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As mortes mais dolorosa que existe

A morte é como uma entidade sensível é um conceito que existe em muitas sociedades desde o início da história. A morte também é representada por uma figura mitológica em varias culturas. Na iconografia ocidental ela é usualmente representada como um figura esquelética vestida de manta negra com capuz e portanto uma foice/gadanha. É representada nas cartas do Tarot e frequentemente ilustrada na literatura e nas artes.
A morte mais dolorosa

História das mortes mais dolorosas e bizarras que já existiu 

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Esfolamento 
Esfolamento
Esfolamento ou Flaying é a remoção da pele do corpo de um ser vivo. Como um animal é esfolado, em preparação para o consumo humano, ou para obtenção do couro da pele, o que é mais comumente chamado de esfola, esfola é um método similar aplicada em seres humanos. A prática nos seres humanos era usado tanto como um método de tortura e execução, dependendo de quanto da pele é removida. O esfolamento é uma prática antiga, utilizada pelos assírios e Dinastia Ming.
A morte por esfolamento Segundo o dermatologista Ernst J. Sung, as principais causas de morte por esfolamento são o choque circulatório, perda crítica de sangue e outros fluidos corporais, hipotermia ou infecção,e, o tempo estimado para que a vitima venha a falecer pode variar entre algumas horas até alguns dias após o esfolamento.
Empalamento 
Morte - Empalamento
Empalamento foi mais um bizarro método de execução usado da antiguidade a Idade Média, era utilizado para punir crimes contar o estado. O empalamento incidia na introdução de um bastão de madeira pontudo pelo ânus do condenado. Em alguns casos, a vítima ainda era espetada no chão, onde permanecia até a morte. O bastão impedia a saída de sangue, o que tornava a morte ainda mais agonizante.
Escafismo 
Escafismo
Escafismo, também conhecido como suplício dos botes, foi um método de execução praticado na Pérsia antiga.
A pessoa era deitada, nua, em um bote e coberta por outra embarcação ajustável a esta, ficando de fora sua cabeça, mãos e pés. Era então forçada a ingerir leite e mel a ponto de desenvolver diarréia, enquanto mais mel era jogado em seu corpo para atrair insetos aos membros expostos. O condenado era então deixado flutuando em águas paradas ou exposto ao sol. Os vermes que surgiam em seus excrementos, junto às formigas e moscas atraídas pelo mel, iam-lhe então devorando aos poucos a carne exposta e progressivamente gangrenosa.
A ingestão de mel e leite era repetida diariamente para prolongar a tortura e evitar a morte por desidratação ou fome. A morte, quando por fim ocorria, era provavelmente consequência de uma desidratação, fome e choque séptico.
A morte por escafismo era dolorosa, humilhante e demorada. 
Plutarco descreve em sua biografia de Artaxerxes II que Mitríades, sentenciado à morte por escafismo pelo assassinato de Ciro, o Jovem, sobreviveu 17 dias antes de finalmente sucumbir ao suplício.
Roda da morte 
Roda de despedaçamento
Roda de despedaçamento, conhecida também como roda de Santa Catarina ou apenas roda, era um instrumento de tortura utilizado para executar apenas capitais, desde a Antiguidade Clássica até o início da modernidade, principalmente em execuções públicas nas quais o condenado era preso à roda e tinha os seus ossos quebrados com massas e martelos até a morte. Como forma de punição para humilhar o condenado, a roda ainda era utilizada na Alemanha no século XIX.
Tipicamente, a roda era nada mais do que uma grande roda de carroça com diversos raios. O condenado era amarrado a ela e seus membros, expostos entre os raios, eram quebrados com massas e martelos. Um formato alternativo era o de uma cruz de Santo André (em formato de “X”) ligada horizontalmente numa estaca na qual o condenado era amarrado e quebrado. Em ambos os casos, o corpo despedaçado do condenado podia ficar exposto para o público.
Por vezes, ao invés de massas ou martelos, era utilizada roda de carroça normal para quebrar os ossos do condenado como foi o caso na execução por parricídio de Franz Seuboldt em 22 de setembro de 1589. O carrasco utilizou blocos de madeira para expor os membros de Suboldt e depois os quebrou utilizando a roda.
O tempo que o condenado sobrevivia depois de ter sido “quebrado” podia ser longo. Relatos contam que um assassino do século XIV viveu por três dias. Em 1348, durante a Peste Negra, um judeu chamado Bona Dies foi condenado à roda e as autoridades afirmam que ele viveu por mais quatro dias e quatro noites depois morreu.
Apedrejamento 
Lapidação ou apedrejamento é uma forma de execução de condenados à morte
Lapidação ou apedrejamento é uma forma de execução de condenados à morte. Meio de execução muito antigo, consistente em que os assistentes lancem pedras contra o réu, até matá-lo. Como uma pessoa pode suportar golpes fortes sem perder a consciência, a lapidação pode produzir uma morte muito lenta.
Decapitação 
A decapitação é muitas vezes intencional, com o intuito de assassinar ou executar uma pessoa
A decapitação é muitas vezes intencional, com o intuito de assassinar ou executar uma pessoa – através do uso de uma faca, espada, machado, guilhotina ou foice, sendo essa ferramenta a mais própria para essa prática, além de um executor e/ou carrasco exímio na prática. Decapitação também pode acontecer por acidente, através de uma explosão, acidente automobilístico ou industrial ou outro acidente violento.
A separação da cabeça do resto do corpo resulta invariavelmente em morte nos humanos: a rápida perda de sangue tanto da cabeça quanto do corpo causam uma queda drástica da pressão sanguínea, seguida de perda de consciência e morte cerebral em segundos.
Desmembramento 
Desmembramento
Desmembramento é um método de aplicação de pena de morte. Nela, os quatro principais membros são arrancados do corpo: pernas e braços. No processo usual, cada parte é amarrada a um cavalo. Também é conhecida como arrancamento. Era, segundo consta, a forma preferida de Átila, o Huno em torturar e matar seus inimigos. Na França, sob o Antigo Regime, era a pena aplicada aos regicidas.
Garrote vil 
Garrote vil
Garrote vil ou simplesmente garrote é um artefato utilizado como instrumento de tortura, podendo provocar o óbito do supliciado. O garrote ao pescoço da vítima, mantida imóvel e amarrada a uma cadeira.
É originário da Espanha, onde foi utilizado legalmente, desde 1820 até a abolição da pena de morte, pela Constituição de 1978.
Este método também foi utilizado em diversos países da Ibero-América, durante a conquista da América, como para executar o imperador Atahualpa, em 26 de julho de 1533.
História - No caso deste método de execução, o adjetivo “vil” vem do sistema de leis estaduais por uma questão simbólica: a decapitação estava aos nobres e às pessoas mais ricas, enquanto o garrote era uma forma mais vulgar de execução, aplicada a todos os criminosos “do campo”.
Alguns anos depois de sua criação, o garrote foi alterado pela colocação de um colar de ferro que tinha um pequeno buraco, por onde entrava um parafuso que quebrava o pescoço da vítima.
Os últimos condenados per este sistema de execução na Espanha foram o anarquista catalão Salvador Puig Antich, na prisão modelo de Barcelona, e o alemão Heinz Ches, em Terragona no dia 2 de Março de 1974.
Forca 
Forca
Forca é um instrumento usado para execução de presos ou réus condenados à morte, assim como para assassinatos ou suicídios. É composta por um poste de madeira com uma corda amarrada em forma de laço. O executado é colocado de pé sobre uma mesa ou cadeira, alçapão ou veículo (ex. carroça), e o laço é posto em volta de seu pescoço; então é removido aquilo que estivesse sob os pés. A corda não poderá ser curta demais e nem muito longa, para que o condenado possa ser executado de forma rápida e limpa.
Se a corda tem a medida ideal (considerando-se a altura e o peso do condenado), pode ocorrer uma ruptura das vértebras cervicais, e a secção da medula espinhal provocando a paragem da função respiratória e, assim, uma morte rápida. Por outro lado, se é excessivamente longa, poderá causar a decapitação do condenado.
Casos as vértebras cervicais não se rompam (normalmente por ser usada uma corda curta), o condenado a morte por asfixia causada pelo laço, tanto por obstrução respiratória quanto pela obstrução das veias jugulares e artérias carótidas. A morte será assim lenta e dolorosa.
Muitas vezes esse método era visto como uma “morte suja”, pois podia ocorrer liberação de fezes ou urina por perda de controle sobre os esfíncteres durante a morte. Essa “morte suja” ofendia a moral do condenado e até mesmo a de sua família.
Importantes líderes condenados à forca 
A personalidade internacional mais significativa condenada e recentemente executada desta forma foi o presidente iraquiano Saddam Hussein, em 30 de Dezembro de 2006.
Destacam-se ainda figuras importantes condenadas no Julgamento de Nuremberg, são eles: Hans Frank, Wilhelm Frick, Alfred Jodl, Ernst Kaltenbrunner, Wilhelm Keitel, Joachim Von Ribbentrop, Alfred Rosenberg, Fritz Sauckel, Arthur Seyss-Inquart, Julius Streicher e Hermann Goring, sendo este o sucessor de Adolf Hitler.
Diferentemente do que aconteceu com Saddam Hussein, alguns condenados não chegaram a ser executados pois cometeram suicídio horas antes, notadamente Hermann Goring e Robert Ley, que não chegou a ser julgado. Também merece destaque o líder da Inconfidência Mineira, Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier), que foi enforcado em 21 de abril de 1792.
Esmagamento por elefante 
Esmagamento
O esmagamento por elefante (em persa: literalmente “em baixo do pé do elefante”) foi, por milhares de anos, um método de execução comum para os condenados pela pena capital no sul e sudeste da Ásia, particularmente na Índia. Os elefantes eram usados para esmagar, desmembrar ou torturar prisioneiros em execuções públicas. O uso de elefantes muitas vezes atraiu o mórbido interesse de viajantes europeus, e foi descrito em várias publicações. A prática brutal foi eventualmente suprimida pelos impérios europeus que colonizaram a região no Século XVIII e no Século XIX.
A primeira notícia deste tipo de execuções remonta ao período clássico. Naquele tempo, esta prática já estava firmemente estabelecida e continuou até meados do século XIX.
Os romanos e os cartagineses também usaram este método ocasionalmente, e a Bíblia o menciona (no Deuteronômio), na história de José e no Livro dos Macabeus ao falar dos egípcios.
Serração 
Serração
Serração é o nome dado a um dos piores tipos de morte, onde a pessoa era colocada de cabeça para baixo e era serrada ao meio, começando no ânus. Era colocada nessa posição pois além de perder pouco sangue, o cérebro ficava bastante oxigenado, o que permitia que a vitima tivesse uma morte demorada, e com muito sofrimento. As vítimas geralmente só desmaiavam e morriam quando o serrote chegava no umbigo.
Águia de Sangue 
Águia de Sangue
A Águia de Sangue é um método de tortura e execução utilizado na antiguidade, por tribos nórdicas.
A vítima, geralmente um condenado, era deitado com o peito para baixo e logo em seguida eram feitas incisões na altura do tórax para se ter acesso as costelas, que eram separadas da coluna vertebral, com a figura resultante na semelhança com asas de uma águia. Desta maneira, os pulmões eram removidos da caixa torácica. Todo o processo era executado com a vítima viva e se possível, em consciência. Para finalizar, era polvilhado sal nas feridas e aguardava-se que o condenado morresse.
Gravata Colombiana
Gravata Colombiana
Gravata Colombiana é um método de execução utilizado na América do Sul.
Para a vítima sofrer uma gravata colombiana, ou ‘’La Violência’’, simplesmente tem a sua garganta cortada, logo abaixo do queixo, e pelo orifício formado deste corte, faz-se o deslocamento da língua para o lado de fora, resultando na imagem hipotética de uma gravata.
Crucificação
Crucificação ou crucifixão
Crucificação ou crucifixão foi um método de execução utilizado na Antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em tortura o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão. De braços abertos, o condenado era pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão, por asfixia e parada cardíaca (a cabeça pendida sobre o peito dificultava sobremodo a respiração).
Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo de crucificação era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em consequência do açoite. O flagelo era cometido ao réu este preso a uma coluna.
No ato de crucificação a vítima era pendurada de braços abertos em uma cruz de madeira, amarrada ou, raramente presa a ela por pregos perfurantes nos punhos e pés. O peso das pernas sobrecarregava a musculatura abdominal que, cansa, tornava-se incapaz de manter a respiração, levando à morte por asfixia. Para abreviar a morte os torturados ás vezes fraturavam as pernas condenado, removendo totalmente sua capacidade de sustentação, acelerando o processo que levava à morte. Mas era mais comum a colocação de ‘’bancos’’ no crucifixo, que foi erroneamente interpretado como um pedestal. Essa prática fazia com que a vítima vivesse por mais tempo. Nos momentos que precedem a morte, falar ou gritar exigia um enorme esforço.
A Crucificação de Jesus de Nazaré 
O método da crucificação adquiriu grande importância para o Cristianismo
O método da crucificação adquiriu grande importância para o Cristianismo, já que de acordo com os cristãos Jesus de Nazaré havia sido entregue pelos judeus aos romanos para crucificação.
No caso de Jesus parece ter sido esse castigo feito modo severo, antes da sentença final, considerando os castigos impetrados pelo sinédrio e posteriormente pela corte romana local na pessoa de Pôncio Pilatos. Segundo a Bíblia, nesse ato foi colocado um pedaço de madeira sobre a cabeça do réu (Mt 27.37; Mc 15.26; Lc 23.38; Jo 19.19), com uma inscrição de poucas palavras que exprimiam o crime: INRI, ou Iesus Nazarenus Rex Ioderum, ou Jesus de Nazaré, Rei dos judeus. Jesus carregou a cruz até o lugar da execução e este trajeto público e penoso é chamado de Via Crucis.
Jesus Cristo foi pregado na cruz, mas por vezes o condenado era apenas atado a esse instrumento de suplício visto que o tempo de agonia do criminoso era extraordinariamente prolongado. Entre os judeus, algumas vezes o corpo de criminosos era pendurado numa árvore; mas não podia ficar durante a noite porque era “maldita de Deus” e contaminaria a terra.
Diversos outros cristãos também foram crucificado, entre eles Pedro, que segundo registros históricos, teria sido crucificado de cabeça para baixo.
De acordo com a tradição judaica, Jesus de Nazaré não teria sido crucificado pelos romanos, mas sim teria sido um religioso anterior chamado Jesus Bem Pantera declarado herege pelo Sinédrio, apedrejado e pendurado em uma árvore na véspera da Pessach de 88 a.C. de cuja história teria originado posteriormente o Cristianismo. Já de acordo com o Islão, a crucificação de Jesus teria sido aparente, já que Deus não permitiria um sofrimento demasiado para um justo.
Dama de ferro
Dama de ferro
A dama de ferro, também conhecida como “Virgem de Ferro” ou “Donzela de Ferro” devido a alguns exemplares tidos como medievais trazerem uma representação da face da Virgem Maria, é um instrumento de tortura e execução. Esse nome corresponde ao original germânico Eisserne Jungfrau e o instrumento consiste em uma cápsula de ferro com uma fronte esculpida, suficientemente alta para enclausurar um ser humano. Possui dobradiças e abre como um ataúde. Usualmente, existem pequenas aberturas por onde o suposto torturado ou condenado pudesse responder ao interrogado ou sofrer ferimentos através de facas ou pregos. No interior da cápsula havia cravos de ferro que perfuravam o corpo do aprisionado mas não atingiam órgãos vitais. Este perderia sangue ou mesmo agonizaria por asfixia.
A “dama de ferro” é tida como própria da idade Média, nas há estudos que afirmam não ter sido a mesma inventada antes do século XVIII. Não se conhecem exemplares de “damas de ferro” anteriores a 1793, quando os aparelhos de tortura medieval foram catalogados em atendimento à fascinação de colecionadores do macabro.
Morte na fogueira 
Morte
Morte na fogueira é uma execução provocada por combustão de uma pessoa ao fogo. Este tipo de execução tem uma longa história como uma pena relacionada a heresia, bruxaria, traição, entre outros fatores.
Ling Chi
Ling Chi
Ling Chi era uma forma de execução usado na China desde 900 dC até à sua abolição em 1905, neste tipo de execução, o condenado foi morto usado uma faca com qual você asportava no metodicamente partes do corpo por um longo período de tempo. O termo deriva da descrição Lingchi clássica para escalar uma montanha lentamente.
Linhchi foi reservada para crimes particularmente graves, como traição ou assassinato de seus pais. O procedimento foi levado a cabo por ligação a pessoa a um poste de madeira. O tecido foi então removido num intervalo desde houve um modo esperado pela lei chinesa. Em tempos posteriores, foi dado o “ópio como um ato de misericórdia ou para evitar desmaios. O castigo é desenvolvido em três níveis: como uma forma de humilhação pública como uma forma de morte lenta e contínua, como punição após a morte.
Este método de execução tornou-se uma imagem estática da China entre alguns ocidentais. Ele aparece em vários contos de crueldade chinesa, como a biografia de Genghis Khan de Harold Lamb.
Caminhar na prancha
Prancha
Caminhar na prancha é uma frase que descreve uma forma de execução ou tortura que era praticada por piratas, amotinados e outros navegantes e marinheiros foras-da-lei. A prática consistia na vítima ser forçada a caminhar até o fim de uma prancha ou viga de madeira, projetada ao lado de um navio, caindo assim dentro da água para se afogar, por vozes amarrada ou atada e pesos, frequentemente em locais povoados por tubarões (que frequentemente também seguiam os navios).
O primeiro registro do uso da frase data segunda metade do século XVIII; alguns escritores do século XX especularam que a caminhada sobre a prancha seria um mito criado pelo cinema; no entanto, a frase foi registrada no Dictionary of the Vulgar Tongue (“Dicionário da Língua Vulgar”), do lexicógrafo Francis Grose, publicado pela primeira vez em 1785.
Bestiário (gladiador) 
Bestiário
Na Roma Antiga, bestiário (em latim: bestiarius; plural: bestiarii era o nome dado aos homens que combatiam contra animais ferozes, ou que eram expostos a eles no acto de execução. É habitual distinguir duas categorias de bestiários: os condenados à morte por animais e os que faziam disso a sua profissão voluntária. Os últimos são habitual mas erroneamente chamados gladiadores; na Antiga Roma, o termo gladiador referia-se especificamente a quem combatia outros homens. O termos contemporâneo para os que faziam carreira na arena em “caçadas” era venatores.
Como método de execução - Como forma de pena de morte e tortura, a morte por animais ferozes era uma punição para inimigos do Estado, uma categoria que incluía prisioneiros e escravos que tivessem cometido crimes graves. Eram enviados para a morte nus e sem defesas contra os animais. Mesmo que conseguissem matar um, novas feras eram continuamente soltas sobre eles, até que todos os bestiários fossem mortos. Há relatos de que era muitas vezes preciso haver duas feras para matar um homem, e outros que afirmam o contrário, que muitas vezes uma fera matava vários homens. Cícero menciona um único leão que sozinho matou 200 bestiários.
Entre outros, os proto-cristãos condenados à morte por feras foram bestiários. Alguns eram cidadãos romanos que, em teoria, não deviam ser condenados à morte por esta forma.

A morte mais dolorosa que existe

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Fonte: Empresas de sucesso - Tatuagem . Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/07/a-morte-mais-dolorosa-que-existe.html

Referências e bibliografia
1* Kübler-Ross, Elisabeth, and Paulo Menezes. Sobre a morte e o morrer. Martins Fontes, 1989.
2* Ariès, Philippe. História da morte no Ocidente. Ediouro Publicações, 2003.
3* Jenifer de Souza, B. U. B., and Mark Stanley Barbosa IRIAS. "BREVE RELATO COMPARADO: DIREITOS HUMANOS E A PENA DE MORTE." JICEX 1.1 (2014).
4* Palma, Rodrigo Freitas. "Breve história da pena de crucificação." Virtú: Direito e Humanismo 1.2 (2011).
5* Morte - Wikipédia, a enciclopédia livre
6* Dicionário Online de Português. «Esfolamento».
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