientais.

Educação física pelo homem primitivo

Surgiu, como já vimos, com o aparecimento do homem. Porém, na pré-história, não se encontram índices concretos de como foram praticados tais exercícios pelo homem primitivo, além da imitação. Partindo, todavia, da Lei do Uso (Lamarck), segundo a qual a utilização frequente dos diferentes órgãos, sistemas e aparelhos, em época e situações, também diferentes, de acordo com os estágios pelos quais passou o homem, desenvolveu-se e, ao mesmo tempo, aperfeiçoou as funções determinando mudanças morfo funcionais; e do seu aforismo: ‘’A função cria o órgão’’ (Lamarck), conclui-se que, existindo a espécie animal, existe movimento e, portanto, exercício físicos, os quais, pela sua repetição, aperfeiçoam e desenvolvem os órgão, sistemas e aparelhos.
O homem primitivo: Deslocava-se de um lugar para o outro a procura de alimentos, marchando, trepando, nadando, saltando e lançando as suas diferentes armas de arremesso.
Pela repetição contínua desses exercícios, na luta pela sobrevivência, aperfeiçoava as funções educando-as gradativa e inconscientemente, e segundo as leis naturais de criação (biológicas), confirmando pelo aforismo: ‘’Natura non facit saltus’’ (Cuvier).

Educação física na Antiguidade 

Mundo Egeu, Civilização Pré-Helênia - Se relacionando aos gregos e outros anteriores a 2000ªC., pouco se sabia até o século passado, quando, em 1878, um comerciante cretense, Minos Kalokairinos, desenterrou estranhas antiguidades ao sul Heraclião (antiga Creta), a seguir, os arqueólogos Heinrich Schliemann, alemão 1822-1890, Arthur Evans, inglês (1851-1941), investigando, efetuaram escavações na Ásia Menor (Troia) e no Peloponéso (Micenas, Pilos e Tirinto), encontrando vestígios de antiguíssima civilização, que florecera a uns 3000 a.C. Estudos efetuados posteriormente forneceram elemento que permitiram melhor conhecimento da Grécia pré-histórica, revelando ao mundo ter existido a Civilização Egeana, até então ignorada, originária da Ilha Creta, cujos habitantes eram chamados Kefti (insulanos ou marítimos), que formaram a base da civilização egéia, precursora da grega.
As escassas informações, dessa civilização, passaram à história através de estranhos hieróglifos gravados em monumentos, armas, ídolos, cerâmicas, jóias, tabletes de argila etc., estes, descobertos nas ruínas de Cnossos, até hoje permanecem indecifráveis. A faltas da escrita, as pinturas encontradas, não proporcionam dados expressivos a respeito dos costumes e instituições de Creta.

A diferença entre a Educação Física e a atividade física 

Atividade física é qualquer movimento do corpo, produzido pelo músculo esquelético que resulta em um aumento do gasto energético. Atividade física refere-se ao gasto calórico promovido por uma ação superior físico, como um deslocamento, um movimento físico qualquer. É um conceito cartesiano e linear que aparta e fragmenta a motricidade humana em mero movimento. Já a Educação Física é uma ação planejada e estruturada, que pode utilizar-se de vários elementos como o esporte, a dança, a luta, o jogo, a brincadeira e a atividade física. A Educação Física nasce da maneira como a conhecemos hoje com o advento da modernidade, da sociedade urbana e industrial e a necessidade de preparar e educar os corpos.

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso, Educação Física na Pré-História. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/05/educacao-fisica-na-pre-historia.html

Referencias e bibliografia 
1* de Azevedo, Edson Souza, and Viktor Shigunov. "Reflexões sobre as abordagens pedagógicas em Educação Física." (2001). 
2* BRACHT, Valter. Mas, afinal, o que estamos perguntando com a pergunta" o que é Educação Física". Movimento (ESEF/UFRGS), v. 2, n. 2, 1995. 
3* Ramos, Jayr Jordâo. Exercícios Físicos Na História E Na Arte. Vol. 20. Ibrasa, 1983. 
4* Saviani, Dermeval. "Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos." Revista Brasileira de Educação 12.34 (2007): 152-180. 
5* História da educação física - Wikipédia, a enciclopédia livre.
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