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5 misteriosos mundos perdidos existentes na Terra

O planeta terra é imenso, tem seus segredos ainda escondidos mais o ser humano conhece praticamente tudo. Existem lugares remotos com espécies animais e vegetais incógnitas e lugares muito difíceis de serem acessados aqui no planeta terra.

Conheça 5 misteriosos mundos perdidos no Planeta terra

Então vamos conhecer mais um pouco do nosso misterioso planeta perdido.
Caverna De Son Doong No Vietnã
5 misteriosos mundos perdidos existentes na Terra
Son Doong é uma caverna localizada na província de Quang Bình, no Vietnã, 500 km a sul de Hanói, perto da fronteira Laos-Vietname. Situa-se no Parque Nacional de Phong Nha-Ké Bang, declarado Patrimônio Da Humanidade pela UNESCO em 2003.
A gruta de Son Doong foi encontrada em fevereiro de 2009 quando um grupo de cientistas britânicos da Associação Britânica de Investigação de Grutas, dirigida pelo casal Howard e Libert Deb, organizava uma visita em Phong Nha-Ké Bang marcada para de 10 a 14 de Abril de 2009. Um homem local tinha descoberto a caverna em 1991, mas não se recordava da maneira de chegar ao local. De finais de março a 14 de abril de 2009, ajudou os exploradores a cruzar o bosque de 10 km para acender à entrada da caverna.
Em 1991, um pastor da zona encontrou-a, mas, receoso do estranho silvo que provinha do interior, manteve em segredo a sua localização. Foi usada como refúgio dos bombardeamentos na Guerra do Vietnã. A primeira expedição para descobrir os segredos da gruta foi feita em 2009 por Howard e Deb Limbert que, no entanto, encontraram uma enorme parede de calcite que os impediu de continuar. Segundo os espeleólogos, a gruta é difícil de encontrar por estar completamente coberta de vegetação.
A revista National Geographic enviou depois uma equipe para cartografar a gruta em, 2010 e o fotógrafo Carsten Peter conseguiu magnificar fotos que foram publicadas em janeiro de 2011.
Este lugar, que faz parte das 20 novas cavidades identificadas pelo grupo de exploradores britânicos, é considerado como a maior gruta do mundo. No total há pelo menos 150 grutas no Parque Nacional Phong Nha-Ké Bang.
E principio, os espeleólogos britânicos asseguraram que a gruta só tinha 150 metros de comprimento e 91 metros de largura, mas as novas expedições mostraram que o espaço tem pelo menos 4,5 km e chega aos 140 metros de altura em algumas partes. Durante as visitas, as equipes encontraram estalagmites de mais de 70 metros de altura. A maior sala de Son Doòng tem mais de 5 km de comprimento, 200 metros de altura e 150 metros de largura.
Com estas dimensões enormes, Son Doòng supera a caverna Deer do parque nacional de Gunung Mulu na Malásia tomando o título de ‘’maior caverna do mundo’’. O rio subterrâneo que flui na caverna desanimou os exploradores de ir mais além, pois puderam apenas considerar o comprimento da caverna utilizando a luz de lanterna. Estão previstas mais explorações num próximo, reservadas a cientistas. A gruta não é visitável a turistas.
Monte Roraima 
5 misteriosos mundos perdidos existentes na Terra
O monte Roraima é uma montanha localizada na América do Sul, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Constitui um tepui, um tipo de monte formado de mesa bastante característico do planalto das Guianas. Delimitado por falésias de cerca de 1.000 metros de altura, seu platô apresenta um ambiente totalmente diferente da floresta tropical e da savana que se estende a seus pés.
O monte Roraima foi descoberto pelos europeus em 1595, durante a colonização espanhola e britânica dessa parte da América do Sul. A ‘’montanha de cristal’’ impossível de escalar e de onde surgiam numerosas cascatas – conforme descrição do poeta, oficial e explorador britânico Walter Raleigh – pode ser o monte Roraima. Outros aventureiros, em busca do Eldorado, também fizeram incursões pela região, que foi habitada por pelo menos 10 mil anos por povos ameríndios – atualmente, o entorno da montanha é habitada pelo Pemons, descendentes dos Caraíbas, que estabeleceram-se na região há cerca de 300 anos. Entretanto, outros autores assinalam que a descoberta do monte Roraima teria ocorrido em 1838 por Robert Hermann Schomburgk, um cientista e explorador alemão. Seguindo a nordeste a partir das florestas da então Guiana Inglesa, Schomburgk teria sido o primeiro a avistar a montanha, durante uma expedição patrocinada pela Royal Geographic Society. Em 1845, ele retornaria à região para estudar a flora local, assinalando que o topo do monte parecia inacessível devido às suas altas falésias. Outra expedição semelhante foi realizada em 1864 pelo naturalista e botânico alemão Carl Ferdinand Appun. A mesma rota foi utilizada em 1869 e 1872 pelo geólogo britânico Charles Barrigton Brown. Chegando à extremidade sudeste do monte Roraima, Brown observou a presença de altos pináculos de rocha nesta área e propôs e subida à montanha através de um balão. Outra expedição, liderada por Flint e Edginton, chegou à montanha em 1887 e também anotou o caráter impenetrável das falésias ao norte, leste e sul (já exploradas nos dias atuais). Henry Whitely, que estudou a avifauna da região, observou que o cume do monte poderia ser atingido pela face meridional com a ajuda de cordas e escadas – ao contrário do vizinho Tepui Kukenán, cujo ponto mais alto parecia ser acessível apenas por meio de um balão a partir do sudeste, devido aos ventos predominantes.
Apesar de suas paredes verticais tornar, o acesso muito difícil, este foi o primeiro grande tepui a ser escalado. Everard Im Thurn e Harry Perkins lideraram uma expedição, patrocinada pela Royal Geographical Society, que atingiu o pico em 18 de dezembro de 1884 – graças, em parte, Às sugestões e comentário fornecidos por Henry Whitely. A equipe localizou uma passagem até então desconhecida mesmo pelos Pemons, que diziam que o topo das falésias permaneciam desconhecidos desde o início do mundo. Logo novas expedições – formadas por botânicos, zoólogos e geólogos – foram realizadas a fim de explorar e estudar a flora e fauna (em grande parte desconhecidas) e a peculiar geologia da região: Frederick Vavasuou McConnell e John Joseph Quelch, em 1894 e 1898; três expedições da Boundary Commission, em 1900, 1905 e 1910; Koch Grumberg, em 1911; C. Clementi em 1916 e G.H. Tate (financiado pelo Museu Americano de História Natural), em 1917. As cavernas começaram a ser exploradas por espeleólogos venezuelanos no final de 1930 e, especialmente desde os anos 1970. Seu trabalho mostra que as cavidades subterrâneas, para além de suas grandes dimensões, podem se formar em rochas de quartzo. Outros estudos sobre o meio ambiente, incluindo os diversos de naturalista e explorador venezuelano Charles Brewer-Carías, foram responsáveis pela descoberta e classificação das espécies que habitam o planalto. Com a expansão do Parque Nacional Canaima para o leste, em 1975, o monte Roraima e a floresta que o circunda foram declarados áreas totalmente protegidas – que proíbe qualquer atividade humana que não esteja relacionada à pesquisa -, com exceção de uma pequena área, destina à prática de Trekking.
Devido à descoberta e exploração tardias o monte Roraima só passou a ser considerado o ponto culminante do planalto das Guianas em 1931, quando uma comissão multinacional esteve no local para determinar a localização exata da tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela. As falésias ao norte da ‘’proa’’ foram escaladas em 1973 pelos alpinistas britânicos Mo Anthoine, Joe Brown, Don Whillans e Hamish MacInnes. Com a melhoria das condições da estrada de acesso, incluindo sua extensão e paviamento na década de 1980, o turismo tem se desenvolvido na região.
Mitologia e Lenda Do Monte Roraima 
A lenda do Monte Roraima surgiu na tribo dos índios Macuzi, que ali habitavam. Conta que antigamente não havia nenhuma elevação naquelas terras. Muitas tribos indígenas viviam naquela área plana e fértil onde a caça, a pesca e outros frutos eram abundantes. Porém, num dia, nasceu num local uma bananeira, uma árvore que nunca aparecera ali antes. Tornou-se, rapidamente viçosa e cheia de belos frutos, mas um recado divino foi dado aos pajés, de que ninguém poderia tocar nela ou em seus frutos, pois aquele era um ser sagrado; Se alguém o fizesse, inúmeras desgraças aconteceriam ao povo daquela terra. Todos obedeceram ao aviso que lhes foi dado. Porém, ao amanhecer de um certo dia, a tribo percebeu que haviam cortado a árvore e, em instantes, a natureza revoltou-se. Trovões e relâmpagos rasgavam o céu deixando todos assustados. Os animais fugiam. E do centro da Terra surgiu o Monte Roraima, elevando-se imponente até o céu. Pessoas dizem que até hoje o monte ‘’chora’’ pela violação do passado.
Ilhas Palawan 
5 misteriosos mundos perdidos existentes na Terra
Palawna é uma ilha das Filipinas, a maior da província de Palawan com 12189 km² e cerca de 430.000 habitantes. Encontra-se pouco desenvolvida e silvestre, com abundante vida selvagem, selvas e montanhas. As praias são de areia branca, o que as torna uma grande atração turística. A sua costa norte é banhada pelo Mar da China Meridional, e a costa sul forma o limite norte do Mar de Sulu.
História e Turismo
A ilha foi o palco de batalha de Palawan em 1945. Uma dúzia de navios japoneses afundados encontra-se entre 10 e 43 metros de profundidade perto das suas costas e das ilhas próximas, como Busuang e Coron.
Uma parte importante do turismo em Palawan está relacionada com o mergulho: as costas da ilha são consideradas dos melhores locais do mundo para esta atividade.
A capital da província é Puerto Princesa. Como atrações turísticas a destacar, há um rio subterrâneo de cerca de 8 km que se pode visitar e percorrer em barco, a zona do norte chamada ‘’El Nido’’, com variadas paisagens e zonas de mergulho e uma frondosa selva, área declarada de interesse mundial pela Unesco.
A Cratera de Bosavi 
5 misteriosos mundos perdidos existentes na Terra
A cratera Bosavi localizada em Papua Nova-Guiné no oceano indico, contém em sua selva um vulcão que entrou em erupção a 200 mil anos e criou uma cratera com 4 km de extensão e 1 km de profundidade. Dentro dessa cratera há vegetação, cavernas e buracos de vários tamanhos, e é considerado um mundo perdido, onde recentemente foram descobertas mais de 40 espécies de animais.
Lago Vostok
Misteriosos mundos perdidos existentes na Terra
O lago Vostok conta com um grande volume de água doce. Ele foi descoberto em 1995, a oeste do Pólo Sul. Curiosamente, o Vostok está sob 3720 metros de gelo, sendo considerado um ecossistema virgem e isolado há cerca de 30 milhões de anos.
As espécies que habitam o Lago Vostok são consideradas hiper-retardadas, e se procriam apenas uma vez a cada século. Os cientistas acreditam que a vida no Vostok existe graças ao escasso calor que é emanado do centro da Terra. Ainda assim, a temperatura no lago é de aproximadamente zero grau Celsius.
Imagens de radar mostraram que o lago está sempre trocando água com o gelo que fica acima dele, mas o processo é bastante lento. O Comitê Científico de Pesquisas da Antártida afirmou que o lago só será diretamente estudado depois que for encontrado um método limpo de remoção de amostras. O objetivo é conservar a pureza do ecossistema utilizando um mini-robô teleguiado e que tenha um sistema antisséptico.

Bibliografia e referencias 
2* Monte Roraima - Wikipédia, a enciclopédia livre
3* Roraima Adventure. - Lendas. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2014. Consultado em 6 de dezembro de 2014.
5* BIOPROSPECÇÃO NA ANTÁRTIDA  (PDF). Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2011. p. 16. Consultado em 5 de janeiro de 2012. «A Antártida possui aproximadamente 150 lagos localizados sob a superfície do gelo continental, o maior dos quais é o lago Vostok, descoberto debaixo da estação russa do mesmo nome.»
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