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A Idade da Pedra

Idade da Pedra: O período da Pré-história é conhecido como a Idade da Pedra foi quando os seres humanos existentes da época criaram as primeiras ferramentas, sendo elas de pedra, naquela época se tornou a tecnologia mais avançada. Os ossos, a madeira e outros matérias foram utilizados (cestos, cornos, cordas, couro...), a pedra (e, em particular, varias rochas de rotura conchoide, como, quartzo, sílex, quartzito, e a obsidiana...0 foi utilizada para fabricar ferramentas e armas, de corte ou percussão. 
A Idade da Pedra lascada

Pré-história

A idade da pedra é praticamente contemporânea como a evolução do gênero Homo, como a única exceção sendo, possivelmente, bem em seu começo, quando espécies anteriores ao Homo podem ter fabricado ferramentas. O berço do gênero, de acordo com a idade e a localização das evidências atuais, é o Vale do Rift, especialmente no norte da Etiópia, onde é cercado por pradarias. O parente mais próximo entre os outros primatas ainda vivos, o gênero Chimpanzé, representa um ramo que continuou nas profundezas das florestas, onde os primatas evoluíram. O Rift serviu como um canal para o movimento em direção ao sul da África e também para o norte pelo Nilo, no Norte da África e pela continuação do vale em Levante até as vastas pradarias da Ásia.
A partir de cerca de 3 milhões de anos atrás, um único bioma se estabeleceu da África do Sul pelo vale, norte da África, e atravessando a Ásia até a China, que foi chamado recentemente de “Savanastão transcontinental”. A parti das pradarias no Ritf, os ancestrais do homem encontraram um nicho ecológico e desenvolveram uma dependência em relação a ele. O Homo erectus, antecessor do homem moderno, tornou-se um “morador da savana equipado com ferramentas.

O Fogo 

Umas das maiores conquistas do Período Paleolítico foi a descoberta do fogo
Umas das maiores conquistas do Período Paleolítico foi a descoberta do fogo. A capacidade de controle de fogo foi uma mudança dramática nos hábitos dos primeiros seres humanos. Fazer fogo para gerar calor e luz tornou possível às pessoas cozinhar alimento, aumentando a variedade e disponibilidade de nutrientes. O calor produzido também ajudou as pessoas a manterem-se aquecidas no frio, permitindo-lhes viver em climas mais frios. O fogo também manteve predadores noturnos afastados. Evidências de comida cozida são encontradas a partir de 1,9 milhões de anos atrás, embora o fogo provavelmente não foi utilizado de forma controlada até há um milhão de anos. As evidências tornaram-se generalizadas cerca de 50 a 100 mil anos atrás, sugerindo o uso regular a partir deste momento. Curiosamente, a resistência à população atmosférica começou a evoluir nas populações humanas na mesma época. O uso do fogo tornou-se progressivamente mais sofisticado, com a sua utilização para produzir carvão e controlar a vida selvagem desde dezenas de milhares de anos atrás.
O fogo também foi usado por séculos como um método de tortura e execução, como evidenciado pela morte na fogueira, bem como em instrumento de tortura, como a bota malaia, que poderia ser preenchida com água, óleo, ou mesmo chumbo e, em seguida, aquecida em fogo aberto para agonia do que a calçava.

Caçadores e Recoletores

Os homens da Idade da Pedra viviam, principalmente, da caça. Os animais selvagens eram quase sempre mais rápidos e mais fortes que o homem e, por isso, caçavam em grandes grupos. Grande resistência, força e um conhecimento dos animais eram as condições de uma caça abundante. Eles tiravam-lhe a pele com a ajuda de facas feitas de sílex. Finalmente, obtinham a carne que transportavam para o acampamento. A carne era colocada em cima de brasas para assar. Mas os homens também comiam a carne crua. A carne dos animais selvagens era o alimento essencial destes homens.
Enquanto os homens caçavam, as mulheres e as crianças iam à procura de plantas comestíveis: frutos silvestres, folhas, raízes, flores, cogumelos, nozes, amoras etc. No decorrer da Idade da Pedra, o homem aprendeu a pescar.

Vestuário 

A roupa dos homens pré-históricos era essencialmente feita de peles. As mulheres limpavam as peles dos animais com a ajuda de um instrumento: o sílex. Tiravam os restos de carne e impurezas. Com a ajuda de uma faca em pedra cortavam a roupa à medida. Os buracos, onde depois se poderia coser, eram feitos com uma broca. Cosia-se o vestuário com uma agulha feita a partir de ossos de animais.
Com ossos de animais, chifres e presas de marfim, os homens, da Idade de Pedra, faziam pontas de lanças, arpões, anzóis, agulhas ou furadores. Os povos do Paleolítico dependiam essencialmente dos animais de caça, dando-lhes quase tudo o que precisavam para viver. As manadas mudavam-se e os caçadores seguiam-nas. Por isso, as pessoas nunca viviam muito tempo no mesmo lugar, não eram sedentários, eram nômades.

Ferramentas 

Feitas de Pedra Além da madeira, de ossos e chifres de animais, o homem utiliza muitas ferramentas feitas de pedra. Estes objetos, feitos de pedra, sobreviveram durante milhares de anos. Hoje, os arqueólogos, com os vestígios encontrados, tentam reconstruir a forma de vida das pessoas de Idade de Pedra. As primeiras ferramentas foram feitas de pedras, que ao serem partidas de uma determinada maneira tinham bordos afiados que eram utilizados para o corte e raspagem.
O homem, repetidamente, melhorava as suas ferramentas, como resultado apareceu o machado que lhe vai permitir realizar novas tarefas como: raspar, cortar, furar, lavrar. Ao longo da Idade da pedra foram-se desenvolvendo novos utensílios: raspadores, brocas, formões, facas e pontas de lança. Para a sua produção, primeiros usaram pedras locais e mais tarde o sílex. O sílex tinha de ser transportado de locais mais distantes. Ele trabalhava-se facilmente e com precisão oferecendo bordos afiados para cortar o cabelo. No final do Paleolítico, produziam-se ferramentas variadas que evoluíam muito lentamente do simples seixo aguçado para utensílios mais trabalhados e de uso mais especializado. Com lanças, eles caçavam os animais de grande porte. Os animais eram cortados com facas feitas de sílex. Raspadores eram utilizados para tirar o resto de carne e das impurezas para melhor poderem preparar a pele. Diferentes lâminas de corte ajudavam na confecção de roupas, eram essencialmente feitas de pele de animais. Brocas e formões foram utilizados para a produção de utensílios feitos de madeira, chifre, osso ou marfim. Cosia-se o vestuário com uma agulha feita a partir de ossos de animais.

O Alojamento 

As pessoas não poderiam sobreviver, ao ar livre, Idade do Gelo. Construíram tendas feitas de ramos e peles de animais. Às vezes, abrigavam-se de frio em saliências de rochas e cavernas naturais.
As tendas tinham a vantagem de se poderem levantar rapidamente e serem construídas, de novo, noutro lugar. As pessoas eram capazes de seguir as manadas de animais errantes.

A Arte 

A partir do final do Paleolítico muitos objetos de arte foram preservados. Essencialmente no sul de França e em Espanha encontraram-se, em cavernas, prestigiados desenhos da Idade da Pedra. Na nossa região, foram descobertas, principalmente, estatuetas que representam animais como cavalos, bisontes, renas, mamutes, mas também ursos, leões e rinocerontes lanudos e por vezes pequenas esculturas cujo sentido não se consegue decifrar.

Religião 

Apesar de convencionar-se que a consolidação da religião ocorre no período Neolítico, a arqueologia registra que no Paleolítico existiu uma religião primitiva. Essa era baseada no culto à mulher com a associação desta ao poder de dar a vida. Foram descobertas, no abrigo de rochas Cro-Magno em Les Eyzies, conchas cauris, descritas como ‘’o portal por onde uma criança vem ao mundo’’; eram cobertas por um pigmento de cor vermelho ocre, que simbolizava o sangue, e estavam intimamente ligadas ao ritual de adoração às estatuetas femininas, que evidenciavam a função da mulher no período a, do procriar, com úteros grandes, que se estende como gravidez e seios grandes, evidenciando a amamentação. Escavações atestaram que estas estatuetas eram encontradas muitas vezes numa posição central, em oposição aos símbolos masculinos, que eram localizados em posições periféricas ou ladeando as estatuetas femininas.
Mudança climática e Geográfica
Quando o clima começou a esfriar na Europa Ocidental, os homens cobriam-se de peles de animais, procurando cavernas para se abrigar, cujas paredes deixaram notáveis desenhos, como os encontrados na Espanha e França.
Os vestígios mais antigos do Neolítico foram encontrados na Catalhüyük e Jerico datando de cerca, de 7000 a.C.. O sílex (rocha sedimentar) com que os homens faziam os utensílios era retirado de minas, cortado e polido, transformando-se em ferramentas. Como um clima mais ameno, houve a possibilidade de cultivar, criar animais e conseguir casa, começando a viver em grupos maiores, muitas vezes em colinas fortificadas. Conheciam a cerâmica, faziam roupas, abriram caminhos e enterravam os mortos sob pequenos montes.
Mesmo depois que o bronze e o ferro se tornaram conhecidos, os utensílios e o modo de vida da Idade da Pedra ainda permaneceram durante algum tempo.
Os estudiosos acreditam que, uma vez que o homem da Idade da Pedra ainda não conhecia a escrita, os desenhos que gravava nas paredes das cavernas demonstram a necessidade do ser humano de se comunicar.

Evolução História

Idade da Pedra é praticamente contemporânea com a evolução do gênero Homo, com a única exceção sendo, possivelmente, bem em seu começo, quando espécies anteriores ao Homo podem ter fabricado ferramentas. O berço do gênero, de acordo com a idade e a localização das evidências atuais, é o Vale do Rift, especialmente no norte da Etiópia, onde é cercado por padarias. O parente mais próximo entre os outros primatas ainda vivos, o gênero Chimpanzé, representa um ramo que continuou nas profundezas das florestas, onde os primatas evoluíram. O Rift serviu como um canal para o movimento em direção ao sul da África e também para o norte pelo Nilo, no Norte da África e pela continuação do vale em Levante até as vastas pradarias da Ásia.
A partir de cerca de 3 milhões de anos atrás, um único bioma se estabeleceu da África do Sul pelo vale, norte da África, e atravessando a Ásia até a China, que foi chamado recentemente de ‘’Savanastão transcontinental’’. A partir das pradarias do Rift, os ancestrais do homem encontravam um nicho ecológico e desenvolveram uma dependência em relação a ele. O Homo Erectus, antecessor do homem moderno, tornou-se um ‘’morador da savana equipado com ferramentas’’.

Fim da Idade da Pedra 

O descobrimento da técnica de fundição de minério terminou a Idade da Pedra e começou a Idade dos Metais. O primeiro metal mais utilizado foi o bronze, uma liga de cobre e estanho, cada um sendo fundido separadamente. A transição da Idade da Pedra para a Idade de Bronze foi um período durante qual as pessoas modernas podiam fundir mais ainda não eram capazes de obter o bronze, uma época chamada de Idade do Cobre, ou mais tecnicamente, o Calcolítico, ‘’idade da pedra-cobre’’. O Calcolítico, por convenção, é o período inicial da Idade do Bronze e é, sem dúvidas, parte da Idade dos Metais. A idade do Bronze foi seguida pela Idade do Ferro. Durante todo o tempo, a pedra continuou em uso paralelamente com os metais em alguns objetos, incluindo aqueles que também eram usados no Neolítico, como a cerâmica de pedra. Homens civilizados eram, agora, exímios artesãos de pedras.
A transição para o fim da Idade da Pedra ocorreu entre 6 mil a.C. e 2,5 mil a.C. para a maioria dos humanos que viviam no norte da África e na Eurásia. A primeira evidência de metalurgia humana data do período entre o 5° e o 6º milênio a.C, em sítios arqueológicos de Majdanpek, Yarmovac e Plocnik (machados de cobre de 5500 a.C. pertencentes à cultura Vincha) e a mina de Rudna Glava na Sérvia. O Ötzi, uma múmia de aproximadamente 3300 a.C. carregava consigo um machado de cobre e uma faca de pedra.
Em regiões como a África subsariana, a Idade da Pedra foi seguida diretamente pela Idade do Ferro. As regiões do Oriente Médio e do Sudeste Asiático saíram da Idade da Pedra, tecnologicamente, por volta de 6000 a.C. A Europa e o resto da Ásia tornaram-se sociedade pós-Idade da Pedra por volta de 4000 a.C. As culturas proto-incas da América do Sul continuam no nível da Idade da Pedra até 2000 a.C., quando o ouro, cobre prata possibilitaram sua evolução, com o resto seguindo depois. a Austrália permaneceu na Idade da Pedra até o século XVII. A fabricação de ferramentas de pedra continuou. Na Europa e na América do Norte, mas continuaram bastante em uso até o século XX, e ainda são usados em muitas partes do mundo.

O Conceito da Idade da Pedra

No termo nunca foi usado para sugerir que o avanço e os períodos de tempo na pré-história são medidos apenas pelo tipo de material das ferramentas, mas sim, por exemplo, pela organização social, fontes de alimentos, adaptação ao clima, adoção da agricultura, cozimento, assentamento humano e religião. Assim como a cerâmica, a tipologia das ferramentas de pedra combinada com a sequência relativa dos tipos em várias regiões fornecem um quadro cronológico da evolução do homem e da sociedade.
Eles servem como diagnósticos de datas, ao invés de caracterizar as pessoas e a sociedade.
A análise lítica é uma grande forma de investigação arqueológica especializada. Ela envolve a medida das ferramentas de pedra para determinar sua tipologia, função e tecnologia envolvida. Ela incluiu estudos científicos da redução líticas de matérias-primas, examinando como os artefatos foram feitos. A maioria desses estudos ocorrem em laboratórios com a presença de vários especialistas. Na arqueologia experimental, os pesquisadores tentam criar réplicas das ferramentas, a fim de entender como elas foram feitas. Flintknappers são artesãos que utilizam ferramentas afiadas para reduzir pedras sílex em ferramentas de pedras.
Além da análise lítica, os estudiosos da pré-história utilizam uma grande variedade de técnicas derivadas de múltiplos campos. O trabalho do arqueologistas em determinar o paleocontexto e a seqüência relativa das camadas é suplementados pelos esforços do especialista em geologia em identificar camadas de pedra através de tempo geológico, do especialistas em paleontologia em identificar espécies de plantas, do físico e do químico nos laboratórios em determina datas através de carbono-14, potássio-argônico e outros métodos. Os estudos da Idade da Pedra nunca se focaram apenas nas ferramentas de pedra e na arqueologia, que são apenas uma forma de evidência. O foco principal sempre foi a sociedade e o povo físico a que pertenciam.
Apesar de sua grande utilidade, o conceito da Idade da Pedra tem suas limitações. O intervalo de datas desse período é ambíguo, disputado e variável de acordo com a região em questão. Enquanto é possível falar de um período da ‘Idade da Pedra’ geral para toda a humanidade, alguns grupos nunca desenvolveram a tecnologia de fundição de metal, desenvolvidas. O termo foi criado para descrever as culturas arqueológicas da Europa. Índia e Oceania, onde os agricultores e os caçadores-coletores usam pedra para construir ferramentas até o começo da colonização européia.
Os arqueologistas do final do século XIX e começo do século XX, que adaptaram o Sistema de Três Idades a suas idéias, esperavam combinar a antropologia cultural e a arqueologia de um jeito que uma específica tribo contemporânea pudesse ser usada para ilustrar o estilo de vida e crenças do povo com uma específica tecnologia da Idade da Pedra. Como uma descrição dos povos que vivem hoje, o termo Idade da Pedra é controverso. A Associação dos Antropologistas Sociais desencorajam seu uso, asseverando:
‘’Descrever qualquer grupo vivo como ‘primitivo’ ou ‘da Idade da Pedra’ inevitavelmente implica que eles estão vivendo em algum estágio anterior do desenvolvimento humano por qual a maioria da humanidade já passou. Para alguns, isso poderia ser uma descrição positiva, implicando, por exemplo, que tais grupos vivem em uma maior harmonia com a natureza... Para outros,... ‘primitivo’ é uma caracterização negative. Para eles, ‘primitivo’ denota uso irracional de recursos e ausência de padrões intelectual e moral de sociedades humanas ‘civilizadas’... Do ponto de vista do conhecimento antropológico, essas duas visões são igualmente fechadas e simplistas’’.

Paleolítico 

O Paleolítico (pedra antiga’’) ou Idade da Pedra Lascada, refere-se ao período da pré-história que aconteceu cerca de 2,5 milhões a.C., quando os antepassados do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra Lascada, destacando-se de todos os outros animais, até cerca de 10000 a.C., quando houve a chamada Revolução Neolítica, ou revolução agrícola onde a agricultura passou a ser cultivada, tornando o homem não mais dependente apenas da coleta e caça.
Neste período os humanos eram essencialmente nômades caçadores-coletores, tendo que se deslocar constantemente em busca de alimentos. Desenvolveram os primeiros instrumentos de caça feitos em madeira, osso ou pedra lascada.
Este longo período histórico subdividi-se em Paleolítico Inferior (até há aproximadamente 300 mil anos) e Paleolítico Superior (até 10 mil a.C.). Há certa discordância entre estudiosos quanto a essa divisão, sendo que alguns intercalam um Paleolítico Médio entre o Inferior e o Superior. O Paleolítico coincide com o final da época geológica Plioceno de período geológico Neogeno.
O termo Paleolítico foi empregado pela primeira vez pelo historiador John Lubbock. Foi precedido pelo período pré-histórico que alguns historiadores chamam de Eolítico, e sucedido pelo Neolítico. Na Europa e em outros locais onde ocorreram glaciações, intercala- se o período chamado Mesolítico entre o Paleolítico e o Neolítico.
Paleolítico e Inferior 
Foi nesse período que surgiram as primeiras espécies de hominídeos, provavelmente na África. Nesta época a temperatura era muito baixa, obrigando os humanos e outros animais e viver em cavernas. Os hominídeos surgidos nesta época foram os Austrolapithecs, Homo Habilis e Homo Erectus. As tecnologias empregadas no período foram, por ordem crescente de complexidade, a olduvainese, a acheulense e a clactoniense.
Os objetos foram confeccionados primeiro em osso e madeira, depois em pedra e marfim. Usavam um machado de pedra, para cortar e esmagar os alimentos, para defesa e fazer furos. As lascas eram aproveitadas para fabricar objetos cortantes, daí o Paleolítico ter ficado também conhecido como Período ou Idade da Pedra Lascada.
A sociedade eram comunal, já possuíam uma certa organização social e a família já tinha importância no contexto da sociedade. Eram nômades e dominaram o fogo.
Paleolítico Médio 
O Paleolítico médio é um conceito que compreende um espaço temporal, cultural e geográfico mais restrito do que os períodos do Paleolítico que o antecedem e sucedem.
O homem de neanderthal, a distribuição geografia (Europa), as técnicas de talhe (indústria musteriense) a cronologia (200.000 a 30.000 anos a.C.) são características que definem este período da pré-história.
É nesse período que surgem os primeiros sambaquis, encontrados principalmente nas regiões litorâneas da América do Sul; devido ao fato de serem nômades, permaneciam num determinado local até que se esgotassem os alimentos, quando então partiam; neste local amontoavam conchas, restos de fogueiras e animais. Era também aí que enterravam os mortos, juntos a seus pertences (colares, vestes, ferramentas e cerâmicas), ou seja, um conceito primitivo de religião já se formava.
Paleolítico Superior 
No Paleolítico os humanos passaram a habitar em cavernas, devido ao resfriamento intenso do planeta e o norte da Europa ter ficado coberto de gelo como consequência da quarta glaciação. Neste período desenvolveu-se o homem Cro-Magnon, que já é o humano moderno propriamente dito. Caçava animais de grande porte (mamute, bisão, renas) utilizando para isso armadilhas montadas no chão. 

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso, A Idade da Pedra .Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/05/historia-homens-idade-da-pedra.html

Referência e Bibliografia
1* Rogers, Michael J.; Semaw, Sileshi (2009). "From Nothing to Something: The Appearance and Context of the Earliest Archaeological Record". In: Camps i Calbet, Marta; Chauhan, Parth R. Sourcebook of paleolithic transitions: methods, theories, and interpretations (New York: Springer)..
2* Ott, Carlos. Pré-história da Bahia. No. 24. Progresso, 1958.
3* Barham, Lawrence; Mitchell, Peter (2008). The First Africans: African Archaeology from the Earliest Toolmakers to Most Recent Foragers. Cambridge World Archaeology (Oxford: Oxford University Press).
4* Altoé, Anair, and Heliana da SILVA. "O desenvolvimento histórico das novas tecnologias e seu emprego na educação." ALTOÉ, Anair; COSTA, Maria Luiza Furlan; TERUYA, Teresa Kazuko. Educação e Novas Tecnologias. Maringá: Eduem (2005): 13-25.
5* Idade da Pedra: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
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