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Illuminati

Illuminati (plural do latim illuminatus,”aquele que é illuminado”) é a denominação de vários grupos fictícios.
Nos tempos modernos, também é usado para fazer referência a uma suposta organização conspiratória que controlaria de maneira secreta os assuntos dos vários Estados, normalmente como versão moderna ou como sequência dos referidos illuminati bávaros.
Consequentemente, durante os períodos modernos e contemporâneos, foi nomeado por “Illuminati” um número de grupos (alguns dos quais têm reivindicado o título), mais ou menos marginal e muito sigiloso, e muitas vezes em conflito com autoridades religiosas ou políticas; são eles: os Illumines, os Irmãos do Livre Espírito, os Martinistas, o Palladium...e, especialmente os Illuminati da Baviera. Ainda que as doutrinas desses grupos sejam variadas e por vezes ilógicas, a desordem entre eles tem sido mantido e levado às teorias de conspiração de uma sociedade secreta atuando através da história.
Desde o final do século XVIII até meados do século XX, vários pesquisadores têm especulado que os Illuminati resistiram à sua supressão, por causa infiltração na Maçonaria, e se tornaram o cérebro por trás de grandes acontecimentos históricos como a Revolução Francesa, Revolução Americana, a Revolução Russa, as grandes Guerras Mundiais, o Atentado em Boston, os ataques de 11 de setembro de 2001, os Ataques de novembro 2015 em Paris e o Acidente Nuclear de Fukushima, levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã, visando o domínio e à formação de uma Nova Ordem Mundial.
Escritores como David Icke, Mark Dice, júri Lina, Ryan Burke e Morgan Gricar, além de outros, têm argumentado que os Illuminati da Baviera sobreviveram até hoje. Muitas destas teorias sugerem que os eventos mundiais estão a ser controlados e manipulados por uma sociedade secreta que se autodenomina Illuminati.

Origem do termo Illuminati

Origem do termo Illuminati
Dado que “Illuminati” significa literalmente os iluminados em latim, é natural que diversos grupos históricos, não relacionados entre si, se tenham autodenominados de Illuminati. Frequentemente, faziam isso alegando possuir textos gnósticos ou outras informações arcanas (secretas) não disponíveis ao grande público.

Illuminati nas teorias de conspiração

As teorias conspiratórias envolvendo os Illuminati são teorias da conspiração que asseguram que a “sociedade filosófica” alemã dos Illuminati da Baviera, historicamente dissolvida em 1785, tem prosseguido na clandestinidade e prossegue com um plano sigiloso para dominar o mundo. Essas teorias, cuja primeira referência remota às obras de John Robison e Augustin Barruel, são embaraçadas com as teorias conspiratórias maçônicas, segundo as quais os Illuminati alcançam seus planos de infiltração em diferentes governos, particularmente a partir de revoluções, em outras sociedades secretas, incluindo a Maçonaria.
Os estudos históricos avaliam que os Illuminati não sobreviveram para além do final do século XVIII, a denominação “Illuminati” é utilizada como um termo genérico no folclore das teorias da conspiração para resumir as teorias que identificam como conspiradores diversos grupos (maçons, comunistas, judeus, sionistas, várias sociedades secretas, organizações internacionais) e para indicar o sistema resultante – o núcleo dos “senhores do mundo”.

Os Illuminati como autores das guerras mundiais

Os que defendem essas teorias mencionam a suposta existência de uma série de cartas escritas entre 1870 e 1871, prevendo as duas grandes guerras mundiais (embora fossem conhecidas pós as duas guerras) que seriam mantidas em um arquivo da biblioteca do Museu Britânico entre um antigo militar confederado, Albert Pike (na verdade o único representante legal da confederação, enquanto um membro ativo da Ku Klux Klan, homenageado com uma estátua em Washington DC) e o maçom e Carbonari Giusepp Mazzini, filósofo e político italiano, que procurou unificar os estados italianos e que supostamente tinha sido escolhido pelos Illuminati para dirigir suas operações mundiais em 1834. O Museu Britânico nega a existência de tais cartas. De acordo com William Guy Carr, uma das cartas é datada de 15 de agosto de 1871 e teria sido escrita por Pike para Mazzini:
“Causaremos três guerras que envolveram todo o mundo. A Primeira Guerra Mundial deve decorrer de forma a permitir que os Illuminati derrubem o poder dos Czares da Rússia e garantir que esse país se torne um bastião do comunismo ateísta. As divergências originadas pelos agentes Illuminati entre a Inglaterra e a Alemanha serão usados para provocar esta guerra. No final da guerra, um mundo abatido pela guerra, não irá intervir no processo de construção da “nova” Rússia e no estabelecimento do comunismo, que será usado de forma a devastar outros governos e ainda para enfraquecer as religiões”.
“A Segunda Guerra Mundial deve ser excitada por forma a tirar vantagem das diferenças entre as facções ultraconservadoras e os sionistas políticos. Esta guerra tem de surgir di forma a que ditaduras sejam aniquiladas e o sionismo político se torne forte auto-suficiente para instituir um Estado soberano de Israel na Palestina que era reivindicado desde tempos imemoriais pelas comunidades judaicas. Durante a Segunda Guerra Mundial, o comunismo internacional tem de se tornar forte suficiente de forma a contrabalançar a Cristandade, o qual deverá então ser refreado e contido em cheque, até ao momento em que nós voltaremos a necessitar dele para o derradeiro cataclismo social.”
“A Terceira Guerra Mundial tem de ser fomentada de forma a tirar vantagem das diferenças causadas pelos agentes Illuminati entre os Sionistas políticos e os líderes do mundo Islâmico. Esta guerra tem de ser dirigida de forma a que o Islão (Mundo Árabe Muçulmano) e o Sionismo político (Estado de Israel) se destruam vice-versa. No entanto as outras nações, mais uma vez divididas nesta matéria serão coagidas a lutar até ao ponto de completa exaustão física, moral, espiritual e econômica. Nós iremos então libertar os niilistas e os ateus, e então iremos provocar um formidável cataclismo social em que todo o seu horror mostrará claramente a todas as nações as consequências do ateísmo absoluto, origem de selvajaria e agitação sangrenta.
Então por todo o lado, os cidadãos, obrigados a se defender eles próprios contra as minorias revolucionárias, irão exterminar esses destruidores da civilização, e a multidão, desiludida com o Cristianismo, cujos espíritos ficarão a partir desse momento sem compasso ou direção, ansiosos por um ideal, mas saber para onde direcionar essa adoração, irão receber a verdadeira luz da manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, trazido finalmente aos olhos do público. Esta manifestação será resultado de um movimento revolucionário geral no qual se seguirá a destruição da Cristandade e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo.”

Nova Ordem Mundial (teoria conspiratória) 

Como uma teoria da conspiração, o termo Nova Ordem Mundial, NOM (em inglês: New World Order, NOW) faz referência ao seguimento de um governo mundial totalitário.
O tema comum em teorias da conspiração sobre uma Nova Ordem mundial é que uma poderosa elite sigilosa com uma agenda globalista está conspirando para eventualmente governar o mundo por meio de um governo mundial autoritário – que irá substituir os Estados-nação soberanos – e uma propaganda abrangente cuja ideologia saúda o estabelecimento da Nova Ordem Mundial como a culminação do progresso da história. Ocorrências significativas na política e finanças são especuladas por serem orquestradas por uma camarilha excessivamente influente que opera através de muitas organizações de fachada. Inúmeros eventos históricos e atuais são vistos como passos em um plano contínuo de conseguir dominar o mundo através de reuniões políticas secretas e processos de tomada de decisão.
Antes de o início de 1990, a teoria de conspiração da Nova Ordem Mundial esteve limitada a duas contraculturas estadunidenses, principalmente da direta militante antigo governo, e, secundariamente, parte de fundamentalistas cristãos preocupados com o aparecimento do Anticristo do fim dos tempos. Os céticos, como Michael Barkun e Chip Berlet observaram que teorias da conspiração da direita populista sobre uma Nova Ordem Mundial, apenas não tinha sido abraçadas por muitos requerentes de conhecimento estigmatizado, mas havia se infiltrado na cultura popular, inaugurando, assim, um período durante o final do século XX e início do século XXI nos Estados Unidos onde as pessoas estavam preparando ativamente para cenários milenaristas apocalípticos. Os cientistas políticos estavam preocupados que a histeria em massa poderia ter o que julgaram serem efeitos devastadores na vida política americana, que iriam da alienação política generalizada à escalada do terrorismo de lobo solitário.

Símbolos que podem ser a marca de um illuminati

O grupo secreto illuminati está envolvido em grande mistério. Apesar do seu secretísimo, há vários símbolos que os estudiosos associam aos illuminati. Veja uma lista de símbolos presentes no seu dia a dia e que, segundo os especialistas, podem indicar que alguém faz parte deste grupo secreto. 
O número 666, número do Anticristo
Illuminati
666 é o número ou marca da Besta, associado ao anticristo e é usado por muitas figuras públicas como homenagem aos illuminati.
O gesto que normalmente se faz como significado de OK ou “perfeito!” é, segundo os illuminati, a representação de 3 seis. Já reparou?
Segundo os estudiosos, são estes os principais símbolos associados aos illuminati, podendo ser vistos em vários aspectos da sociedade, seja na TV, na economia, política, arte e cultura. Vai começar a prestar mais atenção?
A Coruja simboliza a sabedoria suprema dos illuminati
Illuminati
A coruja é normalmente associada ao conhecimento. Isto acontece porque a coruja era o símbolo de Minerva, deusa da sabedoria. Os illuminati, tal como o nome indica, consideram-se os mais iluminados e sábios do planeta.
A Cobra como símbolo da tentação 
Illuminati
A cobra e a serpente são desde sempre símbolos do fruto proibido, que para os illuminati é a procura por um conhecimento superior. Quando o símbolo da cobra é constituído por uma cobra trincando a sua própria cauda, significa a regeneração infinita, apenas acessível aos iluminados.
A pirâmide ou triângulo simboliza a estrutura e hierarquia 
Illuminati
Para os illuminati, a pirâmide representa a ordem e hierarquia estabelecida. A pirâmide inacabada pretende simbolizar que a obra dos illuminati no mundo ainda não está terminada.
Os Iluminados são representados pelo Fogo e a Chama Eterna 
Illuminati
A chama é talvez o símbolo mais literal dos illuminati, transmitindo a idéia de que os membros deste grupo secreto são os verdadeiros iluminados.
O “Olho que tudo vê” observa tudo e todos 
Illuminati
Este é o símbolo mais comumente associado ao grupo secreto illuminati, introduzido nas notas americanas de 1 dólar, uma das notas com maior circulação no mundo inteiro. O olho que tudo vê simboliza o Grande Arquiteto que observa tudo o que acontece e nos julga pela nossa obra na Terra, frequentemente posicionado acima da pirâmide.
O Obelisco representa o poder e grandiosidade 
O Obelisco representa o poder e grandiosidade
Nas culturas pagãs, os obeliscos simbolizam o controle da autoridade sobre o povo. Os illuminati usam os obeliscos para simbolizar o seu poder incomparável e gigantesco, estando os obeliscos presentes em quase todas as grandes cidades do mundo.
O Pentagrama está associado à prática de magia negra 
O Pentagrama está associado à prática de magia negra
O pentagrama invertido é conhecido pela sua associação ao oculto e rituais satânicos. Originalmente um talismã contra demônios, hoje é entendido como um símbolo do mal. Sendo um símbolo invertido, desafia a ordem estabelecida.

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Fonte: Empresas de sucesso - Illuminati .Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2016/11/illuminati-origem-historia-significado-misterio.html 

Referências e Bibliografia
1* Encyclopaedia Britannica: A New Survey of Universal Knowledge, Volume 12. Encyclopædia Britannica, 1953. pp. 383.
2* Burnett, Thom. Conspiracy Encyclopedia. Franz Steiner Verlag, 2006. pp. 286.
3* Delahunty, Andrew. From Bonbon to Cha-cha: Oxford Dictionary of Foreign Words and Phrases. Oxford University Press, 2008. pp. 163.
4* William Guy CARR: Pawns in the Game. Willowdale (Ontario): Gadsby-Leek, 1955.
5* Illuminati - Wikipédia, a enciclopédia livre
6* Nova Ordem Mundial: O Plano dos Illuminati
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