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De onde vem o Manganês? História

De onde vem o Manganês? O Brasil é um dos principais produtores mundiais de minério de manganês. A Serra do Navio, no Amapá, é responsável por mais da metade da produção nacional.
De onde vem o Manganês?
Manganês

Mas para que serve o manganês? Come ele é obtido?

Trata se de um metal relativamente abundante, constituindo 0,11% da massa da crosta terrestre. Sua principal fonte é o minério pirolusita (MnO₂), de cuja redução resulta o manganês metálico.
O processo de redução pode ser realizado em forno, através da reação com o carbono (coque), que atua como agente redutor.
A pirolusita reage, sob aquecimento, com carbono, produzindo manganês metálico e monóxido de carbono atua como agente redutor.
Pelo fato de a principal aplicação desse metal estar nas ligas com o ferro, o que se costuma fazer é alimentar o alto-forno siderúrgico com uma mistura de minérios de ferro e de manganês. Isso permite obter uma mistura de ambos os metais, impurificada por carbono.
Depois de devidamente processada, eliminando boa parte dessa impureza, obtém-se uma liga de ferro e manganês, na qual a presença de 10 a 18% deste último torna o material duro, tenaz, resistente ao desgaste. É o chamado aço-manganês, material ideal para fazer escavadeira, trituradoras de rocha, trilhos de trem e carros-fortes blindados.
O manganês é essencial à produção de praticamente todos os tipos de aço graças as propriedades que confere à liga.
Quando se deseja obter manganês puro, o processo de redução com coque não é conveniente.
O metal obtido se apresenta muito impurificado por carbono e, causa disso, torna-se bastante quebradiço. Dadas as dificuldades envolvidas na purificação, algumas indústrias optam por um outro método de obtenção mais caro, que fornece o metal isento de carbono.
Esse método é chamado de aluminotermia, que ao reagir com o pirolusita, se combina com o oxigênio e “libera” o manganês. A reação libera muito calor daí vem o nome aluminotermia (do grego termos, “calor”).
A pirolusita reagem com o alumínio metálico, produzindo manganês metálico é oxido de alumínio.
O alumínio metálico atua como agente redutor.
O manganês também é usado em ligas onde não entra o ferro, tais como o bronze de manganês (em liga com cobre) e a manganina, uma liga não – condutora, em cuja composição entram também níquel e cobre.
Pirolusita (MnO₂) Composto de manganês são muito úteis. As pilhas comuns e as alcalinas, usadas em radinhos e brinquedos, contêm dióxido de manganês, substância que também é usada na preparação de alguns tipos de vidro e na produção de permanganato de potássio, reagente de ampla aplicação em Química

O manganês 

Brasileiro Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os estados com as maiores jazidas de minério de manganês são, em ordem decrescente. Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
No Pará, as ocorrências na região de Carajás são exploradas visando ao mercado externo, acompanhando a infra-estrutura usada na exportação de minério de ferro.
No mato Grosso do Sul, as jazidas do Maciço do Urucum, no Pantanal Mato-Grossense, próximo à cidade de Corumbá, vêm sendo relativamente pouco exploradas. A produção se destina à exportação, sobretudo as da Região Sudeste. A exploração continua dessas jazidas acena com a possibilidade de seu esgotamento. O manganês de Carajás promete, nesse contexto, ser o futuro abastecedor da indústria nacional.
As jazidas brasileiras, estimadas em mais de 100 milhões de toneladas, colocam o país entre os cinco maiores exploradores do minério, com cerca de 2 milhões de toneladas anuais.
O Amapá é o estado brasileiro que está em quarto lugar no que diz respeito às reservas do minério de manganês. Contudo, cerca de 60% da produção é proveniente desse estado.
As jazidas que se localizam na Serra do Navio começaram a ser exploradas na década de 50 pelo Icomi (Industria e Comercio de Minério S.A), que correspondia a uma sociedade entre a transnacional americana Bethlehem Steel Corporation e a nacional Caemi, pertencente ao Grupo Azevedo Antunes, esta última com controle de 51% das ações. Em troca dos direitos de exploração da área durante cinquenta anos, a Icomi construiu a Estrada de Ferro do Amapá, com 193 quilômetros de extensão, e o porto de Santana, destinado à exportação do minério.
Após o auge, no início da década de 70, os preços do minério no mercado internacional passaram a sofrer sucessiva diminuição, e que fez com que a Bethlehem Steel se retirasse da sociedade.
Atualmente, contata-se que todo o minério de alto teor existente na superfície já foi explorado. Há evidencias de que, durante os próximos dez anos, as reservas da região vão se esgotar.
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