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O significado da existência Humana

O início da vida é um tema complexo e altamente subjetivo. Alguns juristas e neurocientistas argumentam que se a morte ocorre com a interrupção da função cerebral, a vida humana deveria iniciar com o inicio da função cerebral, mas outros pensadores argumentam com outros parâmetros essenciais à vida.
Há uma quantidade incalculável de prováveis respostas para "O significado da existência Humana", frequentemente catalogadas com a religião ou com a filosofia. Varias opiniões sobre o sentido da vida podem por si próprias se diferenciar de pessoa para pessoa, bem como também podem modificar no transcorrer da vida de cada ser humano. Assim sendo, de uma forma mais extensa, não existe concordância sobre tal.

Filosofia como forma de vida 

Filosofia como forma de vida
O termo filosofia pode designar, antes de tudo, uma “forma de vida” é a filosofia entendida como vida filosófica, como viver filosoficamente; assim entendiam a filosofia, por exemplo, os filósofos cínicos e cirenaicos e, em muitos aspectos, os próprios filósofos estóicos.
Esta acepção do termo filosofia ainda ressoa na nossa linguagem quando dizemos que alguém “conduz a sua vida com muita filosofia”; esta mesma acepção do termo filosofia é recolhida nas acepções 3 e 4 do termo “filósofo” no Dicionário Aurélio:

Filosofia como doutrina sobre a vida 

É aquilo que no fim do século XIX e começo do século XX chamou-se de “filosofia da vida” (Lebensphilosophie); o mesmo DILTHEY não é alheio a esta idéia da filosofia.
Filósofo é “aquele que vive tranquilo e indiferente aos preconceitos e convenções sociais”.
Filósofo é “aquele que procede sempre com sabedoria e reflexão, que segue uma filosofia de vida”.
O termo filosofia pode designar também uma “doutrina sobre”: é a filosofia entendida, sobretudo, como resposta ao problema do sentido da vida e da existência humana.

Filosofia como saber acerca das coisas 

O termo filosofia poder designar, um “saber acerca das coisas”: é a filosofia entendida como conhecimento intelectivo (no sentido mais amplo desses termos) acerca das coisas (abrangendo entre as coisas o homem e a sua vida).
Esta terceira acepção do termo filosofia é a que nos interessa especialmente, ainda que não unicamente; a ela aponta, sobretudo, como temos dito o termo filosofia na sua origem: a filosofia entendida como saber que busca a dimensão última e radical da vida e das coisas.
Pois bem, para poder dar uma definição mais estrita do que é a filosofia enquanto saber que busca a dimensão última e radical da vida e das coisas é necessário, antes de tudo, que digamos em que consiste essa “dimensão última e radical das coisas” (incluindo nelas a vida mesma) que busca esse saber, essa sabedoria, que chamamos de “filosofia”.

A resposta das religiões sobre a existência humana 

O significado da existência Humana
O homem não pode deseja nada, a menos que antes compreenda que ele só pode contar consigo mesmo; que está sozinho e abandonado na Terra, sem outros objetivos a não ser que ele mesmo estabelecer, sem outro destino a não ser o que ele forjar. (Cf. a obra “O ser e o Nada”, do Filósofo Jean Paul Sartre).
Em outras palavras, a religião é uma teoria enquanto forma de pensar e entender o fenômeno da existência humana. Principalmente tende a “explicar” as experiências de sofrimento e angústia que “roubam” o sentido da vida dos crentes.
A origem da religião revela sua própria intenção. Pois a religião originou-se do Mito, em grego mutheo, como tentativa de explicação acontecimentos naturais ou sobrenaturais que fugiam ao entendimento. E ao oferecer as respostas oriundas dos questionamentos humanos, a religião afasta o homem da experiência do nada, do caos, do fim, da tragédia existencial.
Há varias religiões e temos diferentes respostas para a questão sobre o sentido da vida “Existência humana” As respostas abaixo descrevem a visão de cada religião.

A resposta da Bíblia sobre a existência humana 

A Bíblia mostra que o objetivo da nossa vida desenvolve uma amizade com Deus. Veja algumas referencias na Bíblia:
*Deus nos criou com uma “necessidade espiritual”, o que inclui o desejo de encontra o sentido da vida. (Mateus 5:3) E ele quer que esse nosso desejo seja satisfeito – Salmo 145:16.
*Deus é nosso criador. A Bíblia diz “Foi (Deus) quem nos fez, e não nós a nós mesmos.” – Salmo 100:3; Revelação (Apocalipse) 4:11
*Deus tem um objetivo para que ele criou, incluindo nós – Isaías 45:18
*Nós satisfazemos nossa necessidade espiritual por desenvolver uma amizade com Deus. Embora a ideia de ser amigo de Deus pareça impossível para alguns, a Bíblia nos incentiva: ‘Achegue-se a Deus, ele se achegará a você.’ – Tiago 4:8; 2:23.
*No futuro, veremos o pleno cumprimento do objetivo de Deus para nós quando ele eliminar o sofrimento e der vida eterna aos seus amigos, aqueles que adoram a ele. – Salmo 37:10, 11
*Para sermos amigos de Deus, precisamos viver em harmonia com seu objetivo para nós. A Bíblia declara esse objetivo em Eclesiastes 12:13: “Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados.” – Bíblia na linguagem de hoje.
Hinduísmo 
O Hinduísmo abrange varias denominações religiosas, sem um ser criador comum ou escritura sagrada universal. As opiniões filosóficas individuais têm conceitos parcialmente diferentes em relação ao ensino da vida, a morte e libertação. Os conceitos relacionados ao sentido da vida são da mesma maneira diferentes.
Budismo 
No Budismo, é dito claramente que o objetivo da vida para todos os seres humanos é único. Sofremos (também) por causa das paixões mudanças, mas a causa maior de todo o nosso sofrimento é por não saber o que ocorrerá após a morte.
Judaísmo 
A religião judaica baseia-se nas tradições religiosas de judeus e escolhidos por Deus.
O sentido da vida no Judaísmo consiste na observância das leis divinas, i.e., na reverência perante a Deus e sua vontade. 
As leis e ordens divinas estão reunidas na Tanakh, além da Talmud e Midrash.

A Felicidade humana 

“A felicidade consiste, especialmente, sem se querer ser o que é. Só o divino amor próprio pode ceder tamanho bem. Em benefício do amor próprio, cada qual está risonho com seu aspecto, com seu emprego, com seu talento, com seus familiares, com sua profissão e com seu país”.
“Uma era de felicidades meramente não é possível porque as pessoas querem apenas desejá-las, mas não possuí-las, e cada pessoa aprende durante os seus bons tempos a de fato rezar por inquietações e desconfortos. O destino do homem está delineado para momentos felizes – toda a vida os têm – mas não para eras felizes. Estas, porem, permanecerão fixadas na imaginação humana como “ o que está além das montanhas”, como um legado de nossos ancestrais: pois o conceito de uma era de felicidade foi sem duvida adquirido nos tempos primordiais, a partir da condição em que, depois de um esforço violento na caça e na guerra, o homem se entrega ao repouso, estica os membros e sente as asas do sono roçando a sua pele. Será uma falsa conclusão se, na trilha dessa remota e familiar experiência, o homem imagina que, após eras inteiras de labor e inquietação, ele poderá usufruir, de modo correspondente, daquela condição de felicidade intensa e prolongada”.
O homem sempre procurou a felicidade: Filósofos e religiosos sempre se decidiram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.
A felicidade que os antigos gregos chamavam de “eudaimonia”, um termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos e instrumentos, a exemplo do questionário da felicidade de Oxford, para medir o nível de felicidade de um indivíduo. Esses métodos levam em conta fatores físicos e psicológicos, tais como envolvimento religiosos ou político, estado civil, paternidade, idade, renda etc.

O sentido da existência humana na filosofia antiga 

Na filosofia antiga consiste principalmente da aquisição da felicidade (eudaimonia). Esta era comumente considerada a característica mais elevada e mais desejada. Neste contexto, as diferenças entre as escolas filosóficas resultam das diferentes concepções sobre a felicidade e como cada qual acreditava que ela pudesse ser atingida.
Após Platão, a alma imortal humana consistia de três partes: a razão, a coragem e os instintos. Apenas se essas três partes estivessem em equilíbrio e não se contradizessem mutuamente, o ser humano poderia ser feliz.
Aristóteles, filósofo da Grécia antiga, não julgava a felicidade como uma condição estática, mas sim uma constante ativa da alma. A felicidade humana perfeita só poderia ser encontrada na contemplação da vida, isto é, no filósofo e/ou no pesquisador científico.
O estoicismo derrubou a virtude em posição da felicidade. Só aqueles que vivem em uníssono com a ordem do cosmo, livre de emoções, desejos e paixões e seja indiferentemente perante ao próprio destino, alcançaria o estado final “apatia”. Esta insensibilidade perante os acontecimentos da vida, a “paz estóica”, significava a verdadeira felicidade.

A vida e a relevância da morte 

O sentido de que estamos perante um problema quando pomos a questão do sentido da vida é frequentemente induzido oela contemplação da morte. Na verdade, muitas vezes pensa-se – como Schopenhauer (1851) e Tolstoi (1886) – que a questão emerge precisamente do facto de as nossas vidas acabarem com a morte. No entanto, como alguns filósofos observaram, a ligação entre a nossa finitude e o sentido da vida é desconcertante. Se o pressuposto de que todos morremos faz a vida parecer sem sentido, de que maneira o pressuposto contrário – de que viveremos eternamente – melhora a situação?
Uma possível explicação para a ligação entre o pensamento da morte e o medo de que a vida não tenha sentido é que quando enfrentamos a nossa própria mortalidade destruímos os nossos ideais de felicidade. Se a felicidade plena fosse verosímil, ou mesmo possível, poderíamos não sentir a necessidade de encontra um sentido – não precisamos ter uma razão para viver enquanto a vida é agradável e o objetivo de atingir a felicidade pela, se esta fosse atingível, já seria suficiente. No entanto, para alguns, a idéia de que um dia morrerão torna a felicidade impossível. De uma maneira algo diferente, o reconhecimento da inevitabilidade da morte da nossa cultura e da nossa espécie, tal como de nós próprios, pode dar agora a idéia de que os interesses e os objetivos que tínhamos são destituídos de valor ou vãos.
Uma vez mais, a crença num Deus pode aliviar estas preocupações. A promessa de uma vida após a morte, na qual pelo menos alguns atingem a felicidade eterna, renova a possibilidade de procurar obter a felicidade plena. Por si só, a existência de um ser eterno e superior que cuida de nós e através do qual pautamos as nossas vidas alivia a preocupação com a insignificância dos nossos objetivos e da nossa conduta.
Pós morte 
A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte, ou o que acontece “uma vez morto”, se pensarmos na morte como um estado permanente, é uma interrogação frequente, literalmente uma questão latente na psique. Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte com uma posterior reencarnação ou mesmo a passagem para outros mundos embora muito antigas, são ainda difundidas socialmente. Para muitos, a crença e informações sobre a vida após a morte resultam de uma mera busca por consolação ou mesmo de uma covardia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da inevitabilidade de sua própria morte. A crença como o medo do inferno ou de outras consequências negativas podem tornar a morte algo muito mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Por esta razão, palavra passamento quando dita por um espírita, significa a morte do corpo. A passagem da vida corpórea para a vida espiritual.
Apesar desse ser conceito comum a muitas crenças, ela normalmente segue padrões diferentes de definição de acordo com cada filosofia. Várias religiões creem que após a morte o ser vivo ficaria junto do seu criador, para os cristãos, Deus.
Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de Neanderthal/Homo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte.
Do ponto de vista científico, não se confirma a idéia de uma vida após a morte. Embora grande parte da comunidade científica sustente que isso não é um assunto que caiba à ciência resolver, e que cientificamente não há evidencia que corroborem a existência de espíritos ou algo com função similar que sobrevivia após a morte, muitos pesquisadores tentaram e ainda tentam entrar nesse campo estudando por exemplo as chamadas “experiências de quase-morte”. Para eles, o conceito de “vida” se associa ao de “consciência”, contudo não atrela-se à matéria conhecida.

O Universo em que existe vida 

Existência de vida na Terra
O nosso Sistema Solar é o único em que há a certeza da existência de vida na Terra, embora hajam suspeitas de vida em outros locais como Marte e Europa (uma satélite natural do planeta Júpiter).
Atualmente existem oito planetas no sistema. Em 2005, Plutão perdeu o “titulo” por possuir uma órbita em outro plano e hoje é considerado um Planeta anão.
Terra 
A terra, nosso planeta onde existe vida, é um corpo celeste como milhares de outros e faz parte de algo infinitamente maior, o universo. Suas dimensões são tão vastas que apesar de todo o progresso alcançado pela astronomia e a astronáutica o homem apenas começou a sua exploração.
As galáxias são sistemas estelares, existem três tipos: espirais, elípticas e irregulares.
O sistema solar é formado por um conjunto de astros que giram em torno do Sol (o centro do sistema). São eles: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neturno, Satélites, planetóides, cometas, meteoros, meteoros, meteoritas. Suas órbitas são tão elípticas que variam entre a massa em direção ao sol.

Encarnação 

Encarnação é um conceito religiosos presente no cristianismo
Encarnação é um conceito religiosos presente no cristianismo, restafarianismo, budismo, hinduísmo e espiritismo, embora nessas últimas religiões haja o conceito diferenciado da reencarnação. A Bíblia fala da encarnação do verbo para enfatizar que Deus fez-se homem (João 1:14; Timóteo 3:16), pois nela Jesus é descrito como em carne (I João 4:1-2).
O substantivo encarnação ou o adjetivo encarnado não são encontrados na Bíblia, mas o equivalente grego do latim “in carne” se encontra em algumas declarações importantes no Novo Testamento a respeito da pessoa e obra de Jesus Cristo. Em (I Timóteo 3:16) fala sobre “Aquele que foi manifesto na carne”, (I João 4:2). Paulo diz que Cristo realizou sua obra de reconciliação “no corpo da sua carne” isso que dizer que cristo pela sua morte nos reconciliou com Deus (Colossenses 1:22; Efésios 2:15 -16), e que ao enviar Seu filho “em semelhança de carne pecaminosa” Deus “condenou...na carne, o pecado” (Romanos 9:3). Paulo se refere a Cristo que morreu “na carne” (no grego sarki, modo dativo de referência) por alguém (I Pedro 4:1). Todos esses textos mostram de diversas maneiras que Cristo garante a salvação porque veio em “carne” e morreu “na carne”.
Em teologia do cristianismo chama-se a vida de Jesus como encarnação e a sua morte de expiação.
Nesse sentido teológico, “carne” não é de maneira nenhuma alguma coisa que o homem possui, mas é antes uma coisa que o homem é, sinalizado pela fraqueza e fragilidade próprias da criatura humana e nesse particular aparece em contraste com “espírito”, a eterna é inextinguível energia que pertence a Deus e é Deus.
Por consequência, dizer que Jesus Cristo veio e morreu “na carne” é afirma que ele veio e morreu no estado sob as condições da vida física e psíquica criada, isto é, aquele que viveu e morreu era homem. Por outro lado, afirma também que aquele que morreu eternamente era e continua a ser Deus. A fórmula que emoldura a encarnação, portanto, é que, em alguns sentido, sem ter deixado de ser Deus, Deus se fez homem. Isto é exatamente o que João afirma “O verbo” (agente de Deus na criação), que “no principio”, antes da criação, não apenas “estava com Deus”, mas era em si mesmo “Deus”, (João 1:1-3 e “se fez carne João 1:14.
Os escritores do Novo Testamento, em particular João, Paulo e o autor de Hebreu, não falam em parte alguma ou tratam das questões metafísicas do modo da encarnação ou de questões psicológicas do estado de encarnado, isto só veio surgir de forma proeminente no século IV nas discussões cristológicas, em especial no Concílio de Calcedônia, no ano de 451. Eles estavam preocupados em demonstrara a pessoa de Jesus, exibição de sua obra e principalmente na vindicação da posição central no propósito redentor de Deus. O único sentido que os escritores tentam explicar a encarnação é mostrando como isso que aplica no plano que Deus traçou para redimir a humanidade. (Romanos 8:3; João 1:18; Hebreus 1:1-3; Hebreus 7:15-17).
Interessante observar que os escritores do Novo Testamento não discutem respeito do nascimento virginal de Jesus como testemunho da conjunção entre a deidade e a humanidade da sua pessoa. Essa linha tem sido explorada somente na teologia recente.
Entretanto, os escritores não ignoram esse fato, mas eles focam no propósito da salvação proposta por Deus. Os dois escritores que narram o nascimento, mas sim que Deus começou a cumprir a sua intenção de que visitaria e redimiria o seu povo. O ponto de vista é apenas soteriológico.
Os escritores percebem que tanto a deidade como a humanidade de Jesus são elementos fundamentais em sua obra salvadora. Da mesma forma que a divina filiação de Jesus garante a interminável duração, a perfeição impecável e a eficácia sem limites de sua obra sumo-sacerdotal (Hebreu 7:3, assim também a sua deidade foi capaz de derrotar o diabo “valente” que mantinha os pecadores num estado impotente cativeiro. (Hebreu 2:14-ss; Apocalipse 20:1-ss)
Semelhantemente os escritores percebem que era necessário que o Filho de Deus fosse feito carne, pois somente assim poderia tomar o lugar com o segundo homem, através de que quem Deus trata a raça humana. (I Coríntios 15:21) Somente dessa maneira poderia ser o medidor entre Deus e os homens (I Timóteo 2:5), e somente assim poderia morrer em favor dos pecadores, pois somente tendo carne é que poderia morrer. O pensamento da encarnação no Novo Testamento está de tal modo ligado que não se aplica esse termo à humanidade de Jesus em seu estado glorificado e incorruptível. Os “dias da suas carne” Hebreus 5:7 significam o tempo que ele passou no mundo até o dia da cruz.
João se preocupa em deixa clara a questão de Jesus verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus, combatendo, então o posicionamento contrário como sendo um espírito do anticristo, uma linha cristológica docética de Cerinto, que negava a realidade da carne e, portanto, negava a encarnação e consequentemente a morte física, portanto negando o Pai assim como o Filho. Essa ênfase de João além de ser observada nas suas primeiras epístolas é notada no evangelho, quando mostra a realidade da experiência da fraqueza humana de Jesus: cansaço (João); sede (João 4:7, João 19:28); lágrimas (João 11:33) tinham a clara intenção de combater o ensino docético.

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso - O significado da existência Humana. Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2015/10/o-significado-da-existencia-humana.html 
 
Referência: 
1* (Apostilas Introdução à Filosofia) Pe. Francisco-Javier Sotil Baylos 2003 - Introdução à Filosofia.
2* MARTINS, J.S. - A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: Hucited, 1983. 
3* "TEMA 9. A Encarnação". Opus Dei 
4* FelicidadePt.wikipédia - enciclopédia livre 
5*Qual o sentido da vida - Testemunha de Jeová 
6*A filosofia e o sentido da vida – osentidodavida
7* O sentido da vida – Crítica
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