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O que é Arquétipo?

O arquétipo é um conceito tipicamente neoplatônico, inspirado em Plotino. Segundo esta concepção, há um universo no qual tudo é permanente e imutável, povoado por ideias originais. Desta forma, no mundo das percepções sensíveis, tudo é mera reprodução do que existe na esfera superior.
Os arquétipos estão, portanto, nos bastidores de todos os nossos pensamentos, sentimentos, emoções, intuições, sensações e atitudes. Normalmente eles se expressam através dos símbolos, pois constituem sua composição estrutural oculta aos olhos humanos. Alguns destes arquétipos conquistaram tamanha independência que se destacaram do âmbito da consciência individual do ‘eu’ – a persona; a anima ou o aspecto feminino do homem; o animus ou o lado masculino da mulher; e a sombra.
O termo ‘’Arquétipo’’ foi usado por filósofos neoplatônicos, como Plotino, para designar as idéias como modelos de todas as coisas existentes, segundo a concepção de Platão. Nas filosofias teístas, o termo indica as idéias presentes na mente de Deus. Pela confluência entre neolpatismo e cristianismo, o Arquétipo foi incorporado à filosofia cristã, por Agostinho, até vir a ser usado academicamente por Carl Gustav Jung, na psicologia analítica, para designar a forma imaterial à qual os fenômenos psíquicos tendem a se moldar. Ou seja, os modelos inatos que servem de matriz para o desenvolvimento da psique.
Não existem ‘’Arquétipos do Tarot’’, nem o ‘’Arquétipo da Ísis’’, nem o ‘’Arquétipo do Leão’’, nem outros absurdos esquisotéricos que ouvimos por aí. Arquétipos estão numa camada muito mais profunda e amorfa. Senão, não são mais Arquétipos, e sim mitos criados para que possamos lidar com eles dentro de uma referência cultural ou simbólica.
Se falam do conceito original, formulado por (mas estuprado e distorcido por todos que quiserem dar um certo ar ‘’científico’’ aos seus credos), o Arquétipo é quem cria os deuses. É como o buraco da forma de gelo. Não há, portanto, Arquétipo de Maria, nem de Pacha Mamma, nem de Ísis, nem de Lakshimi, nem da Deusa, nem da Imperatriz do tarot. Mas há Arquétipo universal da Grande Mãe, algo sem forma, sem mito, que está presente no inconsciente coletivo da humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer povo de qualquer lugar, esmo se isolado numa ilha ou planeta, daqui há algum tempo arrumar alguma deusa ou figura similar para preencher o buraco psíquico deixado por este arquétipo.
Arquétipo

Os dozes Arquétipos 

Existem muitos arquétipos, mas aqui falaremos de apenas 12, que foram definidos por Margaret Mark e Carol Pearson no livro ‘’O Herói e o Fora-da-Lei’’. Os 12 arquétipos podem ser divididos em quatro grupos, de acordo com os quatros principais impulsos humanos. São eles:
Mestria/Risco: Quando queremos fazer algo notável e ser lembrado para sempre e quando lutamos pelos nossos sonhos. Mesmo que para isso seja preciso quebrar regrar e superar desafios (arquétipos de Herói, Fora-Da-Lei e Mago)
Independência/Auto-Realização: Quando há um desejo de ficar só, refletir, decidir e conhecer o verdadeiro Eu (arquétipos do Inocente, Explorador e Sábio).
Pertença/Grupo: Ajuda quando a pessoa sente profunda necessidade de pertencer a um grupo (arquétipos do Boco da Corte, Cara Comum r Amante).
Estabilidade/Controle: Quando queremos ter um certo controle das coisas, um poder nas mãos (arquétipos do Criador, Prestativo e Governante).
Herói
Quando o arquétipo de herói está ativo em uma pessoa, ela se fortalece com o desafio, se sente ultrajada pela injustiça e responde rápida e decisivamente à crise ou à oportunidade.
Há uma semelhança, e até uma afinidade, entre os arquétipos do Explorador e do Herói. Mas enquanto o Explorador busca encontrar a si mesmo, o Herói que ser ratificar ou provar, tentando sempre superar os seus limites, além de constantemente tentar melhorar o mundo em diversos aspectos, fazendo dele um lugar melhor, mais encantador e agradável.
No marketing: este arquétipo funciona bastante como produtos esportivos. Ele também pode ser utilizado no marketing ligado e causas sociais, como o próprio marketing social – que busca influenciar no comportamento de um determinado público-alvo, visando a um maior bem estar da sociedade ao longo prazo.
Fora da Lei
O arquétipo do Fora-da-Lei é conhecido também como Revolucionário. Ele tem a sedução do fruto proibido e contém em si as qualidades sombrias da cultura, ou seja, as qualidades que a sociedade desdenha. Este arquétipo libera as paixões reprimidas da sociedade. Quando a consciência do Fora-da-Lei está presente, as pessoas têm uma percepção mais aguda dos limites que a civilização impões à expressão humana.
Percebe-se, de acordo com a definição deste arquétipo, que o Fora-da-Lei ou o Revolucionário está fora de seu tempo. Tem valores discordantes que prometem a revolução, ou que acabam fazendo ameaças por intermédio dela. O arquétipo do Fora-da-Lei fornece, ainda, uma maneira de dar continuidade às antigas qualidades, características e propriedades eventualmente existentes na cultura e fazê-las emergir novamente.
Mago
O Mago representa o arquétipo daqueles que desejam os princípios essenciais que regem o funcionamento das coisas e empregá-los para que estas aconteçam. Os empresários podem ser percebidos comumente como Magos, assim como os atletas. As pessoas ‘’mágicas’’ geralmente possuem sonhos, ilusões e aspirações que muitos avaliam como impossíveis ou impraticáveis, mas o cerne da magia é ter uma visão na direção da qual se deva caminhar. Quando algo dá errado, os Magos analisam a si mesmos, a fim de perpetrar uma mudança interior.
No marketing: quando o arquétipo do Mago está ativo nos indivíduos, eles são catalisadores da mudança. Os Magos são motivados pelo desejo de transformação pessoal e pela oportunidade de mudar as pessoas, as organizações e a época. Eles apreciarão se você lhes oferecer experiências transformadores, mas o maior lucro surge quando você consegue ajudar um cliente a aperfeiçoar a si mesmo.
Bobo da Corte
Quando o arquétipo do Bobo da Corte está ativo em uma pessoa, ela quer apenas se divertir. O desejo básico, aqui, é ser espontâneo e recuperar aquele espírito brincalhão que todos nós tínhamos quando éramos pequenos. O arquétipo do Bobo da Corte nos ajuda a viver a vida no presente e nos permite ser impulsivos e espontâneos.
Enquanto o Cara comum e o Amante fazem uso da autocensura para de adaptarem ou se acomodarem no grupo, ou para atrais os outros, o Bobo da Corte se solta completamente, demonstrando que a pessoa pode agir de forma espontânea e natural e ainda assim ser acolhida e admirada pelos demais.
No marketing: o Bobo da Corte é o arquétipo perfeito para as marcas de cerveja. Os comerciais de cerveja, que costumam ser divertidos e espirituosos, demonstram bem a similaridade com este arquétipo.
Por exemplo, o ‘’ritual’’ de sair para beber cerveja é normalmente envolvido por um clima de descontração e despreocupação. Um ambiente sem pressões em que todos são semelhantes, aceitos do jeito que são e onde a cerveja é o grande nivelador. Este é o ambiente ideal para o Bobo da Corte, e portanto, ele é o arquétipo da categoria de cervejas.
Cara Comum
Quando o arquétipo do Cara Comum está ativo em uma pessoa, ela usará roupas simples ou outros trajes comuns (mesmo que tenha bastante dinheiro), falará de um modo coloquial e detestará todo o tipo de elitismo. O objetivo dele é fazer parte do grupo e ser igual a todo.
No marketing: Este arquétipo não aprecia artificialismos, tendendo a valorizar o nivelamento entre as pessoas, independente de classe social, religião ou cultura. Por exemplo, em uma festa, pedir uma cerveja nacional em vez de um whisky importado; convidar o cliente para nadar ou jogar boliche em vez de lhe oferecer um jantar sofisticado; todas essas escolhas podem fornecer a indicação de que o arquétipo do Cara Comum é valorizado, apreciado e estimado.
Amante
O amante quer um tipo mais profundo de conexão; que seja íntima, genuína e pessoal. Tais formas de conexão – seja com namorados, amigos ou membros da família – exigem muito mais conhecimento, honestidade, vulnerabilidade e paixão do que a ligação mais fria do Cara Comum.
No marketing: pode-se dizer que ao passo que o Cara Comum deseja bens e serviços que o auxiliem em termos de fazer parte do grupo (por serem muito similares aos que os outros consomem), os amantes preferem produtos que sejam exclusivos, raros ou customizados. Para que uma empresa seja capaz de alcançar este arquétipo, precisara oferecer um excelente produto, de alta qualidade e, preferencialmente, personalizado. O Amante deseja qualidade da marca que consome, não por uma questão de prestígio ou de status, como o Governante, mas para potencializar seu prazer de viver.
Este arquétipo é comum nas indústrias de cosméticos, jóias, moda e turismo. Pode-se ainda observar o arquétipo do Amante em certas categorias de alimentos ligadas à sensualidade e ao prazer, como vinhos e iguarias finas, em que tais atributos muitas vezes fazem parte da experiência de consumo.
Criado
Quando o arquétipo do Criador está ativo nos indivíduos, estes se sentem compelidos a criar ou inovar – caso contrário, sufocam.
Nos dias de hoje, em muitas ocasiões, as situações cotidianas fogem do controle dos indivíduos, que canalizam na criatividade seus problemas e dificuldades, usando-a como uma válvula de escape. Por exemplo, uma mulher que tenha tido um dia estressante no trabalho ou em alguma situação vai para casa e pinta uma tela ou desenha uma paisagem para relaxar e sentir-se melhor. Qualquer atividade de cunho artístico é útil na satisfação do desejo de harmonia e de estabilidade, além de elevar a auto-estima do indivíduo.
No marketing: praticamente todas as pessoas possuem em forme de expressão por meio da criatividade, sendo exposta por meio de atividade como pintura, artes plásticas, escultura, decoração e outras mais. Os produtos do Criador tendem a prestar alguma assistência às pessoas em tais afazeres. A associação com este arquétipo fornece, ainda, evocação de status a seus produtos. Muitos produtos caros, como móveis, esculturas e tapetes, são negociados recorrendo-se ao arquétipo do Criador.
Prestativo 
O Prestativo é um altruísta, movido ela compaixão, pela generosidade e pelo desejo de ajudar os outros. Ele teme a instabilidade e a dificuldade, não tanto por si mesmo, mas pelo impacto sobre as pessoas menos afortunadas ou menos resistentes aos choques.
O marketing: o arquétipo do Prestativo é percebido em praticamente quaisquer atividades relacionadas à prestação de serviços, tanto para indivíduos quanto parta organizações, corporações e firmas, como por exemplo, conserto de vestidos e outros trajes, limpeza de moradias, avenidas, oficinas etc.; restauração de objetos avariados ou quebrados; cuidados para com a saúde e o bem estar de pessoas enfermas ou idosas; serviços de condutor de automóveis, entre outros.
Para o Prestativo, considera-se eficaz o marketing que leva em consideração as inquietações do consumidor direcionadas aos outros. O cliente, neste caso, deve ser exposto como tendo preocupações com os demais, e o produto deve auxiliá-lo no sentido de demonstrar maior empenho e fornecer grande facilidade de ação.
Governante
O governante está no comando e no controle sempre. É típico dele ser mostrado como indivíduo extremamente responsável, que joga com muitas responsabilidades importantes.
Esse arquétipo quer liderança e poder! Ele pode ser resumido em termos de responsabilidade, competência e soberania e, sendo um tanto mais ambicioso, este seria um arquétipo preocupado com o bem-estar da sociedade e do planeta.
No marketing: os produtos e serviços relacionados ao arquétipo do Governante resguardam e encorajam a administração desses encargos de modo adequado, reafirmando o poder, o prestígio e o status do cliente ou do consumidor. Cartões de crédito, instituições financeiras, computadores e produtos destinados ao público-alvo classe ‘’A’’ são alguns exemplos.
Inocente
Quando o Inocente está ativo em uma pessoa, ela é atraída para a certeza, para idéias positivas e esperançosas, para imagens simples e nostálgicas, para promessa de resgate e redenção. O Inocente é uma pessoa otimista que está sempre visando ao ‘’paraíso’’. Este arquétipo prefere coisas previsíveis e não gosta de mudanças.
No marketing: se o consumidor tivera a certeza de que o produto ou serviço em questão, ou a própria organização com que se relaciona, cumpre suas promessas e se baseia e, valores perenes e duradouros, ele será leal à marca. Mas se for preciso, estará disposto a abandonar os valores predominantes naquele momento e experimente algo que acreditar ter valor maior. O Inocente luta pelo bem e busca encontrar o produto adequado, que compartilhe de valores como a bondade e os comportamentos morais, em vez de ganância, a cobiça e dos comportamentos imorais.
Por exemplo, as pessoas que abandonam uma cultura de alta pressão, focada no sucesso, para perseguir a alegria de uma vida simples, têm o arquétipo do Inocente presente em si.
Explorador
Quando o arquétipo do Explorador está ativo na pessoa, seu chamado é para explorar o mundo e, nesse processo, encontrar a si mesmo para poder ser quem ele é.
Quando o sentimento de explorador é forte em uma pessoa, ela possivelmente faz, de modo consciente, algo que a diferencie dos outros indivíduos, como por exemplo os jovens que pintam os cabelos de cores chamativas, ou que colocam piercings em partes do corpo para conquistar ou afirmar sua individualidade. É como se mostrassem sua diferença como forma de resistência à resignação ou à conformidade.
No marketing: como base nesta definição, para ter sucesso na criação de uma marca sob este arquétipo, é preciso conhecer a história do Explorador: imaginar como, por exemplo, seria senti-se aprisionado eu reprimido e desejar mais estímulo, agitação e aventura, senti-se mais amplo do que a própria vida que se vive, como se ela de algum modo o contivesse ou refreasse.
Sábio
Quando o Sábio está ativo na vida de uma pessoa, ela sente um agudo interesse e aprender por aprender. A parte do Sábio que existe dente de uma pessoa concorda com a frase: Penso, logo existo. A parti desta definição, é possível concluir que, quando o arquétipo do Sábio predomina no caráter no indivíduo, há grande e constante motivação e interesse pelo aprendizado.
No marketing: para o Sábio, o principal receio que pode ocorrer é o de ser enganado por informações irreais ou falsas, o que acarretaria uma má interpretação de informações, dados ou situações. Assim, os Sábios veem uma compra como sendo de uma transação lógica, racional. Eles demandam informações e conhecimento e respeito da qualidade do produto à venda e do custo a ele relacionado. Em seguida, tomam a decisão – lógica – com base nas informações de que dispõem. Se neste processo o vendedor os faz sentir exímios conhecedores do assunto, é mais provável que comprem o que é oferecido do que se os fizesse experimentar a sensação de serem inábeis ou sentirem-se pressionados.
Imagens Arquétipos Primordiais
Para Jung, arquétipo é uma espécie de imagem apriorística incrustada profundamente no inconsciente coletivo da humanidade, refletindo-se (projetando-se) em diversos aspectos da vida humana, como sonhos e até mesmo narrativas. Ele explica que ‘’no concernente aos conteúdos do inconsciente coletivo, estamos tratando de tipos arcaicos – ou – melhor – primordiais, isto é, de imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos’’
Jung deduz que as ‘’imagens primordiais’’ – outro nome para arquétipos – se originam de uma constante repetição de uma mesma experiência, durante muitas gerações. Eles são as tendências estruturantes e invisíveis dos símbolos. Por serem anteriores e mais abrangentes que a consciência do ego, os arquétipos criam imagens ou visões que balanceiam alguns aspectos da atitude consciente do sujeito. Funcionam como centros autônomos que tendem a produzir, em cada geração, a repetição e a elaboração dessas mesmas experiências. Eles se encontram entrelaçados na psique, sendo praticamente impossível isolá-los, bem como a seus sentidos. Porém, apesar desta mistura, cada arquétipo constitui uma unidade que pode ser apreendida intuitivamente.
É importante ressaltar, todavia, que os arquétipos não possuem formas fixas ou pré-definidas. Segundo Jung:
‘’Nenhum arquétipo pode ser reduzido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher. Ele existe em si apenas potencialmente e quando toma forma em alguma matéria, já não é mais o que era antes. Persiste através dos milênios e sempre exige novas interpretações. Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma.’’
Arquétipos no Inconsciente Coletivo
O núcleo de um complexo é um arquétipo que atrai experiências relacionadas ao seu tema. Ele poder, então, tornar-se consciente por meio destas experiências associadas. Os arquétipos da Morte, do Herói, do Si-mesmo, da Grande Mãe e do Espírito ou Velho Sábio são exemplos de algumas das numerosas imagens primordiais existentes no inconsciente coletivo.
Autonomia
Embora todos os arquétipos possam ser considerados como sistemas dinâmicos autônomos, alguns deles evoluíram tão profundamente que se pode justificar seu tratamento como sistemas separados da personalidade. São eles: a persona, a anima (lê-se ‘’ânima’’ em português do Brasil), o animus (lê-se ‘’ânimus’’ em português do Brasil) e a sombra. Chamamos do instinto aos impulsos fisiológicos percebidos pelos sentidos. Mas, ao mesmo tempo, estes instintos podem também manifestar-se como fantasias e revelar, muitas vezes, a sua presença apenas através de imagens simbólicas. São estas manifestações que revelam a presença dos arquétipos, os quais as dirigem. A sua origem não é conhecida, e eles se repetem em qualquer época e em qualquer lugar do mundo – mesmo onde não é possível explicar a sua transmissão por descendência direta ou por ‘’fecundações cruzadas’’ resultantes de migração. 

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Fonte: Empresas de sucesso - O que é Arquétipo?. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/09/o-que-e-arquetipo.html

Referências e Bibliografia
1* JUNG, Carl G (2000). Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Rio de Janeiro: Vozes).
2* VOGLER, Christopher (2006). A jornada do escritor: estruturas míticas para escritores (Rio de Janeiro: Nova Fronteira).
3* WINTHUIS, Josef: Das Zweigeschlechterwesen bei den Zentralaustraliern und andern Völkern. Lösungsversuch der ethnologischen Hauptprobleme auf Grund primitiven Denkens (Forschung zur Völkerpsychologie und Soziologie V). Leipzig 1928.
4* Arquétipos
5* Arquétipo - Saindo da Matrix
6* O arquétipo
7* Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo - Conexões Clínicas
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