Pesquisar este blog

Breaking News
recent

Mulher

Uma mulher é um ser humano adulto do sexo feminino. Na infância, normalmente é chamada em português como “menina” e, na adolescência, como “moça” ou “rapariga”. O termo “mulher” é usual para indicar tanto distinções sexuais biológicas quanto nos papéis sócio-culturais.
A palavra “mulher” pode ser utilizada genericamente todo o ser humano fêmea ou, nomeadamente, significa um humano fêmea adulto como contrastado a “menina”. A palavra “menina” significa, uma criança do sexo feminino. “Menina” é usada ultimamente de forma coloquial quando se menciona a uma mulher nova ou solteira, ou de forma afetiva.
De forma mútua, em determinadas tradições há a ligação entre a honra da família com a virgindade feminina. A citação a uma mulher solteira como “mulher pode, em tal cultura, implicar a suposição de que ela já tenha tido um experimento sexual, o que seria uma ofensa à família.

Passagens 

As passagens da infância para a adolescência e da adolescência para idade adulta são feitas pela sociedade baseada em critérios tanto biológicos quanto sócio-culturais e, desta forma, podem variar grandemente entre diferentes culturas. Mas, do ponto de vista biológico, a passagem para a adolescência é marcada pela menarca, ou seja, pelo início da menstruação.

Símbolo 

Símbolo
O símbolo de Vénus, também mencionado para o gênero feminino, remete à deusa Vénus, deusa do amor e da beleza na história romana, equivalente à Afrodite na mitologia grega. É uma representação simbólica do espelho na mão da deusa Vénus ou um símbolo abstrato para esta deusa: um círculo com uma pequena cruz equilateral embaixo (Unicode: ). O símbolo de vénus também representa a feminilidade e na antiga alquimia representava o Cobre. Os alquimistas compunham o símbolo com um círculo, representativo do espírito sobre uma cruz equilateral, que representa a matéria.

Forma ou figura do corpo feminino 

corpos das mulheres
O corpo feminino é o produto cumulativo de uma estrutura esquelética de uma mulher e a quantidade e distribuição de músculo e gordura em seu corpo. Como muitos traços físicos, há uma larga variedade de normalidade da forma dos corpos femininos. Seres humanos e culturas têm ininterruptamente focado atenção no corpo feminino como uma fonte de prazer estético, atração sexual, fertilidade, e reprodução. Há grandes diferenças no que deve ser considerado um ideal ou forma corporal preferida, ambas para atração e por razões de saúde. Elas têm variado de cultura para cultura, simultaneamente.
Nos corpos das mulheres ocorrem em uma variedade de formas. Figuras femininas são tipicamente estreitas na cintura do que no busto e nos quadris. O busto, a cintura e os quadris são chamados de pontos de inflexão, e os raios de suas circunferências são usados para definir as formas corporais básicas.

Saúde da mulher

Em geral, as mulheres padecem das mesmas doenças que os homens. Existem apontadas doenças que afetam com mais constâncias as mulheres, tais como lúpus (bem como existem doenças que afetam mais os homens). Também há algumas doenças sexo-relacionadas que são encontradas mais frequentes ou somente nas mulheres, como, por exemplo, o câncer de mama, o qual em 80 por cento dos casos é mulheres contra os 20 por cento de ocorrência nos homens, e o câncer cervical ou câncer de ovário, exclusivos em mulheres. Mulheres e homens podem proporcionar sintomas diferentes para a mesma doença e podem também responder variavelmente a um mesmo tratamento médico.
Nem sempre os fatores biológicos são de maneira satisfatória claros para determinar o gênero de uma pessoa. No caso das pessoas que apresentam intersexualidade (que misturam características físicas e/ou genéticas dos gêneros) podem ser usados outros critérios para justificar a decisão. Em termos legais esta decisão é formada por terceiros, pois, obviamente, um bebê não tem capacidade de tomar e há obrigação legal de classificar os cidadãos em termos de sexo. Há também mulheres que têm uma psicologia tipicamente masculina e/ou se sentem socialmente como homens na totalidade ou em diversos graus, ver transgênero e transexualidade.

História das mulheres 

O papel que a mulher tem desempenhado ao longo da história
O papel que a mulher tem desempenhado ao longo da história e os métodos necessários para fazê-lo. Ele inclui o estudo da história do crescimento dos direitos da mulher ao longo da história, o exame de grupos de mulheres de importância histórica individual e o sentido que os acontecimentos históricos tiveram sobre as mulheres. Inerente ao estudo da história das mulheres e a crença de que os arquivos mais tradicionais da história minimizam ou ignoram as contribuições das mulheres e o efeito que tiveram sobre as mulheres como um todo; a este respeito, a história das mulheres é muitas vezes uma forma de revisionismo histórico, buscando desafiar ou ampliar o consenso histórico tradicional.
Os principais centros de estudos têm sido os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, onde a segunda onda de historiadoras feministas, influenciadas pelas novas abordagens promovidas pela história social, lideraram o caminho. Como ativistas na libertação das mulheres, discutir e analisar a opressão e desigualdades que experimentaram como mulheres, elas acreditavam ser imperativo aprender sobre as atividades dos homens na esfera pública – guerra, política, diplomacia e administração. As mulheres são geralmente excluídas e, quando indicadas, são geralmente retratadas em papéis de gênero estereotipados, como esposas, mães, filhas e amantes. O estudo da história é carregado de valor em relação ao que é considerado historicamente “digno”. Outros aspectos desta área de estudo é a diferença na vida das mulheres causadas por raça, posição economia, condição social e vários outros aspectos da sociedade.

Mulheres da Idade Média 

As mulheres na Idade Média, além de exercerem o papel tradicional de esposas, mães e filhas, também se ocupavam de diversos outros papéis sociais. Muitas mulheres tinham uma profissão e até conduziam alguma forma de negócio sem tutela de seus maridos, de forma autônoma. Por exemplo, os registros documentais de Paris do século XIII apresentam mulheres professoras, médicas, boticárias, tintureiras, copistas, miniaturistas, encadernadoras, arquitetas, mas também alguns papéis de liderança importantes, tais como abadessas e rainhas. Além disso, as mulheres tinham direito de voto nas comunas burguesas.
Muitas forças sociais influenciaram o papel da mulher nesse período, mas a força que guiava toda a população medieval era a Igreja Católica Romana, com o seu predomínio cultural e religioso sob a mentalidade popular. A igreja foi uma grande influência unificadora da cultura na Idade Média, com o ensino da cultura latina, preservação da arte e da escrita e uma administração que se estabelecia por um estatuto criado após a queda do Império romano (em 476), em que havia uma maior predominância do direito canônico, aplicado pelos bispos. Outras influências foram às culturas celto-germânicas ou ‘bárbaras’ da Europa Ocidental, onde a mulher era independente e tinha status social, porque nessas antigas sociedades bárbaras as mulheres tinham grande prestígio.
Outros aspectos influenciaram muito a ávida feminina, como a baixa expectativa de vida, especialmente na Alta Idade Média, e a ascensão das guildas ou corporações de ofício, entre a Idade Média Central e a Baixa Idade Média, as quais tornaram-se predominantes masculinas ao final do medievo.

Mulher na visão bíblica

Segundo a Bíblia, a mulher foi feita a partir de uma costela de Adão, significando, com isso, que ela é companheira, ou seja, está a seu lado, tal qual as costelas. O osso da costela alude à igualdade entre homem e mulher, dado que não foi utilizado um osso inferior (um osso do pé, por exemplo), nem um osso superior (do crânio, por exemplo), mas sim um osso do lado. Outra interpretação, em sintonia com a primeira, lembra que a mulher é protetora da vida, dado que os ossos da costela protegem o coração.
O papel atribuído à mulher é referido na Bíblia como portadora, tal como o homem, da marca da divindade, de Deus; esposas têm papel sempre importante, seja como amadas parceiras ou como companheiras dos maridos (Gênesis, 2:20-24; Provérbios, 19:14; Eclesiastes, 9:9); do Monte Sinai, Deus ordenou às crianças que honrem tanto a mãe como pai (Êxodo, 20:12). Não há qualquer motivo para considerar Eva marginalizada ou relegada a qualquer status secundário a Adão; muito pelo contrário, a escritura situa a mulher com honras especiais (Primeira Epístola de Pedro, 3:7); maridos são orientados a mar suas mulheres de maneira sacrificada se for necessário, até com custo de sua vidas (Epístola aos Efésios, 5:25-31; e a Bíblia celebra e reconhece o valor de mulheres virtuosas (Provérbios, 12:4; 31:10; Primeira Epístola aos Coríntios, 11:7).

Mulheres na Ciência 

As mulheres contribuíram para a ciência desde os primeiros dias
As mulheres contribuíram para a ciência desde os primeiros dias, mas não foram reconhecidas. Historiadores interessados em estudos sobre gênero e ciência trouxeram à luz as contribuições femininas, as barreiras enfrentadas e as estratégias implementadas para conseguir a aceitação do trabalho científico.
Antiguidade 
O envolvimento de mulheres no campo de medicina foi registrado em diversas civilizações antigas. Uma egípcia, Merit Ptah (2.700 a.C.), além de Peseshet, era definida numa inscrição como ‘’médica chefe’’, é o mais antigo registro de uma mulher na história da ciência. Agamede foi citada por Homero como uma curadora na Grécia Antiga antes da Guerra de Troia. Agnodice foi a primeira mulher médica a exercer a profissão de maneira reconhecida pela lei na Atenas do século IV a.C.
O estudo da filosofia natural na Grécia Antiga era aberto às mulheres. Exemplos como os de Aglaonice, que previa eclipses lunares; e Teano, matemática e física, pupila e possivelmente também mulher de Pitágoras, da escola de Crotona, na qual estudavam muitas outras mulheres Temistocleia era filosofia, matemática e alta profetisa de Delfos foi mestra de Pitágoras e o introduziu aos princípios da ética.
Existem muitos registros de mulheres que contribuíram para o proto-ciência da alquimia em Alexandria por volta do primeiro ou século II a.C., onde a tradição gnóstica valoriza as mulheres. A mais conhecida, Maria, a Judia, foi a inventora de equipamentos para a química, como o banho-maria (de onde o nome Maria, em homenagem) e um tipo de alambique ou aparelho de destilação simples:
Hipátia de Alexandria (370-415) era filha de Teão de Alexandria, acadêmico e diretor da Biblioteca de Alexandria. Ela escreveu textos sobre geometria, álgebra, astronomia, e credita-se a ela a invenção do hidrômetro, de um astrolábio e um instrumento para destilar água.

O Dia Internacional da Mulher

O dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março

O dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março
A ideia de criar o dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, de direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhagen, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas por direitos das mulheres trabalhadoras.
As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país. A primeira celebração se deu em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, ao final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutavam por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos. Em 1910, durante uma conferência internacional das mulheres, que antecedeu a realização da reunião da Segunda Internacional Socialista de Copenhague, Dinamarca, foi estabelecido o Dia Internacional da Mulher, celebrado no ano seguinte no dia 19 de março por meio de numerosas manifestações em países como Alemanha, Áustria-Hungria, Dinamarca e Suíça.

Violência contra a Mulher 

Violência
A violência contra a mulher envolve os atos de violência, que se manifestam por meio das relações assimétricas entre os homens e mulheres, envolvendo por vezes discriminação e preconceito.
A violência contra mulher pode assumir diversas formas que não é uma agressão sociopática de natureza sexual e perversa no sentido psicanalítico do termo, até formas mais sutis como assédio sexual, discriminação, desvalorização do trabalho doméstico de cuidados com a prole e maternidade.
Segundo o renomado Casique, juntamente com o Furegato (2006) dentre as diferentes formas de violência de gênero citam-se a violência familiar ou violência doméstica e a violência no trabalho, que se manifestam através de agressões físicas, psicológicas e sociais. Na violência intrafamíliar, contra as mulheres e/ou as meninas incluem o maltrato físico, assim como o abuso sexual, psicológico e econômico.
Ainda segundo as referidas autoras para melhor entendimento da condição geradora desse agravo é necessário evidenciar a condição de relação entre gêneros onde ocorre e assim a definem... a violência de gênero é aquela exercida pelos homens contra as mulheres, em que o gênero agressor e o da vítima estão intimamente unidos à explicação desta violência. Dessa forma, afeta as mulheres pelo simples fato de serem deste sexo, ou seja, é a violência perpetrada pelos homens mantendo o controle e o domínio sobre as mulheres... Casique Furegato (o.c)
No Brasil a Lei N°10.778, de 24 de Novembro de 2003, estabelece a notificação compulsória, no território nacional, do caso de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicas ou privados. Essa lei é complementada pela Lei Maria da Penha como mais um mecanismo para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, com medidas mais efetivas (penais) para o seu controle ale do dimensionamento do fenômeno. Embora à notificação e investigação de cada agravo em si já proporcione um impacto positivo pra reversão da impunidade que goza o agressor, de certo modo, defendido por uma tradição cultura machista além de naturalmente ser um instrumento direcionador das políticas e atuações governamentais em todos os níveis como previsto na legislação em pauta.
A notificação compulsório das agressões contra a mulher foi resultado da constelação de que a ausência de dados estatísticos adequados, discriminados por sexo sobre o alcance da violência dificulta a elaboração de programas e a vigilância das mudanças efetuadas por ações públicas, conforme explícito na Plataforma de Beijing/95 (parágrafo 120). O Brasil tanto é signatário da Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferencia Mundial Sobre a Mulher, Pequim, 1995 como da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, Belém do Pará, (1995).

Violência Doméstica 

Violência doméstica é a violência, explícita
Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, literalmente praticada dentro de casa ou no âmbito familiar, entre indivíduos unido por parentesco civil (marido e mulher, sogra, padrasto, filhos) ou parentesco natural (pai, mãe, filhos, irmãos, etc). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, maus-tratos contra idosos, e violência contra a mulher e contra o homem geralmente nos processos de separação litigiosa além da violência sexual contra o parceiro.

Direitos da Mulher 

O termo direitos da mulher
O termo direitos da mulher refere-se aos direitos objetivos e subjetivos reivindicados para mulheres em diversos países.
Em alguns lugares, esses direitos são institucionalizados e garantidos pela legislação, pelos costumes e comportamentos, enquanto em outros locais eles são suprimidos ou ignorados.
Eles podem variar de noções mais amplas de direitos humanos a reivindicações contra tendências históricas de tradicionais do exercício de direitos de mulheres e meninas em favor de homens e mulheres.
Questões frequentemente associadas com os direitos das mulheres incluem os direitos à integridade autonomia dos corpos, a votar (sufrágio); a ocupar cargos públicos; a trabalhar; a salários justos e igualitários; à educação; a servir na polícia militar.
A descriminação de fato ou e direito contra a mulher tem sido, notadamente em países subdesenvolvidos, um dos principais obstáculos à efetividade do direito à educação e à saúde de crianças e adolescentes.
Mas ela não se manifesta apenas com o tratamento desigual com relação ao homem (o que ocorre com bastante freqüência, por exemplo, nas relações de trabalho assalariado). De acordo com o jurista Fábio Konder Comparato, a discriminação também ocorre com a negação do direito à diferença, que o autor define como ‘’a recusa do reconhecimento a respeito dos dados biológicos e valores culturais, componentes dom universo feminino’’.
Legislação Brasileira 
Lei Maria da Penha (Lei n°11.340, de 7 de agosto de 2006): cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos de § 8 o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contras as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher;m altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.

Mulheres na Política 

Mulheres na política têm sido historicamente sub-representadas nas sociedades ocidentais em comparação com os homens. Muitas mulheres, no entanto, têm sido eleitas politicamente para ser chefes de Estado e de Governo. Umas das mais proeminentes líderes de potências mundiais presidente do Brasil Dilma Rousseff, primeiro-ministro do Reino Unido, ministro de Israel Golda Meir, Chanceler da Alemanha Angela Merkel, primeiro-ministro do Canadá Kim Campbell, primeiro-ministro da França Edith Cresson, Presidente da República Popular da China Soong Ching-ling (AKA Rosamond Soong), e Diretor da Revolução Cultural, ditador Jiang Qing.
Primeira Mulher a Presidir um País 
Foi na República de Tuva, em 1940, que uma mulher foi pela primeira vez presidente da república de um país na época moderna, a presidente Khertek Anchimaa-Toka, falecida em 2008 aos 96 anos. Já no cargo de Primeira-Ministra a primara a ocupá-lo foi Sirimayo Bandaranaike (1916-2000) no Sri Lanka de 1960 a 1965 e em mais duas ocasiões de 1970 a 1977 e de 1994 a 2000.
A primeira mulher Chefe de Estado na História 
Foi D. Maria I, Rainha Reinante do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1815; quando o Brasil deixou de ser Colônia portuguesa e foi elevado a Reino do Brasil do reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, tendo o Rio de Janeiro como Capital.
A segunda mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Leopoldina que atuou como Regente em 1822, grande foi sua influência no processo de Independência do Brasil.
A terceira mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Isabel que foi regente do Brasil em vários períodos (1870 – 1871, 1876- 1877 e 1887-1888) durante o período em que ela regeu o Brasil ela sancionou em 13 de maio de 1888 a lei Áurea (Lei Imperial n°3.353) foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil, considerada um grande marco na História do Brasil, e que a eternizou a Redentora.
Durante grande parte da História do Brasil República, as mulheres foram excluídas de qualquer participação na política, pois elas eram negados os principais direitos políticos como, por exemplo, voltar e se candidatar. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto. Também puderam se candidatar a cargos políticos.
A primeira presidente do Brasil 
Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil
No dia 0 de janeiro de 2011, tomou posse oficialmente Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil. A economia e ex-ministra da Casa Civil do governo Lula, contou com o apoio do atual presidente para a sua eleição, um cabo eleitoral de peso, de dois depois mandatos de presidente e da notória preferência popular. Mas o fato é que, independentemente do partido e das alianças políticas, o momento é histórico para os brasileiros.
História 
Primeira mulher a se tornar Presidente da República do Brasil, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG). É filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da Professora Dilma Jane da Silva, nascida em Resende (RJ). O casal teve três filhos: Igor, Dilma e Zana.
A filha do meio iniciou os estudos no tradicional Colégio Nossa Senhora de Sion e cursou o ensino médio no Colégio Estadual Central, então centro da efervescência estudantil da capital minera. Aos seus 16 anos, Dilma dá início à vida política, integrando organizações de combate ao regime militar.
Em 1969, conhece o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo. Juntos, sofrem com a perseguição da Justiça Militar. Condenada por’’subdversão’’, Dilma passa quase três anos, de 1970 a 1972, no presido Tiradentes, na Capital paulista.
Livre da prisão, muda-se para Porto Alegre em 1973. Retoma os estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul após fazer vestibular. Em 1975, Dilma começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho. No ano seguinte, dá à luz a filha do casal, Paula Rousseff Araújo.
Dedica-se, em 1979, à campanha pela Anistia, durante o processo de abertura política comandada pelos militares, ainda no poder. Com o marido Carlos Araújo, ajudar a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Rio Grande do Sul. Trabalho na assessoria da bancada estadual do parido entre 1980 e 1985. Em 1986, o então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares, escolhe Dilma para ocupar o cargo de Secretária da Fazendo.
Com a volta da democracia ao Brasil, Dilma, então diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre, participa da campanha de Leonel Brizola ao Palácio do Planalto em 1989, ano da primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar. No segundo turno, Dilma vai às ruas defender o então candidato Luiz Inácio da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).
No inicio da década de 1990, retornar à Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, agora como presidente da instituição. Em 1993, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul.
Em 1998, inicia o curso de doutorado em Economia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas, já envolvida na campanha sucessória do governo gaúcho, não chega a defender tese. A aliança entre PDT e PT elege Olívio Dutra governador e Dilma ocupa, mais uma vez, a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul. Dois anos depois, filia-se ao PT.
O trabalho realizado no governo gaúcho chamou a atenção de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o Rio Grande do Sul foi uma das poucas da federação que não sofreram como o racionamento de energia em 2001.
Em 2002, Dilma é convidada a participar da equipe de transição entre os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010). Depois, com a posse de Lula, torna-se ministra de Minas e Energia.
Entre 2003 e 2005, comanda profunda reformulação no setor com a criação do chamado marco regulatório (leis, regulamento e normas técnicas) para as práticas em Minas e Energia. Além disso, preside o Conselho de Administração de Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos.
Lula escolhe Dilma para ocupar a chefia da Casa Civil e coordenar o trabalho de todo ministério em 2005. A ministra assume a direção de programas estratégicos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o programa de habitação popular Minha casa, Minha Vida. Coordenou ainda a Comissão Interministerial encarregada de definir as regeras para exploração das recém-descobertas reservadas de petróleo na camada pré-sal e integrou a Junta Orçamentária do Governo, que se reúne mensalmente para avaliar a liberação de recursos para obras.
Em março 2010, Dilma e Lula lançam a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que amplia as metas da primeira versão do programa. No dia 03 de abril do mesmo ano, Dilma deixa o Governo Federal para se candidatar à Presidência. Em 13 de junho, o PT oficializa a candidatura da ex-ministra.
No segundo turno das eleições, realizado em 31 de outubro de 2010, aos 63 anos de idade, Dilma Rousseff é eleita primeira mulher Presidenta da República Federativa do Brasil, com quase 56 milhões de votos. 

Você pode citar este artigo, basta copiar o texto formatado logo abaixo. 
Fonte: Empresas de sucesso - Mulher . Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/05/mulher-beleza-historia.html

Referências e Bibliografia 
1* NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos feministas, 2008, p. 2
2* Escribano de la Mata, Lydia (2003). Dicionário de mujeres (Madrid: Acento). p. 219.
3* PERROT, Michelle. História das mulheres no Ocidente (O século XX), v.5. Porto: Afrontamento; São Paulo: Ebradil, 1995, p.68.
4* PERNOUD, Régine; DO CARMO SANTOS, Maria. O mito da Idade Média. Europa-América, 1989. 
5* Helene Silverberg (1998), "A Government of Men: Gender, the City, and the New Science of Politics," in Silverberg (ed.), Gender and American Social Science: the formative years (Princeton, NJ: Princeton University Press).
6* Whaley, Leigh Ann. Women's History as Scientists. Santa Barbara, California: ABC-CLIO, INC, 2003.
7* Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferência Mundial Sobre a Mulher - Pequim, 1995 - Instrumentos Internacionais de Direitos das Mulheres Fev. 2011
8* Cavalcanti, Stela V. S. F. Violência doméstica contra a mulher no Brasil.Ba, Podium, 2007
9* Tu és Isso: A Religião como Metáfora
10* Museu do Voto - TSE. Tribunal Superior Eleitoral. Acesso em de janeiro de 2015
11* Mary Beth Norton; Ruth M. Alexander (2007). Major problems in American women's history: documents and essays
12* Presidenta Dilma Rousseff - Planalto Presidência da República
Empresas de sucesso

Empresas de sucesso

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu Comentario

Fabiano . Tecnologia do Blogger.