Pesquisar este blog

Breaking News
recent

As maravilhas do Pará

Neste artigo você vai conhecer as Maravilhas que existem no Pará, são tantas surpresas interessantes. Vamos citar apenas algumas com suas incríveis história admiráveis.
Mosqueiro
Mosqueiro
A ilha do mosqueiro é um distrito administrativo do município de Belém. De fato, Mosqueiro é uma ilha fluvial localizada na costa oriental do rio Pará, um braço sul do rio Amazonas, em frente à baía do Marajó. Apresenta área de aproximadamente 2012 km² e está localizada a 70 km de distância do centro de Belém. Possui 17 km de praias de água doce com movimento de maré.
A valorização da ilha, balneário distante 70 quilômetro de Belém por rodovia, teve início no final do século XIX e está ligada ao ciclo da borracha. Foram os estrangeiros – atraídos pelo bom da economia da capital – os primeiros a valorizar a Mosqueiro como local de veraneio. Eles construíram os casarões que ainda hoje podem ser vistos em torno da orla das praias do Farol, Chapéu Virada, Porto Arthur e Murubira. Os ‘’barões da borracha’’ encamparam a descoberta. Começava assim o processo de ocupação da ilha, pois o rio era então o único meio de acesso dessa incipiente ocupação. A expansão vigorosa do processo ocorreria somente em 1968 com a inauguração da estrada, interligada por balsa. Foi um marco para a aceleração da especulação imobiliária, que se expandiu em direção às praias do Ariramba e São Francisco. A partir de 1976, a ocupação voltou a se intensifica como a construção da ponte Sebastião Oliveira.
No início dos anos 80 os velejadores descobriram as potencialidades da ilha para a prática de windsurf e vela. Por mais de vinte anos, Mosqueiro foi lugar obrigatório para iatistas paraenses, bem como nomes conhecidos como os velejadores Torben Grael e Robert Scheidt. Por isso, um pequeno grupo de velejadores, junto com amantes do Kitesurf, ainda tenta manter acesa a ‘’vela’’ no Mosqueiro, prática que tanto embeleza e dá vida nos dias quentes da ilha.
Capela do Senhor dos Passos ou Igreja de Pedras 
A capela do Senhor dos Passos (Igreja de Pedras)
A capela do Senhor dos Passos (Igreja de Pedras) datada do século XVII, é um templo construído pelos Jesuítas toda em pedras sobrepostas e sem reboco. Conhecia, hoje, como Igreja do Bom Jesus, porque lhe guardava a imagem. Nessa época foi transferida para a igreja Madre de Deus a imagem do Bom Jesus, para que a Igreja de Pedras fosse concluída, mas com a expulsão dos jesuítas de Portugal e das províncias do Brasil, em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a construção da capela ficou inacabada e abandonada, sofrendo demolições e transformações. Na década de 30, um intendente local mandou demolir o que restava das paredes laterais e, com as pedras, mandou construir o cais de arrimo da cidade. A igreja revela estrutura de pedras lavradas, peças de mármore e imagens antigas. A técnica construtiva é pedra com agregado de uma mistura de massa de argila crua e cal que era obtida de materiais tirados dos sambaquis, ou depósitos pré-históricos de conchas, comuns no litoral brasileiro.
Mercado Ver-o-Peso
Ver-o-Peso
O Mercado ver-o-peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
História 
no século XVII, onde hoje funciona o Mercado Ver-o-Peso, numa área que era formada pelo igarapé do Piro, os portugueses instalaram um posto de fiscalização e tributos dos gêneros trazidos para a sede das capitanias (Belém-PA). Este posto foi denominado Casa de Haver o Peso, que também tinha como atividade o controle do peso dos produtos comercializados. No início do século XIX, o igarapé Piri foi aterrado e, na sua foz, foi construída a doca do Ver-o-Peso.
Embora a cidade estivesse abalada pela revolta popular denominada Cabanagem (1835-1840), a Casa de Haver o Peso funcionou até meados do ano de 1839. Em outubro deste mesmo ano, a repartição foi extinta e a Casa foi arrendada e destinada à venda de peixe fresco.
Em 1847, com o término do contrato de arredamento, a Casa foi demolida e iniciada a construção dos Mercados de Peixe e de Carne, este último também conhecido como Mercado Municipal ou Mercado Bolonha, uma vez que sua edificação foi feita pelo engenheiro Francisco Bolonha.
No Ciclo da Borracha, entre o final do século XIX e começo do século XX, a cidade de Belém teve grande importância comercial, principalmente para o cenário internacional. Neste período, também se pode registrar mudanças urbanísticas. Importantes edificações foram erguidas, entre as quais, o Palácio Lauro Sodré, o Theatro da Paz, o Palácio Antônio Lemos e o Mercado Ver-o-Peso.
A construção do Mercado de Ferro, como inicialmente era conhecido o Mercado Ver-o-Peso, foi autorizada pela lei municipal n°173, de 30 dezembro de 1987, e sua edificação, com o projeto de Henrique La Rocque, teve início no ano de 1899. Toda a estrutura de ferro do Mercado foi trazida da Europa seguindo a tendência francesa de art nouveau da belle époque. Foi inaugurado em 1901.
O mercado faz parte de um complexo arquitetônico e paisagístico que compreende uma área de 35 mil metro quadrados, como uma série de construções históricas, dentre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1977.
Alter do Chão (Santarém)
Alter do Chão - Para
Alter do Chão é um dos distritos administrativos do município de Santarém, no estado do Pará. Localizado na margem direita do Rio Tapajós, dista do centro da cidade cerca de 37 quilômetros através da rodovia Everaldo Martins (PA-457). É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo segundo o jornal inglês The Guardian, ficando conhecida popularmente como Caribe Brasileiro.
História
Fundada no dia 6 março de 1626, pelo português Pedro Teixeira, foi elevada a categoria de vila por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador da capitania do Grão-Pará, durante o Brasil Colônia, no dia 6 de março de 1758.
Alter do Chão, durante os séculos XVII e XVIII, recebeu diversas missões religiosas, comandada pelos jesuítas da ordem franciscana. O culto de Nossa Senhora dos Remédios foi instituído. Tornou-se esta a santa padroeira local.
Até o século XVIII, a vila era habitada majoritariamente por comunidades indígenas Boraris. Ainda se tem vestígios dos nativos devido a existência de diversos locais com grande quantidade de pedaços de barros e frequentemente são encontrados peças na forma de cabeça de urubu, círculos com furo no meio, cachimbos, entre outros além de machados com pedra polida.
No início do século XX, Alter do Chão era uma das rotas de transporte do látex extraído das seringueiras de Belterra e Fordlândia. Foi um período curto de desenvolvimento para a vila. Mas a partir da década de 1950, ocorreu a decadência do extrativismo amazônico e a vila foi atingida pelo déficit econômico. Desde a década de 1990 até os dias de hoje, o atual distrito aposta no turismo para evoluir economicamente, no qual obteve bons resultados.
Floresta Nacional de Carajás
Floresta de Carajás
A Floresta Nacional de Carajás é uma área de conservação ambiental federal do Brasil localizada no sul estado do Pará. É administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Tem pouco menos de 412 mil hectares, tendo sido criada pelo decreto 2.486 de 2 de fevereiro de 1998. Dentro da área protegida é permitida a exploração mineral, com a mineradora Vale tendo a concessão de uso do solo.
Limites 
A Floresta Nacional de Carajás limita-se, ao norte, com a Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado; a noroeste com a Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri e a oeste, com a Terra Indígena Cateté, onde vivem os índios Xikrin. A sudeste é delimitada pelo Rio Itacaiúnas e Terra Indígena Cateté, ao sul, constitui fronteira seca com propriedades rurais particulares, a sudeste limita-se com o igarapé Sossego e demais propriedades particulares e a leste é limitada pelo Rio Parauapebas e propriedades particulares.
Círio de Nossa Senhora de Nazaré 
Nossa Senhora de Nazaré
O círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todos os cultos e procissões. Em Portugal é celebrado no dia 8 de Setembro na vila da Nazaré; e é celebrado, desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente, no segundo domingo de outubro.
Outras regiões, devido à migração de paraenses, acabaram criando as procissões para estarem mais próximos de Belém, mesmo que pelo ato de Fé. O Termo “Círio” tem origem na palavra latina “Cereus”, que significa vela grande. No Brasil, no início era uma romaria vespertina, e até mesmo noturna, daí o uso de velas. No ano de 1854, para evitar a repetição da chuva torrencial como a que havia caído no ano anterior, a procissão passou a ser realizada pela manhã.
O Círio foi instituído em 1793 em Belém do Pará, e até 1882, saía do Palácio do Governo. Em 1882, o bispo Dom Macedo Costa, em acordo com o Presidente da Província, Justino Ferreira Carneiro, instituiu que a partida do Círio seria da Catedral da Sé, em Belém.
Alguns estudiosos estão considerando o Círio de Nazaré em Belém do Pará como sendo a maior manifestação religiosa do planeta. Consegue congregar dois milhões de pessoas em uma só manhã.
Em dezembro de 2013, o Círio de Nazaré foi declarado, pela UNESCO, Patrimônio Cultural da Humanidade.
Lendas e histórias do Círio de Nazaré
Segundo a interessante Lenda da Nazaré a antiquíssima imagem da Virgem teve origem em Nazaré, na Galileia, e representa a Virgem Maria sentada, de cor escura, tendo no seu colo o Menino Jesus, o qual amamenta. A estátua, entalhada em madeira e identificada como original dos primeiros séculos do Cristianismo, percorreu a cristandade desde Nazaré (Israel) passando por Mérida (Espanha) até surgir no ano de 711 em Nazaré (Portugal). No século XII, se tornou símbolo de fé do cavaleiro D. Fuás Roupinho, o qual mandou erigir a capela da Memória em agradecimento à Virgem (1182), após milagrosamente ter se salvo de um acidente muito grave quando, montado a cavalo, perseguia um cervo. A capela foi erigida sobre uma gruta onde estava a sagrada imagem. Em 1377 o rei D. Fernando (1367-1383) fundou um templo maior, o Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, para onde transferiu a imagem. Desde então, a 8 de Setembro, anualmente, os portugueses se reúnem no Sítio da Nazaré, para reverenciar Nossa Senhora da Nazaré. A principal romaria, o Círio da Prata Grande, vem anualmente do conselho de Mafra e transporta, numa berlinda, uma imagem de Nossa Senhora da Nazaré que não é uma réplica da Verdadeira imagem, pois esta está sentada e a imagem do Círio está de pá, existindo ainda diferenças. A imagem de Nossa senhora da Nazaré venerada no Brasil, é semelhante à imagem de Nossa Senhora da Nazaré do principal Círio português.
Theatro da Paz 
Theatro da Paz
O Theatro da Paz, que originalmente chamava-se Theatro Nossa Senhora da Paz, nome dado pelo Bispo da época Dom Macedo Costa, em homenagem ao fim da guerra do Paraguai, porém sua nomeclatura foi modificada a pedido do próprio Bispo, ao ver que o nome de “Nossa Senhora” seria figurada de um espaço onde se tinha apresentações mundanas e sem representação eclesiástica alguma, localiza-se na cidade de Belém, no estado do Pará, no Brasil, construído com recursos auferidos da exportação de látex, no Ciclo da Borracha. Mantinha o status de maior teatro da Região Norte, até ser ultrapassado pelo Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia, e um dos mais luxuosos do Brasil, com cerca de 138 anos de história, além de também ser considerado um dos teatros-momentos do país, segundo o IPHAN.
Inaugurado em 15 de fevereiro de 1878, o teatro possui linhas neoclássicas e foi construído no período áureo da exploração da borracha na Amazônia. O seu nome foi sugerido pelo bispo D. Macedo Costa, o qual também lançou a pedra fundamental do edifício, em 3 de março de 1869. Para o lançamento oficial do teatro, foi encenada a produção do dramaturgo francês Adolphe d’Ennery. As duas órfãs, pela companhia do Pernambuco Vicente Pontes de Oliveira.

Economia do Pará 

A economia do Pará baseia-se no extrativismo mineral (bauxita, ferro, manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal (madeira), na agricultura, na pecuária, na indústria e no turismo.
A mineração é atividade preponderante na região sudeste do estado, sendo Parauapebas a principal cidade que isso se dedica. As atividades agrícolas são mais intensas na região nordeste do estado, onde destaca-se o município de Castanhal; a agricultura também se faz presente, desde a década de 1960, ao longo da malfadada Rodovia Transamazônica (BR-230). O Pará é o maior produtor de pimenta do reino do Brasil e está entre os primeiros na produção de coco da Bahia e banana. São Félix do Xingu é o município com maior produção de banana do país. A pecuária é mais presente no sudeste do estado, que possui um rebanho calculado em mais de 14 milhões de cabeças de bovinos. A indústria do estado concentra-se mais na região metropolitana de Belém, com distritos industriais de Icocari e Ananindeua, e também vem se consolidando em municípios como Barcarena e Marabá através de investimentos na verticalização dos minérios extraídos, como bauxita e ferro, que ao serem beneficiados, agregam valor ao se transformarem em alumínio e aço no próprio Estado. Pela característica natural da região, destacam-se também como fortes ramos da economia as indústrias madeireira e moveleira, tendo um polo moveleiro instalado no município de Paragominas.
O extrativismo mineral vem desenvolvendo uma indústria metalúrgica cada vez mais significativa. No município de Barcarena é beneficiada boa parte da bauxita extraída no município de Paragominas e na região do Tapajós em oriximiná. No momento Barcarena é um grande produtor de alumínio, e sedia uma das maiores fábricas desse produto no mundo, boa parte dele é exportado o que contribui para o município abrigar também a principal atividade portuária do Pará, no distrito de Vila Conde. Ao longo da Estrada de Ferro Carajás, que vai da região sudeste do Pará até São Luís do Maranhão, é possível atestar a presença crescente de siderúrgicas. O governo federal implementou em Marabá um pólo siderúrgico e metalúrgico além das companhias já presentes na cidade. O polo siderúrgico de Marabá utilizava intensamente o carvão vegetal para aquecer os fornos que produzem o ferro gusa, contribuindo assim, para a devastação mais rápida das florestas nativas da região, mas recentemente este cenário vem mudando, as indústrias estão investindo no reflorestamento de áreas devastadas e na produção de carvão do coco da palmeira Babaçu, que não devasta áreas da floresta nativa porque consiste somente na queima do coco e não do coqueiro, este é produzido principalmente no município de Bom Jesus do Tocantins. 

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso, As maravilhas do Pará .Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/04/maravilhas-historia-economia-para.html 

Referência e Bibliografia
1*COSTA, Jeferson Miranda; PIETROBOM, Marcio Roberto. Pteridófitas (Lycophyta e Monilophyta) da Ilha de Mosqueiro, município de Belém, estado do Pará, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais, v. 2, n. 3, p. 45-55, 2007. 
2*SOUZA, Roseane Silveira de. Teatro da Paz: invisible stories in Belém do Grão-Pará. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 18, n. 2, p. 93-121, 2010.
3*Alves, Isidoro. "A festiva devoção no Círio de Nossa Senhora de Nazaré." Estudos Avançados 19.54 (2005): 315-332.
4*Gumier-Costa, Fabiano, and Carlos Frankl Sperber. "Atropelamentos de vertebrados na Floresta Nacional de Carajás, Pará, Brasil." Acta Amazonica 39.2 (2009): 459-466.
5*Magnusson, W. E., Lima, A. P., Albernaz, A. L. K. M., Sanaiotti, T. M., & Guillaumet, J. L. (2008). Composição florística e cobertura vegetal das savanas na região de Alter do Chão, Santarém-PA. Revista Brasileira de Botânica, 31(1), 165-177.
6*Economia do Pará: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
7*p. 559. ISBN 9788588651012.
8*DECRETO Nº 2.486, DE 2 DE FEVEREIRO DE 1998. Cria a Floresta Nacional de Carajás, no Estado do Pará, e dá outras providências.
Empresas de sucesso

Empresas de sucesso

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu Comentario

Fabiano . Tecnologia do Blogger.