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As Cobras mais venenosas do Mundo

As cobra (serpentes), também chamadas ofídios, mbóis, cobras, mboias e malacatifas, são répteis poiquilotérmicos sem patas, pertencentes à subordem Serpentes, ou Ophidia. São bastante próximos dos largatos, com os quais partilham a ordem Squamata. 

As Serpentes mais mortal e venenosas do mundo

Embora apenas um quarto das serpentes sejam peçonhentas – é vulgar chamar erradamente venenosa aos animais que injetam sua toxina - , muitas das espécies são letais aos humanos. Estas cobras letais são geralmente agressivas e seu veneno pode matar um adulto saudável, se este não for devidamente tratado no período de algumas horas.

Cobra da Morte - mais venenosas do mundo

As Cobras mais venenosas do Mundo
Cobra da Morte é o nome popular dado á Aconthophois Antar – ctius. Da ordem Squamata sub-ordem Ofidia, Família Elapidae. É semelhante a víbora, possuí cabeça longa e triangular, corpo grosso e 80 cm e comprimento. É encontrada na Austrália em locais secos, é considerada uma das mais venenosas do mundo. É um animal vivíparo com 20 filhotes por ninhada. É muito venenosa.
Viperidade ou Víboras
Viperidade
Viperidade ou Víboras é uma família de répteis escamados da subordem Serpentes. As suas espécies têm, geralmente, cabeça triangular e fossetas loreais. O aparelho venenoso desta família é considerado o mais eficiente de todos os répteis. Produzem principalmente veneno hemotóximo, podendo, por vezes, ser neurotóxico. Os seus dentes, curvos, podem injetar veneno profundamente no corpo da presa. São sensíveis à radiação infravermelha, conseguindo detectar as presas devido ao fato de estas terem uma temperatura diferente do meio onde se encontram. Em liberdade, têm hábitos noturnos.
O seu tamanhos varia muito, desde a Bitis Schneideri, que atinge um máximo de 28 cm até à Lachesis muta, que chega a atingir 3,6 m.

Cobra-do-mar-pelágio - cobra terrestre de veneno mais tóxico do mundo

A cobra-do-mar-pelágio( Pelamis planturus)
A cobra-do-mar-pelágio( Pelamis planturus), vulgarmente conhecida como serpente-de-barriga-amarela-do-mar ou serpente-marinha-palágica, é uma espécie de cobra marinha que possui coloração amarelada. É o único membro do gênero Pelamis. As cobras-do-mar-pelágio habitam nas águas marítimas tropicais e subtropicais, e costumam se alimentar de animais aquáticos e crustáceos, ocorre a liberação de em média 90 e 100mg de veneno a cada mordida, o suficiente para matar cerca de 100 humanos com uma única mordida.
Também chamada de Taipan do interior (oxyuranus microlepidotu) comumente encontrada na Austrália. Ela é a cobra terrestre de veneno mais tóxico do mundo, ela seria 100 vezes mais venenosa que a cascavel. Sua picada pode causar paralisia respiratória, levando a vítima à morte em poucos minutos.
Naja
Naja é um gênero de serpentes venenosas da família Elapidae
Naja é um gênero de serpentes venenosas da família Elapidae (cobras), elas variam em toda a África, Sudoeste da Ásia e Sudeste Asiático. Apesar de vários outros gêneros compartilharem o nome comum, a espécie Naja é o grupo mais reconhecido e mais difundido de cobras comumente conhecidos. O gênero Naja consiste de 20 a 22 espécies, mais sofreu várias revisões taxonômicas nos últimos anos, portanto, as fontes variam muito. Também são conhecidas pelos nomes populares de cobra-capelo, cobra-de-capelo (também escrito cobra de capelo ou cobrar capelo). São animais peçonhentos, agressivos e bastantes perigosos. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja Tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido. A artimanha serve para ‘’aumentar’’ seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundem com um animal maior e mais perigoso.
As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham os movimentos da flauta, já que cobras não possuem audição. Tamanho As diferentes espécies Naja existentes variam de comprimento e são, na sua maioria, de corpo delgado. Grande parte são capazes de atingir comprimentos de 1,84 m. o comprimento máximo de algumas das maiores espécies de cobra são em torno de 3,1 m, com a Naja Ashei (2,7 m), sendo maior da espécie e encontrada na Quênia de acordo com a ONG que cuida da preservação de répteis WildlifeDirect. Ainda de acordo com a organização, a referida espécie possui veneno suficiente para matar 15 humanos adultos. Outra com tamanho avantajado é a Naja Melanoleuca (1,50 m), que pode crescer até de 3,0 m. Todas têm uma capacidade característica de levantar os quartos dianteiros de seus corpos do chão e a achatar seus pescoços para parecer maior para um predador em potencial. Veneno Todas as espécies do gênero Naja são capazes de entregar uma mordida fatal em um ser humano. A maioria das espécies têm um veneno fortemente neurotóxico, que ataca o sistema nervoso, causando paralisia, mas muitos também têm características citotóxicos que provoca inchaço e necrose e tem um significativo efeito anticoagulante. Algumas também têm componentes cardiotóxicos ao seu veneno. Várias espécies da Naja referidas como cobras cuspidoras, desenvolveram um mecanismo de entrega de veneno especializado, em que os seus dentes da frente, em vez de libertar veneno através das pontas (semelhante a uma agulha hipodérmica), têm uma abertura estriada na superfície frontal que permite que a cobra impulsione o veneno para ora da boca. Embora normalmente referido como ‘’cuspir’’, a ação é mais como ‘’esguichar’’. O alcance e a precisão com que eles podem disparar seu veneno varia de espécie para espécie, mas é utilizado principalmente como um mecanismo de defesa. Uma vez pulverizado sobre a pele de uma vítima, o veneno actua como um irritante grave. Se for introduzido no olho, pode causar uma sensação de queimação severa e cegueira temporária ou mesmo permanente se não for limpo imediatamente e completamente.
Krait Malasiana 
Krait Malasiana é uma serpente venenosa da família Bungarus Candidus
Krait Malasiana é uma serpente venenosa da família Bungarus Candidus. Ela pode ser encontrada no oeste da Ásia e na Indonésia. Esta serpente possui hábitos noturnos, não são muitos ataques registrados à partir da Krait Malasiana, MS se trata de uma espécie agressiva quando ameaçada. 
O veneno da Krait são potentes neurotoxinas que destroem o sistema nervoso e induz a paralisia muscular, o seu veneno contém pré sináptica e pós sinápticos neurotoxinas, que geralmente afetam as terminações nervosas perto da fenda sináptica do cérebro.
Os poucos sintomas da mordida incluem: endurecimento dos músculos o faciais e incapacidade da vítima para ver ou falar. Caso o anti-veneno não seja aplicado em um período de até 30 minutos, fica impossível reverter o quadro de envenenamento. Segundo estudos toxicológicos, o veneno da Bungarus Candidus é tão letal aos seres humanos, que 50% das vítimas morrem mesmo após à aplicação do soro antiofídico.
Serpente Tigre 
Serpente-Tigre ou (Notechis Scutatus)
Serpente-Tigre ou (Notechis Scutatus) é uma espécie de cobra venenosa pertencente à ordem Squamata, família Elapidae, nativa da Austrália. Seu veneno neurotóxico é muito potente, podendo levar um ser humano à morte até 3º minutos após a mordida. No entanto, normalmente, esta ocorre entre 6 a 24 horas.
Mamba-Negra 
Mamba-Negra
A Mamba Negra (Dendroaspis Polylepys) é uma das cobras mais venenosas do continente africano. Ao contrário do que dia o teste em cobaias, LD50 que não reproduz o efeito do veneno em seres humanos e sim em ratos, mas o organismo do rato diferente do ser humano e por isso reage diferentemente ao seu poder. Seu tamanho varia de 2,5 m a 4,5 m. É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20 km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar o perigo e para atacar as suas presas.
Ao contrário das outras espécies o mesmo gênero, vive a maior parte do tempo solo, mas pode escalar árvores com facilidade. Sua dieta consiste de pequenos mamíferos e aves. Tem um bote muito rápido e seu veneno neurotóxico cauã paralisia. Se o local da picada for no pé ou na canela, a vítima pode morrer em até 4 horas. Se a picada for na região do tórax ou no rosto a vítima pode falecer em menos de 20 minutos. Sem o tratamento é mortal em 100% dos casos. No verão, a fêmea coloca de 12 a 18 ovos. A expectativa média a vida mamba-preta é de 12 anos.
Cobra Marrom 
A segunda entre as cobras mais venenosas seria a cobra Marrom
A segunda entre as cobras mais venenosas seria a cobra Marrom, localizada na Austrália. Ela é tão perigosa que até mesmo seus filhotes podem matar um ser humano, bastando apenas uma gota de seu veneno. Ela se move rapidamente, e é bastante agressiva.
Taipan 
A Taipan é uma cobra da família Elapidae encontrada no litoral e no outback australiano
A Taipan é uma cobra da família Elapidae encontrada no litoral e no outback australiano.
Existem seis espécies conhecidas. A cobra taipan comum é subdividida em duas sub-espécies: a taipan costeira da Austrália (Oxyuranus Scutellatus Scutellatus) e a taipan de papua (Oxyarunus scutellatus Canni) que é nativa da costa do sul de Papua-Nova Guiné.
A espécie inland taipan (Oxyuranus Microlepidotus) é considerada mais venenosa do mundo. Possui um veneno homotóxico potente e complexo (que faz o sangue se liquifazer, destruindo as células sanguíneas, podendo ocorrer hemorragias internas), inoculado através de duas presas fixas que tem na parte anterior da boca, capaz de matar um ser humano em menos de 45 minutos. Estima-se que o veneno disponível em suas presas sai capaz de matar 100 homens ou 250.000 ratos. A espécie taipan comum, por sua vez, é considerada a terceira cobra mais venenosa o mundo. É da mesma família da cobra Coral e Naja.
Ela é grande, possui 2,5 a 3 metros de comprimento, em escamas lisas com a coloração creme e/ou marrom. Se alimenta de pequenos mamíferos. Ela é, de todas as serpentes elapídeas, a que possui as maiores presas. Em setembro 2012 na cidade de Kurri Kurri (Nova Gales do Sul, Austrália) um adolescente de 17 anos foi picado por uma Taipan sobreviveu. Mesmo dopis de administrar o antídoto, raramente uma vítima sobrevive. Raramente vista, a taipan também é chamada de cobra-feroz. Arisca, prefere não enfrentar predadores a menos que a ataque, sendo raros os casos de ataques a humanos.
Cobra Real 
A cobra-real
A cobra-real (Ophiophagus Hannan) é a maior cobra venenosa que existe, podendo ultrapassar os 6 metro de comprimento. É carnívora e a sua dieta consiste basicamente em outros ofídios, venenosos ou não, mas não despreza lagartos, ovos e pequenas mamíferos. O seu nome científico, ‘’Ophiophagus’’ significa literalmente ‘’comedora de serpentes’’. Desloca-se à vontade no solo, em cima das árvores e na água.
Outra das características é que se trata da única serpente que realiza a postura de ovos dentro de uma espécie de ninho, que a mãe elabora arrastando ervas e pequenos ramos com a sua cauda. Pouco antes da eclosão dos ovos, a mãe abandona a zona (que desde a altura da postura defendeu com uma enorme agressividade), supostamente para subtrair à tentação de devorar as próprias crias.
Apesar de não ter veneno excessivamente virulento (com uma toxicidade inferior à da maioria das suas ‘’primas’’, as naja), possui a capacidade de inocular grande quantidade por mordida, o que a torna uma das serpentes mais letais. Numa só mordida ela pode liberta até sete mililitros de neurotoxina, suficiente para matar um tigre ou até mesmo um elefante. Porém, tal como a maioria das cobras, é tímida e evita o contacto com o homem e só se for acossada se torna ferozmente agressiva.
Ao ser confrontada é capaz de elevar um terço do seu corpo, ficando à altura de um humano adulto, e continuar avançar para o ataque. Simultaneamente, abre as suas típicas abas, e emite um assustador sibilar, que soa como o rosnar de um cão.
As cobras-reais vivem principalmente nas florestas tropicais e planícies da Índia, sul da China é sudoeste asiático. Trata-se de uma das espécies de serpente de que mais facilmente se diferenciam os sexos. A cor, inclusive, é um dos indicadores do acentuado dimorfísmo sexual da espécie. O macho sempre tem cores mais claras, além de seu corpo geralmente ser mais longo e visivelmente mais largo do que o da fêmea. E exceção é a cauda, que em geral é preta e ambos os sexos.

As Cobras venenosas mais perigosas do Brasil

Agora vamos conhecer as serpentes mais venenosa que existe no Brasil.
Cascavel 
As Cobras venenosas mais perigosas do Brasil
Cascavel ou Cobra Cascavel é o nome genérico dado às cobras peçonhentas dos gêneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Cotalus Durissus, cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Como o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados foram os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente à idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal.
Veneno: A maioria das espécies de cascavel tem veneno homotóxico, que destrói tecidos, órgãos e causa coagulopatia (interrompe a coagulação do sangue). Cicatrizes permanentes são muito prováveis no caso de uma picada venenosa. Mesmo com tratamento imediato, sua mordida pode levar à perda de um membro ou à morte. Dificuldade em respirar, paralisia, salivação e hemorragias também são sintomas comuns. Mordidas de cascavel, especialmente de espécies maiores, são muitas vezes fatais. No entanto, antiveneno, quando aplicado a tempo, reduz a taxa de mortalidade para menos de 4%.
Jararacuçu 
surucucu-dourada
Bothrops Jararacassu Lacerda, conhecida vulgarmente como jararacuçu, jararacuçu-verdadeiro, surucucu, surucucu-dourada, surucucu-tapete, urutu-dourado, urutu-estrela e patrona, é uma víbora venenosa da família dos viperídeos. De até 2m de comprimento e coloração dorsal variável entre cinza, rosa, amarelo, marrom ou preto, com manchas triangulares marrom-escuras. É encontrada na Bolívia, Brasil (Bahia e Mato Grosso até o Rio Grande do Sul) Paraguai e Argentina.
Na língua Tupi (vara’raka), jararaca e uçu deriva de gûasu, ‘’grande’’. Ao pé de letra ‘’jararacuçu’’ significa ‘’o que tem um grande bote venenoso’’. Um bote de jararacuçu pode atingir uma distância do tamanho dela mesma, sendo assim, uma jararacuçu com, por exemplo, 1,5 metro de comprimento pode atinge seu alvo a 1,5 metro de distância. No Brasil, a maioria dos acidentes envolvendo pessoas picadas por cobrar são atribuídos às picadas de jararacuçus.
A espécie tem dimorfísmo sexual, sendo as fêmeas maiores que os machos e diferentes na coloração: ele é cinza e ela, amarela. São muito temidas pela quantidade de veneno que podem injetar. Localizar uma jararacuçu no meio da floresta não é fácil porque ela possui uma camuflagem quase perfeita e, mesmo para olhos treinados, quase sempre passa despercebida.
As jararacuçus costumam tomar sol para se aquecerem durante o dia e preferem caçar à noite.
Os adultos alimentam-se de pequenos roedores e aves e os juvenis se alimentam de pequenos anfíbios, minhocas e até de alguns insetos.
A reprodução e vivípara, nascendo entre 16 a 20 filhotes no início a estação chuvosa.
Surucucu 
Lachisis
Lachisis Muta, vulgarmente conhecida como surucucu, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fodo, surucucu-pico-de-jaca e cobra-topete, é a maior cobra peçonhenta da América do Sul. A terceira cobra mais venenosa do Brasil.
Vive em florestas densas, principalmente na Amazônia, mas conhecem-se registros na literatura da presença desse animal até me áreas isolada de resquícios de Mata Atlântica como na região de Serra Grande, município de Uruçuca, na Bahia.
A Lachesis Muta Rhombeata, amarela com desenhos negros, está ameaçada de extinção.
Cobra-Coral 
Cobra-Coral é uma denominação comum a várias serpentes
Cobra-Coral é uma denominação comum a várias serpentes da família Elapidae, da tribo Calliophini, que podem ser subdivididas em dói grupos: corais do Velho Mundo e corais do Novo Mundo. Existem 16 espécies de corais do Velho Mundo, pertencentes aos gêneros Calliophis, Hemibungarus e Sinomicrurus, e mais de 65 espécies de corais do Novo Mundo, incluídas nos gêneros Leptmicrurus, Micruroides, e Micrurus. Estudos genético indicam que as linhagens mais basais de corais se encontraram na Ásia, indicando que elas se originaram no Velho Mundo. No Brasil, podem ser conhecidas pelos nomes Cobra-Coral-Venenosa, Coral-Venenosa, Cora-Verdadeira, Ibiboca, Ibiboca e Ibioca.
As cobras-corais não dão ‘’bote’’ e apresentam hábitos fossoriais, vivendo em sua maior parte escondidas embaixo de troncos em folhagem.
As corais são noturnas e vivem sob folha, galhos, pedra, buracos ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender levantam a sua calda, enganando o ameaçador com sua forte coloração. As atividade diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento, a fêmea põe de 3 a 18 ovos, que em condições propícia obrem após 90 dias aproximadamente. Dada a capacidade de armazenar o esperma do macho, a fêmea pode realizar várias posturas ande de uma nova cópula.
Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, pois isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. a pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva. Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.
Urutu 
Urutu
Bothrops Alternus, conhecido culturalmente como urutu, urutu-cruzeiro, cruzeiro e cruzeira, é um réptil ofídio da família Viperidae, a mesma da jararaca, cascavel e surucucu, que ocorre no Centro-Oeste e no Sul do Brasil, como também no Uruguai, Paraguai e Argentina. É classificada na série solenóglifa, quanto ao tipo de dentição, por ter as presas inoculadoras de venenos varadas por canais para a condução do veneno produzido em glândulas. Seu veneno é o mais tóxico dentre as jararacas, com a exceção da jararaca ilhoa, três vezes mais peçonhenta.
O alimento preferido da Urutu são preás e outros pequenos roedores. Frequentemente encontrada em banhado e brejos, a urutu, que é ovovípara, produz, em cada parto, de 10 a 15 filhotes, que já nascem bem desenvolvidos, embora ainda encerrados em membranas ovulares. A incubação dos ovos processa-se no interior do organismo materno.
Ágil nos botes e muito venenosa, a urutu chama a atenção pelo padrão que lha adorna a pele; manchas em forma de ferradura dispõem-se em sequência sob o fundo castanho-escuro do dorso, enquanto a parte inferior de seu corpo é esbranquiçada ou creme.
Jararaca
Bothrops
Bothrops é um gênero de serpentes da família Viperidae. Popularmente, as espécies são denominadas de jararacas, cotiaras ou urutus. São serpentes peçonhentas, encontradas nas América Central e do Sul, sendo importantes causadores de acidentes com animais peçonhentos no Brasil e nos outros onde se distribuem, com altas taxas de morbidade e mortalidade. As diferentes espécies apresentam grande variabilidade, principalmente nos padrões de coloração e tamanho, ação peçonha, dentro outras características. Atualmente, 47 espécies são reconhecidas, mas é consenso dentre os pesquisadores que a taxonomia e sistemática deste grupo está mal resolvida, de modo que novas espécies têm sido descritas e algumas sinonimizadas.
Essas serpentes apresentam grande variação em tamanho, as menores espécies não ultrapassando setenta centímetros e as maiores atingindo cerca de dois metros de comprimento.
O arranjo das escamas no topo da cabeça é extremamente variável; o número de escamas interorbitais pode variar de três a catorze. Usualmente, estão presentes entre sete e nove escamas supralabiais e entre nove e onze sublabiais. Existem entre 21-29 escamas dorsais, 139-240 ventrais e 30-86 subcaudais, que são, geralmente, divididas. Variações no números de escamas dentro da mesma espécie são muito frequentes.
As espécies deste gênero são as maiores responsáveis por acidentes ofídicos nas Américas, assim como por mortalidade. Quanto a isto, as espécies mais importantes são B. asper (peru, Colômbia e Venezuela), B. atrox (Amazônia Brasileira) e b. jararaca (centro-sul do Brasil). Sem tratamento, a taxa de mortalidade é estimada em sete por cento, mas, com uso de soro antiofídico e tratamentos de suporte, esta taxa é reduzida para entre 0,5 e três por cento. O veneno deste gênero apresenta forma ação proteolítica tipicamente provocando necrose e inchaço que pode comprometer o membro atingido, tontura, náusea, vômitos entre outros sintomas. Em geral, a morte resulta da hipotensão provocada pela hipovolemia, falência renal e hemorragia intracraniana. Complicações frequentes incluem comprometimento do membro e falência renal. A partir de estudos do farmacologista brasileiro Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com o veneno da Borhrops jararaca, foi desenvolvido o Captopril, um dos medicamentos maus utilizados para o tratamento de hipertensão.
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