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Morcegos vampiros

Embora muitas culturas tenham lendas sobre os morcegos-vampiros, apenas recentemente estes se tornaram parte
Imagens de Morcegos vampiros

Imagem de Morcego vampiro

integrante das tradições populares sobre vampiros, quando foram descobertos na América do Sul continental no século XVI. Embora não existam morcegos vampiros na Europa, os morcegos nocturnos e corujas há muito que são associados com presságios e o sobrenatural, embora isso se deva fundamentalmente aos seus hábitos nocturnos, e na tradição heráldica inglesa moderna o morcego significa “estar ciente dos poderes das trevas e do caos”.
Todas as três espécies de verdadeiros morcegos-vampiros são endémicas da América Latina, e não há nenhuma evidencia que sugira que alguma vez tenham tido parentes no Velho Mundo tanto quanto a memória humana conseguiu registra. Por este motivo é impossível que o vampiro da tradição popular represente uma versão distorcida ou memória longínqua do morcego-vampiro. Estes morcegos foram nomeados deste modo devido ao vampiro folclórico, e não o inverso; o Oxford English Dictionary regista a sua presença na tradição popular em Inglaterra a partir de 1934, muito antes da presença zoológica, que apenas ocorreu em 1774. Embora a dentada do morcego-vampiro não seja geralmente perigosa para ser humano, estes morcego têm sido conhecidos por se alimentarem activamente de sangue humano, e presas de grande porte como gado, deixando muitas vezes a sua imagem de marca na pele da vítima, a marca de dentada de dois dentes afiados.
Uma artigo sobre vampiros datado de 1842 e publicado no semanário português Archivo popular estabelece um paralelo entre o vampiro da tradição estava e as lendas sobre ataques de morcegos-vampiros na América meridional que seriam em grande quantidade, chegando a ser fatais divulgadas por Pedro Mátiar, La Condamine e outros, considerando ambas invenções fantasiosas e dignas de pouco crédito.
O Drácula da literatura transforma-se em morcego muitas vezes no romance, e os próprios morcegos-vampiros são ai mencionados por duas vezes. A produção teatral de 1927 Drácula seguiu os passos do romance ao representar a transformação de Drácula em morcego, assim como o Filme do mesmo nome, onde Béla Lugosi também se transforma em morcego. A cena da transformação em morcego seria novamente usada por Lon Chaney Jr. No filme de 1943 Son Of Dracula.    
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