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Carrapato Rhipicephalus sanguineus

O Carrapato Rhipicephalus sanguineus, da família Ixodidae, tem como principal hospedeiro os cachorros,
Carrapato-vermelho-do-cão
apesar também possa parasitar diferentes animais domésticos, animais silvestres. No Brasil é popular pelo nome de: carrapato-vermelho-do-cão. Ao adverso da maior parte dos carrapatos, o Rhipicephalus tem geotropismo negativo, ou seja, ao sair do hospedeiro ele busca lugares altos, de prioridade perto do ambiente onde os hospedeiros permanecem e dormem.

Ciclo de vida

Por ser um carrapato da família Ixodidae, proporciona 3 formas parasitárias dentro de seu ciclo de vida: larva, ninfa e adulto, este derradeiro é o exclusivo estágio com dimorfismo sexual. Todo estágio parasita o hospedeiro por certos dias (3 a 7 dias para larvas e ninfas, 5 a 10 dias para fêmeas adultas e mais de quinze dias para machos adultos), quando se alimenta especialmente de sangue, mas também de linfa e restos tissulares da derme e/ou epiderme contundida por várias enzimas proteolíticas secretadas pela saliva do carrapato. No final do período parasitário, as larvas e ninfas ingurgitadas se desligam do hospedeiro para fazer, no ambiente, a ecdise para o próximo estágio evolutivo, consistir em ninfas e adultos, simultaneamente. As fêmeas ingurgitadas, que foram fecundadas pelos machos sobre o hospedeiro, se soltam deste para completarem a postura de ovos no ambiente. Cada fêmea pode pôr de 1000 a 3000 ovos, que após incubados por algumas semanas, darão ascendência às larvas. Os machos, que permanecem sobre o hospedeiro por diversos dias ou semanas, não ingurgitam ou não aumentam claramente de tamanho, mas podem fecundar várias fêmeas neste período. A estabilidade das fases de desenvolvimento em vida livre (ecdise, postura e incubação dos ovos) pode alterar de poucas semanas a alguns
meses, sendo contrariamente proporcional à temperatura do ambiente. A viabilidade desses formatos de vida livre é entusiasmada principalmente pelas condições microclimáticas (principalmente umidade relativa) do local onde o carrapato ingurgitado se localiza para dar continuação ao ciclo.

Doenças transmitidas.

São os transmissores da Babesiose e da Erliquiose.
Babesiose: A piroplasmose ou babesiose é uma doença originada por diversas espécies de protozoários do gênero Babesia spp. No cachorro, o agente patogênico é Babesia canis, já no cavalo incidem Babesia equi e Babesia caballi. O principal veiculo dessa doença são os carapatos.
Erliquiose: Erliquiose monocítica canina, muito popular como pancitopenia tropical canina, "doença do carrapato"  ou apenas como "erliquiose canina", é uma patologia originada pela bactéria gram-negativa Erlichia canis da ordem Rickettsiales, que afeta os membros da família Canidae, no entanto, já foi registrada a ausência da bactéria em humanos e gatos. O principal transmissivo do agente etiológico é o carrapato Rhipicephalus sanguineus. A doença causa sinais clínicos que mudam de moderados a severos, e é diferenciada por febre, leucopenia, trombocitopenia,  e anemia. Em casos crônicos, pode existir imunosupressão. A mudança terminológica "erlichiose" também é muito aproveitada.

Referencias
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