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O que é Babesiose eqüina?

Babesia equina, uma doença causada por protozoários, é transmitida principalmente pelo carrapato.
Babesia equina
Babesiose equina é uma hemoparasitose respeitável, mundialmente distribuída, também popular por nutaliose ou piroplasmose equina. Esta hemoparasitose é analisada como a principal barreira para o trânsito internacional de cavalos, pois países como o Canadá, Japão, EUA e Austrália, que têm uma indústria equina muito forte, já são livres de Babesia, e animas positivos são definitivamente proibidos de entrarem nesses países, seja para exportação ou competição.
Por isso o Brasil sofre restrições para exportações de cavalos, apesar da boa qualidade do plantel, pois aqui a infecção é avaliada endêmica em todo o território nacional. Diante disso, a importância da babesiose equina não se reserva apenas aos criadores. Os agentes ocasionadores da babesiose equina no Brasil, frequentemente descobertos simultaneamente, são Babesia equi.
Atualmente a B. equi foi renomeada para Theileria equi (2004). Descobriu que B. equi faz seu aumento primário no interior dos linfócitos formando macro e microesquizontes. Os microesquizontes crescem micromerozoítos que são liberados na corrente sanguínea e envolvem os eritrócitos, onde se multiplicam em tétraes, proporcionar a forma característica desde hematozoário, chamado de Cruz de Malta. As disputas morfológicas de capacidade de propagação no interior de leucócitos não são as únicas que distinguem B. equi das demais babesias, ainda há diferenças quanto às qualidades bioquímicas e na sequência genética.
Todas essas alterações fizeram com B. equi fosse considerada uma Theleiria e renomeada como T. qui), porém ainda têm discordâncias entre pesquisadores. De modo geral concorda-se que B. equi não seja uma babesia exata, mas alguns pesquisadores discordam que se trate de uma Theileria, o que aludiria um novo gênero para B. equi.
A parasitemia importunada por B. caballi é geralmente baixa, com menos de 1% dos eritrócios infectados. Seu período de incubação varia de 10 a 30 dias e os sinais clínicos tendem a ser mais brandos, por menos patogenicidade. Os cavalos sem tratamentos se mantêm podem se manter portadores por um a 3 anos. O carrapato Dermacentor nitens é estimado seu principal vetor.
Já T. equi causa infecções persistentes, que podem perdurar por toda a vida do animal. Seu período de incubação é de 12 a 19 dias. No Brasil, o carrapato Boophilus microplus é avaliado o hospedeiro intermediário mais importante deste parasito. Talvez por isso, altas incidências têm sido adjuntas com a criação conjunta de bovinos e equinos. Além da transmissão através de vetor, já foi descrita a transmissão trans-placentária de T. equi, com uma porcentagem de infecção de até 30% dos potros. 
Clinicamente, na babesiose equina, pode haver agudos, subagudos, crônicos e os portadores assintomáticos. Na doença aguda, o animal apresenta prostração, perda de apetite, febre, mucosas pálidas, icterícia e gastroenterite, nem sempre ocorre hemoglobinúria. Pode ocorrer taquipneia, constipação, edema de membros e petéquias nas mucosas oral, nasal e ocular. Nas infecções causadas por B. caballi, ocasionalmente há paresia do trem posterior. Animais que vem a óbito dificilmente morrem em decorrência da anemia, e sim pela formação de microtrombos, assim como ocorre com os bovinos; a não ser em casos onde a parasitemia é bastante elevada e ocorre anemia aguda.
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