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Menores Assassinos

Como você já pode ter conhecido algumas historias mundo afora de crianças assassinas, acredito que você já percebeu que para o crime não tem idade. Muitas vezes, as maiores brutalidades podem sair da cabeça de pessoas bem jovens. Muitas crianças apresentam, desde cedo, tendências brutais, sangue-frio, e uma capacidade surpreendente de mentir e tentar sempre desfaça seu erro.
Na maioria das vezes os casos, o diagnostico psiquiátrico que vai defini-las como psicopatas só pode vir quando elas se tornarem maiores de idade. Os crimes cruéis que estes menores cometem antes disso tornam-se desafios tanto para juízes nos tribunais quanto para a opinião publica que fica dividida.

Casos assustadores de Crianças assassinas

Casos assustadores de Crianças assassinas
Histórias de Crianças homicidas, malvadas que praticaram delitos, bárbaros, estúpidos, violentos e perversos.
Eric Smith – agosto de 1993
Eric Smith
Eric Smith aos 13 anos era sempre intimidado por coleguinhas de escola por causa de seus óculos de lentes grossas, tinha sardas e cabelos ruivos. Mesmo não sendo motivo para um crime brutal, Eric descontou a sua fúria em um garotinho de quatro anos de idade chamado Derrick Robie. Eric andava de bicicleta, próximo a um parque infantil, quando avistou Derrick e o chamou para brincar num pequeno bosque a pequena distância.
Lá, a criança foi estrangulada, foi atingida com pedras na cabeça e sofreu violência sexual. Smith não soube esclarecer para policia sobre o que levou a cometer tamanha atrocidade. Um psiquiatra diagnosticou Smith com transtorno explosivo, uma condição na qual uma pessoa não conseguir ser capaz de controlar a raiva. Smith foi condenado à prisão, onde permanece até hoje.
Alyssa Bustamante (15 anos) 
Alyssa Bustamante
O que fascinou a adolescente, que tinha 15 anos em 2009, para o crime foi à curiosidade. Ela matou sua vizinha, Elizabeth Olten, 9, degolada. Depois, enterrou a menina em uma cova previamente cavada, o que prova que o crime foi premeditado. Elizabeth atacou Olten quando estava voltando da casa de uma amiga. Em seu diário, a adolescente escreveu: “Eu acabei de matar alguém, p*rra. Eu a estrangulei, depois cortei sua garganta, a esfaqueei e agora ela está morta. Foi incrível!” Ela, que tinha uma série de problemas psiquiátricos, foi julgada como adulta e condenada à prisão perpétua.
Lionel Tate – 1999
Lionel Tate
Uma garotinha de seis anos, Tiffany Eunick, foi deixada pela mãe sob os cuidados da babá Kathleen Grossett. A cuidadora a levou para a sua casa, deixando-a vendo TV com o seu filho de 12 anos, Lionel Tate. Em certo momento, ouviu alguns barulhos, mas apenas gritou para as crianças, achando que elas estavam brincando, sem verificar o que havia acontecido.
Apenas 45 minutos depois, Lionel chamou a sua mãe e disse que Tiffany não estava respirando. Ele afirmou que estava brincando de luta livre com ela, que havia batido a cabeça e morreu. No entanto, uma das causas da morte foi uma lesão grave no fígado devido a uma pisada forte, além de diversos traumatismos e fraturas.
Lionel confessou mais tarde que saltou sobre a menina a partir da escada. Ele foi condenado à prisão perpétua sem direito a liberdade condicional em 2001, mas a sentença foi anulada com a alegação da defesa de que não foi concedida uma audiência sobre competência mental de Tate. Ele foi libertado em 2004, com 10 anos de liberdade vigiada.
Barry Dale Loukaitis – fevereiro de 1996
Barry Dale Loukaitis
No dia 2 de fevereiro de 1996, a Frontier Middle School foi arrasada por uma ocorrência com tiros e reféns. O garoto Barry Dale, de 14 anos, atirou em três pessoas que estavam em uma aula de álgebra, sendo dois alunos e um professor. Testemunhas dizem que ele estava em estado delirante e “profetizador” antes dos tiros.
O garoto estava vestido como um pistoleiro do Velho Oeste e armado com um rifle e duas pistolas, que pertenciam ao seu pai. Barry vinha de um histórico de doenças mentais e problemas disfuncionais em sua família.
De acordo com a investigação, Barry foi influenciado pelo videoclipe da música “Jeremy”, do Pearl Jam, em que um adolescente problemático comete suicídio na frente de seus amigos e professores. Também foi relatado que ele disse: “Isso com certeza é melhor do que álgebra, não é mesmo?”, enquanto via os seus colegas em pânico, sendo uma referência de um filme de Stephen King. Barry está cumprindo prisão perpétua.
Jon Venables e Robert Thompson – fevereiro de 1993
Jon Venables e Robert Thompson
Jon Venables e Robert Thompson, ambos com 10 anos, foram os responsáveis pelo homicídio de uma criança de dois anos de idade em fevereiro de 1993. Por um segundo deixado na porta de um açougue onde sua mãe fazia compras, o garotinho Robert foi levado pelos dois meninos maiores que estavam matando aula pelo local.
Eles levaram a criança para um lugar a três quilômetros do local do rapto, onde jogaram tinta azul no olho do garotinho e o surraram, deixando-o em um trilho de trem até a morte. Imagens de câmeras do bairro de onde a criança pequena foi levada mostraram os meninos com ele. Depois, a polícia encontrou sinais da mesma tinta azul encontrada no corpo.
Os dois meninos de 10 anos ficaram sob custódia da justiça até os 18 anos, quando foram libertados sob sentença em 2001. Em 2010, Venables voltou para a prisão por violar os termos da sentença. O caso abriu um debate sobre as condenações de crianças criminosas na Inglaterra.
Mary Bell (11 anos) 
Mary Bell
A menina tinha 11 anos em 1968, quando assassinou dois meninos, chamados Martin Brown, 4, e Brian Howe, 3. Bell estrangulou Martin em sua casa abandonada. Meses depois, ajudada por uma amiga, ela matou Brain do mesmo jeito. As duas garotas mutilaram o corpo do segundo menino e talharam um “M” em sua barriga. Bell ficou presa até 1980, quando foi liberada com uma nova identidade, depois de muita polêmica. No fim dos anos 1990, em um livro assinado pela biógrafa Gitta Sereny, Mary Bell (já sob um pseudônimo desconhecido) contou que sofreu abusos durante a infância, pelas mãos de sua mãe, que era prostituta.

Menores assassinos que mataram seus próprios pais

Menores Assassinos com mentes demoníacas que chegaram ao ponto de assassinar os próprios pais.
Daniel Bartlam (14 anos) 
Daniel Bartlam
Em 2011 Daniel Bartlam ligou para a policia relatando que ladrões haviam matado sua mãe. Não demorou muito, porém para a policia entender uma serie de contradição na história do garoto. A policia vasculhando o computador do garoto encontrou um arquivo deletado contendo o plano esquematizado de como iria assassinar a própria mãe. Bartlam deu sete marretadas na cabeça dela e depois incinerou o corpo. O garoto não tinha motivos para o crime, mas o ex-parceiro de sua mãe relatou que Daniel tinha uma paixão por videogames e filmes violentos. Ele foi condenado a de 16 anos de prisão.
Greg Ousley
Greg
O jovem Greg Ousley não podia dizer que tinha pais fisicamente abusivos, mas ele meramente não sentia nenhum afeto por parte deles. Com um pai alcoólatra e uma mãe emocionalmente instável, Greg, se sentia abandonado, e a situação piorou muito quando ele viu a sua mãe beijando o melhor amigo do Pai.
Greg Ousley tentou conversar com os dois sobre como estava se sentido, mas o seu desabafo só serviu para afastá-los ainda mais. Greg se sentia numa depressão, decidiu assassina seus Pais. Ele pegou uma espingarda do pai e atirou na cabeça dele. Depois, seguiu a mãe enquanto ela tentava alcançar o telefone e a matou também. Greg foi julgado como adulto e condenado a 60 anos de prisão.
Suzane Von Richthofen 
Suzane Von Richthofen
Suzane Von Richthofen fez parte de um dos crimes mais comentados e conhecidos do Brasil. Suzane não assassinou os pais com as próprias mãos, mas com ajuda de seu namorado e seu cunhado seus pais foram mortos com marretadas na cabeça.

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Fonte: Empresas de sucesso - Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/08/menores-assassinos.html
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