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Dicas para sair da dívida

Existem sites em que é possível obter dicas de economia domestica e investimento. Segue, abaixo, o resumo de um deles. Controlar as finanças e chegar ao fim do ano sem crise no orçamento é possível e mais simples do que parece, garantem os economistas. Basta ter papel e caneta, uma dose de organização e outra de paciência:
Identificar os gastos: Com cada um dos custos mensais discriminado fica mais fácil identificar em que está gastando mais do que o necessário.
Corte os supérfluos: Deve-se empregar, em média, cerca de 30% em moradia, 25% em alimentação e 15% em transporte. Se você está se perguntando o que é supérfluo nas suas contas, o economista dá algumas pistas: “É o desperdício de tudo o que pode ser dispensado, aquilo que a gente compra sem precisar.” Corte pó que não estiver usando: o clube que você não frequenta a academia que você não vai, a assinatura da revista que você não lê, além de evitar desperdício (apague a luz e feche a torneira).
Economize: Em vez de ir uma vez por mês ao supermercado, vá toda semana. Acompanhe as promoções. É possível economizar uns 30%. Saia de casa apenas com o dinheiro de que você dispõe e tenha juízo com o uso do celular.
E comprar a prazo, pode ou não pode? Quem compra a prazo sempre vai pagar juros. É o custo da impaciência. Tenha um fundo de emergência, uma quantia poupada para eventualidades e até para não comprar a prazo.
Ao precisar comprar a prazo. “Recomendo juntar o bastante para custear o equivalente a seis meses de despesa. Como chegar lá? Poupe. Quanto mais, melhor e mais rápido se alcança o objetivo.”
Roedores do Salário 
Roedores do Salário
Uma grande armadilha que o mercado tem colocado para tentar angariar mais clientes é a venda à prestação ou o parcelamento com juros embutidos. Cuidado! Você deve ver os juros como grandes inimigos de sua saúde financeira. O aumento que você tanto deseja seria percebido caso você não precisasse pagar tantos juros. Definitivamente, os juros e as prestações são grandes roedores do seu salário: eles consomem pequenos pedaços de cada vez; mas, no fim do mês, se você somar todos os juros pagos, verá o grande montante de dinheiro gasto.
Muitas vezes o juro vem camuflado, escondidinho para passar despercebido por você. Portanto, fique atento. A melhor opção ainda é poupar seu dinheiro, guardando para que você possa planejar a compra e pagá-la à vista. Com o dinheiro na mão, você terá mais opções de negociação e, em vez de optar pelo menor juro ou pela menor prestação, irá escolher o melhor e mais interessante desconto. Veja que mudança de prisma maravilhoso!
Tente alcançar esta meta a qualquer custo: deixar de comprar parcelado, pagando juros, e começar a poupar com o lucro obtido pelos descontos da compra à vista. Isso não é fácil, pois o desejo e, às vezes, a compulsão para comprar falam mais alto. Assim, antes de sair de casa, você e sua família precisam se conscientizar de que existe uma meta financeira a alcançar. Não permitam comprar nada que esteja além das suas possibilidades, ou seja, nada que não tenha sido planejado previamente.
A compra por impulso, de modo geral, é uma das grandes causadoras do desequilíbrio financeiro nas famílias. Veem uma promoção, um objeto que atrai e adquirem sem que, muitas vezes, tenham real necessidade ou condições de obter aquela mercadoria. É nesse contexto que o orçamento e o planejamento ajudam a manter a família firme na jornada de sucesso rumo ao equilíbrio financeiro.
De endividado a Poupador 
Dicas para sair da dívida
Você consegue se imaginar com todas as dividas pagas e com dinheiro guardado no banco? Esse é uma realidade possível. Só depende de atitudes concretas e determinação. Um preço tem que ser pago para se chegar à nova realidade, ela é possível.
A cada mês, juntamente com o planejamento sobre em que serão empregados os recursos obtidos pela família, um valor deve ser levantado para o pagamento de dívidas. Mensalmente, você deve pagar alguma coisa que está devendo, mesmo que tenha que tomar medidas duras em relação aos gastos familiares com os itens básicos para a manutenção da família. Sua prioridade deve ser o pagamento do que está devendo. Você precisa parar de pagar juros.
Quando você conseguir vencer essa dura etapa, então já terá criado uma cultura de economia em sua família. Mas é nesse momento que sério risco está à sua espera: a tendência de relaxar. Após um período de tanto apuro financeiro, corre-se o risco de dar uma folga e fazer algumas extravagâncias, como folga e fazer pensar o tempo passado sem gastos extras. É dessa forma que muitos voltam à vida de endividamento.
Nunca perca de vista que não basta apenas estar livre de dívidas. Você precisa ter dinheiro guardado, investido; precisa deixar de ser o gastador para ser o poupador. Aquele dinheiro que todo mês era destinado para pagamento de dividas e juros deve agora ir para investimentos ou a um fundo de reserva;. Você necessita ter reserva financeira e a cada mês precisará alimentá-la. O dinheiro para esse fim será equivalente ao valor das dividas que tinha a cada mês, e à economia obtida nas compras à vista. Não se permita comprar por impulso, pois isso o levará de volta às dividas. A meta deve ser poupar e não mais gastar.
Empresas de sucesso

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