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Biomas e hidrografia brasileira

As paisagens brasileiras são marcadas pela presença de rios. A rede hidrográfica no Brasil é abundante, tanto em águas superficiais (principalmente em rios) quanto em águas subterrâneas. O Brasil é, por sinal, o país com maior reserva de água potável do mundo. Com relação ao seu aproveitamento econômico, os rios são bastante utilizados como fontes de energia. O território brasileiro possui vários biomas ricos em biodiversidade em razão do predomínio de clima quente e da elevada umidade.

Os Biomas Brasileiros são 

Os Biomas Brasileiros são
Biomas Litorâneos – com um litoral muito extenso, o Brasil possui diversos tipos de biomas nestas áreas. Na região Norte destacam-se as matas várzea e os mangues no litoral Amazônico. No Nordeste, há a presença de restingas, falésias e mangues. No Sudeste destacam-se a vegetação de mata Atlântica e também os mangues, embora em pouca quantidade. JÁ no sul do país, temos os costões rochosos e manguezais.
Caatinga – presente na região do sertão nordestino (clima semi-árido), caracteriza-se por uma vegetação de arbustos de porte médio, secos e com galhos retorcidos. Há também a presença de ervas e cactos.
Campos – presente em algumas áreas da região Norte (Amazonas, Pará e Roraima) e também no Rio Grande do Sul. A vegetação dos campos caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos, gramíneas e herbáceas.
Cerrado – este bioma é encontrado nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins. Com uma rica biodiversidade, caracteriza-se pela presença de gramíneas, arbustos e arbustos e árvores retorcidas. As plantas possuem longas raízes para retirar água e nutrientes em profundidades maiores.
Mata Atlântica – neste bioma há a presença de diversos ecossistemas. No passado, ocupou quase toda região litorânea brasileira. Com e desmatamento, foi perdendo terreno e hoje ocupa somente 7% da área original. Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais vegetais. A floresta é fechada com presença de arvoras de porte médio e alto.
Floresta Amazônica – é considerada a maior floresta tropical do mundo com uma rica biodiversidade. Está presente na maior região norte (Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão e Tocantins). É o habitat de milhares de espécies vegetais e animais. Caracteriza-se pela a presença de árvores de grande porte, situadas bem próximas umas das outras (floresta fechada). Como o clima na região é quente e úmido, as árvores possuem folhas grandes e largas.
Mara de Cocais – presente, principalmente, na região norte dos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí. Por ser tratar de um bioma de transição, apresenta características da Floresta Amazônica, Cerrado e da Caatinga. Presença de palmeira com folhas grandes e finas. As árvores mais comuns são: carnaúba, babaçu e buriti.
Pantanal – este bioma está presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Algumas regiões do pantanal sofrem alagamentos durante os períodos de chuvas. Presença de gramíneas, arbustos e palmeiras. Nas regiões que sofrem inundação, há presença de árvores de floresta tropical.
Mata dos Pinhais – também conhecida como Mata de Araucárias, em função da grande presença da Araucária angustifólia neste bioma. Presente no sul do Brasil caracteriza-se pela presença de pinheiros, em grande quantidade (floresta fechada). O clima característico é o subtropical.

Componentes das bacias hidrográficas 

Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são os ‘’divisores de água’’ (tergos), cristais das elevações que separam a drenagem de uma e outra bacia, ‘’fundo de vale’’ – áreas adjacentes a rios ou ribeiros e que geralmente sofrem inundações, ‘’sub-bacias’’ – bacias menores, geralmente de alguma afluente do rio principal, ‘’nascentes’’ – local onde a água subterrânea brota para a superfície formando um corpo de água, ‘’áreas de descarga’’ – locais onde a água escapa para a superfície do terreno, vazão, ‘’recarga’’ – local onde a água penetra no solo recarregando o lençol freático, e ‘’perfis hidrogeoquímicos’’ ou ‘’hidroquímicos’’ – características da água subterrânea no espaço litológico.
Ás vezes, as regiões hidrográficas são confundidas com ‘’bacia hidrográfica’’. Porém, as bacias hidrográficas são menores – embora possam se subdividir em sub-bacias (por exemplo: a bacia amazônica contém as sub- bacias hidrográficas dos rios Tapajós, Madeira e Negro), as regiões hidrográficas podem abranger mais de uma bacia.

A Hidrografia Brasileira é rica em rios, mas pobre em lagos 

Em virtude do clima em geral chuvoso e da imensidão do território, temos a mais rica bacia hidrográfica da superfície terrestre. Todavia, por causa da estrutura geológica e do relevo, o território brasileiro não possui grandes lagos (quase sempre origem tectônica ou glaciária), destacando-se apenas lagos de barragem marinha, como a laguna dos Patos e a lagoa Mirim, entre outras originadas pela acumulação de sedimentos trazidos pelo mar em áreas litorâneas, as chamadas restingas.
O regimento de alimentação dos rios brasileiros é basicamente pluvial, ou seja, dependente de chuvas, e não se registram regimes niveal (de neves) ou glacial (de geleiras). Apenas o rio Amazonas depende, em parte, do derretimento da neve na cordilheira dos Andes, onde ele nasce, mas a maior parte de sua alimentação provém mesmo das chuvas. Dessa forma, o período de maiores cheias dos rios brasileiros é o verão, quando as chuvas são mais abundantes, com exceção de alguns rios do litoral do Nordeste. Há uma densa e importante rede fluvial, com grande número de rios volumosos, que se deve aos elevados índices pluviométricos registrados na maior parte do país.
Outra característica marcante é o fato de a grande maioria dos rios brasileiros ser perene, ou seja, nunca secam totalmente. Apenas alguns rios que nascem no Sertão nordestino são intermitentes, isto é, secam totalmente durante alguns meses do ano.
Do ponto de vista econômico, os rios brasileiros são muito utilizados como fonte de energia (hidrelétricas) e pouco utilizados para a navegação. O transporte por hidrovia é empregado raríssimas vezes no Brasil, embora seja bem mais econômico do que transporte hidroviário custa, em média, quatro vezes menos que o ferroviário e quase vinte vezes menos que o rodoviário.
Tecnicamente é possível interligar bacias hidrográficas (por exemplo, a Amazônica com a Platina através de afluentes) com a construção de canais artificiais e a correção de certas corredeiras ou quedas-d’água por meio de eclusas, alargamento de trechos e barragens. Porém, isso nunca foi feito no país. Pelo contrario, as boas condições de navegabilidade do rio Amazonas e seus afluentes foram ignorados de tal forma que se construíram rodovias paralelas ao rio (a Transamazônica, por exemplo). Apenas nos últimos anos, com o avanço do Mercosul, é que se começou a explorar, ainda que timidamente, os rios que compõem a bacia do Prata (Paraguai, Uruguai, Paraná e afluentes) para fins de navegação fluvial.
No que se refere à produção de energia elétrica, o uso de rios tem sido intenso. Cerca de 90% do total da eletricidade do Brasil provém de fontes hidráulicas, diferentemente de países como a Grã-Bretanha, o Japão e até os Estados Unidos, onde cerca de 80% desse total é fornecido pelo carvão ou pelo petróleo (usinas termelétricas).

História 

A história do homem sempre esteve muito ligada às bacias hidrográficas: a bacia do rio Nilo foi o berço da civilização egípcia; os mesopotâmicos se abrigaram no vale dos rios Tigre e Eufrates; os hebreus, na bacia do Rio Jordão; os chineses se desenvolvem às margens dos rios Yangtzé e Huang Ho: os hindus, na planície dos rios Indo e Ganges, apenas para citar os maiores exemplos.

O que é uma bacia hidrográfica? 

Uma bacia hidrográfica ou bacia de drenagem de um curso de água é o conjunto de terras que fazem a drenagem da água das precipitações para esse curso de água e rios menores que deságuam em mares (afluentes).
A formação da bacia é feita através dos desníveis dos terrenos que orientam os cursos da água, sempre das áreas mais altas para as mais baixas.
Essa área é limitada por um divisor de águas que a separa das bacias adjacentes e que pode ser determinado nas cartas topográficas. As águas superficiais, originárias de qualquer ponto da área delimitada pelo divisor, saem da bacia passando pela seção definida e a água que precipita fora da área da bacia não contribui para o escoamento na seção considerada. Assim, o conceito de bacia hidrográfica pode ser entendido através de dois aspectos: rede hidrográfica e relevo. Em qualquer mapa geográfico as terras podem ser subdivididas nas bacias hidrográficas dos vários rios.

Hidrografia do Brasil 

A hidrografia do Brasil envolve os conjuntos de recursos hídricos do território brasileiro, as bacias hidrográficas, Oceano Atlântico, os rios, lagos, lagoas, arquipélagos, golfos, baías, cataratas, usinas hidrelétricas, barragens, etc. De acordo com os órgãos governamentais, existem no Brasil doze grandes bacias hidrográficas, sendo que sete têm o nome de seus rios principais. Amazonas, Paraná, Tocantins, São Francisco, Parnaíba, Paraguai e Uruguai; as outras são agrupamentos de vários rios, não tendo um rio principal como eixo, por isso são chamadas de bacias agrupadas.
O Brasil possui uma das mais amplas, diversificadas e extensas redes fluviais de todo o mundo. O maior país da América Latina conta com a maior reserva mundial de água doce e tem o maior potencial hídrico da Terra: cerca de 13% de toda água doce do planeta encontra-se em seu território.
A maior parte dos rios brasileiros é de planalto, apresentando-se encachoeirados e permitindo, assim, o aproveitando hidrelétrico. As bacias Amazônia e do Paraguai ocupam extensões de planícies, mas as bacias hidrográficas do Paraná e do São Francisco são tipicamente de planalto. Merecem destaque as quedas-d’água de Urubupungá (no rio Paraná), Iguaçu ( no rio Iguaçu), Pirapora, Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso (no rio São Francisco), onde estão localizadas sinas hidrelétricas.
Os rios brasileiros apresentam regime de alimentação pluvial, ou seja, são alimentados pelas águas das chuvas.Em decorrência de o clima tropical predominar na maior parte do território, as cheias ocorrem durante o verão, constituindo exceção alguns rios nordestinos, cujas cheias ocorrem entre o outono e o inverno. Os rios do sul não tem vazante acentuada, devido à boa distribuição das chuvas na região, assim como os da bacia Amazônica, também favorecidos pela uniformidade pluviométrica da região.
No Brasil, predomina a drenagem exorreica, ou seja, os rios correm em direção ao mar, como o Amazonas, o São Francisco, o Tocantins, o Parnaíba, etc. Pouquíssimos são os casos de drenagem endorréica, em que os rios se dirigem para o interior do país, desaguando em outros rios, como o Negro, o Purus, o Paraná, o Iguaçu, o Tietê, entre outros.
Em sua maior parte, os rios brasileiros são perenes, isto é, nunca secam. Mas na região Semi-Árida do Nordeste há rios que podem desaparecer durante uma parte do ano, na estação seca: são os chamados rios temporários ou intermitentes.

Bacia Amazônica 

Abrangendo, no Brasil e na América do Sul, uma área de aproximadamente 7 milhões de quilômetros quadrados (dos quais 3,8 milhões, mais da metade, estão no Brasil), a bacia Amazônica pode ser considerada a maior do globo terrestre. De acordo com novas medições feitas por meio de imagens de satélite, o Amazonas é considerado hoje o maior rio do mundo, tanto em extensão quanto em vazão (descarga fluvial ou volume de água), possuindo inúmeros afluentes com mais de 2 mil quilômetros de extensão.
Trata-se, na realidade, de um enorme “coletor” das águas das chuvas que ocorrem na região de clima equatorial, na porção norte da América do Sul. Seus afluentes provêm tanto do hemisfério norte (oriundos do planalto das Guianas e que deságuam na sua margem esquerda) quanto do hemisfério sul (procedentes do planalto Brasileiro e que deságuam na margem direita). Essa característica peculiar provoca duplo período de cheias no curso médio do rio Amazonas.
O Amazonas é um típico rio de planície. Nos 3165 Km que percorre em território brasileiro, sofre um desnível suave e progressivo, de apenas 82 metros, sem a ocorrência de quedas-d’água. Isso significa que ele é excelente para a navegação, podendo mesmo receber navios transatlânticos desde sua foz, onde se localiza a cidade de Belém, até Manaus (próximo ao local onde o rio Negro deságua no Amazonas, a cerca de 1700 Km do litoral), ou navios oceânicos de porte médio até Iquitos (no Peru, a 3700 Km da foz).
No passado, chegou-se a pensar que essa bacia fluvial fosse adequada para a navegação, mas sem grande utilidade para a exploração de hidreletricidade. Esse ponto de vista já é considerado superado, pois observou-se que os afluentes do Amazonas, especialmente os da margem direta, provêm de áreas mais altas do que as planícies e terras baixas da Amazônia, onde se estende o leite do rio principal da bacia.
Quando esses rios deixam o planalto Brasileiro e adentram terras baixas, há a ocorrência de inúmeras cachoeiras e quedas-d’água, especialmente nos rios Xingu (onde está construída na usina de São Félix), Tapajós, Curuá-Uma e outras. O potencial hidráulico dessa bacia é hoje considerado o mais elevado do país, superior mesmo ao da bacia do Paraná, ainda que esta tenha melhor aproveitamento com a construção de muito mais usinas hidrelétricas.
Bacia do Tocantins-Araguaia 
Durante décadas, foi incluída da bacia Amazônica por causa da proximidade da foz de ambos os rios (Amazonas e Tocantins) e também pelo fato de ela atravessar a floresta Amazônica. Há algum tempo, passou a ser considerada uma bacia hidrográfica independente e a maior bacia localizada inteiramente dentro do território nacional. O Tocantins tem um fluente principal, o Araguaia – tão importante quanto o próprio Tocantins do ponto de vista de volume de água e extensão. No rio Tocantins se destaca a usina hidrelétrica de Tucuruí, a maior da região amazônica.
Bacia do São Francisco 
Dentro do grupo das cinco grandes bacias hidrográficas, a bacia do São Francisco é uma das que, juntamente com a do Tocantins e a do Parnaíba, podem ser consideradas totalmente brasileiras. O rio São Francisco nasce em Minas Gerais e percorre áreas se clima semiárido no interior nordestino, mas é um rio perene, pois corre durante o ano todo, embora, na época das secas, permaneça com um nível baixíssimo de água.
É navegável em um trecho de 1370 Km, que vai de Pirapora(MG) até Juazeiro (BA), embora a importância dessa hidrovia se torne cada vez menor em virtude da construção de rodovias paralelas, ligando cidades que no passado escoavam quase toda a sua produção pela navegação fluvial, como Januária (MG), Bom Jesus da Lapa (BA), Remanso (BA) e Juazeiro (BA)-Petrolina (PE), que são cidades Conurbadas. Como se trata de um rio de planalto, é intensamente utilizado como fonte de energia, abrindo as usinas hidrelétricas de Paulo Afonso, três Marias, Sobradinhos e Moxotó.
Bacias Secundárias 
Bacia do Nordeste - É constituída por rios do sertão nordestino, na sua grande maioria temporários, pois secam em determinada épocas do ano. Os rios dessa bacia são o Acaraú e o Jaguaribe, no Ceará, o Piranhas e o Potenji, no Rio Grande do Norte; o Paraíba, na Paraíba; o Capibaribe, o Una e o Pajeú, em Pernambuco. Além desses, fazem parte dessa bacia o rios maranhenses Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru e Mearim, além do Rio Parnaíba, que separa o Maranhão do Piauí.
Bacia do Leste - Constituída por rios que descem do Planalto Atlântico em direção ao oceano, merecem destaque os rios Pardo, Jequitinhonha e Mucuri, em Minha Gerais e Bahia; Paraíba do Sul, em São Paulo e Rio de Janeiro; e Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas e Paraguaçu, na Bahia.
Bacia do Sudeste e Sul - É constituída também por rios que correm na direção oeste-leste, ou seja, que vão das serra e planaltos em direção ao oceano. Destacam-se os rios Ribeira do Iguape, em São Paulo; Itajaí, em Santa Catarina; Jacuí e Camacuã, no Rio Grande do Sul.
Com Exceção dos rios temporários do Sertão Nordestino, os demais rios das bacias secundárias apresentam regime tropical austral, com cheias no verão. São rios de planalto, pouco aproveitáveis para a navegação fluvial.
Bacias do Paraná, do Paraguai e do Uruguai ou bacia Platina 
A bacia Platina é constituída por três rios principais e seus afluentes: Paraná, Paraguai e Uruguai. Esses três rios unem-se no estuário do Prata, entre o Uruguai e a Argentina. No território brasileiro, contudo, eles formam bacias fluviais separadas. Destacam-se, ai, o rio Paraná e afluentes (Tietê, Paranapanema, Peixe, Iguaçu e outros), eles dos dois rios que o formam ao se juntarem (o Paranaíba e o rio Grande).
São quase todos – a principal exceção é o rio Paraguai – rios de planalto e encachoeirados, enriquecidos por um elevado potencial hidráulico, que, no passado, foi considerado o maior do país. Hoje, no entanto, como vimos, já se reavaliou a bacia Amazônica, percebendo-se o enorme potencial ignorado há alguns anos.
Sobre a utilização do potencial hidráulico, a bacia Platina é a mais aproveitada para a construção de usina hidrelétricas. Nela estão construídas as usinas de furnas, Marimbondo e Água Vermelha (no rio Grande), São Simão e Itumbiara (rio Paranaíba), Promissão, Barra Bonita e Ibitinga (rio Tietê), Xavantes e Capivari (rio Paranapanema), Euclides da Cunha (rio Pardo), Foz de Areia, Salto Santiago e Salto Osório (rio Iguaçu) e o complexo de Urubupungá, com as usinas de Jupiá e Ilha Solteira (no rio Paraná), além da usina binacional de Itaipu, entre o Brasil e o Paraguai.
O rio Paraguai é um típico rio de planície, que atravessa o Pantanal Mato-Grossense e é utilizado como hidrovia para escoar o minério de manganês do maciço de Urucum. Seu maior porto fluvial é o de Corumbá (MS), no Brasil, mas sua navegação é internacional, já que o rio banha também o Paraguai, a Bolívia e a Argentina.

Outras regiões ou bacias hidrográficas

Região hidrográfica do Parnaíba - Formada pelos rios Parnaíba e seus afluentes: Gurgueia, Itaueira, Canindé e Poti.
Região ou bacias do Nordeste Ocidental – Nessa região correm os rios Acaraú, Capibaribe, Curimataú, Jaguaribe, Mundaú, Paraíba, Piranhas – Açu, Una e outros. São várias bacias hidrográficas que formam uma região.
Região hidrográfica do Atlântico Sudeste – Constituída principalmente pelas bacias dos rios Doce, Paraíba do Sul, Ribeira do Iguape e São Mateus.
Região hidrográfica do Atlântico Leste – Formada pelas bacias dos rios de Contas, Itapicuru, Jequitinhonha, Mucuri, Pardo, Paraguaçu e Vaza-Barris.
Região ou bacias hidrográficas do Nordeste Oriental – É uma região hidrográfica formada por várias pequenas bacias dos rios Gurupi, Itapecuru, Mearim, Munim e Pericumã.
Região hidrográfica do Atlântico Sul – É constituída pelas bacias dos rios Camaquã, Capivari, Itajaí e Jacuí, que se denomina Guaíba em Porto Alegre.
O Brasil possuí poucos lagos, classificados em: 
Lagos de barragem - que são resultantes da acumulação de manter de materiais e subdividem-se em laguna ou lagoas costeiras, formadas a partir de restingas, tais como as lagoas dos Patos e Mirim, no Rio Grande do Sul, e lagoas de Várzea, formadas quando as águas das cheias ficam alojadas entre barreiras de sedimentos deixados pelos rios ao voltarem ao seu leito normal. São comuns na Amazônia e no Pantanal Mato-Grossense;
Lagos de erosão - formados por processos erosivos, ocorrendo Planalto Brasileiro.
Os centros dispersores – ou seja, as porções mais altas do revelo que se separam as bacias fluviais – que merecem destaque no Brasil são três: a cordilheira dos Andes, onde nascem alguns rios que formam o Amazonas; o planalto das Guianas, de onde partem os afluentes da margem esquerda do Rio Amazonas; e o Planalto Brasileiro, subdividido em centros dispersores menores.
Os rios, ao desembocarem em outro rio ou no oceano, podem apresentar-se como uma foz do tipo estuário, como um único canal, ou do tipo delta, como vários canais entremeados de ilhas; ocorre, excepcionalmente, o tipo misto. No Brasil, predominam rios com foz do tipo estuário, com exceção do rio Amazonas, que possui foz do tipo misto, e dos rios Paranaíba, Acaraú, Piranhas e Paraíba do Sul.
País úmido, com muitos rios, o Brasil, possuía quarto bacias principais e três secundária, divisão que vigorou até a promulgação da Resolução nº 32, de 15 de Outubro de 2003, aprovada pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos.
Bacias Principais: 
Amazônica 
Tocantins-Araguaia 
Platina São Francisco 
Bacias Secundárias 
Nordeste 
Leste 
Sudeste-Sul
Maiores Rios Brasileiros em Vazão e por Extensão (m³/s) 
1º) Rio Amazonas (Bacia Amazônica) – 209.000; 
2º) Rio Solimões (Bacia Amazônica) – 103.000; 
3º) Rio Madeira (Bacia Amazônica) – 31.200; 
4º) Rio Negro (Bacia Amazônica) – 28.400; 
5º) Rio Japurá (Bacia Amazônica) – 16.620; 
6º) Rio Tapajós (Bacia Amazônica) – 13.500; 
7º) Rio Purus (Bacia Amazônica), 
8°) Rio Tocantins (Bacia Tocantins-Araguaia) 
9º) Rio Paraná (Bacia do Prata_ - 11.000 
10º) Rio Xingu (Bacia Amazônica) – 9.7000; 
11º) Rio Içá (Bacia Amazônica) – 8.800; 
12º) Ri Juruá (Bacia Amazônica) – 8.440 
13º) Rio Araguaia (Bacia Tocantins-Araguaia) – 5.500; 
14º) Rio Juruá (Bacia Amazônica) – 8.440; 
15º) Rio Araguaia (Bacia Tocantins-Araguaia) 5.500; 
16º) Rio Uruguai (Bacia Prata) – 4.510; 
17º) Rio São Francisco (Bacia do São Francisco) – 2.850; 18º) Rio Paraguai (Bacia do Prata ) – 1.290.
Observações: Os rios da bacia amazônica são responsáveis por 72% dos recursos hídricos do Brasil;
O ‘’Arquífero Guarani’’, com 1.194.800 km² de extensão e 45 quatrilhões de litros, é o maior reservatório de água doce da América do Sul e 70% dele está localizado no Brasil (Mato Grosso do Sul – 25,5%, Rio Grande do Sul – 18,8%, São Paulo – 18,5%, Paraná – 150,0%, Goiás – 6,5%, Santa Catarina – 6,5%, Minas Gerais – 6,1% e Mato Grosso – 3,1%, 19% na Argentina, 6% no Paraguai e 5% no Uruguai.
Recursos Hídricos – Os Maiores Rios Brasileiros por Extensão: 
Amazonas 6.868km (Bacia Amazônica), São Francisco 3.160 km (Bacia do São Francisco), Tocantins 2.640 km (Bacia Tocantins-Araguaia), Negro, Tapajós, Xingu (Bacia Amazônica) Araguaia (Bacia Tocantins-Araguaia), Madeira (Bacia Amazônica); Paraná 2.940 km, Paraguai e Uruguai 1.500 km (todos da Bacia do Prata).

Referencia:
Hidrografia do Brasil: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrografia_do_BrasilBrasil 
Brasil Hidrografia: http://www.portalbrasil.net/brasil_hidrografia.htm
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