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Morte

A morte ainda hoje é um processo difícil de ser compreendido, “compreendendo a morte como um processo natural”; “Vislumbrando a morte como uma passagem para outra vida”. Por este motivo, compreende-se que a morte esta na temporalidade e historicidade de cada ser, sendo necessária uma compreensão cientifica filosófica e ética do fenômeno morte, morrer.
A morte constitui um dos assuntos mais mistificados, temidos e ignorados pela sociedade e pelos indivíduos. Esse processo natural, que complementa a vida, mas que muitos acreditam ser o oposto a ela é uma das poucas realidades concretas para todos os seres vivos.
A ideia que o ser humano cultiva sobre a morte acompanha-o durante toda a sua existência. E ao esforça-se para enfrentá-la de forma natural, desenvolvem-se crenças que não mais fazem do que negar um fato inegável, levando-o a transpor o tempo cronológico, ou seja, aquele tempo que determina o fim da vida, e a vislumbrar outras possibilidades para sua continuidade, muitas vezes conduzido pela espiritualidade.
Para os profissionais de saúde, a morte é uma presença mais constante do que para as demais pessoas, mas eles também não estão preparados para enfrentá-la. É necessário que saibam entendê-la, aceitá-la e desvincular-se da visão de fracasso que este fenômeno pode gerar.

A morte e a realidade

Morte história e a realidade
Falar da morte é tão complexo como pensar sobre, ou lançar o que significa esse processo que depende da cultura de cada pessoa que influenciará em suas crendices. Os questionamentos se referem ao que acontece depois da morte, onde paramos para pensar e ficamos inconformados que a vida termina ali. Então surgem várias tentativas para tentar desvendar esse conflito interno: Para onde vamos depois da morte? Mas, o interessante é que essa pergunta e outras relacionadas à existência da morte nunca poderão ser respondidas.
A morte é uma realidade complicada de se lidar. Apesar de nascermos com certeza de que um dia iremos morrer, preferimos não pensar nessa realidade e por isso nos afetamos tanto com a perda de entes queridos.

Compreendendo a morte como um processo natural

A explanação do ser para a morte na cotidianidade do ser humano surge na publicidade do mundo, pois no teor público da convivência o Ser para a morte vislumbra a morte como anunciada em sua distancialidade e sempre como um fato natural. Ela vem ao encontro do homem como acontecimento corriqueiro conhecido dentro do mundo.
Na literatura, evidencia-se que, ao experienciarem situações de morte, estudantes e profissionais de enfermagem vivenciam sensações de fracasso e impotência, porem o presente estudo revela que alguns discentes contemplam o fenômeno como um evento próprio do ser humano, algo natural.
Evidencia-se que, apesar de a morte ser entendida como um evento aceitável, algo que acontecerá com todos e que deve ser assim compreendido. A morte se revela como perda, uma perda sentida pelos entes que ficam, mas uma perda física, pois a morte existencial somente pode ser sofrida por quem morre.
A morte é uma realidade concretiza uma apropriação de nossa existência, que nos leva a assumir a nossa singularidade a nos dar conta de que, afinal, somos seres para a morte e de que nenhuma experiência existe, por mais intrínseca que nos seja ou nos constitua, do que a da finitude.

Morte como uma passagem para outra vida

A religiosidade é considerada por diversos autores como uma importante aliada no processo de aceitação e enfrentamento da morte, pois conforta, dá esperança e ajuda a suportar melhor esse momento tão difícil. A religião não só oferece conforto nos tempos de sofrimento, mas também, pelo menos em algumas crenças, oferece uma promessa de vida após a morte e de reunião com a família perdida.
Muitos indivíduos questionam o significado da morte como uma etapa da vida que conduz a um “outro nível”, ou seja, um momento de passagem para algo melhor, de uma vida finita para a vida eterna. Observa-se que essa visão, baseada em crenças religiosas, influencia a maneira como esses sujeitos aceitam a morte.

A relevância da morte

O sentido de que estamos perante um problema quando pomos a questão do sentido da vida é frequentemente induzido pela contemplação da morte. Na verdade, muitas vezes pensa-se que a questão emerge precisamente do facto de as nossas vidas acabarem com a morte. No entanto, como alguns filósofos observaram, a ligação entre a nossa finitude e o sentido da vida é desconcertante. Se o pressuposto de que todos morremos faz a vida parecer sem sentido, de que maneira o pressuposto contrário – de que viveremos eternamente – melhora a situação?
Uma possível explicação para a ligação entre o pensamento da morte e o medo de que a vida não tenha sentido é que quando enfrentamos a nossa própria mortalidade destruímos os nossos ideais de felicidade. Se a felicidade plena fosse verosímil, ou mesmo possível, poderíamos não sentir a necessidade de encontra um sentido – não precisamos de ter uma razão para viver enquanto a vida é agradável, e o objectivo de atingir a felicidade plena, se esta fosse atingível, já seria suficiente. No entanto, para alguns, a ideia de que um dia morrerão torna a felicidade impossível. De uma maneira algo diferente, o reconhecimento da inevitabilidade da morte da nossa cultura e os objetivos que tínhamos são destituídos de valor ou vãos.

A luta da humanidade para vencer a morte 

É muito difícil aceitar a morte de alguém próximo e que amamos. Muitas vezes quando ainda somos jovens, achamos que ela nunca vai nos atingir – Esta é uma ilusão que mantemos até nos acontecer alguma coisa e acabarmos de presencia a morte um pouco de perto.
Poucos sonharam tanto com a imortalidade quanto os antigos faraós. Eles usaram boa parte de sua vida, e a de milhares de servos na tentativa de vencer a morte. As pirâmides dão evidencia de seu empenho e de seu fracasso.
Os imperadores chineses também sonhavam com a imortalidade, embora tentassem outro método: o lendário elixar da vida. O Imperador Quin Shi Huang ordenou a seus alquimistas que encontrassem uma porção mágica capaz de impedir a morte. Muitas dessas poções continham mercúrio, o provavelmente causou a morte do imperador.
No século 16 EC, o explorador espanhol Juan Ponce de León navegou pelo Caribe supostamente à procura da fonte da juventude. Durante essa expedição, ele descobriu a Flórida, nos Estados Unidos, mas morreu poucos anos depois num confronto com americanos nativos. E a fonte da juventude nunca foi encontrada.
Os faraós, imperadores e exploradores tentaram vencer a morte. E, mesmo não concordando com seus métodos, quem poderia menosprezar seu objetivo? No fundo, o que todos nós queremos é continuar vivendo.

A morte pode ser vencida?

Há uma pergunta clara - Por que lutamos tanto contra a morte? A Bíblia explica claramente o motivo. A respeito de nosso Criador, Deus, * ela diz: “Tudo ele fez bonito no seu tempo. Pôs até mesmo tempo indefinido no coração da humanidade.” (Eclesiastes 3:11) Nós queremos desfrutar da beleza da Terra para sempre, não por apenas 70 ou 80 anos. (Salmo 90:10) É isso o que nosso coração anseia.
Por que Deus colocou “tempo indefinido” em nosso coração? Só para nos deixar frustrados? Ele jamais faria isso. Na verdade, Deus nos promete que a morte será derrotada. A Bíblia fala repetidas vezes sobre o fim da morte e sobre a promessa de Deus de nos dar vida eterna. — Veja o quadro “A vitória sobre a morte”.
O próprio Jesus Cristo disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste Jesus Cristo.” (João 17:3) Então, é possível vencer a luta contra a morte. Mas, de acordo com as palavras de Jesus, somente Deus pode vencer essa luta por nós.

Folclore e Mitologia da Morte

Mitos e lendas após a morte em vários folclores – vamos conhecer alguns a seguir...
Celta 
O folclore Gretão nos mostra uma figura espectral que é pressário de morte, o Ankou. O Ankou não é a própria morte, mas seu servidor. Normalmente, o Ankou é o espirito da última pessoa que morreu dentro da comunidade, aparecendo como uma figura alta e abatida com um chapéu largo e longos cabelos brancos ou como um esqueleto com uma cabeça giratória que vê a todos em todo lugar. O Ankou dirige um velho vagão ou uma carroça, empilhada de cadáveis. Dizem que quando um vivo escuta o som de veiculo rangendo não tardará morrer. Também dizem que aquele que vê o Ankou morrerá dentro de um ano.
Helênica 
Na antiga Grécia acreditava-se que a morte era inevitável, e, portanto, ela não é representada como puramente má. Ela é frequentemente retratada como um homem barbado e alado, mas também tem sido retratada como um jovem rapaz. Morte, ou Tânato, é a contrapartida da vida, a morte sendo representada como masculina, e a vida como feminina. Tânato é o irmão gêmeo de Hipnos, o deus do sono. Ele normalmente é mostrado com seu irmão e é representado como sendo justo e gentil. Seu trabalho é acompanhar os falecidos para o submundo, governado por Hades. Ele, então entrega os recém-mortos nas mãos de Caronte, o barqueiro que leva as almas ao longo rio Aqueronte, que separa a terra dos viventes da terra dos mortos. Acreditava-se que se o barqueiro não recebesse algum tipo de pagamento, a alma não seria entregue ao submundo e seria deixada na beira do rio por cem anos.
As irmãs de Tânato, as Queres, são os espíritos de morte violenta. Elas estão associadas a mortes de batalhas, doenças, acidentes e homicídios. As irmãs são retratadas como más, muitas vezes se alimentando do sangue do corpo após a alma ser levada para o submundo. Tinham presas, garras e se vestiam com roupas ensanguentadas.
Polaca 
Na Polônia, a Morte (ou Śmierć) é retratada com uma aparência similar à romântica tradicional, mas ao invés de um manto preto veste um manto branco. A morte é personificada como uma mulher (a palavra śmierć é de gênero feminino) principalmente vista como uma velha esquelética como descrito no diálogo do século XV “Rozmawa Mistrza Polikarpa ze śmierć“ (em latim: “Dialogus inter Mortem et Magistrum Polikarpum”).
Nórdica 
Na Noruega, a Morte é retratada como uma mulher idosa que usa um capuz preto, conhecido pelo nome de Pesta (que significa bruxa, praga). Ela vai para as cidades carregando um ancinho ou uma vassoura. Se ela levar o ancinho, algumas pessoas poderiam sobreviver a praga, caso ela leve a vassoura, todos morreriam.
Báltica 
Os lituanos chamam a Morte de Giltiné, derivando da palavra gelti (que significa picar). Giltiné era visto como uma mulher velha e feia, com nariz comprido e azul e com uma língua venenosa mortal. A lenda urbana diz que Giltiné era jovem, bonita e comunicativa, antes de ser presa em um caixão durante sete anos. A deusa da morte foi uma irmã da deusa da vida e do destino, Laima, simbolizando a relação entre o inicio e o fim.
Escrituras Hindus 
Em escrituras hindus, o senhor da morte é Yama, ou Yamaraj (literalmente “o senhor da morte”). Yamaraj monta um búfalo negro e traz um laço de corda para levar a alma de volta para sua residência, chamada de “Yamalok” (o mundo de Yama, ou submundo dos mortos). Existem muitas formas de ceifeiros, embora alguns dizem que há apenas um que se disfarça como uma pequena criança. Seus agentes, os Yamaduts, carregam as almas de volta para Yamalok. Lá todas as contas de ações boas e ruins de uma pessoa são armazenadas e mantidas pelo Chitragupta. O saldo dessas ações permite Yamaraj decidir onde a alma irá residir em sua próxima vida, segundo a teoria da reencarnação. Yama é também mencionado no Mahabharata como um grande filósofo e devoto do supremo Brahman.
China 
Na mitologia chinesa, Yanluo é o deus da morte e o governador de Di Yu (inferno ou submundo). A divindade se originou a parti de Yama do hinduísmo e foi adotado no panteão chinês, eventualmente se espalhando para o Japão como Enma-Daioh e na Coréia como Grande Rei Yŏmna. Ele é normalmente retratado vestindo um boné de juiz e tradicionais vestes chinesas em ambas as representações, chinesas e japonesas.
Religiões Abraâmicas
O Anjo fere cento e oitenta e cinco mil homens no acampamento assírio (II Reis, 19:35. Quanto o anjo da Morte passa a ferir os primogênitos dos egípcios, Deus impede “o destruidor” (shâchath) de entrar nas casas com sangue na porta (Êxodo, 12:23). O “anjo destruidor” (mal’ak há-mashhit) estende sua mão para exterminar Jerusalém, mas é impedido por Yahweh, que se arrepende desse mal (II Samuel, 24:16). Em I Crônicas 21:16, o anjo do Senhor é visto pelo rei Davi “entre a terra e o céu, tendo na mão a espada desembainhada, voltada contra Jerusalém”. O livro bíblico de Jó (33:22) usa o termo geral “destruidor” (memitim), que a tradição identificou como “anjos destruidores” (mal’ake khabbalah), e Provérbios (16:14) usa o termo “anjos da morte” (mal'ake hamavet).
No Judaísmo Formas e funções da Morte
De acordo com o Midrash, o Anjo da Morte foi criado por Deus no primeiro dia. Sua morada é o céu, de onde ele alcança a terra em oito voos, enquanto a Peste chega em um. Disse Deus ao Anjo da Morte: "Eu entreguei-te o poder sobre todas as pessoas, só não sobre estes que estão livres da morte por meio da Lei". Ele tem doze asas e dizem que é cheio de olhos. Quando um homem que está prestes a morrer vê o Anjo da Morte, ele é tomado de uma convulsão e abre a boca. O Anjo se põe a frente da vítima com sua espada desembainhada, da qual cai gotas de fel na boca do homem, essa gota provoca a morte e aos poucos o corpo da pessoa se torna podre, ficando com o rosto amarelo. A expressão "ao gosto da morte" teve origem na idéia de que a morte foi causada por uma gota de fel. Nas tradições judaicas o anjo da morte é chamado de (Samael), de terrível aparência, e da coroa da cabeça até os pés, está coberto de olhos. Moisés o vê, se assombra e pede: "...meu Deus e o Deus de meus pais, não me deixe cair nas mãos desse anjo" (Assunção de Moisés cap IV).
A alma escapa pela boca, ou, como se afirma em alguns lugares, através da garganta. Portanto, o Anjo da Morte está na cabeça do paciente (Adolf Jellinek, lc ii 94, Midr O Ps de xi.. .). Quando a alma abandona o corpo, sua voz vai de um mundo para o outro, mas não é ouvido (Gen. R. vi 7;.. Ex R. v. 9,.. Pirḳe R. El xxxiv). A espada do Anjo da Morte, mencionado pelo cronista (I Crônicas, 21:15; comp. Jó, 15:22; Enoque, 62:11), indica que o Anjo da Morte era figurado como um guerreiro que mata os filhos dos homens. "O homem, no dia da sua morte, cai diante do Anjo da Morte como um animal diante do matador" (Grünhut ", Liḳḳuṭim", v. 102). O pai de Samuel (c. 200) diz: "O Anjo da Morte me disse: 'Apenas por causa da honra da humanidade é que eu não corto seus pescoços como é feito com os animais abatidos" ('Ab Zarah. 20b). Em representações posteriores, a faca, por vezes, substitui a espada, e é também feita referência ao cabo do Anjo da Morte, o que indica morte por estrangulamento. Moisés diz a Deus: "Eu temo o cabo do Anjo da Morte" (Grünhut, LCV 103 et seq.). Dos quatro métodos judaicos de execução, três são nomeados em conexão com o Anjo da Morte: Queimadura (derramando chumbo quente na garganta da vítima), abate (por decapitação) e estrangulamento. O Anjo da Morte administra a punição particular que Deus ordenou para a prática de pecado.
Um manto peculiar ("Idra" de acordo com Levy, "Wörterb Neuhebr.." I. 32, uma espada) pertence ao equipamento do Anjo da Morte (Eclesiastes R. iv. 7). O Anjo da Morte assume a forma particular que melhor servir aos seus propósitos, por exemplo, ele pode aparecer para um estudante na forma de um mendigo implorando piedade (O mendigo deve receber Tzedaká.) (M. Ḳ 28.). "Quando a peste se enfurece na cidade, não ande no meio da rua, porque o Anjo da Morte [isto é, a peste] passará por lá, se reina a paz na cidade, não ande nas bordas da estrada. Quando a peste se enfurece na cidade, não vá sozinho para a sinagoga, porque o Anjo da Morte armazena suas ferramentas. Se os cães uivarem, o Anjo da Morte entra na cidade; se eles fazem esporte, o profeta Elias chegou"(B. Ḳ. 60b). O "destruidor" (Satanás ha-mashḥit) na oração diária é o Anjo da Morte (Ber. 16b). Midr. Ma'ase Torah (compare Jellinek, "BH" ii 98) diz: "Há seis Anjos da Morte: Gabriel para os reis; Ḳapẓiel para os mais jovens; Mashbir para os animais; Mashḥit para as crianças; Af e Ḥemah para o homem e os animais".

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Fonte: Empresas de sucesso - Morte . Pesquisa: Fabiano Rodrigues. Disponível em: http://www.empresasdesucessos.com/2017/06/morte-significado-historia-mitologia-mito.html

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16* Morte - Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Morte
17* Compreendendo a Morte – Charlles Nunes http://www.charllesnunes.com/compreendendo-a-morte.html
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